PR timorense visita Coreia do Sul e Roma, para encontro de Prémios Nobel com Papa – Atualidade – SAPO

Views: 0

O Presidente timorense parte na próxima semana para uma visita à Coreia do Sul que pretende, entre outros aspetos, promover as oportunidades de investimento em Timor-Leste a um conjunto de empresários coreanos.

Source: PR timorense visita Coreia do Sul e Roma, para encontro de Prémios Nobel com Papa – Atualidade – SAPO

Eleições em Timor-Leste: primeiro-ministro timorense felicita vencedor após primeiro encontro com Presidente da República desde janeiro – Observador

Views: 0

O primeiro-ministro timorense felicitou o partido CNRT, vencedor das eleições e admitiu sentir-se realizado por terminar a sua missão de serviço ao país, contribuindo para o desenvolvimento nacional.

Source: Eleições em Timor-Leste: primeiro-ministro timorense felicita vencedor após primeiro encontro com Presidente da República desde janeiro – Observador

novo livro

Views: 0

Pode ser uma imagem de texto que diz "TEÃFILO BRAGA AS PLANTAS NA MEDICINA POPULAR NOS NOSAÇORES AÇORES CONVITE A editora Publiçor/ Letras Lavadas tem o prazer de convidar V.Ex". família para sessão pública de lançamento do livro AS PLANTAS ΝΑ MEDICINA POPULAR NOS AÇORES Lavadas da autoria de Teofilo Braga. o livro será apresentado pelo Doutor Mário Moura e pela Doutora Maria do Carmo Barreto, no Centro Natália Correia, no dia 25 de maio de 2023, pelas 18 horas. UBLIÇOR Rua Prala dOs ROQUe 9500- PONTA DELGADA MIGUEL ACORES Felef. 000 Letras, Lavadas edióes S"

Click to view products

🌱🌿☘️ O lançamento do livro “As Plantas na Medicina Popular nos Açores”, de Teófilo Braga, será no dia 25 de Maio às 18:00h no Centro Natália Correia. A apresentação caberá à Doutora Maria do Carmo Barreto e ao Doutor Mário Moura. 🍵
Este livro, para além de pretender ser um modesto contributo para a nossa etnologia, é uma homenagem a todos os açorianos que ao longo dos séculos, através do conhecimento das virtudes das plantas, contribuíram para uma melhor qualidade de vida no nosso arquipélago. No livro é apresentada uma selecção de 55 plantas usadas na medicina popular. Para cada uma das plantas são indicados, entre outros itens, os fins a que se destinavam e o modo de emprego em diversas localidades dos Açores, nomeadamente da ilha de São Miguel.

All reactions:

You and 1 other

TECNOLOGIA INDESEJADA

Views: 0

Novo projeto tecnológico de Inteligência Artificial vai eliminar os telemóveis.
Ufa, até que enfim! Mas….
Chamadas e mensagens serão projetadas na palma da mão a partir de um microdispositivo instalado no organismo humano
May be an image of 1 person and text
All reactions:

10

5 comments
3 shares
Like

Comment
Share
View more comments

há 2 anos no passeio da fama da AEA…

Views: 0

Your memories on Facebook

Chrys, we care about you and your Facebook memories. We thought that you’d like to look back on this post from 2 years ago.

2 years ago

This won’t appear in anyone else’s feed unless you share it
Send
Share
See more memories

morreu a Eduarda Dionísio

Views: 1

Estive todo o dia out e, regressando a casa de carro, ouvi que morreu a Eduarda Dionísio. Foi minha professora em 1986. Minha e de mais 14 aprendizes de jornalismo, nas Caldas da Rainha. Ela e o Beça Múrias, o Carlos Pinhão, o Rangel e o Adelino Gomes, o Jorge Almeida Fernandes, a Diana Andringa, o Mário Mesquita. And so on. Com a ED aprendi a olhar para os jornais e a vê-los. Ajudou o livro do antigo diretor do Monde, Jacques Fauvet (Lire le journal), que nos ajudou a fotocopiar. Li-a também. Em “Retrato de um amigo enquanto falo” e “Alguns lugares muito comuns”. Não a via desde 1986. Muito tempo. RIP.
[A foto é de 1986]
May be an image of 1 person
All reactions:

20

Like

 

Comment
Share

 

 

Alberto De Carvalho

Escritora Eduarda Dionísio morre aos 77 anos
Lisboa, 23 mai 2023 (Lusa) – A escritora e dinamizadora cultural Eduarda Dionísio morreu na segunda-feira, em Lisboa, aos 77 anos, vítima de doença oncológica, disse hoje à agência Lusa fonte próxima da família.
Numa nota publicada na página da Presidência da República, o chefe de Estado, Marcelo Rebelo de Sousa, apresentou as condolências à família e lembrou a “ficcionista, dramaturga, tradutora (Shakespeare, Schnitzler, Brecht, Müller, Fosse), ensaísta, jornalista, professora, sindicalista e ativista cultural, [que] foi figura muito relevante de uma geração politicamente empenhada, antes e depois do 25 de Abril”.
“Autora de um importante estudo sobre a cultura em Portugal (‘Títulos, Ações, Obrigações’, 1993), escreveu romances que fazem o balanço desencantado, mas não desistente, da militância e da educação sentimental. Colaborou, entre outros, com o Teatro da Cornucópia, nomeadamente com uma poderosa colagem de textos de Raul Brandão, ‘Primavera Negra’”, acrescentou a Presidência da República.
Nascida em Lisboa, em 1946, filha do escritor e pintor Mário Dionísio e da professora Maria Letícia Silva, Eduarda Dionísio era licenciada em Filologia Românica pela Universidade de Lisboa, como recorda a biografia publicada pelo Esquerda.net.
“Foi professora do ensino secundário e, além de ficcionista, destacou-se pelo seu intenso envolvimento social e político, sobretudo nas décadas de 1970 e 1980. Participou em exposições coletivas de artes plásticas, escreveu algumas antologias de textos literários portugueses e participou ativamente na área do teatro, tendo chegado, inclusive, a representar na Cornucópia e no Bando”, pode ler-se na biografia publicada pela Infopédia.
Eduarda Dionísio dirigia a Casa da Achada, em Lisboa, onde se encontra o espólio de seu pai.
A estreia literária aconteceu em 1972 com “Comente o Seguinte Texto”, “revelando desde logo uma arte narrativa peculiar, evocando um ambiente onde alunos prestam provas, comentando um texto sob a vigilância do professor”, descreve a Infopédia sobre a autora que assinou, com Antonino Solmer, a peça “Dou-Che-Lo Vivo, Dou-Che-Lo Morto”.
Citado pelo Esquerda.net, o professor universitário e cofundador do Bloco de Esquerda Francisco Louçã referiu-se a Eduarda Dionísio como “um monumento de capacidade de trabalho, meticulosa ao pormenor, culta como pouca gente, curiosa como ninguém, operária da memória”.
“Amava a cultura e queria-lhe a marca de uma paixão revolucionária e intransigente na sua contraposição à rotina e à modorra. Queria fazer e fez”, acrescentou.
CP // TDI
May be an image of 1 person
All reactions:

4

Like

 

Comment

cadernos açorianos nº 41 MALVINA SOUSA

Views: 0

ATT AMANTES DA LITERATURA AÇORIANA
temos o prazer de anunciar que acaba de ser publicado o 41º referente À escritora MALVINA SOUSA que vai regressar aos colóquios da lusofonia 4-8 outº na Ribeira Grande (detalhes em

coloquios.lusofonias.net

38 COLOQUIO 2023 RIB GRANDE

🔗 https://coloquios.lusofonias.net/XXXVIII/

Antes da Malvina os 40 Cadernos dedicaram-se a

Cristóvão de Aguiar, Daniel de Sá. Dias de Melo, Vasco Pereira da Costa, Álamo Oliveira, Caetano Valadão Serpa, Machado Pires, Fernando Aires, Mário Machado Fraião, Emanuel Félix, Eduardo Bettencourt Pinto, Eduíno de Jesus, Onésimo Teotónio Almeida, Maria de Fátima Borges, Marcolino Candeias, Norberto Ávila, Victor Rui Dores, José Martins Garcia, Joana Félix, José Nuno da Câmara Pereira, Manuel Policarpo, Tomaz Borba Vieira, Maria das Dores Beirão, Maria Luísa Soares, Susana Teles Margarido, Madalena San-Bento, Carlos Tomé, Brites Araújo, Maria Luísa Ribeiro, Carolina Cordeiro, Pedro Paulo Câmara. José Nuno da Câmara Pereira II, José Luís da Silva, João Pedro Porto, Diniz Borges. Francisco Cota Fagundes, Pedro Almeida Maia, Diogo Ourique, Maria João Ruivo.

este e os anteriores (além dos relevantes suplementos) estão no noso portal www.lusofonias.net em

www.lusofonias.net

Cadernos de Estudos Açorianos e Suplementos

Site da AICL Associação Internacional dos COLÓQUIOS DA LUSOFONIA, Portal da Lusofonia

🔗 https://www.lusofonias.net/acorianidade/cadernos-acorianos-suplementos.html

 

homenagem ao poeta, professor e critico Eduino de Jesus.

Views: 0

Deixo-vos aqui imagens da nossa homenagem ao poeta, professor e critico Eduino de Jesus. Tivemos um anfiteatro cheio com uma assistência muito diversificada.
A abrilhantar a sessão, contámos com uma conferência da Professora Rosa Goulart sobre a poesia do homenageado, seguida de um momento em que alguns estudantes intervieram com perguntas acerca do percurso biobibliográfico do autor. Finalmente, três alunos do primeiro ano participaram com uma dramatização de versos do último livro do poeta.
Obrigada às colegas da organização, aos estudantes, à Professora Rosa Goulart e, sobretudo, ao Eduíno de Jesus , pelo muito que nos deu. E ficamos à espera da reunião dos seus ensaios.
+27
All reactions:

Paula Cabral, Ana Cláudia Oliveira and 79 others

3 comments
3 shares
Like

Comment
Share
View more comments
Aline Cabral de Melo

Foi uma justa homenagem. Gostei de assistir.Parabéns a todos os que preparam e aos intervenientes
  • Like

  • Reply
  • 6 h

Russos atacam Belgorod. Rastilho de “guerra civil” na Rússia

Views: 0

“É hora de acabar com a ditadura do Kremlin. A Rússia será livre!” – a Legião da Liberdade atacou Belgorod e diz que já “libertou” uma aldeia.

Source: Russos atacam Belgorod. Rastilho de “guerra civil” na Rússia

MACHADO DE ASSIS

Views: 6

“Roving Eye / Did She Cheat? A Century Later, a Novel’s Mystery Still Stumps / “Dom Casmurro,” by Machado de Assis, teaches us to read — and reread — with precise detail and masterly obfuscation”:

Reviewed by Benjamin Moser

May 22, 2023
It is one of the mysteries of my life as a reader that I did not, at first, like Machado de Assis.
I was 19 when I first read him, a year into studying Portuguese at college. I fell into the subject by happenstance, knowing nothing about the language or the peoples that spoke it, but I took to it, discovered an affinity for it, wanted to learn more. And one thing I learned was that Brazil’s greatest writer was someone called Joaquim Maria Machado de Assis; I doubt I had ever heard the name before. I was curious, and felt I should read him. Not yet confident enough in my language skills, I found a translation of his 1899 novel “Dom Casmurro.”
And, reader, I didn’t get it.
I had to force myself to finish it. For years, I didn’t pick up another one of his books. When at last I did, I was bewildered by my initial impression. Where first I had been bored, I was now enthralled. Where I had seen salon chitchat, I now saw the musings of genius. I wanted more.
Eventually, Machado became one of those rare writers of whom I can now say, with a high degree of confidence, that I have read every word he published. I felt something more than the admiration one feels for an impressive writer. I felt something familiar to generations of his Brazilian readers: love.
It is one of the unexpected services of Margaret Jull Costa and Robin Patterson’s new translation of DOM CASMURRO (Liveright, 270 pp., $27.95) that they have helped me solve the mystery of my first impression. As I was reading their translation, I pulled out the first one I had read, one of the many that came before. I saw that the difficulty of translating Machado is not that his language is so precise and clear: That would seem to make the task easy. The challenge for the translator is that the writer uses precise and clear phrases (“Good morning!”) in a way that turns their precision and clarity against them and suggests something else. Rather than letting these lines stand, slyly winking and furtively smiling, the earlier translator had tried to nudge the reader too firmly toward that something else.
Like someone discovering a magnificent garment that has been washed at the wrong temperature and then stuffed into the dryer, I winced.
The slimy, slippery theme of “Dom Casmurro,” after all, is not knowing, not being sure, and its language reflects that theme. The question at the heart of the novel has launched a thousand essays in every Brazilian high school. Did the beautiful Capitu betray her husband, Bentinho? It’s the kind of question teachers love, because it is guaranteed to get a good discussion going. Half the students will say that she did — and half the class, with just as much conviction, will say she didn’t. Machado has sown clues everywhere. The mystery is what they add up to.
It doesn’t, at first, seem like a mystery novel. We meet Bentinho as an old man. Returning home on a commuter train, he is accosted by a neighbor who insists on reading him some of his poems. Tired, he nods off; the next day, he learns that the offended poet has given him the nickname Dom Casmurro. Jull Costa and Patterson have wisely refrained from translating this name (which even Machado warns against looking up in the dictionary), since it could only sound silly in English: something like Mr. Grumpy.
Bentinho lives in a northern suburb of Rio de Janeiro, in a house that he has ordered built and decorated precisely like the house in which he grew up, in another part of town. It was an attempt “to restore what once was and what I once was,” he writes. “If all I was missing were other people, fine, a man can more or less console himself for such losses, but I myself am missing, and that lacuna is everything.”
Soon, though, we leave that gloomy house and return to the original, where, on a November afternoon, a 15-year-old Bentinho overhears his mother and José Dias, an obsequious hanger-on, discussing the need to dispatch Bentinho to the seminary. His pious mother, a young widow, had promised God that her son would become a priest, but as he enters adolescence, he is growing close to a neighbor girl, Capitu. Until he overhears this conversation, it has not occurred to him that he is in love with Capitu. Of course he is. The pair vow undying love. He goes to the seminary; eventually, he manages to leave. They marry. They have a child and are deliriously happy — until, right before the end, Capitu points out that their son’s eyes resemble those of Bentinho’s dead best friend, Escobar.
What follows are some of the most pitiless pages in world literature: bam, bam, bam. Even though you know exactly where this is going — and for more than a century, every Brazilian reader has known exactly where this is going — the end comes as a blow.
Was it, so to speak, worth it?
Did Capitu betray Bentinho with Escobar?
At first blush, “Dom Casmurro” seems like a conventional romance. Boy meets girl. Obstacles ensue and are overcome. Machado takes his time unrolling his scenes. The first section, the November afternoon when Bentinho realizes he is about to be sent to the seminary and understands that he loves Capitu, takes up nearly half the book. Everything is explained. Every character is introduced in microscopic detail. Everything seems bright and sharp, and we have all the time in the world — until, right at the end, the author muddies everything. We realize that there were clues scattered everywhere. But what do they mean? We have to comb those pages, and, when we do, we see why such an apparently simple question — Did she? Didn’t she? — becomes such a rich one.
This is one reason that, even if the translation I originally read had been better, I might not have understood this book. More than perhaps any book I know, “Dom Casmurro” has to be read more than once. It teaches us to read in much the same way that Vermeer teaches us to see — by looking, and then looking again. A pretty young lady is standing at the window, talking to a servant or gazing at a letter: a theme for both Vermeer and Machado. Nothing is happening, but the longer we look, the more we grow aware of everything that we’re seeing, and everything we’re not. We look again. Everything is there. Nothing is there. Like Vermeer, Machado withholds an answer. Or does he?
“You cannot easily correct a confusing book, but you can add almost anything to a book full of omissions,” Machado writes, giving us his notorious side-eye. “Whenever I read one of the latter sort, I don’t mind in the least. What I do when I reach the end is close my eyes and imagine all the things I didn’t find in it. What a host of fine ideas come to me then! What profound thoughts! The rivers, mountains, churches I did not find in its pages all appear to me with their flowing waters, their trees, their altars.”
He continues: “Because, dear reader, everything can be found outside an inadequate book. And just as I fill in someone else’s lacunae, you can do the same with mine.”

Benjamin Moser is the author of “Why This World: A Biography of Clarice Lispector” and “Sontag: Her Life and Work,” for which he won the Pulitzer Prize. “The Upside-Down World: Meetings With the Dutch Masters” will be published in October.

Timor-Leste/Eleições: PR quer processo rápido de formação de Governo

Views: 0

Timor-Leste/Eleições: PR quer processo rápido de formação de Governo e saúda comportamento da população
Díli, 23 mai 2023 (Lusa) – O Presidente timorense disse hoje que deseja um processo rápido de formação do novo Governo, para permitir a eventual aprovação de um Orçamento retificativo, saudando a população pela forma exemplar como participou nas legislativas de domingo.
“Quero que processo seja rápido: formação de governo e apresentação do programa do governo, apresentação do retificativo. E é necessária muita seriedade de parte de todos à questão do processo de adesão à ASEAN”, disse José Ramos-Horta à Lusa, numa reação à votação de domingo, que deu a vitória ao Congresso Nacional para a Reconstrução de Timor-Leste (CNRT), de Xanana Gusmão.
O chefe de Estado referia-se ao processo de adesão à Associação de Nações do Sudeste Asiático (ASEAN), organização na qual Timor-Leste tem estatuto de observador.
No caso do processo até à formação do novo Governo, Ramos-Horta antecipa que os novos deputados do parlamento tomem posse “na segunda semana de junho” e que o executivo assuma funções uma semana depois.
Ramos-Horta deixou ainda uma palavra para os vencedores: “Espero que quem ganhou revele a grandeza de quem ganha, a humildade dos grandes e dê o primeiro passo, cumprimentar os declarados vencidos”.
O Presidente deixou uma mensagem de congratulação a toda a população timorense, vincando o “excecional comportamento cívico”, e a participação “em número recorde” no voto, com a taxa de abstenção a ser de menos de 18%.
“Os partidos políticos comportaram-se bem, não houve qualquer ato de violência. Os incidentes de violência registados, não foram obviamente provocados ou criados pela liderança política ou partidos, foram elementos isolados a agirem por conta própria”, afirmou.
“A democracia timorense é real, está enraizada no quotidiana e na cultura timorenses”, enfatizou.
Apesar disso, notou, houve alguns “incidentes isolados de retaliação pós-eleições”, especialmente na zona de Ermera, onde uma timorense “perdeu o seu quiosque, que foi queimado, e um senhor perdeu todos os porcos que tinha por retaliação”.
No rescaldo eleitoral, Ramos-Horta defendeu uma revisão da lei eleitoral e do sistema de votação, considerando que o país continua a usar “tecnologia do século XX”, quando deveria digitalizar todo o processo eleitoral.
“Vou exigir que se faça, que o STAE faça esse trabalho. Para que de futuro um timorense possa votar em qualquer ponto do país ou do mundo, sem termos que gastar fortunas para montar o sistema na altura da votação”, afirmou.
É ainda necessário, defendeu, atualizar adequadamente os cadernos eleitorais, para remover cidadãos já falecidos, e que se melhore o sistema de comunicação da contagem a todos os jornalistas e à população em geral.
“Não pode haver monopólio de seja quem for, um órgão do Estado, ou seja quem for. Tem de haver total acessibilidade para qualquer media para todos acompanharem ao momento o ato e as contagens”, disse.
A única forma de acompanhar a progressão da contagem foi visitando o próprio Secretariado Técnico de Administração Eleitoral (STAE), para observar o escrutínio em dois ecrãs, ou através de uma retransmissão desses dados pela Rádio e Televisão de Timor-Leste (RTTL).
Esse sinal com os dados da contagem não foi disponibilizado a qualquer outro órgão de comunicação social e não existia num sítio online.
O chefe de Estado saudou declarações do atual ministro da Presidência de Conselho de Ministros, Fidelis Magalhães, que hoje disse à Lusa que o executivo está a preparar uma transição “condigna e de qualidade” para o novo executivo.
O Congresso Nacional para a Reconstrução de Timor-Leste (CNRT), de Xanana Gusmão, venceu as eleições parlamentares de domingo, mas sem maioria absoluta, obtendo a maior vitória de sempre, garantindo 31 dos 65 lugares do parlamento.
Em segundo lugar ficou a Frente Revolucionária do Timor-Leste Independente (Fretilin), registando o pior resultado de sempre do partido em termos percentuais, perdendo quatro dos atuais 23 lugares.
ASP // PJA
Lusa/Fim
May be an image of 3 people and text
Like

Comment
Send