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Não os chamem de refugiados. São homens em idade de serviço militar que vieram para o Ocidente inspirados pela sua religião e cheios de ódio. Representam um risco significativo para a segurança nacional de qualquer país..
eles são uma nova cruzada, islâmica e nós andamos a dormir estes anos todos…
não chamem isto de islamofobia, o Islão não é étnico, mas uma religião e tenho o direito de gostar ou não de qualquer religião

Um documento de 219 páginas, publicado a 17 de junho de 2026 pelo deputado Rupert Lowe (do partido Restore Britain), está a abalar o Reino Unido. Os números do relatório:
— Pelo menos 250 000 raparigas britânicas vítimas desde 1955 até hoje
— Gangues a operar em pelo menos 149 distritos em todo o território do Reino Unido
— Mais de 87% dos condenados têm nomes de origem muçulmana
Quem são os responsáveis? O relatório aponta para redes compostas predominantemente por homens muçulmanos paquistaneses. As vítimas — raparigas britânicas brancas em situação de vulnerabilidade — eram violadas, tratadas como mercadoria e, em alguns casos, submetidas a conversão forçada ao islamismo. O escândalo dentro do escândalo: as instituições sabiam. A polícia, os serviços sociais, as escolas e o governo ignoraram sistematicamente, abafaram e, nalguns casos, criminalizaram as próprias vítimas — durante anos, durante décadas — por medo de serem acusados de racismo. Por que razão existe este relatório privado? O governo de Keir Starmer recusou-se a iniciar uma investigação oficial. Lowe angariou fundos de mais de 20 000 cidadãos e conduziu a investigação de forma independente. O fenómeno das «grooming gangs» está, no entanto, comprovado há anos por inquéritos oficiais: Relatório Jay (2014), Relatório Crowther (2022), Auditoria Casey (2025).
. Os mesmos ativistas que não reagiram aos crimes das elites também não vão reagir a estes. Depois de o primeiro-ministro inglês se ter demitido ao ser revelado um inquérito que dá como provado que 250 mil crianças entre 11 e 13 anos foram abusadas e violadas por emigrantes islâmicos, não pararam de surgir revelações em toda a Europa, da França à Itália, à Bélgica e aos Países Baixos, à Dinamarca, à Suécia e à Finlândia. Os muçulmanos cresceram em duas décadas de 500 mil para 50 milhões e já tomam conta de cidades e subúrbios por toda a Europa. A situação tem sido escamoteada pela maioria “woke” quanto a crimes bem mais horrorosos e numerosos do que se suspeitava até então. Fiquei horrorizado ao ver o que se passa no Reino Unido e na Irlanda.
