Faial por João Gago da Câmara

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  • Tomás Quental

    14 hrs

    As ilhas açorianas em livro de excelentes crónicas: uma sugestão

    Caro João Câmara! Tu, que me conheces há muitos anos, sabes bem que eu não sou de hipocrisias e falsos elogios. Se não gostasse das crónicas que tens escrito sobre as nossas ilhas, calava-me ou criticava mesmo. Acontece, porém, que tenho apreciado muito – muito mesmo! – esses teus textos, num estilo leve e apetecível para a leitura, cheios de pormenores e curiosidades. Estás a prestar um excelente serviço à promoção no exterior das ilhas açorianas. Mas eu quero fazer-te uma sugestão: com esta qualidade de escrita e com esta riqueza de informação, nomeadamente histórica, geográfica, paisagística e sociológica, tudo bem articulado e harmonizado, no final estas nove crónicas merecem e devem ser publicadas em livro, eventualmente com algum ajuste para o efeito, acompanhadas com boas fotografias. Não tenho dúvidas que esse livro será um sucesso editorial!

  • João Câmara

    17 hrs

    ILHA DO FAIAL NA VISÃO

    Fechamos hoje o périplo pelas ilhas do grupo central do arquipélago com o desembarque da Visão no bonito Faial, a ilha azul.
    Boas leituras.

J H Santos Barros

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Lusa Ponte shared a link.

1 hr

ândola sejam momentos de fraterno reencontro.

Um abraço Tio.

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Urbano Bettencourt shared a post.

10 hrs

J. H. SANTOS BARROS:

Eis, finalmente, os Poemas Todos do mais intenso e diverso poeta açoriano revelado nos anos 60 do século passado.
Organização de Jorge Reis-Sá para a Imprensa Nacional.

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Pedro Horta

23 hrs

Já saiu a Obra completa do José Henrique Santos Barros!!

Maravilhosa prenda pela mão da INCM, sob orientação do Jorge Reis-Sá, com prefácio do António Lobo Antunes e a preciosa ajuda dos amigos em especial o Urbano Bettencourt que há pouco me deu a notícia.

Uma obra justíssima e necessária. Uma oportunidade para revisitarmos todos os seus trabalhos, uma oportunidade para (re)conhecermos e colocarmos o José Henrique no lugar que merece na Literatura Açoriana e Portuguesa.

Jorge Reis-Sá afirma esperar que J.H. Barros Santos seja lembrado “como um dos mais inventivos poetas de língua portuguesa, imerecedor do esquecimento a que foi votado durante quase 40 anos”.

Lobo Antunes destaca os poemas do final de vida do poeta “em plena maturidade”, que aponta como “peças de primeira água pelas quais [J.H. Santos Barros] deverá ser julgado”, atrevendo-se, como escreve, a referir que “quatro ou cinco (…) resistirão ao tempo

Espero que os lançamentos que decerto se farão, quer na Terceira, quer em São Miguel, quer em Grândola sejam momentos de fraterno reencontro.

Um abraço Tio.

Uma hipótese: centrar o discurso na intervenção cultural de J. H. Santos Barros na imprensa dos Açores (antes e depois de 1974), de que o rasto mais visível será detectável nos suplementos «Glaci…

TURISMO E CULTURA NOS AÇORES

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TURISMO E CULTURA…

O turismo, seja do ponto de vista de quem recebe, de quem organiza ou de quem promove, tem muito de invasão.
Não usa armas letais, mas tem um impacto, profundo e duradoiro, aos mais diversos níveis.
Nada fica como dantes, independentemente do número de turistas a visitar um local ou uma comunidade. Porque todos somos portadores de uma certa forma de ver as coisas e, desde que entremos em contacto com alguém, todos ficamos diferentes. Nós e os outros.
Por outro lado, um turista nem sempre é uma visita. Aliás não costuma sê-lo, mas há que o transformar nisso, sempre que possível. A diferença nem sequer é subtil. Uma visita tem algum grau de amizade, um turista habitualmente não tem. Uma visita não costuma pagar, um turista paga e, porque paga, sente-se no seu natural direito de receber, em troca, aquilo que acredita que comprou.
Venho com isto tudo porque temos turismo nas ilhas e convém que tenhamos. Por razões económicas, culturais, políticas e sociais. Económicas porque a entrada de dinheiro é boa para as contas; culturais porque recebemos gente diferente, com ideias diferentes e isso areja o pensamento; políticas e sociais porque, de facto, o turismo, apesar das características de invasão, também pode ser um caminho de construção da paz, e precisamos disso, neste mundo actual. Nada é melhor, para um ser humano, do que perceber que não está sozinho no mundo, com problemas que julga só seus.
É por isso que o envolvimento de todos os interessados é fundamental. É por isso que ninguém deve ser afastado dos circuitos por onde o turismo passa.
Porque ele vem ter connosco, e, com poucos ou muitos visitantes, com poucos ou muitos industriais, o resultado será sempre o mesmo, se deixarmos as coisas nas mãos de outros: A vida muda sem a gente perceber, as coisas alteram-se, devagarinho ou depressa, e, um belo dia, tudo mudou!
A questão também não pode ser resolvida criando zonas estanque, do tipo “turistas e profissionais de turismo” para um lado e “nós que vivemos aqui e não queremos ter nada a ver com isso”, por outro. Deixá-lo à solta é que não!
É essencial, portanto, uma perspectiva agregadora, sobretudo num território como os Açores, onde a nossa vida e a nossa cultura são feitas dos impactos sucessivos de ondas, planetárias, de mudanças e choques, ao longo de cinco séculos de vida.
Daí que os agentes culturais não se podem alhear desta dinâmica, nem ser vistos ou tomarem-se como adversários dela. Porque ela é, além de económica, profundamente social e cultural. Porque a cultura é recriação constante. Altera-se e vive, precisamente, de todos os contactos que a rodeiam.
Temos, TODOS, de conhecer aquilo que entendemos por raízes e vivências culturais nossas. De as estudarmos, de as vivermos. De percebermos como podem continuar a existir ou modificar-se sem se destruir. Só assim poderemos saber até que ponto, em que quantidade e como, temos condições de partilhar.
Só se partilha o que se conhece e só assim se pode transformar um negócio, com o impacto de uma invasão, em troca cultural, benéfica para todos.
(in Diario Insular Sábado 2 de Março)

and now for something completely different..

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Joana Mota shared a video.

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I Love Old Songs

The Animals – House of the rising Sun – 1964

Obra Completa de J.H. Santos Barros, “Alexandrina, como era”, inclui inéditos – Açoriano Oriental

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A Obra Completa de J.H. Santos Barros, “Alexandrina, como era”, organizada por Jorge Reis-Sá, inclui vários inéditos, e conta com um prefácio de António Lobo Antunes, que qualifica alguns dos poemas como “magníficos”.

Source: Obra Completa de J.H. Santos Barros, “Alexandrina, como era”, inclui inéditos – Açoriano Oriental

 

https://www.acorianooriental.pt/noticia/obra-completa-de-j-h-santos-barros-alexandrina-como-era-inclui-ineditos-297718

é milagre, é milagre, sim senhor

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casa na árvore your dream tree house

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João Silveira shared a video.

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Tree House Has Built-In Bike Elevator
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INSIDER Presents

This tree house has a bike elevator. 🚲

a indispensável localização em tradução

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Teixeira Bastos shared a post.

18 hrs

KONA elétrico ……Image may contain: car

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Sofia Alves

Agora é tudo elétrico 🤓🤣🤣🤣🤣

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