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Muito interessante. Muito mesmo!

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A Estátua Equestre da Ilha do Corvo.
Já passava de meados do século quinze, quando os marinheiros portugueses, que iam rumo a ocidente à procura de mais terras, depararam, por fim, com um pequeno ilhéu negro, no meio do mar. Era a mais pequena ilha dos Açores que encontravam e, aproximando-se pelo lado do noroeste, viram, inesperadamente, no cume de um penhasco, que parecia servir de marco aos navegantes, o vulto de um homem grande de pedra, montado num cavalo sem sela.
Era uma estátua profética, construída não se sabe por quem, e representava um homem, coberto com uma espécie de manto, com a cabeça descoberta. As faces do rosto e outras partes estavam sumidas, cavadas e quase gastas do muito tempo que ali tinha estado. Sobre as crinas do cavalo, que tinha uma perna dobrada a outra levantada, estava colocada a mão esquerda do homem, enquanto que o braço direito estava estendido e com os dedos da mão encolhidos. Só o indicador continuava aberto e apontava para o poente ou noroeste, para as regiões onde o sol se oculta, a grande terra dos bacalhaus, as Indias de Castela ou o Brasil, terras que ainda não tinham sido descobertas.
A estátua assentava sobre uma laje também de pedra, na qual estavam escritas algumas palavras, que, embora muito gastas da antiguidade e do rocio do mar, ainda deixavam ler: “Jesus, avante!”. Era uma incitação aos descobridores portugueses para que avançassem e expandissem a fé cristã para o ocidente. Os nossos marinheiros seguiram o conselho, viajaram para ocidente e descobriram muitas terras onde semearam a fé em Jesus.
Hoje a estátua já não se encontra lá porque, no tempo de D. Manuel, veio do reino um homem, mandado pelo rei, para a apear e levar. Descuidando-se, a estátua quebrou-se em pedaços, dos quais alguns foram levados ao rei. Mas ainda, na parte noroeste da ilha, encontramos o promontório onde se levantou a estátua equestre e, mais abaixo, o marco que deu o primeiro nome à ilha — ilha do Marco.
A esta estátua se devem as descobertas para o ocidente, porque, com aquele dedo apontado, anunciou a existência de outros mundos e bastou que os navegadores compreendessem e interpretassem essa escultura em pedra para avançarem em direcção às Américas.

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Thank you very much, Rotary, for the distinction “Paul Harris Fellow”. Muito obrigado pela distinção, fiquei muito feliz e honrado. A distinção certamente eleva a minha responsabilidade na sociedade.




◾️ RECONHECIMENTO MÉRITO PROFISSIONAL RC PORTO ◾️
“A Educação é mais do que instrução”, foi um dos reptos deixados pelo Eng. José António Salcedo, que fora homenageado na segunda-feira passada no evento de Reconhecimento ao Mérito Profissional do Rotary Club do Porto.
O Governador do nosso Distrito Joaquim Branco marcou presença no evento o que muito honrou todos os presentes, nesta cerimónia que reuniu mais de 80 participantes.
Face ao Curriculum profissional e pessoal do nosso homenageado, foi-lhe atribuído a distinção máxima em Rotary: o Título Paul Harris.
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Porto Formoso.Rua da Eira.
Perguntei aos habitantes mais antigos onde ficava e ninguém me soube informar. Percorri a rua toda e deparei-me com um Celeiro e a Eira no meio fiquei encantado. Passou alguns lavradores nas suas carrinhas e um disse-me aquelas estaiações era um quartel de tropa da II Guerra Mundial. Curioso as ultimas recordações é que ficaram pois a guerra foi há 75 anos? O Celeiro já tem dois ou trés séculos? É pena porque está quase em ruínas. Tem uma passagem de um lado para o outro e tem as marcas de rilheiras das muitas carroças que passou por ali no teto tem barrotes ainda feitos á enchó. A estrutura tem edifícios na envolvência do terreno. O que vi no momento que todo Trigo ia para a Eira e era armazenado por um preço e vendido por outro? E quando chegava á época das sementeiras iam lá comprar? Era bom saber em que época que deixou de guardar Trigo e Milho? Tem interesse de colocar uma lápide do Batalhão que ali esteve de 1939 a 1945?. A estrutura tem pelo menos duas histórias. Assim vai o nosso Patrimônio





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Portugal e o colonialismo
Penso que as Ciências Sociais e Humanas (CSH) não devem colocar em termos morais a questão colonial. Porque o que se espera de um sociólogo não é aquilo que se espera do líder de uma confissão religiosa, ou do líder político de uma nação, que denunciem a responsabilidade de uma Igreja, ou de um país, em crimes, do presente ou do passado.
Para as CSH, o colonialismo é uma metamorfose da metafísica da unidade, que constituiu o Ocidente, e que apaga toda a diferença. Foi o regime logocêntrico, da tradição greco-latina, e o regime simbólico, da tradição judaico-cristã, que marcaram o movimento da cultura ocidental, concretizando uma longa narrativa de absorção do outro pelo regime do mesmo, ou seja, pela metafísica da unidade.
O que se espera das CSH é, pois, que compreendam e expliquem a lógica que constituiu o Ocidente, e em consequência, que compreendam e expliquem, também, o colonialismo, e não que andem à procura de culpados, nem que promovam atos expiatórios de culpas passadas.
É este o sentido da crónica, que hoje publiquei no Correio do Minho.

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Pessoas que melhoram sua situação financeira e sobem um ou alguns degraus da escada social parecem esquecer rapidamente que há pouco tempo também eram pobres
Source: Por que pobre que deixa de ser pobre gosta de pisar em pobre?
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