COVID-19: Voos na Europa vão ficar 50% mais caros com obrigação de deixar lugares livres – Atualidade – SAPO Lifestyle

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A Associação Internacional de Transportes Aéreos (IATA) alertou hoje para o “aumento drástico” dos preços dos voos se as companhias forem obrigadas a operar com lugares livres entre passageiros para garantir distanciamento, falando numa subida de 49% na Europa.

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AÇORES, PEDRO GOMES QUERIA SER LÍDER DO PSD – A

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Pedro Gomes quer(ia) ser líder do PSD-Açores

O meu caro e ilustre Amigo dr. Pedro Bettencourt Gomes tomou a polémica iniciativa de formalizar uma queixa junto da Provedora de Justiça contra o Governo da Região Autónoma dos Açores, por este ter tomado a decisão de obrigar todos os não residentes que cheguem ao arquipélago a pagarem a quarentena em unidade hoteleira destinada para o efeito, enquanto os custos com os residentes em idêntica situação são suportados pelo executivo açoriano.
As quarentenas, para residentes e não residentes que cheguem aos Açores, são uma compreensível medida cautelar, em tempo de pandemia.
Pedro Gomes alega que há uma inconstitucionalidade, por haver um alegado tratamento discriminatório entre residentes e não residentes, do mesmo modo que coloca em dúvida a legalidade das próprias quarentenas impostas pelo Governo Regional.
O dr. Pedro Gomes não é uma pessoa qualquer: é um conhecido advogado da praça micaelense, é membro do Conselho Regional do Partido Social Democrata nos Açores, intervém com frequência na comunicação social regional com artigos de opinião na imprensa e em debates na rádio e na televisão. É, para todos os efeitos, um intelectual, também com veia literária. É uma pessoa prestante e prestável, com muitas qualidades, sem qualquer dúvida!
No entanto, a sua actuação neste momento não foi muito feliz. Neste tempo de tão grande dificuldade, o mais importante é salvaguardar a saúde pública, que foi o que o Governo Regional pretendeu fazer com tal decisão, independentemente de poder ser criticado em alguns aspectos da sua actuação neste domínio. O erário público tem limites e o Governo Regional entendeu que quem quiser visitar os Açores, sejam portugueses ou estrangeiros, tem que suportar os custos da quarentena obrigatória. Dizer que há aqui uma inconstitucionalidade é um pouco excessivo.
A Constituição da República Portuguesa também diz, por exemplo, que todos os cidadãos do nosso país têm direito a habitação condigna e muitos não usufruem de habitação condigna, nomeadamente nos Açores. Aqui temos, portanto, uma evidente e manifesta inconstitucionalidade. Ora, eu nunca vi o dr. Pedro Gomes se insurgir contra esta inconstitucionalidade. E havia e há mais do que razão para o fazer!
Com todo o respeito, consideração e amizade que nutro por Pedro Gomes, a questão parece-me outra. Ele, com o seu conhecido talento político, sabe que o líder do PSD-Açores, o dr. José Manuel Bolieiro, não tem quaisquer hipóteses de vencer as eleições legislativas regionais de Outubro próximo. Neste cenário, ele resolveu dar uma “cartada” de protagonismo político e público, como forma de saltar para a “ribalta”, para abrir caminho à sucessão como presidente do PSD-Açores.
No entanto, foi claramente um “passo” em falso, porque poucas pessoas, pelos vistos, concordam que tenha formalizado uma queixa na Provedora de Justiça contra o Governo Regional, numa matéria que é aceitável, quando existem outros aspectos da governação açoriana, esses sim, que merecem e justificam crítica mais incisiva.
Pode até a Provedora de Justiça dar razão a Pedro Gomes, mas ele nunca ficará bem no “retrato”, porque a decisão do Governo Regional é, aos olhos da maioria dos açorianos, compreensível. Não tenho dúvidas sobre isso, a avaliar pelas reações que têm surgido, de vários lados e de diferentes quadrantes.
Se a verdadeira intenção de Pedro Gomes era fazer, como me parece, um “brilharete” político e jurídico, para ganhar “fôlego” para “voos” mais altos, não reflectiu bem nas consequências. Não só não será líder, como o PSD-Açores não lhe atribuirá grandes responsabilidades internas, porque a sua imagem pública fica muito prejudicada com a ação que tomou. E é pena! Não compreendo como um homem tão inteligente e ilustrado se meteu numa confusão enorme e desnecessária!

o fim da moda da UE

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REFLEXÃO SOBRE A EUROPA

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Miguel Castelo Branco

Não começou com o Schuman, nem acaba com o Brexit

Tenho aproveitado estes longos, intermináveis serões [e manhãs, e tardes] para dar vazão a leituras relacionadas com a Idade Média (o que é isso?), o período histórico da minha predilecção depois da história do Sudeste-Asiático. Hoje, Dia da Europa, lembrei-me que o chamado velho continente viveu os últimos dois mil anos obedecendo ciclicamente a sístoles e diástoles – unidade e fragmentação – e que em cada episódio dessa constante há um esprit du temps que depressa se transforma em moda à qual todos os actores querem aderir. Roma v. Reinos “Bárbaros”, Império Carolíngio v. senhorialização ducal, Guelfos v. Gibelinos, Res publica Christiana v. Cuius regio, eius religio da Reforma, etc.

Das duas obras que acima assinalo, excelentes manifestações da historiografia britânica contemporânea, assinalo uma das modas que percorreu o continente de lés a lés nos século X e XI e da qual também nascemos: a da criação de monarquias cristãs. A Dinamarca conveteu-se em 960, a Polónia em 966, a Hungria em 973, o Rus em 989, a Noruega em 995, a Suécia em 1008, a Pomerânia em 1124, a Finlândia em 1159. Na Península, a criação de reinos cristãos obedientes a Roma também se verificou durante esse curto período. Ou seja, a conversão ao Cristianismo ou a expressão da obediência a Roma era um cobiçado traço de civilização a que todos queriam aderir.

A União Europeia foi uma dessas modas. Não havia Estado que não fizesse fila para entrar no clube da moda. Hoje, talvez se comece a formar fila para saber quem primeiro a vai abandonar.

morta aos 9 anos- a família: mais mortal que a prisão

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IPSIS LITTERIS
PROTEGER A FAMÍLIA DA FAMÍLIA

Sangue do próprio sangue

A criança da Atouguia da Baleia terá sido afogada na banheira pelo progenitor. Depois daquela professora do Montijo, morta à martelada pela filha adoptiva e daquele triatleta assassinado à queima-roupa na cama pela mulher, mais os mil casos de pedocriminalidade, maioritariamente cometidos por pais e parentes próximos, o problema da violência familiar fere de morte a ideia corrente segundo a qual a família é um reduto de segurança. Atrever-me-ia acrescentar que a família é o mais violento dos grupos primários, pois é ali que os indivíduos são submetidos a maior coação psicológica, maus tratos físicos e agressões verbais. Muito há ainda por fazer para proteger a família da família

ANTÓNIO GIL O FIM DA EUROPA

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Carlos Fino
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EUROPA – QUO VADIS?
Um pequeno texto pessoal de António Gil

Na minha modesta opinião ninguém fará fila para a abandonar, ela ( a ”UE” ) cairá de podre, a partir de seu núcleo central ( a Alemanha e seus estados vassalos).

É de resto uma discussão com pelo menos uma década, nos jornais e nas TVs da Europa Central: a reconstrução da Liga Hanseática e os povos do sul, esses bárbaros, que se desunhem.

Assim sendo e como ao longo de anos fui dizendo aqui, a ideia que temos de um casamento perfeito é só nossa. Tal ideia nunca existiu a norte. Todos os que clamaram contra a ideia do divórcio nunca consideraram este facto básico: pertencer ou não à UE não depende apenas da vontade dos povos do sul.

Como numa relação matrimonial, tudo depende da vontade de permanecermos juntos e os europeístas do sul nunca consideraram a hipótese do divórcio, pensando erroneamente que tudo isso dependia da vontade de cada pais do sul.

Obviamente, não é assim: o norte também pode pedir o divórcio e pelas discussões a que assisti nas TVs nórdicas, essa vontade sempre existiu e foi-se tornando cada vez mais forte.

Leitores e telespectadores do norte da Europa Central paparam sempre a narrativa de um sul preguiçoso e subsídio-dependente e com suas achegas, fizeram-me perceber que a Europa Central não morre de amores pelo clube Med.

Sou casado com uma cidadã holandesa e nas férias passadas na Holanda, percebi ao longo de duas décadas (mais até) a ideia da Europa Unida é estranha aos neerlandeses. Eles olham para o grande vizinho e nem querem saber do resto, excepto se forem ”alternativos” e desejarem estabelecer-se no sul, comprando propriedades agrícolas.

A Europa Unida é uma ideia mais cara a muita gente do sul que aos países da Europa Central. No sul, os países europeus comportam-se muito como cornos: são sempre os últimos a saber que andam a ser enganados.

Mas preferem esse status a enfrentarem a realidade de ”não haver casamento”. E portanto, por aqui, na Espanha, na Itália e na Grécia, muita gente ainda acha que o matrimónio é para defender até ao fim e ai de quem, nestes países, diga o contrário.

Simplesmente não ocorre a quem pensa assim, que o casamento possa acabar pela iniciativa do outro lado. Mas isso é o que há anos eu tenho como mais certo.

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China reconhece “lacunas” em seu sistema de prevenção de epidemias

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A China admitiu neste sábado (9) que a Covid-19 revelou “lacunas” em seu sistema de saúde e prevenção de doenças infecciosas. “A luta contra a epidemia de Covid-19 foi um grande teste para as capacid…

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em HONG KONG vive-se assim e foi possível controlar

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João Câmara to COVIDANIA
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Bairro popular, em Hong Kong. Que separação social nesta paisagem urbana? Que segurança? … E, atenção, surpreendentemente, nestes cenários Hong Kong conseguiu controlar o vírus!
Em Portugal e noutros países da União, a partir de agora deixamos de ter desculpas, porque, aparentemente, no nosso ocidente europeu não temos destes cenários!

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Por que os psicopatas chegaram ao poder – Outras Palavras

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Há uma dimensão pouco examinada no avanço das lógicas neoliberais. Um sistema que estimula competição, disputa e rivalismo produzirá “líderes” brutais e sem empatia. Eleger gente generosa e sensível requer uma nova democracia

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Poluição do Douro regressou a níveis de 1985 (mas depois tudo volta ao mau normal…

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Níveis de poluição já não eram tão baixos há 35 anos. Hidrobiólogo Adriano Bordalo e Sá e equipa do ICBAS estão a estudar os efeitos da epidemia no rio e já descobriram sinais do vírus SAR-CoV-2 no esgoto bruto: resta saber se está vivo. Resultados

da escravatura (perdão, austeridade) que terá de ser….

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A bem aventurada austeridade ou o “tem que ser”!

A pergunta final é sempre a mesma: vai ou não vai ter que recorrer à “austeridade”?

Não, responde Costa, não ao modelo de austeridade que foi implementada na crise anterior ( leia-se 2011 a 2015), a do corte nos rendimentos e direitos.

Costa explica-lhes pacientemente que são crises diferentes, a anterior decorrente da pressão sobre as dívidas soberanas em que os mercados atingiram de sobremaneira os países do Sul e esta de origem pandémica e que maltrata todos sem excepção.

Mas vai ter que haver “austeridade”, não vai poder deixar de haver, afirmam os Comentadores, não escondendo o inconfessável desejo que lhes vai na alma:

Que haja mesmo, para que Costa se dê conta do mal que fez ao subestimar os sacrifícios que foram “pedidos” aos Portugueses, sendo que o “pedidos” que eles repetem à exaustão são uma forma enfática de dizer “impostos”, entregando de imediato a esses mesmos Portugueses aquilo que muito bem lhes tinha sido retirado.

Pois voltou o regabofe, dizem eles e os Portugueses não podem ter dinheiro nos bolsos pois começam de imediato a gastar à grande e à francesa, a viver acima das suas possibilidades, em putas e vinho, como dizia aquele coiso, e a consumir como se fossem ricos.

Depois a dívida aumenta…

Mal por mal já estavam habituados.

E agora Costa, vai ou não vai haver austeridade Costa?

Como vais sair disto Costa?

Pois eles aí estão sempre à mercê dos nossos olhos e ouvidos, sempre com uma prontidão olímpica a explicar o que disse e o que não disse o Primeiro Ministro, mas com uma fidelidade exemplar à agenda que lhes foi imposta: fazer crer que vai ter que haver “austeridade”.

Mas uma “austeridade” à sua maneira.

Mas que ou qual “austeridade”, pergunto-me eu e como eu muitos dos leitores?

Ué, como dizem os Brasileiros, qual “austeridade”?

Pensam que é passar a haver menos produtos fúteis no mercado?

Menos carros de forte luxo como se fôssemos super ricos?

Viagens ao preço da uva mijona para irmos tomar o pequeno almoço a Paris e voltarmos para uma reunião?

Ir para o Havaí como se estivéssemos aqui?

Trocar de carro e de mulher como quem troca de camisa and do on, and do on e mais on, on e on?

Nada disso, né?

Isso até que é sagrado!

Isso faz parte do nosso (deles) “way of life”, isso faz parte da “governance”, faz parte de um sortilégio de classe adquirido com muito “savoir faire” e “sex appeal”, apenas ao alcance de alguns…

A “Austeridade” é apenas uma, inapelável e definitiva: Corte nos Salários e Direitos!

De quem?

Ora de quem: de quem trabalha pois trabalhar já é uma regalia…

E das Pensões!

De quem?

Ora de quem: de quem está Reformado e por isso já não trabalha…

É isto que eles querem de volta.

E voltarem a dizer que “salvaram o País” desta vez não da banca rota mas da sua rota carteira.

E dos desvarios de quem não pode, nem a isso alguma vez teve direito: a viver condignamente.

E quem são estes “cães de fila”, autênticos capatazes de autoritários donos empenhados, quais “Trumps” de pocilga, em defender seus lucros e suas acções na Bolsa?

Todos sabemos…

O seu desejo supremo, e para muitos inconfessados até, era não ter que pagar aos trabalhadores!

Estão admirados?

Disse-o o da Altice, sem papas na língua, tal como muitos, e a maior parte até dizem: não estás bem? Põe-te…

Até àquele monte de sebo daquela Americana, que dizem ser a mulher mais rica da América: os empregados deviam ganhar como se ganha em África.

Eles defendem, como capangas, atiradores contratados e como milícias ou cangaceiros armados com as armas da persuasão contínua e do medo, o seu dono, tal como um cão amestrado.

E defendem efusiva e veementemente uma nova “austeridade redentora”.

Porque não há outra saída, dizem eles, pois o Estado vai ter que se endividar e alguém vai ter que pagar.

.. Mas quem?

Sempre os mesmos?

Na anterior deu resultado, eles repetem…

O problema, sempre o mesmo problema, é que muitos, mesmo sofrendo, continuam a acreditar…

Como acreditam como redentores os castigos, os sacrifícios e as imolações…que as procissões aliviam, tal como as penitências.

E o “tem que ser” sufraga…

Eles querem que volte a “austeridade redentora” do Passos, aquela que separa os produtivos dos improdutivos, os novos dos velhos, os informados dos reformados, os que pagam impostos

(uma regalia pois sinal de que trabalham…)

e os que vivem dos impostos…quer dizer, dos Subsídios de Desemprego

(onde já se viu quem não trabalha ainda por cima receber…)

e desse famigerado Rendimento Social de Inserção, que vai direitinho para malandrins drogadolas que não querem trabalhar…

Mas também a quem nunca ninguém dará trabalho, digo eu!

Estes são produtos nefastos, maçãs podres da sociedade, maus exemplos que se devem evitar, isolar, deixar apodrecer…

Assim pensam os fascistas, os “trampas” desta vida, os eternos defensores da “austeridade”,…prós outros, sempre prós outros é claro…

Cretinos é o que são…

E todos sabem quem são!

NB: Eu Reformado me confesso mas ainda disponível para as lutas pela Dignidade Humana!

Joaquim Vassalo Abreu.
Blog Estátua de Sal, 6 de Maio de 2020.

https://estatuadesal.com/…/a-bem-aventurada-austeridade-ou…/

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MARCELO M SOUSA DADOS DE 9.5

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COVID-19 PORTUGAL
ATUALIZAÇÃO
10 de maio de 2020

MAIS 175 CASOS CONFIRMADOS, SUBIDA DE 116 CASOS ATIVOS

27.581 casos confirmados:
+ 175 casos positivos (+ 0.64%)
+ 9 mortes (no total de 1.135)
+ 50 recuperados (no total de 2.549)
23.897 casos ativos

Casos Encerrados: 3.684 (31% Óbitos, 69% Recuperações)

Aumento De Casos Ativos Hoje: 116

A taxa de crescimento diário do número de casos positivos tem sido, em média, nos últimos 5 dias, de 1.42%.

A taxa de recuperação SUBIU para 9.24% (+0.12%).
A taxa de letalidade SUBIU para 4.12% (+0.01%).

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covid19 vacina como e porquê???? pensem

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O texto seguinte é do escritor Eduardo Pitta. Partilho por concordar inteiramente

“VACINAS — O meu optimismo já conheceu melhores dias, mas, mesmo agora, não quero ser (nem parecer) pessimista. Isto para dizer que me parece mais sensato deixar de falar em vacinas para o Covid-19.

Vejamos: não há vacina para o SARS, que apareceu em 2002. Passaram 18 anos. Nem para o MERS, que apareceu em 2012. Passaram 8 anos. Recuando ao século XX, convém lembrar que ainda não existe vacina contra a SIDA, surgida em 1981. Até 2019, a SIDA matou cerca de trinta e dois milhões de pessoas.

Então por que carga de água surgiria uma vacina para o Covid-19, de preferência a tempo do Verão de 2021? Porque as televisões contratam funâmbulos para entreter a malta?

Quero acreditar que, nos próximos 12 ou 15 meses, possa ser viável uma terapêutica que minimize o Covid-19, que até ao momento infectou quatro milhões de pessoas (exactamente 4.077.936) e matou outras 280 mil em todo o mundo.

A SIDA também se tornou uma doença crónica graças aos retrovirais. É nisso que temos de acreditar. Vir à televisão prometer vacinas não me parece sério.”