Portugueses no Hawaii

Views: 0

Muito interessante. Muito mesmo!

RESEARCHJOURNAL.YOURISLANDROUTES.COM
How would you define your Portuguese ancestors who went to Hawaii? You might start by calling them Azorean, Madeiran, and Portuguese. You would call them Caucasian, wouldn’t you? But, would you…

ligue 112 call 911 – 000

Views: 0

Ora bem!

-0:26

13
40,100 Views

Tás mal muda-te

Nos tempos que correm, vale a pena partilhar…

facebook.com/tasmalmudate

A Estátua Equestre da Ilha do Corvo

Views: 0

album
Image may contain: ocean, sky, cloud, mountain, outdoor, nature and water
Fernando A. Pimentel added a newphoto.

6 mins

A Estátua Equestre da Ilha do Corvo.
Já passava de meados do século quinze, quando os marinheiros portugueses, que iam rumo a ocidente à procura de mais terras, depararam, por fim, com um pequeno ilhéu negro, no meio do mar. Era a mais pequena ilha dos Açores que encontravam e, aproximando-se pelo lado do noroeste, viram, inesperadamente, no cume de um penhasco, que parecia servir de marco aos navegantes, o vulto de um homem grande de pedra, montado num cavalo sem sela.
Era uma estátua profética, construída não se sabe por quem, e representava um homem, coberto com uma espécie de manto, com a cabeça descoberta. As faces do rosto e outras partes estavam sumidas, cavadas e quase gastas do muito tempo que ali tinha estado. Sobre as crinas do cavalo, que tinha uma perna dobrada a outra levantada, estava colocada a mão esquerda do homem, enquanto que o braço direito estava estendido e com os dedos da mão encolhidos. Só o indicador continuava aberto e apontava para o poente ou noroeste, para as regiões onde o sol se oculta, a grande terra dos bacalhaus, as Indias de Castela ou o Brasil, terras que ainda não tinham sido descobertas.
A estátua assentava sobre uma laje também de pedra, na qual estavam escritas algumas palavras, que, embora muito gastas da antiguidade e do rocio do mar, ainda deixavam ler: “Jesus, avante!”. Era uma incitação aos descobridores portugueses para que avançassem e expandissem a fé cristã para o ocidente. Os nossos marinheiros seguiram o conselho, viajaram para ocidente e descobriram muitas terras onde semearam a fé em Jesus.
Hoje a estátua já não se encontra lá porque, no tempo de D. Manuel, veio do reino um homem, mandado pelo rei, para a apear e levar. Descuidando-se, a estátua quebrou-se em pedaços, dos quais alguns foram levados ao rei. Mas ainda, na parte noroeste da ilha, encontramos o promontório onde se levantou a estátua equestre e, mais abaixo, o marco que deu o primeiro nome à ilha — ilha do Marco.
A esta estátua se devem as descobertas para o ocidente, porque, com aquele dedo apontado, anunciou a existência de outros mundos e bastou que os navegadores compreendessem e interpretassem essa escultura em pedra para avançarem em direcção às Américas.

Image may contain: ocean, sky, cloud, mountain, outdoor, nature and water
leia mais sobre este tema no livro ChrónicAçores uma circum-navegalção de Chrys Chrystello ou aqui https://blog.lusofonias.net/?p=87433

homenagem ao associado AICL JOSE ANTONIO SALCEDO

Views: 0

Thank you very much, Rotary, for the distinction “Paul Harris Fellow”. Muito obrigado pela distinção, fiquei muito feliz e honrado. A distinção certamente eleva a minha responsabilidade na sociedade.

Image may contain: 3 people, people smiling, people standing
Image may contain: 1 person, suit and indoor
Image may contain: 3 people, people smiling, suit
Image may contain: 1 person, suit and indoor
Rotary Portugal Distrito 1970

◾️ RECONHECIMENTO MÉRITO PROFISSIONAL RC PORTO ◾️

“A Educação é mais do que instrução”, foi um dos reptos deixados pelo Eng. José António Salcedo, que fora homenageado na segunda-feira passada no evento de Reconhecimento ao Mérito Profissional do Rotary Club do Porto.

O Governador do nosso Distrito Joaquim Branco marcou presença no evento o que muito honrou todos os presentes, nesta cerimónia que reuniu mais de 80 participantes.

Face ao Curriculum profissional e pessoal do nosso homenageado, foi-lhe atribuído a distinção máxima em Rotary: o Título Paul Harris.

PATRIMÓNIO ABANDONADO NOS AÇORES4

Views: 0

Porto Formoso.Rua da Eira.

Porto Formoso.Rua da Eira.
Perguntei aos habitantes mais antigos onde ficava e ninguém me soube informar. Percorri a rua toda e deparei-me com um Celeiro e a Eira no meio fiquei encantado. Passou alguns lavradores nas suas carrinhas e um disse-me aquelas estaiações era um quartel de tropa da II Guerra Mundial. Curioso as ultimas recordações é que ficaram pois a guerra foi há 75 anos? O Celeiro já tem dois ou trés séculos? É pena porque está quase em ruínas. Tem uma passagem de um lado para o outro e tem as marcas de rilheiras das muitas carroças que passou por ali no teto tem barrotes ainda feitos á enchó. A estrutura tem edifícios na envolvência do terreno. O que vi no momento que todo Trigo ia para a Eira e era armazenado por um preço e vendido por outro? E quando chegava á época das sementeiras iam lá comprar? Era bom saber em que época que deixou de guardar Trigo e Milho? Tem interesse de colocar uma lápide do Batalhão que ali esteve de 1939 a 1945?. A estrutura tem pelo menos duas histórias. Assim vai o nosso Patrimônio

No photo description available.
Image may contain: sky, cloud and outdoor
Image may contain: outdoor
Image may contain: plant and outdoor
No photo description available.
+2

Portugal e o colonialismo Moisés de Lemos Martins

Views: 0

Portugal e o colonialismo

Penso que as Ciências Sociais e Humanas (CSH) não devem colocar em termos morais a questão colonial. Porque o que se espera de um sociólogo não é aquilo que se espera do líder de uma confissão religiosa, ou do líder político de uma nação, que denunciem a responsabilidade de uma Igreja, ou de um país, em crimes, do presente ou do passado.

Para as CSH, o colonialismo é uma metamorfose da metafísica da unidade, que constituiu o Ocidente, e que apaga toda a diferença. Foi o regime logocêntrico, da tradição greco-latina, e o regime simbólico, da tradição judaico-cristã, que marcaram o movimento da cultura ocidental, concretizando uma longa narrativa de absorção do outro pelo regime do mesmo, ou seja, pela metafísica da unidade.

O que se espera das CSH é, pois, que compreendam e expliquem a lógica que constituiu o Ocidente, e em consequência, que compreendam e expliquem, também, o colonialismo, e não que andem à procura de culpados, nem que promovam atos expiatórios de culpas passadas.

É este o sentido da crónica, que hoje publiquei no Correio do Minho.

CORREIODOMINHO.PT
Em 2000, o Papa João Paulo II publicou o documento Memória e Reconciliação: A Igreja e os Erros do Passado. Nele pediu perdão por um conjunto de crimes da Igreja. Entre eles, conversões forçadas, uso da violência e preconceito…

Continuar a ler

Por que pobre que deixa de ser pobre gosta de pisar em pobre?

Views: 0

Pessoas que melhoram sua situação financeira e sobem um ou alguns degraus da escada social parecem esquecer rapidamente que há pouco tempo também eram pobres

Source: Por que pobre que deixa de ser pobre gosta de pisar em pobre?

homenagem à ex diretora do IILP Marisa Mendonça

Views: 4

ler aqui https://iilp.wordpress.com/2019/01/24/governo-de-cabo-verde-distingue-antiga-diretora-executiva-do-instituto-internacional-da-lingua-portuguesa/?fbclid=IwAR0_WvKqMQ6n2I1MzLyRiqwPm_FJouiYmTzUDP8wurOfIQWpRBmJ1xgeuic