Views: 12

ADEUS AO KETCHUP E À MAIONESE NA MESA — A EUROPA JÁ DECIDIU
Ir a um restaurante e encontrar sachês de ketchup, maionese, sal e outros condimentos sobre a mesa sempre foi algo automático. Mas esse hábito tem data para acabar em boa parte da Europa. A partir de agosto de 2026, esses itens descartáveis em porções individuais deixam de ser permitidos em restaurantes e hotéis de países da União Europeia.
A medida faz parte de um pacote mais amplo de regras ambientais que mira diretamente o excesso de lixo gerado por embalagens de uso único. Bilhões de sachês plásticos são descartados todos os anos, e grande parte deles não é reciclada de forma adequada. O impacto ambiental é significativo — especialmente nos oceanos.
Menos descartáveis, menos resíduos.
Mais reutilização, menos desperdício.
Redução de custos operacionais no longo prazo.
Além da questão ambiental, há também um fator econômico. Restaurantes e hotéis gastam valores elevados com embalagens individuais, que encarecem a operação e estimulam o consumo automático. A substituição por dispensers reutilizáveis ou sistemas sob demanda tende a reduzir desperdícios e custos.
No Brasil, o cenário ainda é fragmentado. Em janeiro de 2026, não existe uma lei nacional que proíba totalmente os sachês. No entanto, diversas cidades já impõem restrições, como a retirada de condimentos das mesas, exigindo que o cliente solicite ao atendente. A prática reduz o consumo excessivo — inclusive de sódio.
O mesmo movimento ocorre na área de higiene. Hotéis europeus também deixarão de oferecer embalagens individuais de shampoo e condicionador, priorizando dispensers fixos. A mudança reflete uma transformação cultural: o descartável deixa de ser sinônimo de praticidade e passa a ser visto como desperdício.
No Brasil, projetos de lei em tramitação indicam que o país pode seguir caminho semelhante nos próximos anos. Leis que já baniram canudos, copos e talheres plásticos criaram um precedente importante.
CTA INFORMATIVO: mudanças de hábito começam pequenas, mas moldam o futuro. Entender essas transformações ajuda a antecipar tendências e repensar escolhas do dia a dia.
Fontes confiáveis:
Comissão Europeia – Regulamento de Embalagens
União Europeia – Environmental Policy
Projeto de Lei 2524/2022 (Brasil)
#meioambiente #sustentabilidade #consumoconsciente #vidaurbana #mudançadehábitos #casasemsegredos
Ir a um restaurante e encontrar sachês de ketchup, maionese, sal e outros condimentos sobre a mesa sempre foi algo automático. Mas esse hábito tem data para acabar em boa parte da Europa. A partir de agosto de 2026, esses itens descartáveis em porções individuais deixam de ser permitidos em restaurantes e hotéis de países da União Europeia.
A medida faz parte de um pacote mais amplo de regras ambientais que mira diretamente o excesso de lixo gerado por embalagens de uso único. Bilhões de sachês plásticos são descartados todos os anos, e grande parte deles não é reciclada de forma adequada. O impacto ambiental é significativo — especialmente nos oceanos.
Além da questão ambiental, há também um fator econômico. Restaurantes e hotéis gastam valores elevados com embalagens individuais, que encarecem a operação e estimulam o consumo automático. A substituição por dispensers reutilizáveis ou sistemas sob demanda tende a reduzir desperdícios e custos.
No Brasil, o cenário ainda é fragmentado. Em janeiro de 2026, não existe uma lei nacional que proíba totalmente os sachês. No entanto, diversas cidades já impõem restrições, como a retirada de condimentos das mesas, exigindo que o cliente solicite ao atendente. A prática reduz o consumo excessivo — inclusive de sódio.
No Brasil, projetos de lei em tramitação indicam que o país pode seguir caminho semelhante nos próximos anos. Leis que já baniram canudos, copos e talheres plásticos criaram um precedente importante.
Comissão Europeia – Regulamento de Embalagens
União Europeia – Environmental Policy
Projeto de Lei 2524/2022 (Brasil)
#meioambiente #sustentabilidade #consumoconsciente #vidaurbana #mudançadehábitos #casasemsegredos