os índices da aviação portuguesa

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Pierre Sousa Lima to Açores Global
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COMPANHIAS DE AVIAÇÃO PORTUGUESAS COMEÇAM 2020 COM PONTUALIDADE A DEGRADAR-SE

As três maiores companhias de aviação portuguesas tiveram no primeiro mês deste ano os piores índices de pontualidade para um mês de Janeiro no ranking da OAG, desde pelo menos 2017.

A TAP foi não só a que teve o melhor índice de pontualidade, cotando-se como a única a ter mais de 60% das chegadas até 15 minutos da hora prevista, como ainda foi a que teve a menor quebra em relação a Janeiro de 2019, com menos 10,6 pontos, de 75,6%, em Janeiro de 2019, para 65%, em Janeiro deste ano.

A TAP, de acordo com a OAG teve o 136º pior índice de pontualidade em 162 companhias incluídas no ranking da consultora, quando há um ano fora a 85ª em 153.

A SATA Air Azores, por sua vez, foi a que teve a maior degradação do índice de pontualidade, que baixou de 75,7% em Janeiro de 2019 para 57,6% este ano, que foi o 13º pior índice do ranking da consultora.

Em 162 companhias listadas no ranking da OAG a SATA Air Azores foi 150ª, quando em Janeiro de 2019 tinha sido 83ª em 153 incluídas no ranking de Janeiro de 2019.

A pior portuguesa em pontualidade voltou a ser a Azores Airlines (SATA Internacional), que teve o 8º pior índice de pontualidade das 162 companhias incluídas no ranking d OAG reativo a Fevereiro, com apenas 56,1% dos voos a aterrarem até 15 minutos da hora prevista.

A OAG cotou a Azores Airlines em 154ª companhia em pontualidade no mês de Janeiro, quando há um ano fora 132ª entra 153 transportadoras, com 64,3% dos voos a chegarem até 15 minutos da hora prevista, pior 11,1 pontos que em Janeiro de 2019.

http://www.presstur.com/…/companhias-de-aviacao-portuguesa…/

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AUTONOMIA, O CONTRATO DA VERGONHA António Bulcão

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O contrato da vergonha II
Imagine o leitor que tem um procurador para tratar dos seus assuntos. Paga-lhe mensalmente uma certa quantia, generosa.
Vem depois a descobrir que o dito procurador, sentindo-se incapaz de fazer aquilo para que fora incumbido, contratou uma firma de advogados para ir tratando dos negócios. Certamente o leitor se perguntará: mas se este homem não se achava capaz de dar conta do recado, por que diabo aceitou ser meu procurador?
Apesar disso, não revoga a procuração. O leitor quer é os problemas resolvidos, independentemente de quem os resolva. Partindo, obviamente, do princípio de que o procurador retira do que recebe o necessário para pagar os honorários dos advogados.
Só que vem a tomar conhecimento de que é o próprio leitor quem também paga aos advogados. O que faria?
Esta a primeira vergonha do contrato celebrado entre a Assembleia Regional e uma firma de advogados lisboetas. Os deputados, que são nossos representantes, admitem a sua inépcia para tratar das matérias para que foram eleitos e contratam terceiros para o fazer. Seria grave se o fizessem, admitindo uma incompetência geral. Mas se retirassem dos seus vencimentos chorudos o necessário para pagar aos ilustres causídicos, talvez ainda passasse. Só que somos todos nós a pagar a incapacidade dos nossos “procuradores”. Pagamos duas vezes. Para os sustentar e para que eles contratem quem lhes resolva as questões para as quais estão manifestamente impreparados.
A segunda vergonha prende-se com a matéria constante do próprio contrato.
Na sua cláusula primeira, estabelece-se que o objecto do contrato consiste na aquisição de serviços jurídicos especializados, em três vertentes distintas:
1ª – Alternativas à figura do Representante da República;
2ª – Aprofundamento da autonomia (assim mesmo, com a pequeno, diferentemente do Representante da República, que beneficia de dois r enormes);
3ª – Melhoramento da democracia regional (de novo com d pequeno no que respeita à democracia, e com r pequeno no que toca à região).
Em relação à primeira vertente, querem os nossos deputados que os advogados lisboetas definam “um quadro alternativo para o exercício das competências presentemente atribuídas ao Representante da República (…)”.
No que toca à segunda vertente, pretendem os nossos representantes que os doutos causídicos da capital lhes forneçam “ a concepção de um conjunto de soluções e sua justificação em temáticas políticas fundamentais em que se verifica actualmente uma forte limitação à autonomia, como, por exemplo, símbolos regionais, partidos regionais, provedorias regionais, competência legislativa e domínio público”.
No que concerne à terceira vertente lavram os deputados que “a melhoria da democracia regional convoca matérias distintas como o sistema de governo, a iniciativa legislativa dos cidadãos regionais ou a lei eleitoral incluindo designadamente temas como o das quotas, candidaturas independentes, voto electrónico, círculo de emigração, etc”.
Nas duas primeiras vertentes, a encomenda inclui: escolha e justificação das soluções e apoio na elaboração dos articulados.
Na terceira vertente, pretendem os nossos deputados que os advogados trabalhem na “formulação de concretas propostas de redacção e da sua justificação”.
Em poucas palavras, não sabem nem o que querem, nem como redigir as alterações legislativas que enunciam. Confundem matéria política com matéria jurídica, o que indicia claramente que não percebem nada nem de uma nem de outra. Querem que advogados de Lisboa escolham os caminhos e expliquem como se anda.
E pagam muito bem pelos ensinamentos. 35.000 euros pela primeira e segunda vertentes, mais 30.000 pela terceira, num total de 100.000 euros.
Falamos da Autonomia dos Açores e da sua reforma, como matéria.
Falamos da Assembleia Legislativa Regional, como órgão máximo da mesma Autonomia.
Entregar a reforma da Autonomia a um escritório de advogados, para que eles encontrem soluções e as reduzam a letra de Lei, é uma vergonha para os deputados que compõem a Assembleia, é uma vergonha para os Açores.
Se não sabem, assumam que não sabem. E demitam-se. Que haja eleições antecipadas, para que tome assento gente mais capaz, que saiba o que quer e consiga metê-lo no papel.
António Bulcão
(publicada hoje no Diário Insular)

Francisco Madruga, A outra face do homem (Malaca Casteleiro)

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A outra face do homem
Algures na primeira década deste século convidaram-me para os Colóquios da Lusofonia onde o tema da Língua Portuguesa era o prato forte. Pessoas de várias latitudes e longitudes que tinham como única ligação a língua portuguesa. Na Lagoa, ilha de S. Miguel participei na apresentação do livro de Cristóvão de Aguiar “Cães Letrados”. Entrei, saí e fiz-me ao caminho. E foram 2 longas horas a pé até Ponta Delgada.
No ano seguinte recebi novo convite para ir a Bragança por iniciativa do Chys Chrystello para a apresentação de um novo livro do Vasco Pereira da Costa.
Oportunidade única para rever o amigo Jorge Nunes à altura Presidente da Câmara Municipal de Bragança. Ao final da noite saímos do Poças, rodeamos a Praça da Sé, subimos a Alexandre Herculano e paramos na Cavaleiro Ferreira. O percurso foi lento, contos, contas, anedotas e olhares cruzados com quem se tinha acabado de conhecer. Sentados numa esplanada, batidos pelo vento frio que vinha da Sanábria e se redobrava em Montesinho fui passando em memória as vezes que por ali andei com livros, folhetos, jornais e outras atividades que tais. A Concha e o Ângelo Cristóvão tinham vindo da Galiza. No nosso grupo, quase incógnito, como alguém que escuta, vinha um senhor mais velho, vestido com um fato claro de bombazine, cabelos brancos, sotaque serrano.
Não perguntamos quem éramos nem nos apresentamos. A conversa correu até que os pés já congelados nos mandavam para a cama. No dia seguinte, questionei o Chrys sobre a personagem.
– Diz lá, ele está aqui na sala?
– Sim é aquele ali.
– Oh pá, é o professor Malaca Casteleiro.
Pois é, só me resta dizer que lhe contei a história e ele contou-me outras das sua origens, dos seus pais e das suas vivências por esse mundo fora.
Tive a sorte de com ele conviver e viver em Bragança, em Santa Maria, em S. Miguel, na Graciosa, Fundão, Montalegre, Seia, Belmonte, em Brasília, S. Paulo, Rio de Janeiro, Florianópolis e Macau.
Havia sempre uma mesa reservada para ele e para o professor Ivanildo Bechara. Acho que nunca me sentei na mesma mesa.
Porquê?
Sempre achei que aquela mesa era reservada para quem quisesse aprofundar conhecimento com estes dois eminentes senhores da língua.
Passei com Malaca Casteleiro longas horas em corredores de universidades, ouvindo a admiração dos seus pares na China, em Macau ou no Brasil.
Sabíamos os dois que o nosso mundo era diferenciado. E ele respeitava a minha presença na diferença.
Percorrer e ouvir as suas lições na Academia de Letras Brasileira no Rio de Janeiro, o Museu da Língua Portuguesa em S. Paulo era tão gratificante como na Maria do Mar em Florianópolis entre umas rodadas de caipirinha compormos o “hino da lusofonia” ou simplesmente a “canção do chouriço”. A Concha, a Isabel Rei e o Vasco Pereira da Costa trabalharam os poemas e as músicas que sobrevoaram oceanos e passaram a ser cantados em todas as ocasiões.
Em Montalegre, numa noite de 24 de Abril em que as canções homenageavam gerações de combatentes, Malaca Casteleiro viu-me a limpar as lágrimas, abraçou-me e disse:
– Cante que isso passa!
Era assim o professor. Amigo, atento, sempre disponível.
Já me esquecia da Conceição. A Conceição era a mulher, a amiga e a companheira.
Partiu o Professor, o homem do campo que amava a natureza e a sua terra. O homem que deixou uma obra impressionante, como professor e como escritor. Um homem que tratava a língua por tu. E por favor não me venham falar de acordo ou desacordo. Só pretendi falar do homem e do Amigo.
Até sempre Professor.

aatração do vulcão del Fuego

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Geology Science

2 hrs

Volcano de Fuego is famous for being an almost constantly active volcano at a low level. Small gas and ash eruptions occur every 15 to 20 minutes.
Video by @followmypath
#geology #science #geologyscienceofficial #volcano #eruption #magma #earth #crater #guatemala

Lilith, a primeira mulher de Adão | Superinteressante

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Tradições hebraicas, pergaminhos babilônicos e até vestígios na própria Bíblia indicam que a primeira mulher de Adão não foi Eva

Source: Teoria da Conspiração: Lilith, a primeira mulher de Adão | Superinteressante

a febre do lítio que vai destruir Portugal

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“Exploração de lítio em Portugal “não é viável” e pode ser uma “fraude””…

Presidente do Observatório de Economia e Gestão de Fraude contra os planos de exploração de lítio em Portugal. Só num contexto extremo, em que acabem as reservas mundiais, é que as reservas nacionais são viáveis, defende Óscar Afonso.

Presidente do Observatório de Economia e Gestão de Fraude contra os planos de exploração de lítio em Portugal. Só num contexto extremo, em que acabem as reservas mundiais, é que as reservas nacionais são viáveis, defende Óscar Afonso.
Fatima Veiga Ferro

6 hrs

Endoideceram !!!
Depois não há nada a fazer .

Vítor Afonso shared a post to the group: Movimento Não às Minas – Montalegre.

7 hrs

É este o modelo de desenvolvimento preconizado pelo Governo para o Norte e Centro de Portugal – Minas, minas e mais minas! Um futuro minado, ao qual o povo diz: “não, obrigado!”.

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MiningWatch Portugal

8 hrs

O leilão de lítio do Governo Português. Na semana passada, o Ministério do Ambiente finalmente disponibilizou os nove mapas, criados e circulados às mineradoras internacionais já em 2018 e alterados em 2019. No MiningWatch Portugal criámos um mapa nacional que mostra as áreas ao nível dos concelhos potencialmente afectados pelo concurso público e pela eventual futura exploração do metal alcalino. Está disponível em 🇵🇹, 🇬🇧, 🇫🇷 e 🇩🇪 em https://www.miningwatch.pt/

Os documentos originais da DGEG, obtidos e digitalizados pel’Os Verdes, encontram-se aqui: https://drive.google.com/…/1zmpxC02OjFkj5FXDFByGAbf5o0xQvWg8