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Source: SBS Language | Cidadania australiana: o processo, passo a passo
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O teste de cidadania da Austrália está fazendo sua primeira atualização em mais de uma década, com foco nos valores australianos.
Source: Austrália anuncia novo teste da cidadania. Veja o que muda
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😜😂

Não sei quem escreveu, mas tô rindo muito! 😂😂😂😂😂😂😂😂
O noivo escreveu um poema para noiva um pouco antes do casamento:
Que feliz sou, meu amor!
Domingo estaremos casados,
O café da manhã na cama,
Um bom sumo e pães torrados
Com ovos bem mexidinhos
Antes de ir pro trabalho
Tudo pronto bem cedinho
Pra ainda ires ao mercado
Depois regressas a casa
Rapidinho arrumas tudo
E corres pro teu trabalho
Para começares o teu turno
Tu sabes bem que, de noite
Gosto de jantar bem cedo
De te ver toda bonita
Com sorriso lerdo e querido
Pela noite mini-séries
Cineminhas dos baratos
E nada, nada de shoppings
Nem de restaurantes caros
E vais cozinhar pra mim
Comidinhas bem caseiras
Pois não sou dessas pessoas
Que só comem baboseiras…
Já pensaste minha querida
Que dias gloriosos?
Não te esqueças, meu amor
Que em breve seremos esposos!
Como resposta, a noiva escreveu um poema para o noivo:
Que sincero meu amor!
Que linguagem bem usada!
Esperas tanto de mim
Que me sinto intimidada
Não sei de ovos mexidos
Como tua mãe adorada,
Meu pão torrado se queima
De cozinha não sei nada!
Gosto muito de dormir
Até tarde, relaxada
Ir ao protesto com as amigas
e combater a macharada
Pensa bem… ainda há tempo
A igreja não está paga
Eu devolvo o meu vestido
E tu o fraque de gala
E domingo bem cedinho
Em vez de andar aos “PAIS”,
Ponho aviso no jornal
Com letras bem garrafais:
*HOMEM JOVEM E BONITO
PROCURA ESCRAVA BEM LERDA
PORQUE A EX-FUTURA ESPOSA
DECIDIU MANDÁ-LO À MERDA!*****
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Nieves Fernandez was the only female guerrilla commander in WWII.
Source: The Untold Story of ‘Miss Fernandez,’ the School Teacher Who Killed 200 Japanese in WWII
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In 1918, people decorated their masks for parties, cut flaps in them for cigarettes and wore them to the movies.
Source: Everyone wore masks during the 1918 flu pandemic. They were useless. – The Washington Post
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NÃO É PIADA, NÃO SENHOR…..
Portugal quer «reforçar» e «aprofundar» as autonomias dos Açores e da Madeira….
Já que os os orgãos de governo próprio não fazem nada nesse sentido (bem pelo contrário) a Metrópole vai nos ensinar como se faz… ![]()
Isto é que é rebaixar e gozar com os políticos – poder e «oposição» – dos Açores e da Madeira.
@ Ryc

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“O eleitorado está afastado da escolha dos candidatos e não se revê neles”
José Gabriel Ávila, jornalista
Vamos entrar em semanas decisivas a caminho das eleições regionais. O que espera das forças políticas nesta campanha anormal e, dos candidatos já conhecidos, que avaliação faz das listas?
É voz comum que o cidadão está desinteressado da política e dos políticos, e os actos eleitorais e a crescente abstenção são prova disso.
As razões invocadas parece não terem sido interiorizadas pelos partidos que conseguiram representatividade parlamentar, o que denota a dessintonia entre eleitos e eleitores.
Uma ligação muito estreita entre partidos e eleitorado, escutando as suas reivindicações e corrigindo decisões traduz-se num diálogo sempre frutuoso, essencial para a afirmação do poder democrático. Escutar e debater apenas com os militantes dirigentes que, raramente, discordam das cúpulas, sob pena de serem postos de lado, é um dos princípios basilares de uma sociedade democrática, livre e plural.
O eleitorado está afastado da escolha dos candidatos, por isso desconhece a maioria dos candidatos e não se revê neles. É gente muito mais nova do que eu e do que a maioria dos eleitores, pois os idosos não contam e a sua experiência de nada vale!…
Durante a campanha, espero que os partidos não recorram a insultos e a críticas eleitoralistas e vazias, mas que tenham a humildade de se penitenciar de promessas não cumpridas.
Aguardo propostas que visem substituir as caducas doutrinas económicas, o neoliberalismo por uma economia mais justa e equitativa que promova a dignidade humana e a defesa do ambiente, da natureza e dos ecossistemas que nos rodeiam.
Neste enquadramento, espero também sugestões sobre como contrariar o despovoamento e o envelhecimento das ilhas, que melhorias irão ser introduzidas nos cuidados de saúde primários e no acesso a consultas de especialidade, sobretudo nas ilhas sem hospital e qual o calendário de execução, ou seja, um melhor Serviço Regional de Saúde, acessível a todos em igualdade de circunstâncias.
Espera alguma surpresa em termos de resultados eleitorais?
Temo que a abstenção aumente. Se tal suceder pode dar-se o caso de haver necessidade de uma coligação. Sobre esta hipótese teórica mas real, os líderes partidários devem esclarecer o eleitorado sobre com que soluções estão dispostos para viabilizar uma governação estável e profícua.
Em democracia o poder vem do povo. Os partidos são instrumentos e, como tal, devem ser transparentes e facilitar as opções eleitorais. Se o não fizerem, contribuirão para afastar ainda mais os cidadãos do processo político e abrirão portas ao populismo, ao autoritarismo e à ditadura.
Três anos depois dos trabalhos da CEVERA, sabe-se agora que não vão apresentar nenhum resultado em termos de proposta legislativa. Isto é mau para o sistema eleitoral e para a tão badalada reforma da Autonomia? Contribui para uma maior abstenção?
Era de esperar que o prolongamento do trabalho da CEVERA por mais 18 meses além do estipulado inicialmente, coincidisse com o fim da legislatura e com a impossibilidade de revisão do Estatuto.
Após ter lido o longo relatório final, conclui que os partidos preocuparam-se em consensualizar matérias que pouco ou nada dizem ao simples cidadão-eleitor, como sejam: A extinção do cargo de Representante da República, a ostentação conjunta dos Símbolos Nacional e Regional, Provedores, Partidos regionais, Círculo Eleitoral ao Parlamento Europeu, Direitos Autonómicos no domínio do Mar, participação da Região no Tribunal Constitucional, etc.
Matérias que poderiam envolver os eleitores açorianos no processo Autonómico como o direito dos açorianos que residem fora do arquipélago poderem votar, ou a desconcentração administrativa do Governo Regional – reivindicação antiga e necessária –, não mereceram a devida atenção.
Todo o processo resultou apenas no voto em mobilidade, o que é muito pouco para a expectativa criada e o trabalho desenvolvido.
Mais uma vez o parlamento perdeu-se no labirinto da legalidade, salvaguardou interesses partidários e não respondeu, como se esperava, à questão fundacional da Autonomia: a participação cívica no desenvolvimento harmónico do arquipélago.

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