PATRIMÓNIO ABANDONADO NOS AÇORES ESTAÇAO LORAN STA MARIA

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José Melo shared a post to the group: Info: Santa Maria (Açores).

Uma luta que deve continuar!!!

Há dois anos atrás reiteramos a luta do que já se defendia há quase TRÊS décadas e voltamo-la a vincar hoje:

ACABAR COM OS MAIORES “PONTOS NEGROS” EM TERMOS DE PATRIMÓNIO CULTURAL E NATURAL NA ILHA DE SANTA MARIA

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José Melo is with Luciana Magalhães and 6 others.

Porque as eleições estão aí!

Pontos de ação/defesa (ativismo) dos Amigos dos Açores e CADEP-CN de Sta Maria, junto do próximo Governo dos Açores

ACABAR COM OS MAIORES “PONTOS NEGROS” EM TERMOS DE PATRIMÓNIO CULTURAL E NATURAL NA ILHA DE SANTA MARIA

Ponto 1: – “ESTAÇÃO LORAN”
(Na impossibilidade da entrada nas casas pelo cerco da denso da vegetação, recorremos a imagens aéreas através da utilização do drone da empresa LABGEO, em perceria.

No decorrer da visita dos Amigos dos Açores a Sta Maria e da inventariação local do CADEP-CN, registamos alguns antigos e recentes “Pontos Negros” do património Cultural e Natural da ilha, que vão constituir focos de ativismo/defesa nos próximos anos das ONGAS.

Um desses “Pontos Negros” já antigos é a ESTAÇÃO LORAN, que se encontra em total abandono, mas que consideramos não se poder considerar como fatalismo o seu desprezo total, não só pelo desperdício de património/recursos lá existente, mas também pela péssima nódoa paisagístico-ambiental que dá a Sta Maria, assim como da inércia do marienses, das entidades locais e regionais pela resignação e desvio da atenção para com este problema da ilha.

DEFENDEMOS:

Limpeza da vegetação na zona da antiga Estação LORAN e passagem da mesma para património (propriedade) da Região, a fim de se dar nova utilidade ao espaço no âmbito turístico-cultural, habitacional ou outro.

DESCRIÇÃO FÍSICA DO PATRIMÓNIO:

Conjunto de edifícios que faziam parte de uma estação de comunicações da marinha portuguesa e respectivos arranjos exteriores. É constituído por um edifício de serviços, uma garagem, grupos de habitações em banda ou simplesmente geminadas, todas de um só piso, e, bastante mais afastados, edifícios de oficinas e de geradores.
Todas as construções evidenciam a linguagem do Movimento Arquitetónico Moderno (já revisto à luz das tendências regionalistas) em que os planos e as palas de betão armado se conjugam com embasamentos ou paredes separadoras em pedra à vista (com peças de dimensão irregular e acabamento rusticado).
O tratamento dos espaços exteriores incluía extensões relvadas e, na parte posterior das casas, quintais individuais.
Junto ao edifício de serviços encontra-se um campo desportivo.

*José Melo
CADEP-CN e Amigos dos Açores Sta Maria

FINALMENTE  DÃO A PATERNIDADE DA IDEIA AOS COLÓQUIOS DA LUSOFONIA….Museu da Língua Portuguesa de Bragança deverá começar obra em novembro – Jornal Mundo Lusíada

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Museu da Língua Portuguesa de Bragança deverá começar obra em novembro

A ideia da criação deste espaço idêntico ao que existe no Brasil surgiu, em 2009, nos colóquios da Lusofonia organizados em Bragança, mas o …

O Museu da Língua Portuguesa planejado em Bragança há uma década deverá seguir para obra em novembro com o lançamento do concurso de adjudicação, avançou o presidente da Câmara, Hernâni Dias.

Source: Museu da Língua Portuguesa de Bragança deverá começar obra em novembro – Jornal Mundo Lusíada

NA CHINA, CADA VEZ MAIS GENTE APRENDE A FALAR PORTUGUÊS

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A estudante Xiwen Zhang, de 22 anos, está em seu último ano de licenciatura de língua portuguesa e já fez estágio numa startup de tecnologia devido ao conhecimento do português.

IILP.WORDPRESS.COM
Idioma é mais procurado que francês, italiano e russo em universidade pública de Pequim. No país do mandarim, idioma com mais de 50 mil…

MAIS UM NOVO FUNDAMENTALISMO-vegansexuais –

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Bom, em que estado anda o Mundo…nem sei o que diga. Amanhã, já só falta argumentar que devemos estar com pessoas da mesma profissão, que vistam o mesmo número que nós e que calcem o mesmo tipo de sapatos. Não tenho absolutamente nada contra a que as pessoas se entendam com base no mesmo estilo de vida. Só não acredito em princípios de exclusão emocional com base em algo tão fútil quanto o que acabo de ler…enfim

UNESCO endossa proclamação do Dia Mundial da Língua Portuguesa Comunicação e Media – Portal Diplomático

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Conselho Executivo da UNESCO endossa proclamação do Dia Mundial da Língua Portuguesa – Comunicados de Imprensa – Comunicação e Media – Portal Diplomático

Source: Conselho Executivo da UNESCO endossa proclamação do Dia Mundial da Língua Portuguesa – Comunicados de Imprensa – Comunicação e Media – Portal Diplomático

Maroiços e Companhia Limitada.

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Maroiços e Companhia Limitada.

Partilha-se o meu artigo de opinião publicado hoje (17/10/2019) no jornal Diário Insular em resposta a um artigo também aí publicado no dia 15/10/2019 com o título “Delenda est lusitana res” da autoria do Dr. Manuel Tomás.

Sempre que surge qualquer informação sobre a presença pré-portuguesa nos Açores há gente que aparenta ficar completamente desnorteada e aturdida. Acho que não vale a pena tal agitação, porque essa questão já está suficientemente sólida para que seja revertida com meras opiniões.
Numa análise intelectualmente honesta e objetiva, não se podem neste momento misturar factos da ilha do Pico, com factos da ilha Terceira, da ilha do Corvo, da ilha de São Miguel, ou outra ilha qualquer, porque isso constitui-se”criação de ruído” para desvalorizar informação. As informações científicas são muito díspares entre ilhas. Muito menos se devem misturar posições antagónicas de diferentes autores. Cada um é responsável pelo que diz.
Essa temática tem de facto o seu quê de anedótico, especialmente por parecer inusitada e por aparecerem várias pessoas a interpretar as mesmas coisas com lógicas distintas. Por outro lado há uma confusão sistemática de algumas pessoas com os conceitos de hipótese e de conclusão.
A anedota é tão grande, que há uns que se riem de quem coloca hipóteses, e os que têm dados, riem-se dos primeiros. De facto o riso pode ser generalizado e até há quem diga que faz bem à saúde. Será escusado irmos para as igrejas esclarecer o povo sobre essa temática porque isso não é objeto de religião mas sim, de ciência.
Por outro lado será escusado evocar a história para explicar o que parece ser pré-história (muita gente deveria saber a diferença). Será escusado acusar de negligência quem defende o esclarecimento dessa questão, quer seja da ciência ou de uma autarquia, porque o obscurantismo fica do lado de quem se opõe a uma aprofundamento científico de uma questão. A etnografia não é uma ciência, é um método que se usa para ouvir um grupo social, nada mais. Ciência é outra coisa.
Sobre os maroiços do Pico só há um trabalho científico associado a uma investigação arqueológica no interior de um maroiço. Havendo outros poderíamos colocar em causa alguns resultados já conseguidos, e não tenho qualquer dúvida, que o aprofundamento científico dessa temática produziria resultados mais fortes e objetivos. Por acaso até já existe outro novo trabalho científico, mas não sobre maroiços, e que aponta para a confirmação das hipóteses iniciais do trabalho feito no maroiço.
Quando alguém diz que “Meu pai, quando era criança, na década de trinta do século passado, andou adaptando o maroiço, onde hoje mora a empresa Estraga Ferro, com os seus sete irmãos, a irmã ficava em casa, no Valverde”, poderíamos dizer que aqui existe algo que faz estremecer hipóteses e põe em causa resultados, mas se analisarmos bem, verificamos que também produz algum riso. O autor não é testemunha do facto, como tal, nem pode falar do seu testemunho, para que possa concluir seja o que for sobre o maroiço que cita. Isso porque se tivesse sido testemunha disso, teria algo como 98 anos no mínimo, o que não é o caso. Por outro lado, não parece que o autor fosse filho de uma criança, porque isso implicava que também ele era no mínimo criança. Se isso não bastasse, a ciência e a história não se constroem com testemunhos de crianças que na fase adulta relatam coisas a outra criança.
Vamos então aos factos exclusivos da ilha do Pico:
É verdade que existe nessa ilha pelo menos um maroiço com corredor interno e câmara. Conclusão: Esse maroiço não é um monte de pedra, mas uma construção planeada. Há montes de pedra, ditos maroiços, em praticamente todas as ilhas dos Açores, mas alguns do Pico são muito diferentes e só por isso podemos dizer que temos em Valverde uma construção planeada que parece ser única no arquipélago. Isso é objetivo e qualquer um pode confirmar, ao contrário do depoimento de uma criança que diz ter construído maroiços nos anos trinta do século XX.
É verdade que foram datados pedaços de carvão de uma fogueira aparentemente feita no interior desse maroiço. O resultado obtido diz que essa fogueira ou fogueiras foram aí feitas entre os anos de 1450 e 1500. Conclusão: Se a construção planeada que anteriormente se referiu é dessa época, então, essa terá sido das primeiras construções feita na ilha do Pico. Quem discorda dos resultados, pega em pedacinhos de carvão que ainda existem e data de novo em laboratório creditado.
Como se explica isso? Podemos arranjar imensas hipóteses, mas aquela que poderia assentar na possibilidade de alguém ter encontrado carvão de uma fogueira antiga na ilha do Pico, e tê-lo transportado religiosamente para o interior de um maroiço, parece-me disparatada, logo, aceitar que a fogueira foi feita dentro do maroiço é a mais racional. Se só houvesse aí carvão, ainda estaria em aberto a hipótese do transporte, mas junto com isso ainda existiam anzois de ferro, conchas, pedacinhos de ossos e materiais líticos trabalhados.
Parece haver nesse estudo algumas indefinições de cronologias com estes resultados: É verdade. Por isso é que é importante analisar mais.
Em termos de hipótese esse maroiço pode ser pré-português? Claro que sim, até porque outro trabalho independente, realizado por cerca de uma dezena de investigadores de vários países, na Lagoa do Peixinho na ilha do Pico, prova que aí houve criação de gado e queima de madeira há pelo menos 1100 anos, ou seja, antes de Portugal ser uma nação. A grande questão aqui poderia ser “Como existia gado e queima intencional de madeira no Pico, sem ter existido aí gente?”. Claro que esses investigadores se riem da explicação etnográfica.
Essa data não chega “aos lusitanos” para que se possa gritar que estão a retirar o cunho lusitânico a esse maroiço. O cunho português está em vias de cair, é verdade, mas o lusitânico acho que ainda ninguém lhe tocou. O cunho lusitânico, de um povo Ibérico, pré-romano, de origem indo-europeia, ainda ninguém é capaz de pôr em causa. Há perda patrimonial nisso? Claro que não. As estruturas continuam as ser portuguesas em termos de posse.
Misturar coisas ditas por pessoas distintas acerca do mesmo objeto de análise não é claramente objetivo, e transformar conceptualmente um “Monumento” num monte de pedra, é uma desvalorização do património que é nosso e que se tiver sido construído por outro povo que não aqueles que estão nas raízes do nosso, significa apenas que somos guardiões de um pouco do património da humanidade. Isso para mim não se constitui nenhum problema identitário.

Fotografias do interior de um maroiço estudado, captadas por Nera Stelliger.

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Quem são os curdos da Síria e por que estão na mira da Turquia? – CartaCapital

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Em terras turcas, os curdos são alvo de perseguição e repressão, numa relação permanentemente tensa

Source: Quem são os curdos da Síria e por que estão na mira da Turquia? – CartaCapital