Woman becomes the first person in WA to be fitted with a monitoring bracelet for allegedly breaching quarantine – ABC News

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Police allege the 33-year-old woman — who was self-quarantining at home — had two male visitors at her house when officers from the Self Quarantine Assurance Team conducted a routine check on Thursday.

Source: Woman becomes the first person in WA to be fitted with a monitoring bracelet for allegedly breaching quarantine – ABC News

Queensland passes law to jail priests for not reporting confessions of child sexual abuse – ABC News

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A bill to compel priests to break the confessional seal to report child sexual abuse cases gets bipartisan support in Queensland Parliament in line with recommendations from the royal commission.

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Fernando Guimarães é o vencedor da Grande Prémio de Literatura dst 2020 | Livros | PÚBLICO

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O poeta e ensaísta foi galardoado pelo livro Junto à Pedra, com o qual já havia ganho o Prémio de Poesia da Associação Portuguesa de Escritores.

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XANANA ACUSA FRETILIN

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Xanana Gusmão acusa líder da Fretilin de “demagogia” sobre projeto petrolífero timorense

Díli, 12 set 2020 (Lusa) – O líder timorense Xanana Gusmão acusou hoje o presidente da Fretilin, maior partido do país, de “demagogia política” e “grandes contradições” pela sua posição sobre o projeto de um gasoduto do Mar de Timor para Timor-Leste.
“Estamos perante uma grande demagogia, nas declarações do grande líder da Fretilin, quando diz que foi o primeiro a defender o gasoduto para Timor-Leste, mas que a economia tem regras e exige estudos de viabilidade, que diz que não foram feitos”, afirmou hoje Xanana Gusmão em Díli.
“Eu quando li isso senti-me muito confuso. Diz que a Fretilin sempre defendeu, mas mesmo sem ter estudos convincentes? Então isso não é contradizer-se? Diz que defende, mas chegou a essa posição sem estudos”, sustentou o presidente do Congresso Nacional da Reconstrução Timorense (CNRT).
Xanana Gusmão reagiu assim a declarações à Lusa de Mari Alkatiri, secretário-geral da Frente Revolucionária do Timor-Leste Independente (Fretilin), na sequência de um debate iniciado por várias entrevistas à Lusa de responsáveis do setor petrolífero no país.
“A Fretilin foi a primeira a defender o gasoduto do Greater Sunrise para Timor. Mas a economia tem as suas regras e para começar deve haver estudos de viabilidade. E eu ainda não vi nada, não vi nenhum estudo que me convencesse”, afirmou Alkatiri.
“Não mudámos de linha. Queremos é poder provar que a linha para onde o país estava direcionado é a mais viável e benéfica para o país. Ninguém exclui nenhuma opção. Muito menos a opção de trazer o gasoduto para Timor-Leste, desde que seja viável”, considerou.
Os comentários de Alkatiri surgiram na sequência de um debate iniciado com declarações à Lusa do novo ministro do Petróleo e Minerais, Victor Soares, da Fretilin – que entrou para o Governo de onde saiu o CNRT de Xanana Gusmão.
Soares substituiu os principais responsáveis do setor, explicando à Lusa que isso traduz uma nova visão estratégica para o setor, com declarações que foram criticadas pelo ex-presidente da petrolífera Timor Gap, Francisco Monteiro, o que, por seu lado, suscitou fortes críticas da nova direção da petrolífera.
“Que visão estratégica é essa? A cidadania tem o direito de exigir ao Governo que apresente ao povo essa visão estratégica para o setor. E mesmo que os cidadãos não exijam, o Governo tem o dever de apresentar essa nova visão estratégica, tem o dever de prestar contas aos cidadãos”, afirmou.
Xanana Gusmão juntou-se hoje ao debate sobre o processo que ele próprio liderou – incluindo o acordo permanente de fronteiras marítimas com a Austrália e o futuro da partilha do projeto dos poços do Greater Sunrise.
“Há aqui grande demagogia do grande líder da Fretilin. Porque não há nenhuma base que regule o raciocínio. E, já agora, onde estavam os estudos convincentes para o CMATS?”, questionou, referindo-se ao anterior acordo que governava o Mar de Timor, negociado por um Governo liderado pela Fretilin.
Gusmão criticou igualmente as declarações de Alkatiri – que era primeiro-ministro quando em 2018 Timor-Leste assinou o tratado atual -, recordando que o executivo teve acesso a toda a documentação.
“O grande líder liderava o Governo e teve acesso a toda a documentação, sobre as condições e termos do tratado. Mas agora vem dizer que afinal não estava convencido. Se não estava convencido por que é que aceitou no Conselho de Ministros assinar o tratado?”, questionou.
O líder timorense falava num seminário organizado pelo Movimento Profissional de Apoio a Xanana Gusmão, ligado ao partido que dirige, o Congresso Nacional da Reconstrução Timorense (CNRT).
Ao novo ministro do setor, Xanana Gusmão pediu “maturidade política” e que “reflita bem antes de politizar o assunto, porque este é um assunto de interesse nacional” que exige que se apresentem informações com “honestidade e transparência”, apelando ao Governo para que promova um debate sobre a questão.
Xanana Gusmão recordou o “período crítico” de pandemia que o mundo vive, considerando que em muitos países se pode tornar uma “ameaça para a democracia”, com “abusos e aproveitamentos políticos”, defendendo que a situação obriga a ainda maior “responsabilização da atuação e funcionamento dos Estados”.
Algo especialmente importante na “democracia em transição” que é Timor-Leste, que depois da grave crise política de 2006 deve procurar que haja sempre uma “consulta pública alargada sobre temas de interesse nacional”, defendeu.
Nesse sentido, disse, exige-se que o Governo “atue com responsabilidade, honestidade e transparência perante o povo”, clarificando o que significa a “nova visão estratégica” anunciada para o setor petrolífero.
Considerando a questão das fronteiras marítimas e do gasoduto para Timor-Leste aspetos da soberania nacional, Xanana Gusmão lembrou o combate travado pelos timorenses para consolidar essa soberania, face à “imoralidade” australiana, durante a ocupação indonésia do país, o que permitiu que agora “os recursos de Timor-Leste pertençam a Timor-Leste”.

ASP // PTA
Lusa/Fim

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o caminho futuro dos açores

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para onde?

Quem conheça minimamente Vasco Cordeiro de certeza que já o escutou a, de sorriso rasgado e emanando força e convicção, usar a expressão “prá frente é que é caminho!”. Essa pujança anímica, que não é apenas física, é um dos seus traços distintivos de carácter, talvez só comparável à sua crónica e antagónica indecisão. O problema é que se essa força obstinada de seguir em frente é boa nas arruadas, e quem já fez arruadas com Vasco Cordeiro sabe o quão difícil é acompanhá-lo, na governação, onde se exige calma, ponderação e bom senso, essa impulsividade já não é uma característica tão, digamos assim, abonatória. Se juntarmos a isto o facto de estarmos, e irmos continuar, a viver a pior crise das nossas vidas não pode deixar de causar imensa estranheza a escolha deste estribilho para slogan desta campanha eleitoral. A questão que imediatamente se coloca, ao ouvir este refrão, é: “mas para onde?”. E, a verdade é que nem Vasco Cordeiro, nem o PS, sabem responder a esta pergunta. Ou, então, o que é manifestamente pior, sabem, mas não arriscam responder…
Quando, há oito anos atrás, Vasco Cordeiro se candidatou pela primeira vez à Presidência do Governo Regional dos Açores a Região estava à beira da tempestade perfeita assolada por três dossiers fundamentais e potencialmente demolidores em cima da mesa política, a saber, o fim das quotas leiteiras; o fim do acordo da Base das Lajes; e a liberalização do espaço aéreo. Em boa verdade, nem nenhum destes assuntos foi resolvido a bom termo como a eles se juntou a já referida mega-crise económica. É como se estivéssemos há oito anos a andar prá frente, sem saber para onde exactamente, e sem nunca tratar efectivamente do que precisa de ser tratado. A reconversão do sector leiteiro é uma espécie de eterna miragem, constantemente no horizonte dos discursos e das intenções políticas, mas nunca alcançada. A Base das Lajes transformou-se num processo tão interminável quanto a descontaminação, servindo de letra de música a um bailinho de investimentos cuja repercussão económica tarda, se não nunca, em se fazer ver. O espaço aéreo colocou-nos à merce de duas companhias aéreas falidas e da Raynair. Todos estes problemas, mais anúncio aqui, mais milhão acolá, mantêm-se fundamentalmente por resolver, um pouco à imagem dessa obra de Santa Engrácia do Palácio da Conceição que, se continuarem a escavar, certamente um dia encontrarão ou a Nova Zelândia ou, para gáudio de Felix Rodrigues, os restos da Atlântida. Depois, em cima de tudo isto, repito, a mastodôntica crise económica. E , como é que é possível, pergunto eu, perante tudo isto, o PS impele-nos a ir em frente, de forma cega, firme e obediente, como se ovelhas para o matadouro.
Mas, se é que tudo isto não fosse já suficiente para fazer parar os mais avisados, há uma outra questão que se levanta perante este malfadado slogan. É que, este é o último mandato de Vasco Cordeiro, que, daqui a quatro anos, encontrará no correio um bilhete para Bruxelas, se Bruxelas ainda existir. Ora, é caso para perguntar outra vez: “prá frente é exactamente para onde?”. Há oito anos atrás Carlos Cesar tinha dois sucessores claros, com um outro Contente a correr por fora. Sérgio Ávila e Vasco Cordeiro. A escolha recaiu sobre quem sabemos e uma das teorias da conspiração que surgiu nessa altura, e que se mantém até hoje sem nunca ser desmentida, foi de que o acordo entre Cordeiro e Cesar era de que o primeiro assumisse a função de príncipe regente até entregar o ceptro de volta a Cesar, mas neste caso Cesar Júnior. Perante este cenário uma das questões que é não só legitimo como imperioso colocar ao Partido Socialista, nestas eleições, é quem serão os sucessores de Vasco Cordeiro e se na frente do Partido não estará já legitimado um sucessor do trono paternal? Se este “prá frente é que é caminho” mais não é do que uma pulsão frenética para que não se olhe à estratégia quase monárquica de entregar o partido e, quererão eles, a governação dos Açores nas mãos do príncipe herdeiro da casa de Vale (tudo) Cesar?
É que se é isso que Vasco Cordeiro e o PS querem por à nossa frente, então que o digam clara e simplesmente, porque eu, pelo menos, não vou por aí…
para onde?
Quem conheça minimamente Vasco Cordeiro de certeza que já o escutou a, de sorriso rasgado e emanando força e convicção, usar a expressão “prá frente é que é caminho!”. Essa pujança anímica, que não é apenas física, é um dos seus traços distintivos de carácter, talvez só comparável à sua crónica e antagónica indecisão. O problema é que se essa força obstinada de seguir em frente é boa nas arruadas, e quem já fez arruadas com Vasco Cordeiro sabe o quão difícil é acompanhá-lo, na governação, onde se exige calma, ponderação e bom senso, essa impulsividade já não é uma característica tão, digamos assim, abonatória. Se juntarmos a isto o facto de estarmos, e irmos continuar, a viver a pior crise das nossas vidas não pode deixar de causar imensa estranheza a escolha deste estribilho para slogan desta campanha eleitoral. A questão que imediatamente se coloca, ao ouvir este refrão, é: “mas para onde?”. E, a verdade é que nem Vasco Cordeiro, nem o PS, sabem responder a esta pergunta. Ou, então, o que é manifestamente pior, sabem, mas não arriscam responder…
Quando, há oito anos atrás, Vasco Cordeiro se candidatou pela primeira vez à Presidência do Governo Regional dos Açores a Região estava à beira da tempestade perfeita assolada por três dossiers fundamentais e potencialmente demolidores em cima da mesa política, a saber, o fim das quotas leiteiras; o fim do acordo da Base das Lajes; e a liberalização do espaço aéreo. Em boa verdade, nem nenhum destes assuntos foi resolvido a bom termo como a eles se juntou a já referida mega-crise económica. É como se estivéssemos há oito anos a andar prá frente, sem saber para onde exactamente, e sem nunca tratar efectivamente do que precisa de ser tratado. A reconversão do sector leiteiro é uma espécie de eterna miragem, constantemente no horizonte dos discursos e das intenções políticas, mas nunca alcançada. A Base das Lajes transformou-se num processo tão interminável quanto a descontaminação, servindo de letra de música a um bailinho de investimentos cuja repercussão económica tarda, se não nunca, em se fazer ver. O espaço aéreo colocou-nos à merce de duas companhias aéreas falidas e da Raynair. Todos estes problemas, mais anúncio aqui, mais milhão acolá, mantêm-se fundamentalmente por resolver, um pouco à imagem dessa obra de Santa Engrácia do Palácio da Conceição que, se continuarem a escavar, certamente um dia encontrarão ou a Nova Zelândia ou, para gáudio de Felix Rodrigues, os restos da Atlântida. Depois, em cima de tudo isto, repito, a mastodôntica crise económica. E , como é que é possível, pergunto eu, perante tudo isto, o PS impele-nos a ir em frente, de forma cega, firme e obediente, como se ovelhas para o matadouro.
Mas, se é que tudo isto não fosse já suficiente para fazer parar os mais avisados, há uma outra questão que se levanta perante este malfadado slogan. É que, este é o último mandato de Vasco Cordeiro, que, daqui a quatro anos, encontrará no correio um bilhete para Bruxelas, se Bruxelas ainda existir. Ora, é caso para perguntar outra vez: “prá frente é exactamente para onde?”. Há oito anos atrás Carlos Cesar tinha dois sucessores claros, com um outro Contente a correr por fora. Sérgio Ávila e Vasco Cordeiro. A escolha recaiu sobre quem sabemos e uma das teorias da conspiração que surgiu nessa altura, e que se mantém até hoje sem nunca ser desmentida, foi de que o acordo entre Cordeiro e Cesar era de que o primeiro assumisse a função de príncipe regente até entregar o ceptro de volta a Cesar, mas neste caso Cesar Júnior. Perante este cenário uma das questões que é não só legitimo como imperioso colocar ao Partido Socialista, nestas eleições, é quem serão os sucessores de Vasco Cordeiro e se na frente do Partido não estará já legitimado um sucessor do trono paternal? Se este “prá frente é que é caminho” mais não é do que uma pulsão frenética para que não se olhe à estratégia quase monárquica de entregar o partido e, quererão eles, a governação dos Açores nas mãos do príncipe herdeiro da casa de Vale (tudo) Cesar?
É que se é isso que Vasco Cordeiro e o PS querem por à nossa frente, então que o digam clara e simplesmente, porque eu, pelo menos, não vou por aí…
Pedro Arruda in Ilhas.Blogspot.com
Quem conheça minimamente Vasco Cordeiro de certeza que já o escutou a, de sorriso rasgado e emanando força e convicção, usar a expressão “…

arqueologia dos açores

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Serviu de Pombal no povoamento.
Será que foi construído para este fim?
O Pombal tradicional é circular com porta e aberturas no telhado.Para se saber se é ou não precisa-se datar e fazer trabalho de arqueologia.Mas por alguém que seja imparcial e que mostre trabalho.Foto de Nélia Araújo

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desinfetar escolas não, cafés sim???

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É só preciso a desinfecção nos restaurantes , hotelaria, cabeleireiras , clínicas privadas , .?!? .
-* Nas escolas públicas e nas unidades de saúde não é preciso. O bicho tem muito Respeito pelo Estado. É muito bem comportado. Sim senhor, … Covid comQI elevado

Várias câmaras municipais e juntas de freguesia estão a promover a desinfeção das escolas antes do início do ano letivo. A limpeza é importante, mas a “fumigação” não é obrigatória, nem sequer necessária, dizem as autoridades.

Várias câmaras municipais e juntas de freguesia estão a promover a desinfeção das escolas antes do início do ano letivo. A limpeza é importante, mas a “fumigação” não é obrigatória, nem sequer necessária, dizem as autoridades.

transmissão de covid

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World Health Organization (WHO)

Can COVID-19 be transmitted through water? Or Mosquitoes? Is transmission affected by weather?

Dr Sylvie Briand busts popular myths about COVID-19.

vídeo sobre o 9/11

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Os mesmos que fizeram o 11 de Setembro em Nova Iorque planearam a plandemia em Nova Iorque – Em 11 de Setembro de 2001 foram usadas composições de imagens por computador em directo, aqui têm um documentário sobre essas composições! – September Clues parte A legendado em português

Uma análise digital da informação audio-visual que foi transmitida ao mundo no 11 de Setembro de 2001. Autor : Simonshack. Tem dúvidas? Claro que tem! Vá aqu…

Uma análise digital da informação audio-visual que foi transmitida ao mundo no 11 de Setembro de 2001. Autor : Simonshack. Tem dúvidas? Claro que tem! Vá aqu…
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Rene e Paulette mudam de configuração e direção

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Quando duas tempestades tropicais se aproximam muito uma da outra várias transferências de energia podem ocorrer. Previa-se que Rene se tornasse furacão de categoria 1 a caminho dos Açores, mas enfraqueceu e mudou de trajectória. Por sua vez, Paulette fortaleceu-se e também mudou de trajectór…

 

JDACDA.COM
Quando duas tempestades tropicais se aproximam muito uma da outra várias transferências de energia podem ocorrer. Previa-se que Rene se tornasse furacão de categoria 1 a caminho dos Açores, mas enfraqueceu e mudou de trajectória. Por sua vez, Paulette fortaleceu-se e também mudou de trajectór…