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O parlamento açoriano aprovou ontem por unanimidade uma proposta do PSD de alteração aos programas “Estagiar”, permitindo assim “corrigir diversas
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Draga da Horta parada há meses
Falta de areia afeta construção civil no Pico
A falta de areia está a afetar as empreitadas de construção civil do Pico há vários meses porque a draga “Coral da Horta” está parada no Faial. A embarcação, que realiza a dragagem e procede à distribuição do material inerte pelo Grupo Central, tem estado a ser reparada mas Rufino Francisco, proprietário da draga, afirma que está a demorar mais do que o previsto. Contactado por este jornal, o empresário diz que os trabalhos só não terminaram porque a Portos dos Açores (PA) não permitiu a varagem no Porto da Horta e por não haver disponibilidade para varar na Madalena. “A manutenção tem sido feita no mar; se fosse em terra já estaria concluída há muito mas a PA foi arranjando desculpas para não me deixar varar na Horta”, acusa. “Primeiro disseram-me que não tinham cabos mas eu comprometi-me a adquiri-los. Depois o problema já era da grua e das máquinas e andaram comigo para trás e para a frente, enganaram-me. E na Madalena há um barco varado na rampa”, continua. Rufino Francisco acha ainda “curioso que a draga de São Miguel tenha vindo ao Grupo Central apenas para abastecer a Terceira e tenha deixado de fora outras ilhas”. “O Governo Regional devia ter acautelado esta situação para não se chegar a um ponto de rutura”, enfatiza.
A parte mais significativa da intervenção deve estar concluída dentro de duas semanas, altura em que, segundo diz, terá de extrair areia para servir as ilhas. Contudo, a draga terá mesmo de ir para terra, durante cerca de duas semanas, para serem realizados os trabalhos no fundo da embarcação.
“Rampa da Horta foi desativada há cinco anos”
Ao Jornal do Pico Miguel Costa, presidente do Conselho de Admnistração da PA, enfatiza que, da parte do armador, deve haver “um erro na interpretação da informação que lhe foi dada porque a rampa da Horta foi desativada há, pelo menos, cinco anos por razões de segurança operacional” e que “não há exceções quando não estão reunidas as condições de segurança ideais”. Miguel Costa refere que havia duas opções: ou a Praia da Vitória ou o Estaleiro Naval da Madalena. “No caso da Madalena, a rampa e a carreira que estão a ser utilizadas por um atuneiro é na condição de que, se houver alguma necessidade de esse atuneiro ser arriado – o que vai acontecer nos próximos dias –, assim será. O que a PA fez, com boa vontade, foi arranjar um pontão, no Porto da Horta, devidamente abrigado para que ele [Rufino Francisco] pudesse trabalhar no plano de água e é lá que estão a fazer as reparações da embarcação. Aliás, o próprio armador disse que as principais podiam ser todas feitas em plano de água”, relata. O responsável recusa, por isso, qualquer culpa que esteja a ser atribuída à PA: “A PA não tem estaleiros só à espera que os armadores nos venham bater à porta a dizer que querem os estaleiros disponíveis no dia seguinte. Ainda lhe foi dado um conjunto de datas disponíveis para fazer essa operação [em terra]. Eu acho que o atraso no fornecimento de areia se deve, essencialmente, à falta de programação atempada do armador. Sabemos que essa embarcação teve um acidente na Praia da Vitória, o que também envolve as seguradoras, e, certamente, isso tudo é que deve ter motivado algum atraso nesse fornecimento que não pode, de maneira nenhuma, ser imputado à PA”, remata.
(Jornal do Pico, edição número 819, 17 de janeiro de 2020)
Foto: Direitos Reservados

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No Porto de São Roque – Lançamento da empreitada do terminal de passageiros
A obra está orçada em cerca de 3,5 milhões de euros e tem o prazo de execução de 24 meses. A Portos dos Açores, SA acaba de lançar o procedimento com vista à execução da obra do Terminal Marítimo de Passageiros do Porto de São Roque do Pico, empreitada que abrangerá uma nova gare, a reformulação dos espaços de circulação automóvel e do estacionamento e a ampliação de toda a área.
Segundo Miguel Costa, presidente da Portos dos Açores, “com este reordenamento do Terminal Marítimo de Passageiros do Porto de São Roque do Pico, pretende o Governo dos Açores, através da empresa pública Portos dos Açores, promover a implementação de uma estrutura equiparada às recentemente intervencionadas no contexto das ilhas do Triângulo, e capaz, cumulativamente, de oferecer condições adequadas de fluidez e funcionalidade aos fluxos não só de passageiros mas também de viaturas, através da rampa ro-ro.”
Com esta empreitada será introduzida uma maior capacidade de estacionamento e de lugares de espera para embarque de viaturas, melhorando-se ainda as áreas de tomada e largada de passageiros, com lugares especialmente dedicados para veículos ligeiros, táxis, autocarros e viaturas de turismo.
“Está também previsto um aumento da área de aterro do Porto de São Roque, sobre o enrocamento que confina com o mar, ao mesmo tempo que serão criadas áreas de permanência exterior para peões, com estruturas de abrigo e zonas ajardinadas e com a introdução das necessárias segregações entre as zonas de acesso geral e de acesso restrito, que se requerem nos espaços portuários da atualidade”, avança a mesma fonte ao JP.
Segundo nos explica Miguel Costa, a maior relevância neste empreendimento será a cons-trução de uma nova gare de passageiros, com dimensões substancialmente maiores que a presentemente existente, passando de 171 m2 para 758 m2 de área coberta, o que permitirá albergar com condições significativamente diferentes os utentes daquele terminal marítimo de passageiros.
(Jornal do Pico, edição número 819, 17 de janeiro de 2020)
Fotos: Direitos Reservados





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Pedro Siza Vieira reitera que, numa altura em que se estão a fazer mudanças na mobilidade, não há motivo para aliviar a tributação dos combustíveis. Destaca, no entanto, que não há agravamento.
Source: Não há razão para “aliviar” tributação dos combustíveis, defende Siza Vieira – ECO
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É possível acabar com os chumbos?
“Só a partir de uma pedagogia diferenciada centrada na cooperação entre professor e os alunos e destes entre si se poderão por em prática os princípios da inclusão, da integração e da participação democrática, isto é, os Direitos da Criança” Sérgio Niza.
Um amigo meu sempre aberto a todas as inovações, não discordando com o governo que acha que não deve haver retenções, decidiu este ano letivo (quase) acabar com as aulas meramente expositivas e introduzir algumas novidades não só na lecionação, mas também na avaliação.
Assim, organizou a atividade letiva de modo a que todos os alunos pudessem aprender não só com ele, mas também em cooperação com os colegas, através:
– De um Plano Individual de Trabalho (PIT), onde pudessem com autonomia não só adquirir, mas também aprofundar os seus conhecimentos;
– De um Tempo de Estudo Autónomo onde pudessem concretizar os trabalhos previstos nos seus PIT, quer os de treino quer os de investigação ou aprofundamento de conhecimentos. Este foi o tempo mais adequado para poder apoiar os alunos com mais dificuldades;
– De um tempo dedicado a conversar sobre o decorrer das aulas, em termos de cumprimento das regras, planificação dos trabalhos, orientação das aprendizagens e avaliação das mesmas;
– Da realização de Trabalhos de Projeto, onde pudessem ter a possibilidade de escolher os colegas de grupo e os temas a tratar e onde os processos e os produtos de cada projeto fossem objeto de comunicação à turma;
– De uma Lista de Verificação, distribuída a todos, onde constassem todos os conteúdos a lecionar, selecionados de acordo com as aprendizagens essenciais.
A avaliação dos alunos deixou de ser baseada apenas em testes escritos e passou a ter em conta a assiduidade, a pontualidade, o trazer o material necessário para a aula, a participação oral, a realização de tarefas de forma adequada, o cumprimento de regras de trabalho e convivência e a autonomia, a aquisição de conhecimentos e competências transversais, como, por exemplo, selecionar e organizar informação, construir explicações científicas baseadas em conceitos, desenvolver ou aplicar competências em novos contextos.
Ao terminar o primeiro período, o meu amigo, apesar de não ter obtido resultados muito negativos nas suas turmas, ficou um pouco desiludido, pois pensava que havia criado condições para que todos os seus alunos tivessem sucesso.
O que terá falhado?
Segundo ele, as principais causas de não conseguir o sucesso pleno foram.
– O absentismo escolar- há alunos com 12 ou 13 anos que estão matriculados, mas que nunca vão à escola, outros que aparecem na escola e não vão às aulas;
– O desinteresse total- há alunos que estão nas aulas e recusam-se a trabalhar, mesmo quando têm a possibilidade de tratar um tema à sua escolha;
– O desrespeito pelas regras de convivência – há alunos que depois de seis anos de escolaridade ainda não sabem distinguir uma aula de um recreio. Com efeito, nas aulas falam alto uns com os outros, levantam-se do seu lugar para irem falar com um colega sobre assuntos pessoais, interrompem o professor para fazerem perguntas não relacionadas com os temas que aquele está a tratar, etc.;
– A ausência de hábitos de estudo – embora os testes escritos não tenham o peso que tiveram outrora, a maioria dos alunos não estuda em casa, nem no dia-a-dia nem mesmo na véspera dos mesmos.
Teófilo Braga
(Correio dos Açores, 32029, 15 de janeiro de 2020, p.16)

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ESTA É A JUSTIÇA EM PORTUGALUma Juiza leva um soco, uma Procuradora leva uns arranhões, a agressora leva prisão preventiva. Uma médica é agredida a murro e quase ficava sem um olho, uma professora é espancada e tem de ser suturada, polícias são barbaramente agredidos e nem termo de identidade e residência é atribuido aos agressores …dois pesos e duas medidas é esta a forma de actuar da justiça portuguesa, será que são mais graves agressões físicas a juizes e magistrados do que a qualquer outro cidadão no cumprimento das suas funções??? A dor e sofrimento é maior para juizes e magistrados do que para os restantes cidadãos??!! Que raio de Estado de Direito é este que trata uns com previlegios e outros abaixo de cão???!! Isto é absolutamente execrável, vergonhoso e inadmissível…
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“Se possuís cérebro, tendes de utilizá-lo; se possuís coração, tendes de fazê-lo irradiar. Assim, todas as faculdades do estado de alma capazes de libertar a humanidade devem ser colocadas em […]
Source: Salvar à humanidade