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Os Açores e os descobrimentos marítimos
Carlos Melo Bento updated his cover photo.
As Terras dos Corte-Reais no mapa de Fernão Vaz Dourado.


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Os Açores e os descobrimentos marítimos
As Terras dos Corte-Reais no mapa de Fernão Vaz Dourado.


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NÃO À EDUCAÇÃO PARA UMA CIDADANIA DE PERFIL MARXISTA E MAOISTA
A Disciplina de Cidadania reduzida a Aula de “Religião” do Estado?
António Justo
O secretário de Estado queria não deixar passar de ano alunos que faltem às aulas de Cidadania por razões de objetores de consciência, mesmo quando ensinadas em termos marxistas de ideologia do género (1).
A tutela da Educação quer substituir os pais no direito de educar. Com as suas medidas vai contra a Constituição portuguesa que garante “a liberdade de aprender e de ensinar” e o direito insubstituível dos pais, ao determinar que “os pais têm o direito e o dever de educação e manutenção dos filhos” e mais, que o Estado deve “cooperar com os pais na educação dos filhos”. A lei fundamental também proíbe o Estado de “programar a educação e a cultura segundo quaisquer diretrizes filosóficas, estéticas, políticas, ideológicas ou religiosas”; o artigo 41º da Constituição garante a liberdade de consciência, de religião e de culto, classificando-as como invioláveis e no número 6 do mesmo artigo consagra o direito à objeção de consciência.
Não é legítimo que um governo, seja de esquerda ou de direita queira formatar a sociedade segundo a sua ideologia. Seria um acto retrógrado querer criar infraestruturas ideológicas que deem sustentabilidade à crença da esquerda radical mesmo que para tal façam uso do subterfúgio de quererem cumprir normativas da ONU.
Respeite-se o direito escolar à informação sem usurpar o direito de formar o cidadão no sentido de uma só ideologia, como se dá na Turquia com o islão ou em países socialistas. Defenda-se o valor da diversidade em sociedade. Não é aceitável que uma instituição estatal se transforme num Olimpo de Deuses e se arrogue o direito da posse da verdade e da formação (formatação) da opinião. Não é qualquer cidadão que tem a posse de escolher o Estado onde viver nem o Estado tem o direito de impor qualquer ideologia ao povo.
A função do Estado é apoiar não substituir (como bem dizem os bispos). Não está em causa a disciplina, mas a ideologia do género, a manipulação da sexualidade e a preparação das mentalidades no sentido de um estado socialista. Ao contrário de um Estado socialista como a China, em democracia ocidental, o Estado não usurpa para si a tarefa de uma doutrinação específica.
O direito à informação e ao conhecimento em todas as áreas do saber deveria ser um bem adquirido. É, porém, de rejeitar a opressão coletiva assumida por representantes do Estado que, para assumirem o poder total sobre o cidadão, façam uso do direito obscurantista de manter o monopólio da educação.
No intuito da selecção da informação os regentes querem também a selecção da formação em nome de valores mais altos, tal como faziam as elites de regimes passados. Seria cegueira intelectual e política criticar a união de religião e política do passado e querer-se hoje substituir a religião pela ideologia (por sua vez implementada na universidade em cursos servidores e não senhores) em compadrio com o Estado (o senhorio do regime político).
Em nome da democracia, da igualdade e da justiça social procura fomentar-se um modelo de educação que crie um perfil de cidadão ajustado à ideologia política de características da falhada União Soviética.
A disciplina de Cidadania e Desenvolvimento não pretende instruir, mas sim modelar caracteres. Para se evitar tal risco é obvio que tal disciplina deva ser opcional. Também o filósofo Immanuel Kant argumentava: „O ser humano é aquilo que a educação faz dele.”
Apesar de alguns contributos positivos que o socialismo trouxe para a sociedade, isto não legitima a esquerda radical a ter o direito de, através do Ministério da Educação, implementar uma consciência social de perfil proletário. Isto seria fatal para um país que deixado o autoritarismo de direita passou, com o 25 de Abril, a ser dominado pelo autoritarismo de esquerda. (O povo não tem culpa: ontem como hoje não nota nada devido à informação e educação respetivamente transmitidas!) A matriz de pensamento monolítico cuidada pelos nossos regimes políticos tem prejudicado Portugal.
É grave e cínico, em nome da liberdade democrática, quer-se um modelo único de educação em que o debate público se expresse nos moldes do monólogo da crença marxista como se não houvesse alternativa nem modelos que respeitem e valorizem a dignidade humana e a diversidade cultural.
O facto de o Estado querer assumir o monopólio de formar o cidadão é já uma coerção do cidadão abusiva e cínica. Por isso há uma petição Manifesto “Em defesa das liberdades de educação” para a salvaguarda dos direitos humanos fundamentais, constitucionais e legais (2) e que quem desejar pode assinar (link em nota).
O argumento do compromisso assumido por Portugal em acordos internacionais (3) na área dos direitos humanos torna-se num pretexto ratoeira para impor um modelo único no seguimento de um regimento centralista de inspiração chinesa e soviética. O respeito de formas e valores assumidas em convenções internacionais não implica necessariamente a educação do cidadão no sentido da filosofia marxista nem sequer no espírito da revolução cultural maoista.
Pretender tirar-se o direito de educação de “cada contexto familiar” com o argumento de que só o Estado garante igual direito à formação por parte de todas as crianças e jovens corresponde a ideologia comunista declarada contra a Constituição portuguesa e que os estados resultantes da queda da União Soviética já superaram.
Deixe-se a liberdade de crença e de educação a cada pessoa e a cada agregado social. As diferentes disciplinas do currículo escolar são imensamente diferenciadas e suficientemente informativas para que o Estado as deva manipular no sentido de uma disciplina da sua crença política mesmo que esta se queira justificar com o indulto de inclusão; as aulas de biologia (sexologia) não precisam de ser complementadas por aulas de ideologia social que se querem (nas intenções da ideologia do género: cultura contra natura) contra a biologia.
A Defesa da Educação para a Cidadania, nos termos em que se expressa e querida pelo Ministério da Educação, é um serviço à censura e como tal ao obscurantismo ideológico.
O cidadão adulto, respeitador dos direitos humanos, da igualdade social e de oportunidades, não precisa de uma “religião” estatal. Toda a instituição deve estar ao serviço do cidadão, da pessoa humana e respeitar a sua soberania. É abuso democrático e prepotência adaptar a matriz política à matriz monopolista, seja ela marxista ou islâmica.
Cidadãos atentos e críticos não se deixam reduzir a cães de guarda de qualquer sistema monolítico nem se empenham na defesa de nenhum cargo ou ideologia, mas para alertar no sentido de as instituições servirem, todas elas, o humano. Defenda-se uma sociedade natural, tipo floresta, com diferentes biótopos e em que todas as árvores cresçam livremente; não seria inteligente fomentar-se uma monocultura tipo eucaliptal que por muita utilidade que o eucalipto possa ter se passe a transformar a floresta natural numa floresta só de eucaliptos. Deixemos as árvores viverem em paz nos seus biótopos naturais!
A educação é como o Sol que estimula as energias de quem acaricia; o seu melhor fruto é a tolerância no sentido da ordem e se assim for feito teremos uma sociedade rica, múltipa e variada à semelhança do reino vegetal do planeta. O melhor estímulo para a boa educação é o exemplo, dos pais, dos superiores, dos governantes, da sociedade.
Não podemos permitir que o ensino seja pervertido numa educação, à margem do ser humano e dos sentidos cívico e pedagógico.
Não à globalização da mediocridade apagadora da diversidade e da diferença que pretende transformar a pessoa (aluno e estudante) num produto formatado e apto a pensar e agir de forma já não individual-pessoal, mas meramente mecânica e funcional que em vez de pessoas só precise de técnicos para funcionar.
António da Cunha Duarte Justo
Teólogo e Pedagogo
Notas em “Pegadas do Tempo”, https://antonio-justo.eu/?p=6087
EDUCAÇÃO PARA A PAZ
SÓ HÁ UM POUCO DE PAZ!
Não há nem nunca houve educação para a paz porque ela se encontra distribuída pelas diferentes ideologias, partidos e grupos de interesses!
Cada um considera-se em posse da verdade e em vez de a ver repartida também pelos outros julga-se no direito de impor a sua!
António da Cunha Duarte Justo
Notas em „Pegadas do Tempo“
BÓNUS PARA FILHOS COM DIREITO A ABONO DE FAMÍLIA
Famílias com filhos na Alemanha recebem do Estado alemão 300 euros por filho como apoio único em consequência da pandemia. Em setembro serão distribuídos 200 euros e em outubro os restante 100€.
Para se ter direito, pressupõe-se que o filho/a tenha recebido em 2020 pelo menos um mês de abono de família.
Casais com rendimentos anuais superiores a 106.000 euros perdem direito a este apoio único.
Na Alemanha, 18 milhões de crianças têm direito a este bónus. Esta medida custa ao Estado 4,3 mil milhões de euros.
António Justo
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O 17º Colóquio da Lusofonia foi um sucesso com mais de 5 dezenas de participantes, de 30 de março a 3 de abril na Lagoa, com nove autores açorianos ou representantes a quem se prestou vídeo Homenagem contra o Esquecimento. [1] Foi lançado o 14º Caderno de Estudos Açorianos dedicado a Maria de Fátima Borges, e um MANIFESTO da lusofonia em tempo de crise. Houve uma sessão de poesia açoriana, um recital do cancioneiro açoriano com Ana Paula Andrade e duas alunas (flauta e viola da terra). Igualmente se deu a hipótese ao grupo musical infantojuvenil Velvet Carochinha (da escola EBI da Maia) de atuar na abertura no Convento dos Franciscanos onde estiveram o secretário do Governo Regional, Dr André Bradford, o presidente da câmara municipal da cidade da Lagoa, os 3 patronos dos Colóquios da Lusofonia, Professores Malaca Casteleiro (Academia das Ciências de Lisboa), Evanildo Bechara (Academia Brasileira de Letras), Concha Rousia da Academia Galega e o escritor moçambicano João Craveirinha em substituição da Doutora Maria de Jesus Barroso que não pode viajar por impedimento médico. Foram apresentadas 3 obras literárias, uma mostra de livros de autores açorianos e duas representações do grupo Teatro & Cia do Rio Grande do Sul.
A AICL, preocupada pelas recentes decisões de natureza económica que põem em causa o cultivo e mesmo a continuidade da Língua e Cultura em Portugal, vem apresentar, algumas ideias que visam um estímulo económico através da língua e cultura, devendo a médio prazo servir para um estímulo maior à economia. Perante a existência de estudos que apontam a importância deste setor cifrado em 17% do PIB e considerando que Brasil e Portugal são os países que reúnem melhores condições de proporcionarem o arranque deste projeto, fica desde já a ressalva de que a eles se deverão juntar os restantes países da CPLP quando estiverem dispostos a fazê-lo sem quaisquer receios de Quintos Impérios e de neocolonização cultural.
1.º. Buscar consensos entre os governos do Brasil e de Portugal para que sejam reforçados e lançados cursos de língua portuguesa – presenciais e online – nas suas vertentes de ‘Português Língua Materna’ (PLM) e ‘Português Língua Estrangeira’ (PLE). Deve ser utilizada uma nova fórmula de conservação e propagação da lusofonia a nível mundial, como até agora não foi proporcionada quer pelo Instituto Camões quer pelo Instituto Machado de Assis e a CAPES, em três vertentes:
Dever-se-á utilizar-se o Instituto Internacional da Língua Portuguesa (IILP) da CPLP e o apoio de universidades e politécnicos dos dois países para tal fim.
Justificação:
Os cortes, por parte do Governo português, no sistema no ensino de PLM, como nos escassos apoios à divulgação da lusofonia através de cursos de PLE, têm-se mostrado sumamente prejudiciais ao cultivo da lusofonia em países não-lusófonos. Como fruto desta política de abandono, não só acaba por ser posta em questão a capacidade dos filhos de emigrantes portugueses de comunicar de forma adequada em todos os níveis na língua materna, mas também a aquisição da língua portuguesa nos países não-lusófonos onde a cada vez maior ausência do Instituto Camões tem servido como justificação de eliminação de cursos de português. No Brasil, dá-se semelhante abandono do ensino de PLM e PLE nos países não-lusófonos. Apesar da existência do Programa de Leitorado nalgumas universidades em países não-lusófonos, organizado pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) em parceria com o Ministério das Relações Exteriores (MRE), a rede é reduzida e fica longe de atingir a importância que caberia ao Brasil numa escala internacional. Não existe rede de ensino de PLM aos filhos de cidadãos brasileiros residentes no estrangeiro.
2.º. Buscar apoios das academias nacionais de língua portuguesa existentes, da CPLP, e demais instituições para contribuírem para este projeto a abranger todo o mundo onde haja lusofalantes e interessados na aprendizagem da língua portuguesa.
Justificação:
No mundo lusófono existem várias academias que se dedicam ao cultivo e à normalização da língua portuguesa, nomeadamente em Portugal a Academia das Ciências de Lisboa (ACL), no Brasil a Academia Brasileira de Letras (ACL), a Academia Brasileira de Filologia (ABRAFIL) e na Galiza a Academia Galega da Língua Portuguesa (AGLP). Para um projeto que visa fortalecer o ensino e a aprendizagem da língua portuguesa em todo o mundo, consulta e o apoio por estas organizações é uma mais-valia, indispensável.
3.º. Criar 500 bolsas de estudo anuais dedicadas a estudos relacionados com a lusofonia para que estudantes oriundos de países de todos os continentes possam frequentar universidades brasileiras e portuguesas.
Justificação:
Em conformidade com as capacidades financeiras dos países envolvidos, o Brasil disponibilizaria 350 bolsas e Portugal 150 para os melhores alunos dos cursos referidos em 1º. Terminada a presença no país de acolhimento, os bolseiros terão adquirido a função de embaixadores da língua portuguesa nos países de origem. A atribuição das bolsas poderá funcionar de forma semestral (p. ex. para estudantes de licenciatura), anual (p. ex. para estudantes de mestrado) ou plurianual (p. ex. para pós-graduação).
4.º. Convidar as editoras de Portugal e do Brasil a criar uma bolsa de edições a promover em todo o mundo as obras dos maiores vultos da escrita de cada um dos países lusófonos, as quais seriam disponibilizadas nos vários países.
Justificação:
Uma vez que a unificação da ortografia permite a divulgação do mesmo texto em vários países, a disponibilização das obras literárias mais representativas de cada país aos outros países não só facilita o acesso recíproco a todas as literaturas lusófonas, mas permite a publicação de edições únicas que poderão entrar em vários mercados livreiros.
5.º. Criar antologias bilingues para a disseminação de obras de autores lusófonos e promover a sua distribuição nos países onde o português é ensinado como língua estrangeira.
Justificação:
À semelhança da Antologia Bilingue de Autores Açorianos (2011), o fornecimento de antologias bilingues de textos literários de referência pode tornar-se indispensável numa primeira aproximação a textos portugueses por parte de estudantes estrangeiros e falantes da respetiva língua em que a antologia foi publicada.
6.º. Criar e despertar o interesse por autores lusófonos, através da disponibilização gratuita em linha de excertos de obras selecionadas de autores lusófonos.
Justificação:
Desde que se trate de obras isentas de direitos de autor ou que forem publicadas com consentimento dos autores, a divulgação de textos literários de forma digital, tal como está a ser feito com textos literários açorianos nos Cadernos de Estudos Açorianos, tem-se mostrado muito benéfica por ter atraído bastante interesse por parte dos utentes.
7.º. Evitar que as burocracias ministeriais e governamentais impeçam a imediata consecução deste projeto, pelo que deve ser nomeada uma comissão de sábios para definir em detalhe este projeto, cronograma e custos.
Este manifesto foi precedido da leitura do seguinte artigo
Em minha opinião, a crise do país [Portugal ou Brasil] é mais do que tudo uma crise de ideias, de líderes, de pensadores e intelectuais, aliada ao capitalismo selvagem, dito neoliberalismo, que desde os anos 90 vem tomando conta dos meios de produção globais e manipulando os governos do mundo ocidental. O país precisa mais de se servir dos seus «sages» para usar um termo francês, em vez do mais habitual vocábulo “pensadores ou filósofos”. Um Conselho de Sábios, por assim dizer seria o que é necessário para vencer a crise e sair da podridão da partidarite, viciada em cunhas, nepotismo e esquemas de corrupção.
Teríamos depois, de estabelecer consensos alargados e um plano de mudança e ação, a muito longo prazo, e buscar a força e iniciativa dos mais jovens para as levar a cabo. Não devemos deixar que país se perca na sua atual insignificância quando grande parte da sua história foi feita de grandes homens que se sobrepuseram, pela sua visão, a gerações de séculos de Velhos do Restelo. São estes que hoje guiam os filhos e netos para uma subserviência e dependência total ao grande capital internacional sem esperanças de uma vida melhor. Trata-se de um retrocesso ao pior da Grande Revolução Industrial ou rumo a uma criação de novos servos da gleba, automatizados, controlados e vigiados, mas sobretudo intelectualmente deficientes. A receita universalmente seguida é a da ignorância, em que quase todos hoje vivem, aliviada com um voyeurismo exacerbado em Big Bordel (perdão Big Brother) e quejandos, e outras telenovelas da vida real que a TV projeta incessantemente nas horas poucas de lazer. Acrescentemos a esta fórmula mágica o entorpecimento futebolístico que ajuda a exacerbar paixões e ventilar frustrações recalcadas e temos o caldo mágico para as gerações futuras. Um sistema educacional e cultural forte seria a base para partirmos para o futuro em que ainda acreditamos.
Temos exemplos de gente excecional, mas a grande maioria emigrou e faz carreira no estrangeiro. Tratou-se de alunos que se não contentaram com a mediocridade do ensino e brilharam sem se deixarem enredar na modorra anquilosante dos que os governam. É esta situação de exceção que nos traz algumas esperanças.
A minha geração e, antes dela, a dos nossos patronos, foi criada na certeza de que nada era fácil nem havia almoços grátis. Havia trabalho, muito e mal pago, e a réstia de esperança de que fosse reconhecido pois todas as promoções eram a pulso na longa escalada que encetámos. Assim, essa geração subiu a novos patamares à custa de trabalho, esforço, estudo e aprendizagem contínua. Tínhamos coisas sagradas a que chamávamos princípios e ética. Líamos, debatíamos, estudávamos e continuávamos a aprender toda a vida. Nada era fácil. Hoje constata-se o que foi feito nas últimas duas décadas para destruir o tecido escolar, com a facilitação extrema para falsificar estatísticas, programas especialmente elaborados para ninguém ficar para trás, uma redução substancial da quantidade e conteúdo de matérias a aprender, o lento esquecimento a que a História foi votada porque os antepassados eram politicamente incorretos, a marginalização da Filosofia porque poderia levar os jovens a pensar e os maus tratos dados à Língua Portuguesa. Temos uma vasta gama de professores incultos, e a maioria dos alunos analfabetos funcionais incapazes de compreender ou debater o que leem.
Perdoem esta curta digressão para vos explicar o que pretendo. Os autores que estudamos foram substituídos para que hoje fosse quase impossível criar uma geração filológica-linguística como a do Cenáculo ou até mesmo compreender esse fenomenal, extraordinária e inexplicável centro de espírito e de estudo, de fantasia, de ideias numa sociedade banal como era a de Lisboa naquela época. O Cenáculo era uma reunião permanente de jovens em casa de Antero [de Quental], dia e noite, todos tinham ali os melhores livros, notas, provisões de princípios e de tabaco. Cada um deles possuía conhecimentos profundos sobre, pelo menos, uma das ciências base que são a matriz do conhecimento: física, química, matemáticas, filosofia, direito, história e linguística.
Quando Antero regressa do estrangeiro pleno de ideias e leituras novas é como que a vinda do Rei Artur à Corte de Camelot e daí nasceram as Conferências do Casino, cheias de cultura europeia, de fervor revolucionário, da romanesca efervescência intelectual e sentimental. Essa geração tentou trazer algo de novo e bom à nossa cultura, debatendo o Estado da Nação. As Conferências do Casino podem considerar-se um manifesto de geração. Denominam-se assim por terem tido lugar numa sala alugada do Casino Lisbonense e foram uma série de cinco palestras em Lisboa no ano de 1871 pelo grupo do Cenáculo formado, pelas mesmas pessoas, que constituem a Geração de 70. Antero é o grande impulsionador desde 1868, iniciando os outros membros em Proudhon. A 18 de maio 1871 foi divulgado o manifesto, já anteriormente distribuído em prospetos, e que foi assinado pelos doze nomes que tinham intenções organizadoras destas Conferências Democráticas.
22 de maio de 1871- A 1ª Conferência:
“O Espírito das Conferências”, por Antero de Quental consistiu num desenvolvimento do programa previamente apresentado. Antero referiu-se à ignorância e indiferença que caraterizava a sociedade portuguesa, falando da repulsa do povo português pelas ideias novas e na missão de que eram incumbidos os “grandes espíritos” e que consistia na preparação das consciências e inteligências para o progresso das sociedades e resultados da ciência. Para Antero o ponto fulcral seria a Revolução, o seu conceito, que define como nobre e elevado. A palestra termina com o apelo às “almas de boa vontade” para meditarem nos problemas que iriam ser apresentados e para as suas possíveis soluções.
27 de maio de 1871- 2ª Conferência:
“Causas da Decadência dos Povos Peninsulares nos últimos três séculos” por Antero. Em primeiro lugar julga a História, como uma entidade, o juízo moral, social e político. Em seguida enumera e discute as causas da decadência. Aponta o Absolutismo, a Monarquia Absoluta que constituía a “ruína das liberdades sociais”, o centralismo imperialista que coartara as liberdades nacionais, rumo a uma cega submissão; por fim, o desenvolvimento de hábitos prejudiciais de grandeza e ociosidade que conduziram ao esvaziamento de população de uma nação pequena, substituindo o trabalho agrícola pela procura incerta de riqueza, a disciplina pelo risco, o trabalho pela aventura. Para Antero a solução destes problemas seria:
“(…) a afirmação da alma nova, a consciência livre, (…), a filosofia, a ciência, e a crença no progresso, na renovação incessante da humanidade pelos recursos inesgotáveis do seu pensamento, sempre inspirado. (…) a federação republicana de todos os grupos, de todas as vontades soberanas, alargando e renovando a vida municipal (…) à inércia industrial oponhamos a iniciativa do trabalho livre, a indústria do povo, pelo povo, e para o povo, não dirigida e protegida pelo Estado, mas espontânea (…), organizada de uma maneira solidária e equitativa…[2]”[1] A conclusão insere uma dimensão progressista, a instauração de uma revolução, a ação pacífica, a crença no progresso inspirado na moralização social (Proudhon), num tom idealista e retórico.
5 de junho de 1871- 3ª Conferência:
“A Literatura Portuguesa” por Augusto Soromenho, professor do Curso Superior de Letras, uma crítica aos valores da literatura nacional. Cita a negação sistemática dos valores literários nacionais, excetuando Luís de Camões, Gil Vicente e poucos mais. Tem a sua vertente revolucionária ao inculcar a ideia de que a literatura portuguesa deverá ter caráter nacional, mas pautada por valores universais. O modelo e guia desta renovação salvadora da literatura nacional seria Chateaubriand, com o conceito de Belo absoluto como ideal da literatura, constituindo esta um retrato da Humanidade na sua totalidade.
12 de junho de 1871 – 4ª Conferência:
“A Literatura Nova ou o Realismo como Nova Expressão de Arte” por Eça de Queirós salientou a necessidade de se operar uma revolução na literatura. A revolução é um facto permanente, porque manifestação concreta da lei natural de transformação constante, e uma teoria jurídica, pois obedece a um ideal, a uma ideia. É uma influência proudhoniana. O espírito revolucionário tem tendência a invadir todas as sociedades modernas, afirmando-se nas áreas científica, política e social. A revolução constitui uma forma, um mecanismo, um sistema, que também se preocupa com o princípio estético. O espírito da revolução procura o verdadeiro na ciência, o justo na consciência e o belo na arte. A arte, nas sociedades, encontra-se ligada ao seu progresso e decadência e o artista sob a influência do meio, dos costumes do tempo, do estado dos espíritos, do movimento geral… Foca ainda as relações da literatura, da moral e da sociedade. A arte deve visar um fim moral, auxiliando o desenvolvimento da ideia de justiça nas sociedades. a.
19 de junho de 1871 – 5ª Conferência:
“A Questão do Ensino” por Adolfo Coelho traça o quadro desolador do ensino em Portugal, mesmo o superior, através da História. A solução proposta passa por uma mais ampla liberdade de consciência. … do Estado nada havia a esperar. o remédio seria apelar para a iniciativa privada, para que esta difundisse o verdadeiro espírito científico, o único que beneficiaria o ensino.
26 de junho de 1871
Quando Salomão Saragga se preparava para realizar a sua Conferência “História Crítica de Jesus”, o Governo, mandou encerrar a sala do Casino Lisbonense e proibir as Conferências. Nesse dia, Antero redige um protesto no café Central, hoje Livraria Sá da Costa.
Vivemos hoje uma encruzilhada como a da Geração de 1870 e das Conferências do Casino, sendo a enumeração de problemas bem semelhante à de então. Embora maioritariamente preocupados com os aspetos mais vastos da Língua Portuguesa, linguística, literatura, história, também nós constituímos um grupo heterogéneo unidos apenas naquilo que nos é comum, a língua de todos nós. A nossa língua configura o mundo, sem esquecer, porém, que Wittgenstein disse que o limite da nossa nacionalidade é o limite do nosso alcance linguístico. Os Colóquios são uma prova insofismável de que tudo é possível com custos mínimos desde que se dê liberdade às pessoas para criarem projetos com os quais se identifiquem e que se destinam a pensar e debater amplamente, de forma científica, a fala comum: a Língua Portuguesa – no plano linguístico, cultural, social, económico e político – na defesa, preservação, ensino e divulgação da língua portuguesa e todas as suas variantes. Em defesa da Lusofonia, defendemos a nossa identidade como pessoas e povos, e em prol da variada língua comum com todas as suas variantes e idiossincrasias, impedindo que outras culturas e outros povos nos dominem cultural, económica ou politicamente, como alguns, ostensiva e claramente, defendem. É aqui no nosso seio de oradores, patronos e patronos especiais como os que aqui temos hoje, que nos podemos afirmar como plataforma de arranque de uma congregação de um Conselho de Sábios e de jovens cultos e dinâmicos para pensar e agir rumo ao futuro sem nos deixarmos abater pelo negativismo da crise que visa embotar a nossa capacidade de realização.
Os Colóquios fizeram, são prova da vitalidade que a sociedade civil atuante pode ter quando se congregam vontades e esforços de tantos académicos e investigadores como aqueles que hoje dão vida aos nossos projetos. Resta que todos se juntem à AICL – Colóquios da Lusofonia para fazermos chegar o nosso MANIFESTO a toda a gente e aos governos dos países de expressão portuguesa e que este sirva de ponto de partida para o futuro que ambicionamos e sonhamos. Com a vossa ajuda e dedicação muito mais podemos conseguir como motor pensante da sociedade civil.
PARA TERMINAR INTERROGAMOS: Quanto vale um idioma?
Se a língua portuguesa estivesse numa prateleira de supermercado, estaria num nicho de luxo ou esquecida para promoção de minimercado? Estamos acostumados a medir o valor económico dos objetos a que um idioma dá nome, e não do idioma em si. Um estudo solicitado pelo Instituto Camões ao Instituto Superior de Ciências do Trabalho e da Empresa (ISCTE), em Portugal, encarou o desafio de medir essa grandeza, e revela que 17% do PIB do país equivale a atividades ligadas direta ou indiretamente à língua portuguesa. -É um percentual interessante … ligeiramente acima do que se apurou na Espanha relativamente ao espanhol (15%) – analisa Carlos Reis, da Universidade de Coimbra, professor visitante da PUC-RS e um dos fundadores da Universidade Aberta em Portugal, da qual foi reitor até 2011. O índice leva em conta a importância relativa da comunicação e da compreensão em campos de atividades económicas. Privilegia, relações económicas que exigem uma dada língua, descarta atividades que podem ser executadas por trabalhador de outra nacionalidade ou competência linguística. Ramos como ensino, cultura e telecomunicações seriam celeiros automáticos de atividades em que a língua é fulcral. Além das “indústrias da língua” há as ligadas a fornecedores de produtos em português, como a administração pública, e as que têm forte conteúdo de língua, como o setor de serviços, ou a que induz maior conteúdo de língua para a economia como um todo, da indústria de papel à de eletrodomésticos. Por último, o peso de processos em que o conteúdo de uma língua tem predomínio menor ou só relativo, ainda assim enquanto fazem brotar impérios no próprio circuito de trocas de um idioma. No Brasil, é o que ocorreria, por exemplo, à extração de petróleo e de minérios, ou ao agronegócio, a pesquisa indica que o fenómeno se repete em coeficientes aplicáveis aos países lusófonos. Línguas com muitos utilizadores fornecem mercado maior para bens culturais.
A diferença entre os países pobres e os ricos não é a idade do país. Isto está demonstrado no Egito, com mais de 5.000 anos, e são pobres Canadá, a Austrália e a Nova Zelândia, há 200 anos eram inexpressivos, hoje desenvolvidos e ricos. A diferença entre países pobres e ricos também não reside nos recursos naturais disponíveis. O Japão possui um território limitado, 80% montanhoso, inadequado para a agricultura e para gado, mas é das maiores economias mundiais, que importa matéria-prima do mundo inteiro e exporta produtos manufaturados. Outro exemplo é a Suíça, que não planta cacau, mas tem o melhor chocolate do mundo. No seu pequeno território, cria animais, e cultiva o solo apenas durante quatro meses ao ano e fabrica laticínios da melhor qualidade. É um país pequeno que passa uma imagem de segurança, ordem e trabalho, pelo que se transformou no cofre-forte do mundo. No relacionamento entre gestores dos países ricos e os seus homólogos dos países pobres, fica demonstrado que não há qualquer diferença intelectual. A raça, ou a cor da pele, também não são importantes: os imigrantes rotulados como preguiçosos nos países de origem, são a força produtiva dos países europeus ricos. Onde está então a diferença? Está no nível de consciência do povo, no seu espírito. A evolução da consciência deve constituir o objetivo primordial do Estado, em todos os níveis do poder. Os bens e os serviços são apenas meios…A educação (para a vida) e a cultura ao longo dos anos, deve plasmar consciências coletivas, estruturadas nos valores da sociedade: moralidade, espiritualidade e ética.
Solução – síntese: transformar a consciência do Português. O processo deve começar na comunidade onde vive e convive o cidadão. A comunidade, politicamente organizada em Associação de Moradores, Clube de Mães, Clube de Idosos, etc., torna-se um microestado. As transformações desejadas serão efetuadas nesses microestados, que são os átomos do organismo nacional – confirma a Física Quântica. Ao analisarmos a conduta das pessoas nos países ricos e desenvolvidos, constatamos que a grande maioria segue o paradigma quântico, isto é, a prevalência do espírito sobre a matéria, ao adotarem os seguintes princípios de vida:
Somos como somos, porque vemos os erros, encolhemos os ombros e dizemos: “não interessa!…” A preocupação de todos deve ser com a sociedade, que é a causa, e não com a classe política, que é o triste efeito. Só assim conseguiremos mudar. Vamos agir!
[1] Canadá: Eduardo Bettencourt Pinto, EUA: Caetano Valadão Serpa, São Miguel – Eduíno de Jesus, Urbano Bettencourt, Daniel De Sá, Fernando Aires (Viúva Dra. Idalinda Ruivo Medeiros de Sousa e Filha Maria João Ruivo De Sousa; Terceira – Vasco Pereira Da Costa, Joana Félix (Poetisa, Filha do Emanuel Félix); Brasil – Isaac Nicolau Salum (descendente de açorianos, presença da filha Mª Josefina Salum)
[2] [1] Quental, Antero de, 2ª Conferência: Causas da Decadência dos Povos Peninsulares, Casino Lisbonense, 27 de maio de 1871 in Medina, João, Eça de Queiroz e a Geração de 70, Lisboa, Ed. Moraes, 1980, 1ª ed., pp. 157-158.
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An Australian family has to pay A$16,000 in Covid hotel quarantine fees for the children to visit.
Source: Coronavirus: Australian family hit with huge quarantine bill to visit dying father – BBC News
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TAMBÉM É BOM LEMBRAR QUE:
Em 11 de setembro de 1973, sob ordens de Augusto Pinochet, os militares chilenos derrubaram o governo Salvador Allende.
Também em 11 de Setembro de 1985 – acidente ferroviário em Alcafache. Nesse dia não existiram chamadas de valor acrescentado para apoio às vítimas.
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A diabólica Primeira Ministra da Nova Zelândia anda visivelmente preocupada. O número de pessoas que começam a suspeitar ou que não têm dúvidas que a Covid-19 é, na sua essência, uma fantochada não pára de aumentar.
Esta conferência de imprensa foi obviamente ensaiada. É ridículo.
Nota-se um certo nervosismo e insegurança na voz da Jacinda Arden, amiga de longa data do Bill e Melinda Gates. Ela tem conhecimento do alvoroço na vizinha Austrália e sabe que na Nova Zelândia a narrativa está a ser fortemente questionada.
Ela tem necessidade de dizer (citando):
“You can trust us as a source of that information” [regarding Covid-19 facts and plans]
“contact us to clarify any rumour you may hear (…) otherwise dismiss anything else”
“We will continue to be your single source of truth, anything eles you see, a grain of salt”
“remember that unless you hear it from us, it is not the truth, and I really ask people just visit covid19.govt.nz”
Remember:
TRUST YOUR GOVERNMENT!
https://www.facebook.com/100001824911056/videos/4448452961892157/?extid=mufmlGWAqsnS7GOt

New Zealand Prime Minister , saying to trust the Government as it is the only true source of facts regarding the Corona Virus.
Seriously, only a Brainwashed idiot would actually trust the government now…
They’re now just NWO puppets…
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erá fácil que, em cada escola, se mantenha um distanciamento mínimo entre alunos? Será fácil colocar os alunos de cada um dos níveis de ensino e de cada ano escolar a entrarem e a saírem a horas diferentes?
Para além das regras sanitárias inscritas nos seus planos de contingência, nas quais se refere que se deve manter o distanciamento social adequado entre todos nas mais diversas situações da vida escolar, as escolas devem promover a sensibilização dessas regras junto de toda a comunidade escolar, trabalhando com todos, sobretudo com os alunos essas questões, nomeadamente em sessões da Saúde Escolar ou da Estratégia Nacional da Educação para a Cidadania (através da disciplina de Cidadania e Desenvolvimento e/ou de outras actividades e/ou projectos no âmbito dessa Estratégia).
Quanto aos horários, há escolas que conseguiram desfasar os horários de entrada e saída por níveis de ensino, de forma a conseguirem minimizar a concentração de alunos.
As entradas e saídas das escolas estão coordenadas com ao movimento de 13 mil alunos nos transportes públicos. O plano definido requerer mais quantos autocarros? Quantos alunos poderão circular num autocarro normal? O que vai ser diferente nos transportes públicos?
O transporte de alunos obedecerá às regras emanadas pela Autoridade de Saúde Regional, pelo que, face à redução para 2/3 da lotação dos veículos, as escolas e as empresas de transporte tiveram de se coordenar, quer através do desfasamento de horários quer através do aumento do número de circuitos, para garantir essa redução da lotação, a qual implicará um aumento de cerca de 40 circuitos em regime de circuitos de aluguer.
Ponta Delgada, Angra e Horta são os três centros onde se vão congregar mais alunos. Quantos alunos haverá por cada um destes centros? E há Planos comuns de acção para estes centros? Os alunos vão poder circular entre escolas? Vão ser permitidas concentrações de alunos do lado e fora das escolas? De que forma se vai fazer este controlo?
O número de alunos em cada um destes centros urbanos é o seguinte: Ponta Delgada – 10 281; Angra do Heroísmo – 4 299; Horta – 1 885
Cada escola tem o seu próprio plano de contingência, elaborado a partir das orientações emanadas pela Direcção Regional da Educação.
Os alunos poderão circular entre escolas se pedirem transferência de escola.
Quanto a concentrações externas à escola, devem ser seguidas as orientações da Resolução do Governo Regional em vigor.
Um caso preocupante para os pais e encarregados de educação em São Miguel é o da Escola Básica e Integrada das Capelas. A escola continua em obras. O ano passado os alunos foram divididos entre a parte operacional da escola e a Escola de Formação Profissional das Capelas. E, este ano, os alunos vão ainda subdividir-se mais? Para que funcionamento aponta o Plano de Contingência do estabelecimento de ensino?
A obra já foi reiniciada e certamente a escola teve em conta as restrições provocadas por essa situação, sendo do seu conhecimento o desenvolvimento dos trabalhos, os prazos de entrega das duas fases da obra. No entanto, esta situação específica não está mencionada no Plano de Contingência da unidade orgânica.
A Escola Básica e Integrada das Capelas vai usar um bloco e o bar da Escola Profissional de Capelas. Esses espaços, a ser usados pela EBI Capelas, vão ser higienizados e mantidos pela unidade orgânica. Vão conseguir manter os alunos fixos nas salas de aula (uma sala por turma, cada um com menos de 20 alunos) e haverá uma grade e um portão a separar os alunos das duas escolas.://www.correiodosacores.pt/NewsDetail/ArtMID/383/ArticleID/24259/O-que-devem-fazer-as-escolas-dos-A231ores-quando-houver-um-aluno-com-Covid-19
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Miguel Menezes added a new photo to the album COVID-19.
O Lobby das Farmacêuticas prevê que as suas Vacinas da COVID-19 causem danos graves e por isso quer protecção por parte da União Europeia, para não terem de lidar com os processos de indemnização daí resultantes.
É o que já acontece nos EUA, com a Indústria Farmacêutica a não se responsabilizar pelas graves consequências das suas vacinas.
Acaba por ser o contribuinte a pagar as indemnizações de milhões de dólares dos danos causados pelas Farmacêuticas.
Mais uma vez, um excelente negócio para as Farmacêuticas e um ruinoso negócio para os utentes e para a população em geral.
É isto que a DGS admite tornar-se obrigatório? Enviar as pessoas para um potencial perigo, contra a sua vontade?
Quem se quiser arriscar a levar uma Vacina que até os seus próprios produtores admitem ser potencialmente perigosa, faça o favor de se chegar à frente.
Fonte:
https://expresso.pt/…/2020-08-25-Lobi-das-farmaceuticas-que…

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Com um agradecimento especial ao “Correio dos Açores”, na edição de hoje 😊

