Expresso | Querem mesmo um ensino sem aulas presenciais?

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Sem escola física, que aproxima as crianças e os jovens, cada um fica fechado no lugar de onde vem e sobra a desigualdade. Sem universidades e politécnicos não há nem ensino de excelência nem investigação. Sem comunidade escolar não há obrigações nem para os professores nem para os estudantes, nem para as suas famílias.

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os mortos que não são covid

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Por aqui resolve-se assim …. ao fim de tres meses sem consultas e sem analises. Informamos que teve alta da consulta com Drª XXX, os seus diabetes estão controlados, será acompanhado pelo médico de família. Informamos que a sua consulta com o Dr YYYY foi cancelada pois nos últimos tres meses não apresentou qualquer queixa!! Sim do HDES é para informar que a consulta do seu familiar foi agendada com carácter de urgência par Novembro de 2020…. obrigada, infelizmente faleceu à espera exame.

Image may contain: text that says "Morreram quatro SAPO JORNAIS cinco vezes mais pessoas sem ser por covid do que seria esperado Nova análise ao aumento da mortalidade admite afastamento dos cuidados de saúde teve efeito dramático. terror absoluto sociedade mergulhou impede as pessoas hospital. Önde estão os doentes?" alerta António Carneiro, autor do estudo publicado na revista Acta Médica Portuguesa MENOS1 MARCO ABRIL URGENTE URGENTE MENOS DOENTES Bastonário defende criação de task force para aos doentes. "Precisamos de um para recuperar doentes prioritários, são muitos. Não pode haver estigma relação ao privado" //PAGS.4-5"

Há doentes sem coronavírus a morrer e a ser deixados “para segundo plano”, alerta Ordem dos Médicos – Sociedade – Correio da Manhã

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Ordem dos Médicos afirma que teve conhecimento sobre o excesso de morbilidade e mortalidade em pessoas sem Covid-19.

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LEMBRAR CRISTÓVÃO DE AGUIAR

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JoseAvila iswithManuel Lealand35 others.

Um escritor açoreano de quem eu gosto muito e que tem sido muito pouco falado. Não sei porquê. Quem leu Raiz Comovida e não ficou apaixonado pela sua escrita…então????

LEIA AQUI MAIS

  1. https://www.lusofonias.net/acorianidade/cadernos-acorianos-suplementos.html#
  2. https://www.lusofonias.net/documentos/video-homenagens-aicl/2300-chrys-l%C3%AA-crist%C3%B3v%C3%A3o-de-aguiar.html
  3. https://www.lusofonias.net/documentos/video-homenagens-aicl/2021-homenagem-aicl1-a-crist%C3%B3v%C3%A3o-de-aguiar.html

 

ENTUBAR É ASSIM

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Sol Schorn

O Perigo do COVID-19

Falam de respiração ou ventilação artificial, mas tem muita gente que não tem a mínima ideia do que se trata.

Não é uma máscara de oxigênio

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A primeira semana de aulas: “O ensino nunca mais será o mesmo” – Vida – SÁBADO

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A SÁBADO falou com um professor e um aluno do secundário durante a primeira semana de aulas pós-confinamento. Principal queixa do adolescente: a falta de um intervalo sem os professores – Coronavírus , Sábado.

Source: A primeira semana de aulas: “O ensino nunca mais será o mesmo” – Vida – SÁBADO

Expresso | Covid-19. OMS admite que temos de nos preparar para uma segunda vaga depois de ter dito que era muito improvável que ela acontecesse

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O diretor-executivo do programa de Emergências Sanitárias da organização alertou que “não podemos supor [que os números de novas infeções] vão continuar a descer e que teremos alguns meses para nos preparar para uma segunda vaga”. Horas antes, a diretora do Departamento de Saúde Pública da OMS afirmara que é “cada vez mais” improvável uma segunda grande vaga do novo coronavírus, mas aconselhou muita prudência

Source: Expresso | Covid-19. OMS admite que temos de nos preparar para uma segunda vaga depois de ter dito que era muito improvável que ela acontecesse

AÇORES CONSUMIR REGIONAL POR OSVALDO CABRAL

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Consumir regional como?

É nas grandes crises, agravadas com o encerramento de fronteiras, que países e regiões se voltam para dentro e dão de caras que descuraram com uma prioridade estratégica para a sua sobrevivência: uma reserva alimentar soberana.
Por estes dias estamos a ser bombardeados com uma campanha regional para consumirmos o que é açoriano, regra básica que deveria fazer parte de cada um de nós o ano inteiro e não apenas nas crises, mas a grande questão, ao mesmo tempo, que todos enfrentamos é óbvia: consumir o quê, se muito do que necessitamos não temos e algum do que temos é, geralmente, economicamente menos acessível?
Isto para não falar no tão badalado “mercado regional”, que não existe, porque não temos um sistema interno de transportes capaz.
O sector agro-alimentar tem sido o parente pobre das muitas políticas e directivas europeias, com uma Política Agrícola Comum desequilibrada, onde imperam os países mais poderosos a invadir de produtos os mais vulneráveis.
O défice global do sector alimentar português, segundo o INE, ultrapassa os 3,7 mil milhões de euros, sendo que somos auto-suficientes apenas em produções de leite, azeite, vinho, ovos, arroz e tomate para a indústria, importando todo o resto dos produtos agrícolas.
Nos Açores sabemos da nossa forte dependência do exterior e nunca nos preocupamos em constituir uma reserva alimentar estratégica, apesar dos inúmeros alertas (e propostas concretas) de pessoas ligadas ao sector.
Dos únicos dados fiáveis e mais recentes que conseguimos do SREA, ficamos a saber que, por exemplo, apesar do apelo ao consumo de produtos regionais, as grandes superfícies comerciais importam muito mais e inundam as suas prateleiras com os produtos de fora, do que com produtos regionais (apesar de alguns progressos).
No ano passado, por exemplo, as grandes superfícies comerciais – as maiores catedrais de consumo, como se sabe – compraram apenas 28% dos produtos alimentares nos Açores (49 milhões de euros) e foram buscar ao Continente e Madeira 67% desses produtos (115 milhões de euros), para além dos restantes 5% no estrangeiro (cerca de 8 milhões de euros).
Os produtos açorianos com maior peso no cabaz alimentar adquirido por essas grandes superfícies é a carne fresca (78%) e peixe (83%), que não dão para equilibrar o défice agro-alimentar.
Num terra historicamente de grande exportação de fruta, hoje somos altamente dependentes do exterior, a julgar pelas grandes superfícies comerciais.
Ela compra apenas 29% de fruta regional, enquanto que importa 70% do Continente. Ou seja, 5 milhões de euros contra mais de 12 milhões!
Este ano, até Março, em toda a região, importamos produtos de agricultura, da produção animal, da caça e da silvicultura no valor de 7 milhões de euros e exportamos apenas 1 milhão.
Em contrapartida, exportamos 6 milhões de euros em produtos de pesca e importamos apenas 14 mil euros.
Também somos bons na exportação de madeira, quase meio milhão de euros até Março deste ano, contra a importação de apenas 20 mil euros.
Até no leite e derivados, em que somos excelentes produtores, as grandes superfícies comerciais compram mais no continente (50%, equivalente a 11,6 milhões de euros) do que nos Açores (46%, equivalente a 10,7 milhões de euros).
Do mesmo modo, as grandes superfícies compram mais pão, pastelaria, bolachas e biscoitos ao continente (59%, quase 7 milhões de euros) do que nos Açores (34%, cerca de 4 milhões de euros).
Até na carne, em que, segundo se diz, temos a melhor do país, as grandes superfícies adquirem no continente produtos à base da carne, como miudezas, salsichas, croquetes, empadas e refeições à base de carne em cerca de 55% (5,4 milhões de euros), enquanto que nos Açores compram 45% (4,4 milhões de euros).
Onde somos mesmo bons é nos ovos, pois abastecemos as grandes superfícies em 92% (1,4 milhões de euros), enquanto os restantes 8% vêm do continente (118 mil euros).
Se observarmos a balança comercial no sector alimentar é fácil perceber que, de ano para ano, estamos a importar cada vez mais.
Em 2018 importamos 249 mil toneladas de produtos alimentares, bebidas e tabaco por via marítima, subindo no ano passado para 284 mil toneladas.
No Comércio Internacional (intra e extracomunitário), no primeiro trimestre deste ano, temos 28 milhões de euros de exportações e 33 milhões de importações.
A lista poderia continuar, mas estes exemplos – incompletos e que não dizem tudo – são uma boa amostra para nos alertar que nos devíamos preocupar mais com a concepção de uma estratégia interna para combater o nosso forte défice de produtos alimentares.
Temos de ser mais arrojados a planear – coisa praticamente inexistente nesta terra – e avançar com uma reserva estratégica agro-alimentar que nos ajude a depender menos do exterior, com a vantagem de criar mais empregos e de nos tornarmos mais competitivos e auto-sustentáveis face às crises nos mercados de abastecimento.
Campanhas bonitas de marketing são sempre bem-vindas e ajudam a despertar o consumidor, mas se não fizermos o trabalho de casa no incentivo à produção e à mão de obra (para não falar na roda viva dos preços finais), não haverá produto regional que nos salve.

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O REGRESSO – Agora que vamos regressando ao “novo normal”, está visto que há a tentação à solta da política tomar conta do espaço da pandemia.
É inevitável, porque a natureza humana não resiste à virologia do aproveitamento das conjunturas. De um lado os que já vão entoando hossanas ao sucesso até Outubro, como a entrada do Rei em Jerusalém, do outro vão ressurgir os esconjurados, afastados e exorcizados do palco nestes últimos meses, ávidos para acertarem contas da pandemia.
Ambos os casos fazem lembrar a terceira esconjuração de S. Cipriano: “Dou fim a esta santa oração e darão fim às moléstias nesta casa pela bichação dos espíritos malignos”.
Ainda se o bicho da política matasse o outro bicho…

(Osvaldo Cabral – Diário dos Açores de 27/05/2020)

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Concurso para construção do Museu da Língua Portuguesa em Bragança pronto para publicação – Jornal Mundo Lusíada

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O presidente da Câmara de Bragança, Hernâni Dias, anunciou nesta terça-feira que o processo do concurso público internacional para a construção do Museu da Língua Portuguesa está concluído e prestes a ser publicado.

Source: Concurso para construção do Museu da Língua Portuguesa em Bragança pronto para publicação – Jornal Mundo Lusíada

 

 

veja o projeto original dos colóquios em 2009 aqui https://coloquios.lusofonias.net/projetos%20aicl/MUSEU%20BRAGANCA.htm

enfermarias ficaram longe da rutura

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“As taxas de ocupação das enfermarias (48,8%) e das unidades de cuidados intensivos (31,6%) para doentes com covid-19 ficaram “longe da rutura”, revela um inquérito da Sociedade Portuguesa de Medicina Interna hoje divulgado“

As taxas de ocupação das enfermarias (48,8%) e das unidades de cuidados intensivos (31,6%) para doentes com covid-19 ficaram “longe da rutura”, revela um inquérito da Sociedade Portuguesa de Medicina Interna hoje divulgado
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mais um laboratório nos Açores e as mortes por doenças

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Um dos problemas dos Açores é a nossa habitual tendência para fazer o mesmo em todo o lado. É, por exemplo, assim nas gateways aéreas e é agora também assim nos laboratórios de testes Covid-19.

Aos dois laboratórios existentes, em São Miguel e Terceira, o Presidente Vasco Cordeiro havia anunciado a criação de outros dois, na Universidade e naquelas ilhas.

Se isso já nas bastasse acaba de anunciar mais um laboratório, agora no Faial. Portanto, os Açores preparam-se para ficarem dotados de cinco, repito cinco, laboratórios de testes Covid-19.

Sabem quantos existem na Madeira. Pois têm um (repito um), sensivelmente para a mesma população residente (já não conto com a flutuante). Certamente que devem estar errados! Tão errados estão que, até agora, têm melhores indicadores clínicos Covid-19 do que os Açores.

Nos Açores, em vez de se criar massa critica, saber e dimensão, em vez de se reforçar, equipar, melhorar o que já existe e que funciona, opta-se pelo anúncio político que o “povo” gosta de ouvir. Em vez de se investir no Serviço Regional de Saúde, que tão carente está, o Governo prefere investir na Universidade. Muito mal aconselhado anda o Presidente Vasco Cordeiro!

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Em Portugal, as principais causas de morte, conforme gráfico abaixo roubado ao site da Pordata, foram as seguintes em 2019:

1-Doenças do aparelho circulatório 29,0% – 32.589 óbitos

2-Tumor maligno 24,6% – 27.645 óbitos

3- Doenças do aparelho respiratório 11,7% – 13.148 óbitos

4- Doenças do aparelho digestivo 4,3% – 4.832 óbitos

5- Acidentes/violência/envenenam. 3,7% – 4.158 óbitos

Estas 5 principais causas explicam 73,3% do total de óbitos.

Pelo gráfico, podemos ver que os tumores malignos vão ganhando terreno ao longo dos anos.

Isto para dizer que o episódio COVID-19, com cerca de 1.500 casos, NÃO VAI TER RELEVÂNCIA ESTATÍSTICA em termos de causa de mortalidade. Já em termos económicos a sua relevância vai ser extrremamente importante.

Não acredite em mim. Vá ver e confirmar na fonte.

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