urbano b novo poema

Views: 0

Urbano Bettencourt
mtSu3ptonsoremd

ÁRVORE-DO-FOGO:

Novo poema na Gazeta de Poesia Inédita.
Grato mais uma vez ao José Pascoal.

Os seus ramosantes desnudos e tensos incendeiam agora o olharneles poisado.Súbito, um pássarodesfaz o encantamento.E faz-se tardeneste verso.

GAZETADEPOESIAINEDITA.BLOGS.SAPO.PT
Os seus ramosantes desnudos e tensos incendeiam agora o olharneles poisado.Súbito, um pássarodesfaz o encantamento.E faz-se tardeneste verso.

alunos, covid e fuga de responsabilidade do estado

Views: 0

Filipa Vala
11 h ·
tive hoje a reunião (online) com o diretor da escola (pública) do Gui por causa das novas normas para o funcionamento das aulas. há cenas de prevenção que a escola teve e tem que implementar – como remover os cacifos dos alunos e as mesas, cadeiras e bancos dos corredores e espaços comuns, proibir o consumo de almoços vindos de casa na escola, acabar com os intervalos, etc – para que os alunos não se possam “aglomerar”.
devo dizer que este excesso de zelo me parece totalmente idiota em face da ausência de medidas cujo impacto na propagação seria óbvio, nomeadamente, reduzir o nr de alunos por turma e aproveitar para reduzir a idade média dos profs. e funcionários.
o critério utilizado pelo governo parece-me ser simples: tudo aquilo que coloque a responsabilidade, transfira a dificuldades e o trabalho para as escolas, profs., funcionários, famílias e alunos, está a ser feito; tudo aquilo que o Estado poderia e deveria assumir como responsabilidade sua – e que teve 8 meses para planear e por em prática – e que ainda por cima melhorariam o sistema público de educação… nada.

Image may contain: sky, night, cloud and outdoor

açores covid e o medo dos visitantes

Views: 0

“Medo do visitante” está a afetar o comportamento dos açorianos

A socióloga Piedade Lalanda afirma que a associação direta entre o surgimento de novos casos de Covid-19 na Região e a chegada de visitantes do exterior está a gerar um sentimento de “medo” que já está a afetar o comportamento das pessoas

Seis meses após o surgimento do primeiro caso positivo de Covid-19 nos Açores, o que mudou no discurso e no comportamento dos insulares?
Para a socióloga Piedade Lalanda, é notória alguma “ansiedade latente”, mas o que mais a preocupa é o sentimento de “medo do visitante” que já está a afetar o comportamento dos açorianos.
“Depois de termos passado a fase da ansiedade inicial com os números diários de Covid-19 e das notícias que eram absorvidas de forma muito intensa devido ao confinamento, e passando também a fase de desconfinamento, agora a associação direta entre o surgimento de novos casos e a vinda de pessoas do exterior está a criar um outro sentimento que é o receio do visitante”, denota.
Piedade Lalanda ressalva que este sentimento, “em parte, até
tem sido alimentado pelos políticos, que apelam a que não se viaje para o exterior, e pela questão dos testes que também tem criado uma certa tensão”.
“Estamos a assistir ao voltar atrás numa prática que se tornou mais regular para os açorianos que é o sair da ilha e ir ao continente. Isto, para o nosso bem-estar e saúde mental, pode ter consequências, porque a nossa história foi marcada pelo isolamento e agora este receio está a afetar-nos profundamente”, alerta.
Segundo a socióloga, os micaelenses, que “já são um bocadinho avessos ao estranho”, estão a ficar “ainda mais reservados sabendo que determinada pessoa veio de fora”. “Já não temos a mesma vontade, o mesmo acolhimento, e isso é mau para nós e potencialmente para o turismo que vamos ter na fase pós-Covid. Como é que as pessoas vão lidar com o visitante?”, questiona.
Relativamente às relações pessoais entre família, amigos e comunidade, Piedade Lalanda afirma que as restrições existentes ao convívio estão a deixar marcas.
“Antropologicamente, a festa tem para as comunidades uma função compensatória do desgaste anual, isto é, na festa as pessoas libertam-se, vestem-se melhor, limpam as suas casas, colocam colchas nas janelas… Portanto, há uma dimensão cultural e de ritual que vai muito para além do patrono da paróquia ou do arraial”, realça.
Nesse sentido, a não realização de todo o tipo de festas durante este verão, quer sejam religiosas ou festivais, “está a ter um impacto na saúde mental das comunidades”.
Por outro lado, a socióloga destaca que, “principalmente quem esteve fechado durante meses, quando tem a oportunidade de estar com os outros, se calhar vai um pouco além do que seria recomendável nos comportamentos e no número de pessoas”. Contudo, considera que, “ao mesmo tempo, se gera um sentimento de culpa, de quase clandestinidade, ou seja, uma tensão enorme que não é o que a festa deveria proporcionar e penso que isso nos prejudica e que também irá ter repercussões”, acrescenta.
No que ao dia-a-dia dos açorianos diz respeito, Piedade Lalanda destaca que o uso de máscara e a desinfeção das mãos passaram a fazer parte da “nossa relação com o espaço público e com os espaços de consumo”, de uma forma “muito mais visível até que o distanciamento físico”, realça.
“A máscara passou a ser um objeto que faz parte do nosso quotidiano, tal como um relógio que se coloca no pulso e isso foi uma grande mudança”, frisa a socióloga, acrescentando que chega até a ser um pouco “caricato” que, quando a máscara não está no rosto, “está em lugares muito pouco adequados como no cotovelo, no queixo ou na testa”.
Mas esta não é a única observação que Piedade Lalanda retrata relativamente às máscaras. Os locais onde as pessoas pousam estes objetos, principalmente nos carros, também lhe desperta algum espanto.
“Há um hábito na nossa terra de as pessoas utilizarem nos carros, principalmente nos espelhos retrovisores, algum tipo de proteção. E no outro dia, vi um carro com um terço, uma bandeira do Espírito Santo e uma máscara pendurados. Acho este fenómeno engraçado, porque parece que a máscara fica associada a outros objetos de proteção da família, do condutor, do carro ou do que quer que seja”, conta.
“Acho que as pessoas estão a usar a máscara nesse sentido, têm medo do mal que vem de fora, o que acaba por ser aquela ideia de usar um amuleto para proteção do mau-olhado, sendo que neste caso é para proteção da Covid-19”, conclui.

CAROLINA MOREIRA
carolinamoreira@acorianooriental.pt

(Açoriano Oriental de 15/09/2020 – foto: Eduardo Resendes)

Image may contain: 1 person, indoor and close-up

EUA PAÍS DE IGNORANTES

Views: 0

Um novo estudo revela um grande desconhecimento sobre o evento que levou à morte de milhões de pessoas na Europa. 12% diz nunca ter sequer ouvido falar do Holocausto. – Mundo , Sábado.

SABADO.PT
Um novo estudo revela um grande desconhecimento sobre o evento que levou à morte de milhões de pessoas na Europa. 12% diz nunca ter sequer ouvido falar do Holocausto. – Mundo , Sábado.

timor vai tornar a ter sândalo

Views: 0

Empresa agrícola luso-timorense investe em pitaia e sândalo a leste de Díli

Díli, 17 set 2020 (Lusa) – A empresa luso-timorense Agropro está a desenvolver um projeto de produção de pitaia e sândalo, num investimento que hoje recebeu um certificado de benefícios do Governo timorense.
Fundado por Antonio Miguel Viegas, o projeto começou há cerca de dois anos, com uma proposta inicial de investimento de 1,7 milhões de dólares (1,4 milhões de euros), e espera quintuplicar até 2023 os atuais dois hectares já plantados.
Com oito toneladas de produção este ano de pitaia, também conhecida como fruta-dragão, a Agropro está a implantar mais 2,5 hectares, o que vai elevar, ainda este ano, a zona total plantada para 4,5 hectares.
A Agropro foi uma de cinco empresas a quem hoje a Tradeinvest, o braço de promoção do investimento no país do Governo timorense, entregou certificados que garantem benefícios fiscais, incluindo na importação e exportação.
“A obtenção do certificado tem uma grande importância para a empresa, não só pelos benefícios que a ele estão inerentes, mas também por ser para nós o voto de confiança e reconhecimento do Governo de Timor-Leste”, disse à Lusa, António Viegas.
O responsável da empresa, a viver em Timor-Leste desde 2013, explicou que além da produção de pitaia, a Agropro aposta na “melhoria dos sistemas agroflorestais e combate às alterações climáticas” com a propagação de plantas de sândalo.
Atualmente protegido, o sândalo foi uma das árvores mais procuradas por mercadores regionais, o que levou as florestas outrora existentes na ilha de Timor ao quase desaparecimento.
“Esperamos brevemente iniciar a exportação de pitaia para os mercados internacionais, contribuindo assim não só para a valorização e reconhecimento dos produtos de Timor-Leste no exterior como também contribuir para o desenvolvimento económico e social do país”, disse.
A empresa tem já parcerias para a ampliação e implantação de novos projetos de pitaia para novos investidores e para o fornecimento de plantas de sândalo a empresas.
“Estamos convictos da sustentabilidade do projeto e da sua importância para o desenvolvimento das zonas rurais e para a recuperação económica do país”, notou Viegas.
“A empresa quer que este seja um projeto piloto e que possa em breve replicá-lo em outras áreas de Timor Leste com o apoio do Governo ou outras instituições”, adiantou.
Apesar de empregar a ampla maioria da população timorense, essencialmente no modelo de subsistência, o setor agrícola em Timor-Leste ainda é emergente, apesar de na última década terem aumentado o número de projetos agrícolas, na produção de aves e de café.
Aquacultura, produção de frutas e legumes e outros projetos têm vindo a crescer no país. No entanto, Timor-Leste tem que importar grande parte dos alimentos que consome, por não existir praticamente indústria transformadora.
Além da Agropro, o certificado de benefícios foi entregue à empresa Acelda, de Vemasse, com um projeto de produção de arroz, e às empresas Dos Santos Agropec (Atabae) e Comve (Lospalos), ambas com produções de frangos.
Foi ainda certificada uma das empresas mais antigas no setor do turismo do país, a Compass, que além de barcos de recreio opera duas unidades de ecoturismo na ilha de Ataúro, a norte da capital timorense.
Globalmente, estes investimentos ultrapassaram, na fase inicial, os cinco milhões de dólares (4,2 milhões de euros).
O diretor da Tradeinvest, Arcanjo da Silva, reconheceu que cada investimento que obtém o certificado de benefícios “representa uma perda de receita tributária”, mas que tem um benefício maior a longo prazo, especialmente no que toca a criação de emprego.
“O objetivo aqui é estimular o investimento. Podemos perder impostos durante um período, mas, se o investimento for sustentável, depois temos captação sustentável, para o futuro”, disse.
“O importante é que estes projetos respondem à causa nacional do emprego, contribuindo para a diversificação económica e para a criação de postos de trabalho”, sublinhou.
Os empresários saudaram o papel da Tradeinvest como ponte entre os projetos, os Ministérios e demais entidades relevantes do Estado, para facilitar contactos, reduzir burocracias e apoiar a implementação dos projetos.

ASP // EJ
Lusa/Fim

Image may contain: plant, outdoor and nature
Image may contain: cloud, sky, mountain, plant, tree, outdoor and nature

voo para Timor

Views: 0

Covid-19: Dezenas de timorenses viajam no domingo de Portugal para Timor-Leste

Díli, 17 set 2020 (Lusa) – Dezenas de estudantes e outros cidadãos timorenses e dezenas de portugueses, entre eles professores, viajam, no domingo, de Portugal para Timor-Leste num voo ‘charter’ da companhia euroAtlantic.
Fonte da empresa disse à Lusa que a bordo do voo, que vai pernoitar em Díli antes de regressar a Lisboa, estão já confirmados 138 passageiros, entre os quais professores da Escola Portuguesa de Díli e outros cidadãos portugueses.
O voo ‘charter’, uma operação complexa que envolve as autoridades dos dois países, estava inicialmente previsto para sair de Lisboa a 06 de setembro, tendo sido adiado várias vezes.
Entre os passageiros contam-se estudantes e professores timorenses que viajaram do Brasil, de Cuba, de Israel e do Reino Unido, com escala em Lisboa.
Há também portugueses que regressaram a Portugal devido à pandemia do novo coronavírus e agora pretendem voltar para Timor-Leste.
Responsáveis da empresa explicaram que o último adiamento se deveu a um pedido da Embaixada de Timor-Leste em Portugal, para permitir que os estudantes timorenses noutros países chegassem a Lisboa.
Inicialmente estava previsto que seguisse no voo um grupo de professores destacados em Timor-Leste ao abrigo de um projeto luso-timorense em escolas timorenses, o que já não ocorrerá por decisão do Ministério da Educação timorense.
O ministro da Educação, Juventude e Desporto timorense, Armindo Maia, reafirmou o empenho e o compromisso das autoridades do país em manter e até ampliar a cooperação com Portugal no setor educativo e da língua.
“Estamos totalmente empenhados e comprometidos em continuar e reforçar esta cooperação. E estamos já a ver a lista de até 160 professores portugueses para o recrutamento para os Centros de Aprendizagem e Formação Escolar (CAFE)”, disse à Lusa.
“Tive de tomar uma decisão muito difícil. Desde o início que estávamos comprometidos com o regresso dos professores, mas houve várias alterações na data do voo, que ficou para 20 de setembro”, explicou.
Em causa está a situação de um grupo de 88 dos 138 professores destacados nos CAFE, regressado a Portugal num voo de repatriamento no início de abril.
Desenvolvido em conjunto pelos Ministérios da Educação de Portugal e de Timor-Leste, que partilham as despesas, o projeto centra-se na requalificação do ensino timorense em língua portuguesa, em escolas públicas em todos os municípios e na Região Administrativa Especial de Oecusse-Ambeno (RAEOA).
No voo de domingo vão viajar cerca de 50 docentes e acompanhantes da Escola Portuguesa de Díli (EPD), onde arrancou hoje o ano letivo com os alunos do pré-escolar, com os restantes níveis a começar na próxima semana.
Com medidas de segurança sanitária reforçada, incluindo o uso obrigatório de máscara, a EPD vai usar as primeiras semanas para consolidação do trabalho educativo, antes do regresso do total de professores, assim que completarem a quarentena.
A ligação Lisboa–Dili, no domingo, vai realizar-se num avião Boeing B767 da euroAtlantic, de 246 lugares, com escala técnica no Dubai.
O voo Dili-Lisboa está programado para 22 de Setembro, via Dubai e Singapura, estando já vendidos 46 lugares.
Para poderem viajar nos dois sentidos, os passageiros têm de apresentar testes negativos à covid-19 e, no caso de Timor-Leste, têm que cumprir uma quarentena de 14 dias e obter um novo teste negativo à doença, antes de poderem sair.
Timor-Leste tem atualmente um caso ativo da covid-19, com 26 doentes recuperados e está no quinto período do estado de emergência, que termina no início de outubro.
A pandemia de covid-19 já provocou pelo menos 936.095 mortos e mais de 29,6 milhões de casos de infeção em 196 países e territórios, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

ASP // EJ
Lusa/Fim

Image may contain: sky, aeroplane, cloud and outdoor

Like

CommentShare

Comments

‘Príncipe’ da política recebe luvas de 3,6 milhões de euros – Portugal – Correio da Manhã

Views: 1

Justiça do Brasil revela que Odebrecht terá pagado subornos milionários a um político português com nome em código.

Source: ‘Príncipe’ da política recebe luvas de 3,6 milhões de euros – Portugal – Correio da Manhã

‘Sit! sit!’ How one Australian dealt with a 4m crocodile called ‘Bonecruncher’ | Environment | The Guardian

Views: 0

Matt Wright – known as ‘the outback wrangler’ – came across the large reptile while clearing logs in a river path in the Northern Territory

Source: ‘Sit! sit!’ How one Australian dealt with a 4m crocodile called ‘Bonecruncher’ | Environment | The Guardian

Jornal dos Clássicos – Dez clássicos aos quais é impossível resistir

Views: 1

A paixão automóvel faz-nos ter um amor incondicional por aquele que é o bólide que nos acompanha durante todos os momentos. Mas há automóveis que só podem ser descritos como obras de arte que nos conseguem fazer sonhar e deixar de boca aberta quando os vemos.Vários dos modelos que se seguem são verd

Source: Jornal dos Clássicos – Dez clássicos aos quais é impossível resistir

 

A paixão automóvel faz-nos ter um amor incondicional por aquele que é o bólide que nos acompanha durante todos os momentos. Mas há automóveis que só podem ser descritos como obras de arte que nos conseguem fazer sonhar e deixar de boca aberta quando os vemos.Vários dos modelos que se seguem …

JORNALDOSCLASSICOS.COM
A paixão automóvel faz-nos ter um amor incondicional por aquele que é o bólide que nos acompanha durante todos os momentos. Mas há automóveis que só podem ser descritos como obras de arte que nos conseguem fazer sonhar e deixar de boca aberta quando os vemos.Vários dos modelos que se seguem …

psp autua por delação remota

Views: 2

A PSP de Ponta Delgada, foi hoje para a estrada, autuar e multar condutores por supostas infrações cometidas e observadas por Agentes colocados em determinados locais, que comunicam para outros que estão fora dos locais das supostas infrações que autuam e multam mediante a comunicação que recebem.

São Agentes que multam sem constatarem e sem verem as infrações, simplesmente recebem uma comunicação que até pode ser mal interpretada, e actuam sem dó nem piedade.

Ora, julgo que um Agente da Autoridade deve ter dignidade e só deve autuar mediante aquilo que realmente vê e constata.

Assim, parecem mesmo autênticos papagaios a actuarem com os olhos dos outros e muitas vezes a ouvirem mal e a interpretarem pior as coisas que lhes são transmitidas à distância.

Os Açores, são os Açores e os seus habitantes são cidadãos que merecem ser tratadas como seres humanos de qualidade superior. Estes polícias embora ao serviço de verdadeiras atitudes colonialistas, não estão em nenhum país ou território do terceiro mundo e parece que nem nestes territórios as polícias actuam desta forma.

Senhores responsáveis políticos ponham cobro a estes abusos que ferem a dignidade humana. Os Açorianos são pessoas de bem que merecem ser tratados como tal.

A Polícia existe para o bem comum da comunidade, mas todos, Polícias e cidadãos têm de ter o tratamento adequados à dignidade que todos nós merecemos.

Image may contain: bird, text that says "SERÁ LEGAL A PSP EM PONTA DELGADA, ESTÁ AUTUANDO E MULTANDO CONDUTORES UTILZANDO PAPAGAIOS"

se querem multar venham para a costa norte, Porto Formoso, S Brás, Maia, Lomba da Maia, Fenais, etc., onde 7 em cada 10 viaturas têm stops deficientes ou luzes fundidas dos piscas….além dos que não têm carta, ou seguro, ou inspeção…..