A-dos-Ruivos: a história da aldeia portuguesa que está repleta… de ruivos | VortexMag

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GRANDOLA VILA MORENA EM VIGO

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Fernando Martinho Guimarães shared a post.

12 hrs

Da Galiza, com amor!
Através do Manuel Forcadela

-3:48

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Manuel Forcadela

O Grándola vigués filmado na Praza da Constitución polo meu amigo Basilio Segarra

Anxo Cabada Alvarez Ana Fresco

Um cheirinho da Ilha de Santa Maria (um roteiro de 72 horas) | Alma de Viajante

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Miradouro São LourençoEste foi o meu roteiro de três dias na Ilha de Santa Maria, Açores, para o inspirar a visitar Santa Maria e a decidir o que fazer na ilha.

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Como era a vida em Portugal nos tempos da ditadura?

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Como era a vida em Portugal nos tempos da ditadura?

Nos tempos da ditadura salazarista, Portugal vivia tempos muito complicados, mas apesar disso também havia aspectos positivos.

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portugal antes do 25 de abril
Varinas

Como era a vida em Portugal antes do 25 de Abril de 1974? Já não sabemos o que é viver sem ser em liberdade mas é importante relembrar, principalmente neste dia. Sabia que antes de 1974 não havia turmas mistas? Ou que meia dúzia de pessoas não se podiam juntar para discutirem ideias? Ficam aqui seis coisas que não podiam ser feitas antes da Revolução:

1- Rapazes para um lado e raparigas para outro. As crianças tinham de usar fardas e eram separadas por género. Não havia turmas mistas. E por vezes, as raparigas iam à escola na parte da manhã e os rapazes da parte da tarde.

2- Não havia liberdade de expressão. Não se podia dizer mal do Governo, nem dar a entender alguma opinião contrária. Tudo passava pelo rigoroso ‘lápis azul’ da censura e era comum livros, músicas, desenhos e notícias serem apreendidos por porem em causa a ordem pública.

3- Não havia direito ao voto livre. E as mulheres só podiam votar se tivessem o ensino secundário.

4- Enfermeiras, telefonistas e hospedeiras da TAP não se podiam casar, e as professoras tinham de ter uma autorização especial. Já para saírem sozinhas do país, todas as mulheres casadas precisavam da autorização do marido.

5- Não era permitido grupos de pessoas juntarem-se para falar ou a discutir ideias. Muito menos podiam existir associações ou reuniões.

6- Não era permitido festejar o Dia do Trabalhador. No ano de 1974, já em liberdade houve várias celebrações populares por todo o país. Só em Lisboa mais de um milhão de pessoas saíram à rua.

Não sabemos em que local foi tirada a fotografia, mas quando olhámos para ela sentimos um misto de saudade e de nostalgia. Portugal vivia tempos muito difíceis… os filhos partiam para a guerra ou davam o salto para o estrangeiro.

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Os velhos cuidavam no campo. Não havia liberdade, não havia dinheiro. Mas de uma forma simples e humilde, conseguíamos encontrar um pouco de felicidade que nos fizesse esquecer, nem que fosse por momentos, as amarguras do dia-a-dia.

No meio de todas aquelas dificuldades, apesar das perseguições, presos políticos, falta de liberdade, analfabetismo, etc…, cada português tentava, à sua maneira, encontrar um pouco de felicidade no seu dia-a-dia, junto da família e dos amigos, felicidade essa baseada nas coisas pequenas e simples da vida.

ganhoes

Portugal vivia amordaçado por uma ditadura implacável que não perdoava quem lutava contra ela. Para todos aqueles que viveram nesses tempos, para aqueles que nos deram a nossa liberdade e para aqueles que simplesmente viviam o seu dia-a-dia, a nossa homenagem.

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óbito João de Brito Zeferino

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João de Brito Zeferino: cidadão impoluto e jornalista sério

Foi, acima de tudo, um grande Açoriano! Poucos açorianos serviram tanto e tão bem a nossa terra. Lamento imenso o seu desaparecimento! Foi muito justamente homenageado em vida, pelo seu exemplo como cidadão impoluto e pelo valioso trabalho em prol do desporto através de um jornalismo assíduo e sério. Em suma, todos gostavam e apreciavam João de Brito Zeferino, como pessoa e como jornalista. Curvo-me, emocionado, ante a sua memória, certo de que o seu nome e a sua lição de vida não serão esquecidos: serão sempre referências para quem quiser construir uma terra açoriana cada vez melhor.

Antena 1 Açores

Faleceu João de Brito Zeferino
É um nome de referência no jornalismo desportivo açoriano
Com um percurso impar, exerceu ao longo de várias décadas. Muitas, na Antena 1 – Açores
No Dia da Região foi condecorado pelo, então, Presidente do Governo Açoriano, Carlos César

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Hernando Colon A 500-Year-Old Library Catalog

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“Christopher Columbus’ Son Had An Enormous Library. Its Catalog Was Just Found”:

https://www.npr.org/2019/04/24/716600905/christopher-columbus-son-had-an-enormous-library-its-catalog-was-just-found

mais imagens 31º colóquio Belmonte 2019 12-15 abril

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mais um filme com imagens do 31º colóquio

https://www.lusofonias.net/documentos/aicl-imagens-sons-dos-col%C3%B3quios/2528-31%C2%BA-col%C3%B3quio-imagens-belmonte-2019-12-15-abril-vol-2.html

ou

https://youtu.be/R33zQb7UP0Q

Chrys Chrystello Bem-vindo ao Pen International

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a partir de abril 5 faço parte do prestigiado Pen International

——– Forwarded Message ——–

Subject: Fwd: Mensagem de boas-vindas do PEN Portugal
Date: Tue, 23 Apr 2019 11:12:27 +0100
From:
Bem-vindo ao PEN Portugal!
Após a aceitação da sua candidatura a membro do PEN, vimos pela presente fornecer todas as informações necessárias para o início desta colaboração. Encontrará em anexo a esta mensagem o formulário de adesão (que, de acordo com a sua mais oportuna disponibilidade, deverá preencher e devolver assinado), bem como as informações sobre o pagamento da quota anual. Feito o pagamento, será enviado o respetivo recibo.
Tomamos também nesta altura a liberdade de incluir o seu endereço de e-mail na nossa newsletter para que possa manter-se informado e participar nas nossas iniciativas.
Encorajamos também todos os membros a fazerem-nos chegar sugestões em relação a atividades que queiram realizar ou ver realizadas.
Conte com a nossa inteira disponibilidade para qualquer esclarecimento adicional ou apoio em alguma questão relacionada com o PEN.
Com os melhores cumprimentos,


Rosa Fina
Assessoria de Direção
PEN Portugal