Victoria weather: intense storms bring heavy rain, wind and blackouts – video | Australia news | The Guardian

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Half a million households were left without electricity after transmission towers went down with authorities saying some outages could last weeks

Source: Victoria weather: intense storms bring heavy rain, wind and blackouts – video | Australia news | The Guardian

Nini Chrystello no seu último ano jan 2023-jan2024

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anos dela e nossos de casados 3.4.23 na Aldeia da Fonte, Lajes do Pico, com uma fuga ao Faial (e Peters’), mais ida a Bragança em junho numa última romagem e comer uma posta no Poças, anos da Isabel (Bebé) em junho em Vila do Conde, e almoço com os Madruga em Valadares, o resto aqui na escola da Maia e em São Miguel, já muitas vezes ligada ao oxigénio portátil e com cadeira de rodas algumas vezes…mas sempre sorridente com uma enorme força e vontade de viver sem que os outros soubessem as dores e o sofrimento que cresceu imenso neste último ano…

poema do chrys c poema 557. açores, ao luiz fagundes duarte (moinhos) 16 ago 2012

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557. açores, ao luiz fagundes duarte (moinhos) 16 ago 2012

 

estar numa ilha é um modo de vida

por vezes sinto-a prisão sem grades

rodeado de mar, céu e vacas

aves e peixes que não me falam

pessoas com passados heroicos

gesta de povo sofrido e resignado

de basalto e pedra-pomes também

gente que veio do mar e a ele se condenou

em terra e nas ondas dos baleeiros

quando a terra não tremia

e os vulcões estavam silentes

 

mares de mil e uma cores

do azul ao negro e ao vermelho do sangue

cheio de monstros e poucas sereias

gente que veio com sonhos e fomes

sofreu a escravatura infame dos senhores

feudalismos tardios e encobertos

a coberto do manto da igreja

em troco de promessas etéreas

suor, lágrimas e sacrifícios

 

povo que dominou fajãs

gente que criou maroiços

construiu ambições e voou

para outros países sem deixar este

à roda do qual o mundo gira

e regressam sempre e sempre

superando os que ficaram

erguendo estas nove ilhas

do enorme orgulho pátria

 

ser açoriano é ser único

em mil identidades afins

 

não sei descrever os sons

os cheiros, as cores, os paladares

todos iguais, todos diferentes

todos açorianos

 

aceito este destino estrangeiro

moldo-me e adapto-me

ao clima e ao ritmo

a esta velocidade lenta

de início de mundo

a este fatalismo ingente

a estas devoções salvadoras

às promessas com que se enganam

romagens de comprar perdões

folclores e tradições recriadas

 

alheios ao que roda lá fora

toleram a autonomia que não têm

e no meio destas gentes

surgem escritores, poetas, autores

neles me encontro e observo

imagem refratada doutro espelho

o lado de lá do eu

 

até quando?

 

 

 

Carta de condução e CC no telemóvel com mesmo valor de documento físico

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Os documentos digitais disponíveis na aplicação móvel id.gov, uma carteira digital, como a carta de condução ou o cartão do cidadão, já têm o mesmo valor jurídico dos documentos físicos, segundo legislação já em vigor.

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aniversariante de 90 anos

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Estive recentemente no aniversário de um homem que celebrou noventa anos. Nasceu em 1934. Pus-me a pensar no que o mundo mudou. Nessa altura, a população da Terra não chegava aos dois mil milhões de seres humanos. A crescer assim, quantos seremos daqui a noventa anos? O ritmo não é só alucinante, vai obrigar a uma mudança drástica na forma de abordar a realidade. O aniversariante tem um smartphone. Esta palavra não existia sequer há pouco tempo, quando ele já era velhote. Sabe usá-lo com destreza, e eu, que sou muito mais novo, irrito-me com as modernices da minha geringonça de vidrinho às cores que dá som. Em 1934 ainda não tinha acontecido o Holocausto; havia nações que já não existem; havia impérios coloniais, as populações autóctones desses impérios eram consideradas seres inferiores, nas colónias portuguesas lidavam com elas a chicote; a homossexualidade era uma doença; na França ainda se executavam pessoas com o horroroso método da guilhotina, tortura psicológica antes de um tenebroso fim de vida; uma viagem demorava muito tempo, obrigando a uma logística bem estudada; não havia frigoríficos, guardava-se a carne à moda antiga, e o peixe do mar era uma extravagância para as gentes do interior; tomava-se banho num alguidar; não havia aquecimento das casas no inverno… Como o mundo mudou no tempo de vida deste homem bem-disposto que se ri de uma boa piada e conta histórias do passado. Combateu em África, serviu em vários territórios ultramarinos portugueses. Isto é impensável hoje em dia. «O quê? Havia colónias? Dominávamos os povos de África?» Sim, isto aconteceu há pouco tempo. Claro que hoje resolvem-se as questões de uma maneira mais civilizada, como fazem os russos e os israelitas: disparam-se mísseis, e a explosão é tão medonha que mata os maus e os bons, mas ao menos há a certeza de que os maus são eliminados. É tudo mais objetivamente certeiro, até porque as armas modernas permitem isso e muito mais. Prever como será o mundo daqui a noventa anos é impossível, e mesmo se nos deitarmos a adivinhar como será daqui a dez, vamos cair em erros grosseiros. Noventa anos antes do nascimento deste meu querido nonagenário (1844), o mundo não era tão diferente de 1934 como daí para diante. Havia gente de tamancos, casas de pedra nua, fogões de lenha, labuta diária na terra, e casas de banho só nos sonhos. Mas se recuarmos a 1754, noventa anos antes, a diferença em relação a 1844 é muito menor; e quanto mais andarmos para trás, mais estabilidade encontramos. No século II, por exemplo, a tecnologia não mudava nada em 90 anos, nem sequer em 200 ou 300; e se formos para o neolítico, nem em mil anos o estilo de vida se alterava de forma que se notasse, por isso era perfeitamente possível prever como seria a vida dali a noventa anos (algo burlesco nos dias de hoje). No paleolítico, nem em dez mil se alterava. É incrível o rumo que tomou o desenvolvimento tecnológico: hoje há quem tenha medo do que se possa inventar, enquanto que no passado se desejava o que pudesse aliviar a faina dos dias. O moinho de mó movimentada pela força da água, em vez da força dos braços, não foi logo divulgado pelos quatro cantos do mundo: demorou séculos e séculos, assim como a roda de oleiro. Agora inventa-se uma coisa e transcorrida uma semana já está toda a gente à porta do centro comercial para a adquirir, mesmo que não contribua em nada para a felicidade pessoal. Testemunhei uma pessoa que foi a uma loja comparar um iPhone (eu nem sei bem como se escreve esta modernice) e chorou lágrimas bem visíveis quando o empregado lhe disse que não havia! Seria caso de vida ou morte aquele aparelho? Penso que nos ultrapassamos a nós mesmos nesta voragem. Queremos possuir, possuir, possuir, porque a evolução tecnológica nos espicaça a voracidade. Claro que hoje as pessoas vivem mais anos e com saúde física, mas descura-se a saúde mental. Mesmo que se viva mil anos, que valor terá uma vida queixosa? Eu já ouvi pessoas perfeitamente saudáveis dizerem que a morte significa a paz. Será que quererão viver cem anos? Ou cento e vinte, ou cento e cinquenta? Este meu querido nonagenário (caloiro, ainda, porque só fez noventa há dias) sabe, felizmente, aproveitar os anos que a natureza lhe deu. Ri-se, sorri, e nesse dia de aniversário chorou de emoção genuína ao recordar o passado. Depois abraçou a sua esposa e deu-lhe um beijo de amor. Na boca!
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A EBI MAIA PRETENDE HOMENAGEAR A PROFESSORA, TRADUTORA E AUTORA HELENA CHRYSTELLO

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O CONSELHO PEDAGÓGICO DA EBI DA MAIA (S MIGUEL, AÇORES) QUER PRESTAR HOMENAGEM À SUA COLEGA PROFESSORA HELENA CHRYSTELLO EM COLABORAÇÃO COM A AICL E DEFINIU COMO DATA

21 março 2024 dia da poesia (na EBI MAIA) 2 sessões de 90 minutos

 

Manhã 3º ciclo

Apresentação 9 poemas 9 línguas por Aníbal Pires 15’

Poesia de Chrys dedicada à Helena dita pelos presentes

Um aluno da EBI falará da sua antiga professora Helena

Possível intervenção musical (Maria Nobody)

Homenagem de autores presentes

 

Tarde 2º ciclo

Notícia da antologia do humor açoriano (curta amostra de 1 texto por Chrys) 5’

Vídeo imagens da Helena ??

Um aluno da EBI falará da sua antiga professora Helena

Homenagem de autores presentes

 

Além dos sócios não-mencionados na lista aqui se juntaram, aleatoriamente, alguns nomes sugeridos a participar, pf indiquem disponibilidade e presença (manhã ou tarde dia 21/3)

  • * Residem fora da ilha de S Miguel
1. ÁLAMO OLIVEIRA *
2. ALEXANDRE BORGES *
3. ANA PAULA ANDRADE
4. ANABELA FREITAS *
5. ANÍBAL PIRES
6. CARLOS ENES *
7. CAROLINA CONSTÂNCIA
8. CAROLINA CORDEIRO
9. DIANA ZIMBRON *
10. DIOGO OURIQUE *
11. EDUÍNO DE JESUS
12. ERNESTO REZENDES
13. FRANCISCO MADRUGA *
14. JOÃO PAULO CONSTÂNCIA
15. JOÃO PEDRO PORTO
16. JOSÉ ANDRADE
17. JOSÉ SOARES
19. LUÍS FILIPE BORGES *
20. MADALENA SAN-BENTO
21. MALVINA SOUSA
22. MANUELA MARUJO *
23. MARIA JOÃO RUIVO
24. NATIVIDADE RIBEIRO *
25. NUNO COSTA SANTOS *
26. ONÉSIMO T ALMEIDA *
27. PAULA CABRAL
28. PAULA SOUSA LIMA
29. PEDRO ALMEIDA MAIA
30. PEDRO PAULO CÂMARA
31. RENATA CORREIA BOTELHO
32. SUSANA ANTUNES *
33. SUSANA GOULART COSTA
34. SUSANA TELES MARGARIDO
35. TELMO NUNES
36. URBANO BETTENCOURT
37. VASCO MEDEIROS ROSA*
38. VASCO PEREIRA DA COSTA *
39. VILCA MERÍZIO *

SE O SEU NOME NÃO CONSTA DA LISTA E SE QUER ASSOCIAR À HOMENAGEM, INDIQUE PARA QUAL SESSÃO . As presenças e/ou participação (especificar manhã ou tarde)devem ser confirmadas para Dora Cristina Ribeiro Pessoa da Silva dora.silva@ebimaia.net

Cc chrys@lusofonias.net

 

ESTUDAMOS A POSSIBILIDADE DE TRANSMITIR MENSAGENS DE VÍDEO LIMITADAS A 2 – 3 MINUTOS POR PESSOA