These Medieval Food Habits Changed the Way Food is Eaten Today

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As throughout history, in medieval times what and how people ate and how their food was prepared was obtained, event what kind of food it was, dependent on their position on the social ladder. It depended upon how much money they had. Most people did not have very much. Wealth was concentrated in the hands […]

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Portugal com “robusto dispositivo” e a preparar mais hospitais para coronavírus – Jornal Açores 9

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A diretora-geral da Saúde, Graça Freitas, garantiu hoje que Portugal tem “um robusto dispositivo de saúde pública” ativado para o

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Fernando Martinho Guimarães: Uma apresentação de Com Navalhas e navios | Urbano Bettencourt

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Fernando Martinho Guimarães Com Navalhas e Navios é uma colectânea, uma antologia, uma «poesia reunida», que compreende parte da produção poética de Urbano Bettencourt, desde o volume inaugural de …

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INVESTIGADORES TRAÇAM CARTA DE RISCO PARA O VÍRUS.” Probabilidade de Coronavírus atingir os Açores é de 37%.

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Partilha-se notícia do Diário Insular sobre o trabalho que realizei conjuntamente com as minhas colegas Cidália Frias e Rosa Carvalhal. Tem como título:
“INVESTIGADORES TRAÇAM CARTA DE RISCO PARA O VÍRUS.”

Probabilidade de Coronavírus atingir os Açores é de 37%.

A probabilidade do Coronavírus (Covid-19) afetar os Açores é, neste momento, de 37%, sendo que a Região tem apenas 1% de hipóteses de conter a doença se surgirem vários casos.
As contas foram feitas por Félix Rodrigues, Professor da Faculdade de Ciências Agrárias e do Ambiente da Universidade dos Açores (UAç) e por Cidália Frias e Rosa Carvalhal, da Escola Superior de Saúde da Universidade dos Açores.
Os coronavírus constituem uma grande família de vírus. Este novo vírus, que surgiu na China, recebeu recentemente o nome científico de Covid-19.
A probabilidade de chegada à Região foi calculada com base nos dados da Organização Mundial de Saúde, por país, onde a infeção já está presente, à data de seis deste mês.
O mapa prevê, em cada fase, onde podem haver falhas e permite perceber onde deve ser colocado o “grande esforço” de prevenção nos Açores.
“Não há espaços circunscritos nos estabelecimentos hospitalares para isolar pelo menos algumas dezenas de infetados, nem creio que existam equipas preparadas”, frisa ao DI Félix Rodrigues.
No caso de surgirem pessoas infetadas na Região, a Terceira estará sempre 100% implicada na gestão, dado ser o Hospital de Santo Espírito o único que conta com um quarto de pressão negativa (totalmente isolado).
Contudo, de acordo com os investigadores, a eficácia desse quarto para controlar a propagação da doença é de apenas 1%, dado a sua capacidade limitada.
“Têm de haver outras soluções que não apenas o quarto de pressão negativa. Daí que a probabilidade é elevada de se tornar epidémico, quando a gestão se centra num só quarto”, alerta Félix Rodrigues.
A probabilidade de necessidade de gestão de casos de infeção é de 80% para São Miguel, de 30% para Faial e Pico e de 20% para as restantes ilhas.
O vírus poderá ser impedido de atingir a Região apenas se estiver a ser assegurado um controlo eficaz, em primeiro lugar, da epidemia na China, mas também dos passageiros vindos dos Estados Unidos e Canadá, dos voos de Lisboa e do Porto rumo aos Açores e ainda das ligações diretas de países europeus para o arquipélago. Em resumo: Os voos que aterrem na Região terão de ser controlados. Havendo um caso, este terá de ser contido.
“Isto é muito difícil de cumprir a 100%, daí que a probabilidade de o vírus chegar cá não é negligenciável”, sublinha Félix Rodrigues.
E se o Coronavírus se tornar uma realidade por cá? Pode ser controlado ou tornar-se epidémico. A probabilidade de se tornar epidémico é de 50%.
Num cenário de epidemia, várias medidas políticas podem ter de ser tomadas, entre estas o isolamento das populações, cuja eficácia será de apenas 30%. Em causa estaria encerrar transportes entre ilhas.
A articulação entre autoridades de saúde e entidades públicas será também essencial, aponta a “árvore de falhas” construída pelos professores da UAç.
O vírus é novo e ainda não existe vacina disponível.
Como explica Félix Rodrigues ao DI, na China a epidemia estará a atingir o pico, parecendo “relativamente controlada”. Entretanto, a nível internacional, “tem-se assistido a um descontrolo”.
Os Açores foram notícia recentemente no que diz respeito ao coronavírus Covid-19.
No início do mês, um jato privado com 11 passageiros a bordo, incluindo alguns de nacionalidade chinesa, esteve dois dias no aeroporto de Ponta Delgada.
Os passageiros da viagem que teve início a 25 de janeiro, em Hong Kong, foram autorizados a desembarcar e ficaram alojados numa unidade hoteleira de Ponta Delgada.
Os ocupantes do jato de luxo privado terão sido impedidos de desembarcar na Islândia depois de uma segunda etapa da viagem com partida de Tóquio, devido às medidas de segurança para travar a propagação do novo coronavírus, que teve origem em Wuhan.
O avião seguiu com destino à República Dominicana para reabastecer depois de ter sido recusada a aterragem nas Bahamas. A viagem prosseguiu para o Haiti, onde foi dada autorização para a aterragem da aeronave mas nenhum passageiro saiu do avião.
Em Ponta Delgada, os passageiros terão circulado sem qualquer restrição.
Do ponto de vista de Félix Rodrigues, o caso “demonstra que a probabilidade de termos a infeção nos Açores não é nula”.
O coautor do estudo aponta que os impactos económicos e sociais de uma epidemia nos Açores serão “muito elevados”.
“As pessoas infetadas não poderão ir trabalhar, terão de ficar isoladas mais de uma semana e outras coisas dessa natureza”, exemplifica.
A visibilidade da Região também é afetada, sublinha, “porque revela dificuldades em lidar com problemas de Saúde desta natureza”. É estimado um impacto elevado no turismo.
As consequências a nível familiar serão “médias, porque a mortalidade associada é mais baixa do que se esperava” e podem esperar-se efeitos psicológicos, como o pânico entre a população.
Face ao vírus, medidas como lavar as mãos apresentam 50% de eficácia, mas as máscaras só asseguram 10% e são as de pano as mais seguras (ver caixa).
DI publica hoje no seu site este “mapa de risco” sobre o Coronavírus, que pode ser consultado pelos leitores.

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  • Nuno Ribeiro A questão da mortalidade ainda está cheia de incógnitas. Se não houver apoio hospitalar, nomeadamente suporte de respiração em número suficiente, todos os dados que conhecemos no que diz respeito à mortalidade são apenas meias verdades. Se existirem apenas meia dúzia de doentes a previsão é de 2,5 de óbitos. O problema é se existirem bem mais. Para não falar nos poucos recursos humanos. Vamos rezar e esperar que o vírus seja controlado.

Integração no Quadro da Administração Regional dos trabalhadores em Programas Ocupacionais – NO Revista

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O anúncio foi feito hoje, nos trabalhos parlamentares, por Sérgio Ávila, Vice-Presidente do Governo Regional. A proposta foi tomada em articulação com o Grupo Parlamentar do Partido Socialista dos Açores

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covid19(nome do corona virus) pode infetar todo o mundo

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O número de mortes causadas pelo novo CORONAVIRUS ultrapassou os três dígitos e a doença recebeu um nome: COVID-19. 1110 mortos e mais de 43 mil infectados, estes estão essencialmente na China e na região de Hubei, o epicentro do surto. À Europa chegaram 45 casos de contaminados, uma ameaça “muito séria” do ponto de vista da OMS.
Para Jaime Nina, director clínico do Instituto de Higiene e Medicina Tropical, “o que se passa na Europa ou na América é pouco importante. A batalha será ganha ou perdida na China. Ou eles conseguem controlar o vírus e o mundo todo provavelmente conseguirá eliminá-lo ou é possível que haja uma pandemia mundial.

<p>O novo coronavírus já matou mais de mil pessoas. A quase totalidade na China, onde o número oficial de casos ultrapassa os 42 mil. O diretor-geral da Organização Mundial da Saúde alertou que esta é uma ameaça muito grave para o resto do mundo. Declarações proferidas na abertura de uma r…

TVI24.IOL.PT
<p>O novo coronavírus já matou mais de mil pessoas. A quase totalidade na China, onde o número oficial de casos ultrapassa os 42 mil. O diretor-geral da Organização Mundial da Saúde alertou que esta é uma ameaça muito grave para o resto do mundo. Declarações proferidas na abertura de uma r…

“Agora Querem Professores E Não Os Têm!” – Daniel Graça | ComRegras

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Assim vão os professores e o ensino! Os professores têm sido muito mal tratados desde 2005. Agora querem professores e não os têm! Congelaram-lhes a carreira, enxovalharam-nos indecentemente, trataram-nos abaixo de cão, cheguei a ouvir o “inginhero” dizer, na TV, que a economia estava mal porque os professores não ensinavam bem os alunos, reestruturaram a carreira de forma a que os […]

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OS TOPASSES

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Galeria dos Goeses Ilustres

9 hrs

OS TOPASSES

‘Topasses’. ‘Topas’ ou ‘Tupaz’ foram uma comunidade portuguesa que foi preponderante na região de Oécussi (Timor) e na ilha de Flores, durante os séculos XVII e XVIII.

A sua presença foi também notada noutros locais como Batavia, Macau e Goa.

De origem mestiça, mas de base cultural portuguesa (religião, língua,etc), os Topasses eram verdadeiramente quem governava aquelas regiões, sendo o poder da Coroa Portuguêsa, através do Estado da Índia, tíbio e apenas nominal.

Duas famílias tiveram grande ascendência nesta comunidade: os Da Costa, e os Hornay, de origem holandesa.

Os Topasses eram o elo entre o comércio local, e o resto do comércio global português.

Eram também eles quem faziam a ponte entre os vários reinos de Timor e o governo da Índia Portuguêsa, além de assegurarem a defesa do território, pois a presença da coroa era ainda incipiente.

Francisco Fernandes, Gaspar da Costa ou Hugo da Costa, foram alguns dos seus mais proeminentes líderes.

Á semelhança do destino da comunidade Burgher e das milícias Lascarins, o seu poder e importância foi diminuindo gradualmente, á medida que a presença portuguesa europeia e holandesa no território foi aumentando.

A origem do nome Topasse é incerta, mas poderá vir do tamil Tupassi ou ‘intérprete’.

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  • José Bárbara Branco Charles Boxer, o famoso historiador que dedicou grande parte da sua actividade ao estudo da História de Portugal no Oriente, publicou um interessante trabalho sobre “The Topasses of Timor”, 1947:
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