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casamento ou pedofilia em Moçambique»

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Criancinhas a casar a ter filhos a anularem se …

1 em cada 2 meninas casa antes dos 18 anos, e 1 em cada 10 já está casada antes dos 15 anos. Leia o relatório Situação das Crianças em Moçambique 2014 que tem como objectivo analisar, de uma forma objectiva, a actual situação das mais de 12 milhões de crianças em Moçambique. http://sitan.unicef.org.mz/

1 em cada 2 meninas casa antes dos 18 anos, e 1 em cada 10 já está casada antes dos 15 anos.

Leia o relatório Situação das Crianças em Moçambique 2014 que tem como objetivo analisar, de uma forma objetiva, a atual situação das mais de 12 milhões de crianças em Moçambique.

Morreu Claude Rouquet, um editor apaixonado pela poesia portuguesa – PÚBLICO

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Morreu Claude Rouquet, um editor apaixonado pela poesia portuguesa – PÚBLICO.

https://www.publico.pt/2015/01/13/culturaipsilon/noticia/morreu-claude-rouquet-um-editor-apaixonado-pela-poesia-portuguesa-1682130

Histórias de Portugal e Marrocos- A Guerra de Arzila

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Asilah

Histórias de Portugal e Marrocos- A Guerra de Arzila

 

 

 

Após a conquista de Ceuta em 1415, Tânger torna-se uma obsessão para a coroa de Portugal. Em 1437 um grande e mal planeado ataque comandado pelo infante D. Henrique fracassa, constituindo um rude golpe para as aspirações portuguesas. A opção é então tomar Alcácer Ceguer, facto que ocorre em 1458, já no reinado de D. Afonso V. No ano de 1464 D. Afonso V faz uma nova tentativa para conquistar Tânger, seguida de outros ataques “menores”, todos sem sucesso. A tomada de Tânger revelava-se como difícil de concretizar.

Em 1471 organiza-se uma poderosa armada, a maior até então, para voltar ao estreito. Tendo Tânger como objectivo final, Portugal opta por atacar inicialmente Arzila, por vários motivos:

Em primeiro lugar porque o seu governador MulayAsh-Sheikh, filho do regente Lazeraque, estava ausente, empenhado num cerco a Fez para tomar o lugar do sultão. Em segundo lugar, porque tomada Arzila, Tânger ficaria isolada do resto do território de Marrocos, tornando-se numa presa fácil para Portugal. Finalmente, porque Arzila era uma praça rica, que constituía um dos locais de chegada do ouro do Mali, perspectivando-se um saque compensador. Este facto leva inclusivamente a que Martim Leme, mercador flamengo, tenha contribuído para o financiamento da expedição em troca de fazer comércio livre na praça após a sua conquista.

Á semelhança das empresas anteriores, organizam-se três armadas, no Porto, em Lisboa e em Lagos, juntando-se as forças nesta última cidade. No dia 18 de Agosto de 1471 a armada parte rumo a Arzila. Segundo Ruy de Pina eram 477 navios e 30.000 homens de desembarque, segundo Damião de Góis eram 338 velas e 24.000 homens.

“Ia nela a melhor gente de Portugal: D. Afonso e seu filho herdeiro do trono, D. João, de 16 anos de idade, que combateu valorosamente, como seu pai; entre os fidalgos o conde de Valença, D. Henrique de Meneses, capitão de Alcácer Ceguer, o conde de Monsanto, D. Alvaro de Castro, o conde de Marialva, D. João Coutinho, ambos mortos no combate à vila, e muitos outros.” (David Lopes)

A Guerra de Arzila

leia mais https://historiasdeportugalemarrocos.wordpress.com/2015/01/06/a-guerra-de-arzila/#more-3333

3 comments on “A Guerra de Arzila”

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Homens que compartilham selfies on-line mostram mais sinais de psicopatia, diz estudo – Jornal O Globo

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Homens que compartilham selfies on-line mostram mais sinais de psicopatia, diz estudo – Jornal O Globo.

An Indian tourist uses a selfie stick to take a photograph in front of the historical Red Fort monument in New Delhi, India, Tuesday, Jan. 6, 2015. Selfie sticks have become popular among tourists because you dont have to ask strangers to take your picture, and you can capture a wide view in a selfie without showing your arm. (AP Photo /Manish Swarup) Foto: Manish Swarup / AP

https://oglobo.globo.com/economia/tecnologia/homens-que-compartilham-selfies-on-line-mostram-mais-sinais-de-psicopatia-diz-estudo-15028154

Os mouros na Península Ibéria (Al-Andalus) – Portugalécia

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História – Os mouros na Península Ibéria (Al-Andalus) – Portugalécia.

https://youtu.be/Av0MCGVcBeM

http://portugalecia.weebly.com/iniacutecio/historia-os-mouros-na-peninsula-iberia-al-andalus

Fontes: Wikipédia | Youtube

ImagemA Expansão Islâmica

Em 711 a Península Ibérica foi invadida por exércitos Islâmicos norte-africanos, conhecidos pela designação genérica de mouros – tratava-se essencialmente de berberes com elementos árabes. A presença e domínio islâmico na Península (chamada Al-Andalus, em árabe الإندلس ) veio a revelar-se um processo duradouro com importantes consequências civilizacionais. Se a campanha de conquista muçulmana, aproveitando-se de uma guerra civil entre diferentes facões visigodas pelo trono da Hispânia visigótica, demorou somente 8 anos, o domínio mouro em território português prolongou-se até à conquista definitiva do Reino do Algarve pelos portugueses em 1249.

De facto, foi a presença e o domínio islâmico que catalisou os processos produtores quer do Estado, quer da própria nacionalidade portuguesa, no contexto da reacção das elites e populações cristãs a que se convencionou chamar «Reconquista». Mas não pode pensar-se este processo de cinco séculos como um que tenha oposto linearmente as populações cristãs aos invasores islâmicos. Ocorreram processos de aculturação e entrecruzamento entre as populações autóctones da Península e as populações ditas «mouras». Os processos culturais foram de extrema importância: a complexidade, sofisticação e envergadura civilizacional, os contributos tecnológicos e científicos, linguísticos e literários, intelectuais, artísticos, etc., do Islão na Península Ibérica (e, por essa via, para toda a Civilização Europeia) foram de tal ordem que levam vários historiadores a falar, pelo menos para alguns dos períodos de dominação islâmica, de uma idade de ouro civilizacional, a que toda a Europa muito deveria.[58]

Além dos processos culturais, também ocorreram decerto processos démicos ou populacionais. Esta questão, a do contributo de populações mouras para o património genético das populações ibéricas modernas, levantou desde cedo muita controvérsia, não só por causa das conotações religiosas e políticas dessa presença moura no âmbito das discussões e competições nacionais e estatais intra-europeias, mas, acima de tudo, pelas conotações «raciais» dessa presença.
Desde a generalização das ideologias racistas e racialistas europeias a partir do século XIX, o período mouro da história peninsular foi usado como argumento para desqualificar «racial» e culturalmente os povos ibéricos da sua pertença europeia. Tais argumentos equiparam essa suposta componente norte-africana dos povos ibéricos a uma componente apenas qualificada como «africana» (ou seja, tendencialmente, subsariana, isto é, «negra»). Nos mundos de língua inglesa e alemã, por exemplo, a definição de «mouro», embora não sem ambiguidades, torna o termo praticamente sinónimo de «negro». Estas construções, particularmente vindas do mundo anglófono, foram historicamente mais relevantes aquando dos processos de competição colonial entre as potências ibéricas, particularmente a Espanha e as do norte da Europa, especialmente quando tais conflitos foram replicados luta entre catolicismo e protestantismo.
Estas visões racistas e racialistas, tal como muitas outras perspetivas mais generalizadas (inclusive na própria Península Ibérica) que, ainda que não tão marcadamente discriminatórias como as anteriores, fazem dos mouros ibéricos uma população e categoria «racial» radicalmente diferente das populações autóctones ibéricas, não têm em consideração os seguintes aspetos:

  • As populações norte africanas (bem como os pequenos grupos de árabes, de subsarianos, de escravos eslavos, de persas, etc., a elas associadas), mesmo com os diferentes momentos de entrada dessas populações ao longo dos séculos (coincidindo em grande medida com a entrada de novos exércitos aquando dos momentos de luta interna, política ou religiosa – fitna, no Al-Andalus), foram sempre uma minoria que não terá ultrapassado os 10% do conjunto da população total.[59]
  • A maioria da população muçulmana da Península Ibérica era constituída por autóctones ibéricos convertidos (os chamados Muladis), isto é; a maioria dos “mouros” eram de facto europeus, ibéricos de religião islâmica.[59]
  • A maioria da população em zonas de domínio muçulmano, ao longo de todos os séculos de presença, não era muçulmana (com algumas exceções localizadas espacial e temporalmente), mas sim população autóctone ibérica que se manteve de língua românica e cristã (do rito visigótico), ainda que fortemente arabizada do ponto de vista cultural – os chamados moçárabes[60] (repare-se que Moçárabe, para designar a população ou a língua, é um termo moderno do século XIX – essas populações referiam-se a si próprias e à sua língua como Latinus[61] ).
  • A maioria das populações norte-africanas que de facto se estabeleceram na península eram berberes. Os Berberes, particularmente das regiões mais litorais, não podem ser descritos como uma população radicalmente diferente das populações sul-europeias, com as quais, aliás, apresentam ligações ancestrais.
  • Mesmo nas elites islâmicas, a presença de elementos conversos não era despicienda – mesmo algumas dinastias reinantes tinham origem hispanovisigótica (como os Banu Qasi, fundados pelo converso hispano-visigodo Conde Cássio).
  • Os processos sociais do final da Reconquista e do período seguinte instituíram sistemas de discriminação social (geridos em parte pelas autoridades religiosas) que guetizaram e até expulsaram (para o Norte de África) fatias significativas das populações ditas mouriscas (as quais de qualquer modo, tinham uma origem basicamente autóctone ibérica).

Quando os mouros dominaram a Europa

Este é um caso onde a verdade é mais estranha que a ficção.
A história de Al-Andalus (península ibérica) não é o conto do bem contra o mal, Oriente contra o Ocidente. É intrigante e complexa, engenhosa e brutal. É muito humana e muito turbulenta. E é por isso que deve ser lembrada, e não excluída dos livros de história.

Maria Regina Teixeira WeckWerth
15/9/2015 02:23:1

columbário ou Túmulo romano nos Açores.

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Túmulo romano nos Açores.

http://videos.sapo.pt/1s9uPYS6mZa8ByINnok9 http://videos.sapo.pt/1s9uPYS6mZa8ByINnok9

 

500 anos das relações históricas entre Portugal e o Vietname, a outrora Conchichina

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Portugal – Vietname, 500 anos de História
January 9, 2015 Ásia, Todas as Categorias No comments
PORTUGAL – VIETNAME, 500 ANOS DE HISTÓRIA Os aliados Putao-Nhá
Os aliados Putao-Nhá

Com o alto patrocínio da Presidência da República, assinalam-se, em 2015, os 500 anos das relações históricas entre Portugal e o Vietname, a outrora Conchichina.

A sessão inaugural das comemorações – iniciativa conjunta da Sociedade Histórica da Independência de Portugal (SHIP), do Centro de História de Aquém e De Além Mar (CHAM) e da Associação de Amizade Portugal-Vietname (NamPor) – terá lugar no dia 15 de Janeiro, no Salão Nobre do Palácio da Independência, Largo de São Domingos (ao Rossio), em Lisboa. Será proferida uma conferência pela historiadora Isabel Augusta Tavares Mourão sobre as relações luso-vietnamitas ao longo de meio milénio.

Do programa consta ainda a inauguração de uma exposição de pintura vietnamita intitulada “A Paz na Arte”, que estará aberta ao público de 16 a 23 de Janeiro.

OS PUTAO-NHÁ

Entre o grupo de aventureiros portugueses que, em 1515, inaugurou a era do contacto vietnamita com o mundo ocidental constava o nome de Duarte Coelho, que também deixou pegadas pelo Brasil. Continua por localizar um padrão que ergueu algures na orla costeira dos antigos reinos do Tonquim, Cochinchina e Champa, que correspondem ao actual território vietnamita.

Não só não deixámos fortalezas no Vietname como recusámos, por diversas ocasiões, a oferta dos soberanos locais para que edificássemos feitoria na antiga cidade de Tourão (actual Danang), embora aí tivéssemos comerciado intensamente, assim como em Sinoa (actual Hué), e ainda em portos mais a norte, vizinhos a Hanói.

Contemporânea de Macau e Malaca, Hoi An, vila ribeirinha a sul de Danang, era conhecida outrora pelo nome de Faifo e, entre os séculos XVI e XIX, foi um dos mais importantes portos internacionais do Sudeste Asiático. Os seus actuais habitantes referem-se aos portugueses – os putao-nhá – como «os primeiros europeus a chegar ao Vietname», mas ficam por aí, desconhecendo que a Norte, a pouco mais de mil quilómetros da sua terra, o território de Macau – para onde tantos vietnamitas emigraram ou encontraram refúgio, após meses à deriva nos mares do Sul da China, sujeitos às intempéries – teve mais de quatro séculos para se habituar à presença desses estranhos de nariz comprido e pelo no corpo que, entre outras bagagens, trouxeram a espingarda e a cruz para estas paragens.

O PAPEL DE MACAU

Muito há ainda a investigar, a desmistificar e a divulgar no que se refere às relações dos portugueses com as famílias rivais dos Nguyen e dos Trinh, senhores dos reinos da Cochinchina e do Tonquim, ambos fiéis vassalos do imperador da China. Umas e outras tentaram atrair os mercadores portugueses à sua esfera de influência, se bem que tenha havido longos períodos de interdições ao comércio e até guerras, provocadas sobretudo pelo excesso de zelo dos missionários que, a bordo das embarcações mercantis, a todo o lado chegavam.

Ao longo de todo o processo dos descobrimentos, religião e comércio sempre estiveram associados, para o bem e para o mal. De forma a poderem exercer a sua actividade livremente, padres e comerciantes muniam-se de valiosos presentes, pois, nessa matéria, os Trinh e os Ngyuen eram insaciáveis. Fundamental para a manutenção das boas relações foi o fornecimento de tecnologia militar, armas e homens prontos a dar formação aos exércitos locais. Nessa área há a salientar o papel de um mestiço de Macau, João da Cruz, principal fundidor na capital imperial de Sinoa. Existem, ainda hoje, espalhadas pelos terrenos intramuros da fortaleza dessa cidade, canhões, bacias, caldeirões e outros objectos de bronze que ostentam o seu selo.

EVANGELIZAÇÃO A VÁRIAS VOZES

No rasto dos mercadores, em 1527, vieram os missionários dominicanos, e, em 1535, o primeiro militar, o capitão António Faria, ao que consta, responsável pelo estabelecimento do entreposto comercial português em Faifo. Outros missionários portugueses chegariam entretanto, acabando por estabelecer uma missão em 1596. Mas só dezanove anos mais tarde, quando os jesuítas, expulsos do Japão, foram autorizados a entrar no Vietname, é que o cristianismo ganhou verdadeira solidez. No ano da graça de 1615, chegavam a Hoi An, vindos das terras do Sol Nascente, o napolitano Francisco Buzoni e o português Diego Carvalho, os primeiros jesuítas a pisarem território vietnamita. Com eles vinha o leigo António Dias e Joseph Paul, um japonês convertido.

Bem cedo os europeus se deram conta da extrema dificuldade em efectuar um comércio rendível com o Vietname e de propagar aí a fé cristã. Uma a uma, as delegações ocidentais foram abandonando as respectivas feitorias e, após 1700, apenas os portugueses eram capazes de manter relações comerciais com aquele país, numa época em que o declínio do império das quinas era já um processo irreversível. Ficaríamos por aí. Até hoje.

Joaquim Magalhães de Castro

em Lisboa
http://www.oclarim.com.mo/todas/portugal-vietname-500-anos-de-historia/