beleza fotográfica

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PARA O DIA COMEÇAR PERFEITO

A luz que passa pelo corpo do pássaro cria cores únicas, e entra em contraste com as sombras de sua silhueta, a natureza nos impressiona com seus detalhes esplêndidos.

A luz que passa pelo corpo do pássaro cria cores únicas, e entra em contraste com as sombras de sua silhueta, a natureza nos impressiona com seus detalhes esplêndidos.

Aumenta pressão para obrigar governo a reabilitar a linha do Douro até Espanha

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A Assembleia Geral do Eixo Atlântico aprovou por unanimidade a proposta do presidente da Câmara de Peso da Régua, para incluir no plano de atividades a defesa política da reativação da Linha do Douro até Barca de Alva

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Um terço dos habitantes das Beiras e Serra da Estrela vive em “condições indignas”

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Cerca de um terço dos habitantes das Beiras e Serra da Estrela “vive em condições indignas” e em situação de “grave carência habitacional”, concluiu um estudo do Instituto Politécnico da Guarda (IPG), hoje divulgado.

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Raptos, decapitações e ataques violentos levam o pânico a Moçambique

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“As pessoas falam de homens, em particular, que são alvejados e decapitados. Há muitos, muitos relatos de mulheres e crianças que são sequestradas ou simplesmente desaparecem”, disse Andrej Mahecic, porta-voz do ACNUR, para quem há a agravante de estes grupos terroristas serem movidos por ideologias perigosas, como é o caso de elementos ‘jihadistas’.
“Têm sido bastante cruéis ao espalhar o terror nesta parte de Moçambique”, disse o responsável do ACNUR.

Os conflitos na província de Cabo Delgado, no norte de Moçambique, estão a aumentar e provocaram pelo menos 100 mil deslocados internos, alerta o Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (ACNUR).

O SÍNDROME DE GOLIAS ANTº CONCEIÇÃO JNR

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URBANIDADES


O SÍNDROME DE GOLIAS

Posted: 08 Feb 2020 08:02 AM PST

Nos últimos dias, e de uma forma crescente, tenho visto notícias sobre a dispersão do corona virus pela China e parte do mundo e o modo como a minha Macau está deserta, com as suas gentes fechadas em casa e os milhões de turistas ausentes. Também a maior indústria do jogo do mundo está encerrada.
Duas fotografias em especial me tocaram, porque o ruído fez-se silêncio, o feérico apagou-se e tudo está suspenso, como um filme de celulóide que emperrou no projector.
Menor do que o pastor David, um microscópico virus tem causado muita preocupação no mais populoso país do mundo, e os gigantescos impérios do jogo que existem em Macau ficaram subitamente encerrados.
É em tempos destes que tenho tendência a reflectir sobre a fragilidade de tudo, independentemente da sua escala ou dimensão, e do modo como uma economia se centra e se apoia em Golias que caem suspensos dos danos causados por ínfimos mas mortais virus que, como sempre, atingem os mais frágeis.
Parece nunca ser altura oportuna para se reflectir sobre estas coisas. Pois eu recordo-me como, num funeral a que assisti em Lisboa, era eu estudante, o meu padrinho me apontava os ciprestes e comentava como a natureza é: árvores rijas alimentando-se dos defuntos, negras ironias dos opostos.
Esta reflexão breve, traz-me à lembrança o que o budismo diz sobre a impermanência, e de como o Tao te Qing alude ao momento em que o sol, atingindo o seu auge, é o mesmo momento em que inicia a sua descida. Verdades antigas e lapalissianas, talvez, mas nem por isso menos verdadeiras.
E um momento de crise deve ser um momento de reflexão alargada, isto é, daquilo que podendo ser feito não foi e do que deverá ser feito num futuro breve.
Por exemplo, a diversificação económica, não deveria ser conduzida pela Mãe-Pátria, talvez já exasperada, mas sim pensada por todos aqueles que poderiam contribuir e não apenas pelos biscoitos da teixeira (1).
O pior nestas coisas é a exclusão porque injusta, e porque menor. Hoje os chineses de Macau ao olharem para o mundo poderão talvez sentir e – se possível – reflectir se, em tantos lugares onde está a sua diáspora, incluindo os Estados Unidos de Trump, faz sentido a sua exclusão.
Em Portugal houve arremedos disso, mas rapidamente a inteligente comunidade chinesa de Lisboa recomendou que os seus compatriotas regressados do Ano Novo Chinês, se auto-isolassem, seguindo procedimentos merecedores dos maiores encómios até na sua auto-sustentabilidade.
Em tempos há muito idos, Macau era para mim o palco de todas as ficções, onde o sonho era possível. Foi-o no meu tempo do século XX, e muito menos do século XXI. À mesa do sonho assentaram-se então feéricos e abundantes proveitos, inteligentemente amplificando o que tinha sido um monopólio. Porém o feérico vive à custa dos mais do que politicamente correctos e alinhados Golias vindos das estórias de Bram Stoker. Nada de novo.
Este é um tempo que deveria merecer reflexão a todos os níveis. Da saúde aos transportes colectivos ainda a gasolina ou diesel, quando no primeiro sistema a electricidade é o motor rodoviário. E que dizer da reorganização de um programa de educação uniformizado, de programas de educação para o civismo e cidadania. Tudo isto são formas consistentes de patriotismo, tão necessárias como os exemplos aludidos dos chineses em auto-clausura em Lisboa.
Ao longo destas duas décadas, não senti um ideário político concreto e coerente, uma agenda consistente, lógica. Houve um crescimento económico brutal e um agravamento do custo de vida e da qualidade da mesma, acompanhado de ideias avulsas, sem fio condutor.
Hoje, em tempos como estes pode-se ver como o dinheiro não é nada. Torna-se por isso imperativo apostar no verdadeiro poder, o do conhecimento nas suas diversas vertentes. Em chinês traduz-se por talentos, sinceramente tenho dúvidas de tradução. Gostaria de pensar em pessoas bem preparadas, poliglotas, formadas, doutoradas, com mundo e visão, pensando pelas suas próprias cabeças. Diria então que a tradução mais adequada seria gente competente, característica cuja abundância me parece tanta quanto a de gente nas ruas nestes dias.
É preciso ambição de se ser mais e mais, porque é imperativo compreender que a internacionalização de Macau passa por uma ideia de pertença ao global e, também, pela substituição de algumas peças de mobiliário do hemiciclo por ideias novas e poliglotas, porque hoje ninguém é realmente nada se nada valer. Esta a lição a retirar destes tempos em que os Golias ficam silenciosos e impotentes.
(1) os que estão em todas

In explosive interview, author of Bioweapons Act Dr. Francis Boyle confirms coronavirus is an “offensive biological warfare weapon” – NaturalNews.com

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https://www.youtube.com/watch?v=TsyujjitOFM

Dr. Francis Boyle is perhaps best known for authoring the Biological Weapons Act. In an explosive interview with Geopolitics and Empire, shown below, Dr. Boyle reveals that the coronavirus now […]

Source: In explosive interview, author of Bioweapons Act Dr. Francis Boyle confirms coronavirus is an “offensive biological warfare weapon” – NaturalNews.com

FUNDOS PARA A UNIV DOS AÇORES, ENCENAÇÃO?

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Encenação?

Na terça-feira, em sede de discussão do Orçamento de Estado, na Assembleia da República, o PS votou contra uma proposta do PSD para contemplar a Universidade dos Açores com 1,5 milhões de euros anuais, resolvendo assim os seus problemas de financiamento.
Na quarta-feira, em Ponta Delgada, o Presidente do Governo dos Açores anunciava uma dotação de 1,2 milhões de euros anuais, depois da reunião conjunta com o Ministro do Ensino Superior e o Reitor da academia açoriana.
Os deputados do PS na Assembleia da República votaram contra a dotação proposta pelo PSD alegando que a Universidade passaria a beneficiar dos programas comunitários, só que a partir do próximo quadro comunitário.
Quem é que desautorizou quem?
É mais do que evidente que a solução apresentada em Ponta Delgada estava mais do que decidida e é muito provável que tenha sido aprovada ao mais alto nível entre Vasco Cordeiro e António Costa.
Estamos em anos de eleições regionais e este problema seria uma pedra no sapato durante toda a campanha eleitoral.
O ministro, que se recusava a dar mais dinheiro, lá veio cá fazer figura de corpo presente, todo contrariado, depois de, com toda a certeza, ter levado um raspanete, ficando assim Vasco Cordeiro como o herói da contenda.
Há que ser justo e o Presidente do Governo dos Açores esteve muito bem na defesa da nossa universidade.
O único problema é que não haja o mesmo critério em relação a outros problemas, muito mais complicados, que estão nas gavetas dos ministros em Lisboa.
Era chamá-los, também, ao Palácio de Santana, para saber se, afinal, as alterações ao subsídio de mobilidade (o tal que António Costa diz ser “absurdo e ruinoso”) avançam ou não, se o GNL é para instalar ou não nos Açores (a carta a pedir explicações já teve resposta?), se a nova cadeia da bagacina é para manter no mesmo local ou vão seguir o que foi aprovado agora no parlamento, se afinal vamos ter cargueiro aéreo ou não, se os radares meteorológicos são para este ano ou para as calendas açorianas, se a lei da gestão do mar vai ou não ser alterada… enfim, assuntos não faltam para chamar os ministros a Santana.
A bem da verdade, como aqui escrevemos há uma semana, se há herói em todo este processo da Universidade é o seu Reitor, que pôs os governantes em sentido com a sua indignação pública.
Parabéns à Universidade…. e olho vivo!

Preguiça?

Temos um parlamento regional que custa mais de 12 milhões de euros por ano e cuja popularidade junto dos cidadãos está pela hora da morte.
Ficou pior, neste final de legislatura, ao saber-se que teve que contratar um escritório de advogados em Lisboa para ajudar a solucionar a imensa trapalhada que vai na CEVERA, a preguiçosa comissão parlamentar que se arrasta na reforma da Autonomia.
Como se não bastasse, esta semana meteu-se noutra preguiçosa embrulhada: não enviou a tempo para a Assembleia da República o seu parecer sobre a proposta de Orçamento de Estado.
É preciso contratar mais um escritório em Lisboa para escrever o parecer?
Venham depressa as eleições regionais, a ver se temos uma nova legislatura mais produtiva e com mais dignidade. Esta bateu no fundo!

(Osvaldo Cabral – Diário dos Açores de 09/02/2020)

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