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A abordagem japonesa tem como objetivo atingir o “meio termo” entre o confinamento rígido da China e o regime permissivo da Suécia no combate à Covid-19. O cumprimento das regras pela sua população tem sido essencial – mas também originou casos de discriminação…

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EUROATLANTIC AIRWAYS QUER VOAR PARA TIMOR-LESTE
A EuroAtlantic teve proprietários de grande nível pessoal e profissional, na pessoa do grande empresário Tomaz Metello. Pessoas de bem que sempre foram grandes defensores da portugalidade. Recentemente a companhia foi vendida a um grupo árabe. Esta atitude de voar para Timor-Leste devia merecer os maiores encómios por parte do governo de TL. A EuroAtlantic esteve há uns anos aberta a pertencer a uma sociedade que criaria uma companhia de bandeira de Timor-Leste. Eu participei nessa reunião com os responsáveis máximos da companhia aérea e testemunhei a abertura para se ligarem a TL. Não fosse o comportamento pouco sério do enviado de Timor-Leste às negociações e hoje Timor-Leste já teria a companhia aérea “TimorAirline”. Foi uma pena haver em TL tamanhos vigaristas que fizeram romper o projecto. Até uma alta individualidade que pertenceu ao Governo de Macau foi contactada por uma enviada por um dos vigaristas com o intuito de “embalar” a individualidade no sentido de a mesma entrar como accionista do projecto. No entanto, pelos vistos a EuroAtlantic nunca esqueceu Timor-Leste e aí está a oferecer os seus serviços no estreitamento de relações entre Portugal e Timor-Leste.
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Descendo as disjunções prismáticas da Ribeira do Maloás.
Uma outra maneira de fruir esta magnitude do património natural de Santa Maria.
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As classes sociais em Portugal
68,9% dos portugueses pertencem às classes baixas, pois recebem menos de 7.000 euros anuais
22,7% dos portugueses pertencem à classe média baixa, pois recebem entre 7.000 e 20.000 euros anuais

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ITÁLIA APROVA REDUÇÃO DO NÚMERO DE DEPUTADOS
(Roma conta assim poupar centenas de milhões de euros em salários e despesas)

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OSVALDO CABRAL, JORNALISTA
Entrevista, in, Diário Insular, 22 de Setembro / 2020
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Decorreu no passado dia 19 de setembro, sábado, a festa do Ciclo “12 em Rede” em Belmonte.
O dia contou com uma visita teatralizada comentada pelas ruas de Belmonte, com Pedro Álvares Cabral. Houve degustação de novos sabores com um almoço brasileiro pelo Chef Valdir Lubave.
Foram recordadas histórias, descobertos novos recantos e sonoridades com um Concerto Orquestra Bamba Social & Tiago Nacarato, a Academia Sénior de Belmonte e a Escola de Música de Belmonte.
O Ciclo “12 em Rede” 2020 leva às Aldeias Históricas de Portugal, momentos fantásticos até 7 de novembro.
Acompanhe ➡️ http://www.aldeiashistoricasdeportugalblog.pt/
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Estive a ouvir um médico do serviço de urgências de um hospital de Estocolmo. Algumas ideias:
1. O lockdown é insustentável e tem custos irreparáveis.
2. A única solução é a imunidade de grupo.
3. As máscaras são inúteis para a população. No hospital, os médicos só as usam perante doentes com sintomas.
4. A testagem de assintomáticos é absurda.
5. Não há quarentena obrigatória para sintomáticos, havendo apenas a sua recomendação durante uma semana.
6. Não há qualquer razão para isolar assintomáticos.
7. A população está de acordo com a política de liberdade e normalidade.
Estou disponível para uma angariação de fundos que permita enfiar a Freitas num avião para um estágio na Suécia e o psicopata Fróis num navio para a China.
Fernando Sousa da Pena
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Pedro Ladeira
“COVID 19 : INFORMAÇÃO OU DEFORMAÇÃO ?
Jorge Torgal é professor catedrático na Faculdade de Ciências Médicas da Universidade Nova de Lisboa, com doutoramento em Medicina, Saúde Pública e Bacteriologia. Foi o coordenador dos Cursos de Mestrado em Epidemiologia e em Doenças Transmissíveis, e membro do Conselho Científico da Escola Nacional de Saúde Pública. Em numerosas ocasiões foi consultor da OMSaúde, e por duas vezes foi nomeado presidente da prestigiada European Society of Mycobateriology. A extensão e brilhantismo do seu curriculum, inigualável em Portugal, faria supor que seria uma voz regularmente ouvida acerca dos meandros da pandemia do novo corona vírus, da sua evolução e impacto no cenário da saúde pública no país. Mas não: estranhamente, o Prof. Dr. Torgal tem sido sistematicamente banido das televisões, rádios e jornais, desde que no princípio de março último se manifestou (como membro do Conselho Nacional de Saúde Pública) contra o fecho das escolas. Desapareu, completamente. Entretanto, deu recentemente uma entrevista a um jornal – ao Expresso, Público, Diário de Notícias ou a um qualquer outro de expressão nacional ? Não, foi a um jornal regional, desconhecido da grande maioria dos portugueses (“O Mirante”, de Santarém). Nessa entrevista, o Professor assevera que se verifica “um pandemónio social, que não corresponde à gravidade da epidemia”, que “o aumento de número de casos é uma coisa banal” e que se verifica “uma falta de estratégia de comunicação do governo para fazer com que as pessoas percam o medo” (sic). Está clarificado, assim, o completo ostracismo do Professor Torgal nos “media” portugueses, por contraponto com os auratos do terror que nos entram em casa pelo écran todos os dias – como o pneumologista Filipe Froes que, para contornar o notório incómodo argumentativo decorrente do facto da grande maioria dos infectados não darem absolutamente por nada disso, vem agitar fantasmas das graves “sequelas neuropsiquiátricas” sofridas pelos assintomáticos diagnosticáveis eventualmente daqui a…10 anos!! Já quanto aos enormes prejuízos para a saúde dos cidadãos provocados pelos 4 milhões de consultas canceladas e mais de 100 mil cirurgias adiadas pela hipercentração obsessiva e exclusiva na COVID, para além da gravíssima queda em 85% de novos diagnósticos de cancro, patologias em que a precocidade do despiste é crucial – nem uma palavra, que tal não parece interessar, apesar de tal significar a destruição da operacionalidade do Serviço Nacional de Saúde. Já o insignificante número (e a descer) de 300 e tal pessoas internadas nos hospitais portugueses com COVID (e, acrescente-se, com comorbilidades múltiplas, na enorme maioria dos casos), esse não é indagável pelos “media”, ocupados pelas homilias do inefável Rodrigo “tenham noção” Guedes de Carvalho, sempre pronto a anunciar a “morte de mais três pessoas nas últimas 24 horas!”, sem informar do perfil etário e comórbido dos falecidos, e, muito menos, que tal corresponde a 1% da mortalidade diária em Portugal, já que 300 óbitos / dia é a mortalidade considerada normal pelas autoridades de saúde. Isto não falando da bizarria da suprema sapiência do “epidemiologista” e “imunologista” Paulo Portas. Sim, o das feiras e dos submarinos…
Desde a epistemologia de Karl Popper e de Thomas Kuhn que sabemos que a Ciência não tem dogmas. É dinâmica, não estática. É aberta, flexível, não dogmática. É rigorosa, implacável com as verdades feitas, em renovação perpétua e incansável. As teorias fazem-se para serem derrubadas e substituídas por outras que melhor expliquem os fenómenos. Nesta linha, e considerando que serão conceitos científicos que estão na base das drásticas medidas políticas, sociais e económicas que rupturizaram o seu quotidiano, os cidadãos têm direito a uma informação que permita o debate e o contraditório, valor fundador da Democracia. É no esgrimir de conceitos, raciocínios e saberes que ficamos mais esclarecidos e capazes. Mais determinados, até, a ter as atribuições correctas, os comportamentos certos. A premeditada exclusão de cientistas qualificados com um discurso não-alinhado com a “verdade” oficial impede a fertilidade da discussão, do confronto conceptual, do balanceamento dos diversos aspectos da realidade. Em Portugal com Jorge Torgal e outros – mas noutros locais de igual modo: todos os que se manifestam com discurso diferente são implacavelmente silenciados, do Prémio Nobel de Química Michael Levitt a Harvey Risch (professor de Epidemiologia na Yale School of Medicine), de Knut Wittkowsky (director do Departamento de Bioestatística, Epidemiologia e Desenho de Investigação da Universidade Rockefeller) a Klaus Püschel (professor de Medicina Forense, Universidade de Hamburgo) e a Sucharit Bhakdi, professor emérito de Microbiologia Médica, Universidade Johannes Gutenberg, Alemanha; ao biólogo e professor no Instituto de Imunologia da Universidade de Berna (Suíça), Beda Stadler – entre numerosíssimos outros, para além dos especialistas que desenvolvem o seu trabalho nos hospitais. Mas talvez o exemplo maior seja o de John Ioannidis (professor de Medicina, Epidemiologia e Investigação Clínica na Universidade de Stanford, EUA), pelo facto de ser um dos cientistas mais citados do mundo – o seu seminal artigo “Why most published research findings are false” foi o mais lido artigo na história da procuradíssima Public Library of Science, com o impressionante fluxo de mais de 2,5 milhões de acessos. Pergunta-se: o contributo destas pessoas brilhantes e tão qualificadas não seria importante para o cabal esclarecimento dos pressupostos das medidas que mudaram a nossa vida ? O confronto do seu saber com o de outros cientistas com opinião contrária não auxiliaria determinantemente a explanação do que se passa, estimulando a perspectiva crítica das pessoas ? Porque são silenciados, como se houvesse uma verdade inabalável e absoluta ? Será para que se pense que não há há alternativas de enquadramento científico acerca do que se passa ?
A obrigação social e o dever ético dos “media” é promover o debate, dar voz às diversas perspectivas, alumiar a reflexão. O bloqueio sistemático da informação divergente favorece o integrismo, impõe uma versão única, impede-nos de pensar racionalmente sobre os fenómenos. Inibe o confronto com o discurso oficial, sendo usado pelo poder para impor a submissão. Tem um nome em português: censura. E nós, Portugueses, temos dela uma larga experiência de sofrimento e humilhação, durante 48 anos.”
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LIBÉRIA

MUDANÇA DE MAPA
«Em 1821, a American Colonization Society comprou um pedaço de África.
Baptizaram o novo país em Washington e chamaram-lhe Libéria, com Monróvia como capital em homenagem a James Monroe, que era nessa altura o presidente dos Estados Unidos. E foi também em Washington que desenharam a bandeira, igual à própria, mas com uma única estrela, e escolheram as autoridades. Harvard elaborou a Constituição.
Os cidadãos desta nação recém-nascida eram escravos libertados, ou melhor, expulsos das plantações do Sul dos Estados Unidos.
Os antigos escravos transformaram-se em amos assim que desembarcaram em terras africanas. A população nativa, negros selvagens da selva, devia obediência a estes recém-chegados que, tendo sido os últimos, passavam a ser os primeiros.
Apoiados pelos canhões, apoderaram-se das melhores terras e atribuíram a si próprios, em exclusivo, o direito de voto.
Depois, com o passar do tempo, entregaram a borracha às empresas Firestone e Goodrich e ofereceram o petróleo, o ferro e os diamantes e outras empresas norte-americanas.
Os seus herdeiros, cinco por cento da população total, continuam a administrar esta base militar estrangeira em África.
Por vezes, quando a populaça entra em turbulência, chamam os marines para impor a ordem.»
Eduardo Galeano, Espelhos – Uma História Quase Universal