a revolta das freiras xenófobas e racistas em 1713

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A revolta das freiras de Odivelas, em 1713, aqui retratada por Alfredo Roque Gameiro.

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este ministro precisa de medicamentos urgentemente…Novas regras no próximo ano letivo. Menos férias, aulas presenciais e à distância e computadores para todos – ZAP

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Source: Novas regras no próximo ano letivo. Menos férias, aulas presenciais e à distância e computadores para todos – ZAP

 

os cortes nas férias começam assim provisoriamente de pois ficam…e o resto também…

FLORES 1º CASO POSITIVO

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Foi diagnosticado um caso positivo de COVID-19 na ilha das Flores. Estou a seguir com preocupação e em contacto permanente com o Governo Regional esta situação. Posso desde já informar que a pessoa em causa não esteve na ilha do Corvo. Entretanto estão a ser analisadas pela, Autoridade de Saúde, todas as medidas que se impõem na presente situação.

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  • António Rosa O meu prezado amigo sempre em cima do acontecimento e reivindicando o melhor para aqueles que o elegeram. Serviço público é isso! Para além disso, aprecio os seus frequentes “tiques de esquerda”! 😉😊😊
  • Marco Andre As quarentenas obrigatórias nunca deveriam ter acabado.
    Agora é só esperar para mais casos aparecerem porque aquilo que estou a ver é que vai haver muitos mais. Nós açorianos estamos a fazer de tudo para estarmos tranquilos sem vírus mas pelos vistos não somos nada. Isto é uma falta de respeito com os açorianos
  • José Tomaz Mello Breyner Veio de fora Paulo ?
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Primeiro caso positivo nas Flores 😭

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Caso confirmado nas Flores. É abrir tudo. Força nas canelas! A quarentena devia de ser obrigatório! Quem não gostar que fique em casa! Faço muita coisa nesta vida que não acho piada e ainda não morri!
A vida não pode parar, sou a primeira a dizer isso mas para ela continuar, as coisas devem de ser bem feitas.

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  • Sherry Silva Veio com teste negativo. O caso positivo apareceu na triagem ao 6° dia.

este home precisa de medicamentação urgente

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Trabalhar para a imunidade de grupo..
Este senhor .. precisa trabalhar..que tristeza!!!

Visivelmente cansado, depois de quase nove horas de um intenso Conselho de Ministros onde se discutiu uma solução para a TAP, a nacionalização surpresa da Efacec e as regras para o próximo ano letivo, o ministro da Educação falou quinta-feira à noite com o Expresso sobre o que foi o período…

VOZPROF.COM
Visivelmente cansado, depois de quase nove horas de um intenso Conselho de Ministros onde se discutiu uma solução para a TAP, a nacionalização surpresa da Efacec e as regras para o próximo ano letivo, o ministro da Educação falou quinta-feira à noite com o Expresso sobre o que foi o período…
Visivelmente cansado, depois de quase nove horas de um intenso Conselho de Ministros onde se discutiu uma solução para a TAP, a nacionalização surpresa da Efacec e as regras para o próximo ano letivo, o ministro da Educação falou quinta-feira à noite com o Expresso sobre o que foi o período…
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vem aí um revisionismo que nos irá apagar a todos

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Berta Bento
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José Cerca
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ATERRADORA PROFECIA JÁ EM DESENVOLVIMENTO!

Uma profecia feita com a lucidez e o realismo de António Barreto. A LER com atenção e a PARTILHAR, pois é deveras preocupante e já se encontra em desenvolvimento na Europa e no Mundo.
António Barreto no jornal Público sobre a revisão da História.

OBSERVAÇÃO: Este artigo de António Barreto publicado no Jornal Público e replicado no meu mural teve, até hoje (4 de julho):
1800 partilhas
1200 gostos
350 comentários.

AINDA NÃO VIMOS NADA!

É triste confessar, mas ainda estamos para ver até onde vão os revisores da História. Uma coisa é certa: com a ajuda dos movimentos anti-racistas, a colaboração de esquerdistas, a covardia de tanta gente de bem e o metabolismo habitual dos reaccionários, o movimento de correcção da História veio para ficar.
Serão anos de destruição de símbolos, de substituição de heróis, de censura de livros e de demolição de esculturas. Até de rectificação de monumentos. Além da revisão de programas escolares e da reescrita de manuais.
Tudo, com a consequente censura de livros considerados impróprios, seguida da substituição por novos livros estimados científicos, objectivos, democráticos e igualitários. A pujança deste movimento através do mundo é tal que nada conseguirá temperar os ânimos triunfadores dos novos censores, transformados em juízes da moral e árbitros da História.
Serão criadas comissões de correcção, com a missão de rever os manuais de História (e outras disciplinas sensíveis como o Português, a Literatura, a Geografia, o Meio Ambiente, as Relações Internacionais…), a fim de expurgar a visão bondosa do colonialismo, as interpretações glorificadoras dos descobrimentos e os símbolos de domínio branco, cristão, europeu e capitalista.
Comissões purificadoras procederão ao inventário das ruas e locais que devem mudar de nome, porque glorificam o papel dos colonialistas e dos traficantes de escravos. Farão ainda o levantamento das obras de arte públicas que prestam homenagem à política imperialista, assim como aos seus agentes. Já começou, aliás, com a substituição do Museu dos Descobrimentos pelo Memorial da Escravatura.
Teremos autoridades que tudo farão para retirar os objectos antes que as hordas cheguem e será o máximo de coragem de que serão capazes. Alguns concordarão com o seu depósito em pavilhões de sucata. Outros ainda deixarão destruir, gesto que incluirão na pasta de problemas resolvidos.
Entretanto, os Centros Comerciais Colombo e Vasco da Gama esperam pela hora fatal da mudança de nome.
Praças, ruas e avenidas das Descobertas, dos Descobrimentos e dos Navegantes, que abundam em Portugal, serão brevemente mudadas.
Preparemo-nos, pois, para remover monumentos com Albuquerque, Gama, Dias, Cão, Cabral, Magalhães e outros, além de, evidentemente, o Infante D. Henrique, o primeiro a passar no cadafalso. Luís de Camões e Fernando Pessoa terão o devido óbito. Os que cantaram os feitos dos exploradores e dos negreiros são tão perniciosos quanto os próprios. Talvez até mais, pois forjaram a identidade e deram sentido aos mitos da nação valente e imortal.
Esperemos para liquidar a toponímia que aluda a Serpa Pinto, Ivens, Capelo e Mouzinho, heróis entre os mais recentes facínoras. Sem esquecer, seguramente, uns notáveis heróis do colonialismo, Kaúlza de Arriaga, Costa Gomes, António de Spínola, Rosa Coutinho, Otelo Saraiva de Carvalho, Mário Tomé e Vasco Lourenço.
Não serão esquecidos os cineastas, compositores, pintores, escultores, escritores e arquitectos que, nas suas obras, elogiaram os colonialistas, cúmplices da escravatura, do genocídio e do racismo. Filmes e livros serão retirados do mercado.
Pinturas murais, azulejos, esculturas, baixos-relevos, frescos e painéis de todas as espécies serão destruídos ou cobertos de cal e ácido. Outras comissões terão o encargo de proceder ao levantamento das obras de arte e do património com origem na África, na Ásia e na América Latina e que se encontram em Portugal, em mãos privadas ou em instituições públicas, a fim de as remeter prontamente aos países donde são provenientes.
Os principais monumentos erectos em homenagem à expansão, a começar pelos Jerónimos e pela Torre de Belém, serão restaurados com o cuidado de lhes retirar os elementos de identidade colonialista. Os memoriais de homenagem aos mortos em guerras do Ultramar serão reconstruídos a fim de serem transformados em edifícios de denúncia do racismo. Não há liberdade nem igualdade enquanto estes símbolos sobreviverem.
Muitos pensam que a História é feita de progresso e desenvolvimento. De crescimento e melhoramento. Esperam que se caminhe do preconceito para o rigor. Do mito para o facto. Da submissão para a liberdade.
Infelizmente, tal não é verdade. Não é sempre verdade. Republicanos, corporativistas, fascistas, comunistas e até democratas mostraram, nos últimos séculos, que se dedicaram com interesse à revisão selectiva da História, assim como à censura e à manipulação.
E, se quisermos ir mais longe no tempo, não faltam exemplos. Quando os revolucionários franceses rebaptizaram a Catedral de Estrasburgo, passando a designá-la por Templo da Razão, não estavam a aumentar o grau de racionalidade das sociedades. Quando o altar-mor de Notre Dame foi chamado de Altar da Liberdade caminharam alegremente da superstição para o preconceito.
E quando os bolchevistas ocuparam a Catedral de Kazab, em São Petersburgo e apelidaram o edifício de Museu das Religiões e do Ateísmo, não procuravam certamente a liberdade e o pluralismo. E também podemos convocar os Iconoclastas de Istambul, os Daesh de Palmira ou os Taliban de Bamiyan que destruíram símbolos, combateram a religião e tentaram apropriar-se tanto do presente como do passado.
Os senhores do seu tempo, monarcas, generais, bispos, políticos, capitalistas, deputados e sindicalistas gostam de marcar a sociedade, romper com o passado e afastar fantasmas. Deuses e comendadores, santos e revolucionários, habitam os seus pesadelos. Quem quer exercer o poder sobre o presente tem de destruir o passado.
Muitos de nós pensávamos, há cinquenta anos, que era necessário rever os manuais, repensar os mitos, submeter as crenças à prova do estudo, lutar contra a proclamação autoritária e defender com todas as forças o debate livre.
É possível que, a muitos, tenha ocorrido que faltava substituir uma ortodoxia dogmática por outra. Mas, para outros, o espírito era o de confronto de ideias, de debate permanente e de submissão à crítica pública.
O que hoje se receia é a nova dogmática feita de novos preconceitos. Não tenhamos ilusões.
Se as democracias não souberem resistir a esta espécie de vaga que se denomina libertadora e igualitária, mergulharão rapidamente em novas eras obscurantistas.

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Berta Bento
Berta Bento Será? ??? Esta” profecia ” arrepia nos um pouco; mas para quem estudou as causas da decadência do Império Romano…. …dá que pensar,…E se aqueles que insistem que a História se repete têm razão ?…. Muito do que refere A. Barreto já aconteceu E Não vai ser necessário ler ” Les Propheties, de Nostradamus ” , pois em nossos dias estamos muito mais atentos!!!!!