mundo louco: casa com a mãe

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Mundo Em Notícias

África do Sul 🇿🇦: Uma jovem casa com a sua própria mãe e justifica o seu ato.

Uma jovem com nome de Lolita de 26 anos casou com a sua própria mãe Loretta de 44 anos e justifica o seu ato′′ Minha mãe estava lá para mim desde que eu nasci,Eu cresci sem pai Amo tanto a minha mãe e ela é tudo o que eu tenho.Eu não quero ficar longe dela, por isso escolhi casar com ela para que pudéssemos viver juntos. Ela é jovem e sabe me fazer feliz na cama “. Foram os argumentos de uma filha sul-africana que casou com a mãe.Lolita, 26 anos, celebrou seu casamento com a mãe, Loretta de 44 anos, em Capetown. Loretta disse que ficou chocada quando a filha se ofereceu para casar com ela. ′′ Minha filha estava pronta para sair de casa se eu me recusasse a casar com ela, amo tanto a minha filha e faria qualquer coisa para fazê-la feliz.Sobre ter filhos, ainda não sabemos, mas o tempo vai dizer “, Ela respondeu.Devo dizer que na África do Sul esses tipos de relacionamentos são proibidos. É por isso que o casamento é mantido em segredo.
Repórter/ Marcos Zau
Fonte: jeune Afrique Business
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médicos e o uso de máscara

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Caros Concidadãos

Perante a gravíssima situação que atravessamos, sentimos o imperativo dever de, sem qualquer tipo de pretensiosismo, alertar todos os que nos dão a honra de ler e ouvir o que dizemos, para as terríveis discrepâncias que existem entre a gravidade atual da COVID-19 e as medidas que estão a ser implementadas e sobretudo para a ausência de resposta do nosso SNS para todas as outras patologias.

Somos um agrupamento de médicos de diversas especialidades, de diversos escalões etários e sem qualquer vínculo a qualquer facção política ou religiosa.

Temos vindo, desde o início da pandemia SARS-COV-2, a aperceber-nos da enorme desproporção entre o mediatismo do fenómeno e a gravidade do mesmo.

Não negamos que se trata de uma virose respiratória com repercussões pulmonares que podem ser muito graves nos pacientes com imunidade deprimida, doenças pré-existentes ou idade muito avançada.

Porém, em caso algum, justifica o exagero dos meios de comunicação social que insistem em realçar constantemente números cumulativos que não correspondem à realidade actual e que só servem para alimentar o medo e o pânico na população, pânico esse que está atingir níveis idênticos ou mesmo superiores aos causados pelas 2 guerras mundiais, pela gripe espanhola, pela gripe asiática, pela “crise dos mísseis de 1962” e pelo advento da SIDA.

O uso de um teste RT-PCR, que não foi de modo algum criado para fazer este tipo de diagnóstico, leva a um elevado número de falsos positivos o que está de acordo com a elevadíssima percentagem de casos asintomáticos.

O exagero nas medidas implementadas, com obrigatoriedade do uso de máscaras na população, sobretudo em crianças durante todo o tempo em que permanecem na escola, são altamente nocivas podendo levar a diversos sintomas de hipercapnia desde os mais ligeiros, cansaço, sonolência, náuseas até perda súbita de consciência e convulsões se houver uma predisposição epiléptica.

Ainda a este respeito, o uso de máscaras é por nós defendido no caso de:

– Doentes em circulação com doença infecciosa, desde que não dificulte a sua respiração;

– Prestadores de cuidados em contacto com doentes infectados, descartando as máscaras após o contacto.

– Em meio hospitalar sempre que haja indicação, devendo as máscaras ser descartadas após exposição a ambiente de infecção.
Médicos pela Verdade

professor de risco não serve, corre-se com ele…..Professores no grupo de risco não podem ficar em teletrabalho. Terão de ser substituídos – TSF

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Apesar de ter sido uma solução durante o período de quarentena, o teletrabalho já não é considerado compatível no novo ano letivo.

Source: Professores no grupo de risco não podem ficar em teletrabalho. Terão de ser substituídos – TSF

A MÁSCARA ESFÉRICA CONTRA CONVID E BEIJOS INDESEJADOS

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Olhem para essa palhaçada…eu acho que temos que mandar para Marte aqueles que estão com medo e querem andar com caras tapadas ao ar livre.

https://www.facebook.com/culturacolectivaarte/videos/244373750104996/?t=63
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Cultura Colectiva Arte

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ANTERO MORREU HÁ 129 ANOS

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Teófilo Braga

Uma vida por dia (6)
Antero de Antero Quental.
“O mundo só pela moral será libertado e salvo”
Filósofo e poeta, discípulo de Proudhon.
Fez-se operário tipógrafo para sentir como viviam as classes desfavorecidas.
Escreveu uma pequena obra sobre a Primeira Internacional que agrupava várias tendências políticas, como anarquistas e comunistas..
Pertenceu a um Partido (verdadeiramente) Socialista.
Foi candidato a deputado (não querendo exercer o cargo)
Mais informações sobre Antero de Quental no livro “Vidas Exemplares” aqui: https://www.letraslavadas.pt/destaque/vidas-exemplares/
O que é a Internacional
📷
Antero de Quental (*)
A Internacional!
Palavra terrível, dizem uns: palavra sublime, respondem outros.
Quem terá razão?
A Internacional é hoje o campeão do movimento socialista. Antes, pois, de explicarmos quais sejam as ideias e a organização desta famosa Associação, convém dizermos duas palavras sobre o Socialismo, cuja bandeira ela ergue com mão robusta no meio das nações.
O SOCIALISMO CONTEMPORÂNEO
O que é Socialismo?
Será um parto monstruoso, filho das paixões, da inveja, do espírito de anarquia? Será uma doutrina extravagante, sem raízes na natureza humana, sem precedentes na história dos povos?
Não! O socialismo, tão antigo como a injustiça e a opressão do pobre pelo rico, do desvalido pelo poderoso, não é mais do que o protesto dos que sofrem, contra a organização viciosa que os faz sofrer. E a reclamação da justiça e da igualdade nas relações dos homens; dos homens que a natureza criou livres e iguais, e de que a organização social fez como que duas raças inimigas, uma que manda, goza e oprime, outra que obedece, trabalha e sofre: dum lado, senhores, aristocratas, capitalistas: do outro, escravos, servos, proletários!
No dia em que esta desigualdade monstruosa e ímpia apareceu no mundo, apareceu também logo a protestar contra ela, o Socialismo.
O Socialismo não é de hoje nem de ontem. Todos os grandes pensadores, desde Pitágoras, e Platão, e Cristo, e os Gracos, e os santos da primitiva igreja, e os fundadores das ordens monásticas, todos reclamaram contra a miséria e a desigualdade, em nome do direito natural e inalienável que todo o homem tem à vida, ao bem-estar, aos meios de desenvolver a sua actividade, trabalhando, à família e à instrução. A todos eles fez o espectáculo da injustiça social soltar palavras de amargura e indignação.
Este movimento socialista renasce com mais força do que nunca no século XIX. Porquê?
Porque o século XIX é o século das grandes reivindicações. Porque neste século científico e positivo o povo proletário, depois de iludido durante centenas de anos por falsas promessas de melhoramento, que nunca se realizavam, da parte dos reis, dos sacerdotes e dos poderosos, convenceu-se finalmente que não era dessas classes interessadas na sua miséria que devia esperar o livramento, mas só de si, do seu esforço, da sua virtude e da sua união! O povo teve consciência do seu direito ultrajado, do seu trabalho menosprezado, sentiu uma voz íntima dizer-lhe que também os filhos do povo eram homens, e como tais deviam levantar as cabeças, e conquistar para si na sociedade o lugar que compete a homens livres e dignos!
Meditou então, e perguntou: por que sofre o povo? porque é que aqueles de cujas mãos sai todo o trabalho, toda a produção, toda a riqueza, todas as condições primárias do progresso e da ilustração, vivem na miséria, na ignorância, na abjecção? Porque é que a ociosidade que nada produz, tem a melhor parte do sol e da luz das sociedades, enquanto que a actividade, que tudo fecunda, vegeta numa obscuridade húmida e doentia? Qual é a causa desta ímpia desigualdade?
E a voz da Justiça, de acordo com a voz da Ciência, respondeu: porque a sociedade está constituída sobre uma base injusta, que em vez de servir para o melhoramento das condições de todos, serve só para o engrandecimento de alguns poucos, à custa do maior número. O princípio falso do egoísmo preside por toda a parte às relações sociais dos homens, em vez do santo princípio da fraternidade; e o mundo, em vez de nos apresentar o espectáculo consolador duma só família humana, uma família de irmãos, apresenta-nos o quadro cruel dum vasto e confuso campo de batalha, onde cada homem é um combatente que só procura engrandecer-se com os despojos daqueles que devia considerar como seus irmãos!
Há, efectivamente, um grande combate travado; há dois exércitos e duas bandeiras inimigas: dum lado o Trabalho, do outro o Capital: dum lado aqueles que, trabalhando, produzem: do outro lado aqueles que, sem esforço, e só porque monopolisaram os instrumentos do trabalho, terras, fábricas, dinheiro, vivem da pesada contribuição que impõem a quem, para produzir e viver, precisa daqueles instrumentos, daquele capital.
O Capitalista diz ao Trabalhador: se queres produzir, se queres viver, se queres existir, aceita submisso as minhas condições, recebe a minha lei, sê o meu criado e o meu servo: eu apreciarei o teu trabalho, darei por ele o que entender e quiser, serei o teu director, o teu amo, o teu tirano, e só assim terás tu direito a existir! Se essas condições te parecerem duras, cruéis, inadmissíveis, deixo-te nesse caso a liberdade de morrer de fome, a liberdade da inanição!
É isto justo? É isto humano? Não, mil vezes não: e todavia é esta a cruel realidade! A concorrência e o salário põem o trabalho à mercê do capital: e este, sentindo-se forte, extrai do trabalhador tudo quanto ele produz, deixando-lhe apenas o suficiente para não morrer, isto é, para poder continuar a trabalhar!
Pois bem! O sentimento inato da Justiça diz ao povo que isto não pode ser : e a Ciência Económica demonstra-lhe que isto não deve ser .
É nesta afirmação da Consciência e nesta demonstração da Ciência, que consiste o Socialismo contemporâneo.
Não pode ser , afirma a consciência: porque quem trabalha deve receber o produto íntegro, total do seu trabalho, que é seu e lhe pertence até à última parcela, porque foi produzido exclusivamente pelo seu esforço, pela sua actividade; deve receber todo esse produto, e não só uma parte desfalcada, minguada, reduzida miseravelmente. Se o não recebe, há um roubo: esse roubo não será voluntário, intencional; mas nem por isso deixa de existir, e de ser roubo. O salário não é mais do que uma maneira legal e civilizada do Capital pôr uma faca aos peitos do Trabalho.
Não deve ser , demonstra a Ciência: porque, no fenómeno da produção da riqueza, o capital e o Trabalho não são dois factores iguais, não concorrem igualmente, não podem, pois, ter direitos iguais. Se trabalho e capital concorrem ambos para a produção, numa colaboração harmónica, devem ser ambos retribuídos; mas se o valor, a riqueza é apenas o produto dum deles, só esse tem direito a ser retribuído; o outro é intruso e parasita. Pois bem: a Ciência económica, reformada e rectificada por aquele grande pensador popular, aquele profeta do proletariado, Proudhon, demonstra-nos que só o trabalho produz, só ele tem valor, só ele direito a retribuição. O capital, por si, é estéril: a terra, as máquinas, o dinheiro, por si, nada produzem: só o trabalho, lançando mão desses instrumentos, lhes dá valor, poder, vida, fecundidade. Sem capital, o trabalho pode ainda produzir: mas sem trabalho, que o vivifique, o que é o capital mais do que uma matéria inerte, estéril, morta? A riqueza é o trabalho transformado em produto, isto é, o trabalho sobre outra forma: o capital não é mais do que uma condição, um instrumento dessa produção. Omnipotente, posto em actividade pelo esforço do trabalhador, sem esse esforço é como se não existisse. É como o vento se não existisse a vela, como a ciência se não houvesse o pensamento – inúteis, estéreis.
Eis aí, pois, o que a consciência afirma e o que demonstra a Ciência. Mas a Sociedade pratica exactamente o contrário: logo a sociedade está organizada contra a consciência e contra a ciência, isto é, contra todas as leis da natureza: é uma monstruosidade.
Para ler o texto completo, aqui:
http://www.ocomuneiro.com/paginas_m_antero_o_que_e_a_intern…

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  • Teófilo Braga Antero morreu há 129 anos. Texto do Diário dos Açores de hoje.
    Image may contain: 2 people, text that says "11deSetembro2020 www.diariodosacores.pt OPINIÃO| António Valdemar* Folo:SMarques Antero, as horas do fim "O contacto directo com realidade levou- 0 conhecer vulnerabilidade da natureza humana. A inveja que morde, ódio que envenena. pars real, por fora por dentro: egoísmos ferozes, privilégios inexplicáveis. A impunidade absoluta. Os inúteis dis- farces. falta devergonha Manifestou as preocupações pações que levavam concluir que a crise era moral" he Martins, da porte"

a falta de saúde e de médicos em sao miguel

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A minha revolta, in jornal “Correio dos Açores” de 10-9-2020

A Covid não justifica tudo!
Quando há cerca de cinco anos e meio, foi-me diagnosticado um problema oncológico, senti-me desamparado num minúsculo bote de borracha, sem remos, no meio do oceano Atlântico e a ver uma enorme tempestade a aproximar-se rapidamente.
Graças ao bom Deus, ao Serviço Regional de Saúde, ao Serviço Nacional de Saúde e, especialmente, ao profissionalismo, à competência e à humanidade da Dr.ª Francisca Estrela que actuou com a rapidez que o caso exigia obtive um resultado excelente. Desde então, tenho vindo a ser observado, com regularidade, pela minha médica na Dermatologia/Oncologia do Hospital do Divino Espírito Santo.
Em Fevereiro último, tive mais uma consulta de rotina, onde foi determinado que, seis meses depois, Setembro, devia ter nova consulta, para avaliação, após realizar uma série de exames. Consulta marcada para dezasseis de Setembro. Exames já realizados. Recebo no passado dia oito uma chamada do HDES a informar-me que a consulta estava adiada, por falta de médico, e que não sabiam a data de nova consulta.
De imediato, tentei saber mais sobre o que se passava, ficando a saber que a Dermatologia do HDES está sem médico desde o início da pandemia, ou seja, desde Março, e que estão a desenvolver esforços para a vinda de especialista de Lisboa para consultas.
Esta é a notícia que nenhum doente oncológico quer receber! Senti-me desamparado, naquele frágil bote de borracha no meio do oceano Atlântico, inseguro, afectado psicologicamente e abandonado pelo Serviço Regional de Saúde.
Como é possível este serviço estar sem médico, sendo S. Miguel e S. Maria cerca de sessenta por cento da população dos Açores? Ao longo destes anos sou testemunha de três médicas Dermatologistas que não tinham mãos a medir a tanto trabalho: consultas, tratamentos, pequenas intervenções cirúrgicas, em doentes de todas as classes sociais e de todas as idades. No meu caso, e de muitos, aquando de qualquer problema que surgia, lá estava eu, a bater-lhes à porta, sempre atendido com muito profissionalismo, inclusivamente, intervencionado de urgência na pequena cirurgia.
Sabe-se que, cada vez mais, estão a surgir problemas de pele, pela exposição aos raios solares em todas as camadas da população. Onde estão a ser cuidados estes utentes se o Hospital não tem médicos para os tratar? Voltamos ao antigamente, onde morriam com “malzinhos” e escondidos em casa pelo mau aspecto que apresentavam?
Como estão a ser tratados, nestes últimos seis meses, os doentes oncológicos e não só?
O Serviço de Dermatologia do HDES não pode ficar sob a boa vontade de médicos especialistas que venham cá para efectuar consultas. Este Serviço precisa, com urgência, de ser dotado de Dermatologistas residentes que possam, assim, dar uma resposta cabal à população e que haja uma forte ligação de confiança: Hospital/Médico/Doente.
O que não deixa de ser revoltante é que recebo esta notícia no dia em que a Secretária Regional da Saúde afirma no Parlamento Regional: “A recuperação da actividade assistencial cumpre de forma paulatina, mas segura, como exige a protecção da saúde em todas as suas vertentes”.
Em que Região vive esta senhora? A realidade desmente-a!
Confesso, como cidadão nascido e criado em S. Miguel, já perdi, há muito, a confiança nesta Secretária, que, em pouco tempo de governo, já mentiu mais do que todos os governantes desde 1976.
Os Açorianos e a sua Saúde merecem tratamento melhor e mais respeito!
_________________________________________________Carlos A. C. César

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covid a morrer da cura e não da doença

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Angelo Ferreira
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Sublinhado!

No Correio da Manhã da última terça:”Morrer da cura”, por Manuel S. Fonseca (cortesia prof. Jose Manuel Moreira)

Em Julho deste ano, com mais de dez mil óbitos, Portugal teve mais 2137 mortos do que em Julho de 2019. De covid, só morreram 159 doentes. De que morreram os outros quase dois mil a mais? Por não se tratarem, com medo de ir aos hospitais e aos médicos?
É uma hipótese séria. Há 12 anos que não tínhamos, em Julho, tantos mortos. Só os mortos a mais deste mês de Julho são mais do que todos os mortos que Portugal já teve com o vírus desde que a pandemia cá chegou. Propuseram-nos a pedagogia do confinamento e do medo para nos curar do raio do vírus, mas os números de Julho mostram que podemos estar a morrer mais da cura do que da doença.

Comments
  • Mié Mendes Moreira Comungo, e com muitos casos de amigos com tratamentos, diagnósticos, cirurgias e consultas adiadas, da mesma opinião. Ainda não consegui perceber, com a verdade, a quem tudo isto interessa.

A VACINA QUE VAI SALVAR A AVIAÇÃO COMERCIAL

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Pedro Tradewind Salgueiro to COVID-19 Açores

Entrega da vacina para a Covid-19 vai exigir 8.000 aviões Jumbo…

A IATA diz estar a trabalhar com as companhias aéreas, aeroportos, organismos de saúde e empresas farmacêuticas com vista a traçar um plano de transporte aéreo das vacinas.
Fazer chegar a vacina para o Covid-19 à população mundial promete ser o maior desafio de sempre para a aviação mundial. O setor estima que sejam necessários o equivalente a oito mil aviões Jumbo para conseguir entregar uma única dose a 7,8 mil milhões de pessoas, revela o The Guardian (acesso livre/conteúdo em inglês).
Os cálculos são da Associação Internacional de Transporte Aéreo (IATA) que alertou para as severas limitações de capacidade que podem prejudicar os esforços para lançar rapidamente uma vacina por todo o mundo. A aviação internacional diz que está a trabalhar com as companhias aéreas, aeroportos, organismos de saúde e empresas farmacêuticas para traçar um plano de transporte aéreo das vacinas.
“A entrega segura das vacinas Covid-19 será a missão do século para a indústria global de carga aérea. Mas isso não acontecerá sem um planeamento prévio cuidadoso. E a hora para isso é agora. Instamos os governos a assumirem a liderança no fomentar da cooperação em toda a cadeia logística para que as instalações, as exigências de segurança e os processos de fronteiriços estejam prontos para a tarefa gigantesca e complexa que temos pela frente, disse o CEO da IATA, Alexandre de Juniac.
O responsável da IATA alertou ainda que apesar de fornecer apenas uma única dose da vacina a 7,8 mil milhões de pessoas enchesse 8.000 aviões de carga Boeing 747, qualquer vacina pode exigir várias doses. As vacinas também devem ser armazenadas a uma determinada temperatura, o que significa que nem todos os planos são adequados.
As vacinas podem ser enviadas por via terrestre, especialmente em economias desenvolvidas com capacidade de produção local, mas terão que ser enviadas para outros países por via aérea. A IATA alertou que, com a acentuada queda no tráfego de passageiros, as companhias aéreas reduziram as suas frotas e colocaram muitas aeronaves nos respetivos armazenamentos.
ECO

AÇORES E PIRATAS

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No photo description available.

Jose Avila is with António Couto and 17 others.

Gervásio Lima recorda-nos 10 de Setembro a corja de piratas que nos invadiram diversas vezes. Não sei se este assunto está ou não bem estudado. Europeus, africanos, sabendo da nossa fragilidade faziam das nossas ilhas mercados de roubalhança.

nojentos hospitais privados

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Do mural do Samuel

Image may contain: 1 person, text that says "OL L ENTREVISTA A MIGUEL GUIMARÃES, BASTONÁRIO BEIRA DE UM NOVO MANDATO 'SEA A SAÚDE PRIVADA AMANHÃ FECHASSE AS PORTAS ESTÁVAMOS TODOS TRAMADOS' MIL EUROS ACADA PAgs P Entrar Assine SOCIEDADE EDUCAÇÃO SAÚDE MAIS SAÚDE Grávidas que testem positivo à covid-19 recusadas em hospitais privados Maternidades da CUF transferem para o SNS grávidas com partos programados que testem positivo à Covid-19. o mesmo acontece nos Lusíadas, na maternidade do Porto e na Clínica de Santo António, na Amadora. Só a maternidade"
Samuel QuedasFollow

BASTONÁRIO

Senhor Dr. Miguel Guimarães… num intervalo da sua campanha em favor do negócio dos seus donos… sabe onde é que pode enfiar a sua sacrossanta “saúde privada”?
Boa! Acertou! Afinal não é estúpido… é apenas um lacaio.