Retiro Atlântico: Passe a noite numa Yurt neste ‘glamping’ no coração da ilha de São Jorge – Portugal – SAPO Viagens

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Entre o mar e a floresta encontra-se o Retiro Atlântico, o primeiro espaço de ‘glamping’ na Ilha de São Jorge, nos Açores, com quinta biológica certificada com mais de 2500 variedades de plantas comestíveis.

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12 Coronavirus myths busted by science | Live Science

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There’s plenty of nonsense about the coronavirus online. Here are some of the biggest COVID-19 myths out there and the science to explain why they aren’t true.

Source: 12 Coronavirus myths busted by science | Live Science

O frango atravessou a rua…

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O frango atravessou a rua…
To:

 

Para mim, a melhor opinião é a da Lili Caneças.

Professora Primária:

“Porque o frango queria chegar ao outro lado da rua.”

Criança:

“Porque sim.”

Platão:

“Porque queria alcançar o Bem.”

Aristóteles:

“Porque é da natureza do frango atravessar a rua.”

Descartes:

“O frango pensou antes de atravessar a rua, logo, existe.”

Rousseau:

“O frango, por natureza, é bom; a sociedade é que o corrompe e o leva atravessar a rua.”

Freud:

“A preocupação com o facto de o frango ter atravessado a rua já é um sintoma de insegurança sexual.”

Darwin:

“Ao longo dos tempos, os frangos vêm sendo seleccionados de forma natural, de modo que, actualmente, a sua evolução genética fê-los dotados da capacidade de cruzar a rua.”

Einstein:

“Se o frango atravessou a rua ou se a rua se moveu em direcção ao frango, depende do ponto de vista… Tudo é relativo.”

Martin Luther King:

“Eu tive um sonho. Vi um mundo no qual todos os frangos livres podem cruzar a rua sem que sejam questionados os seus motivos. O frango sonhou.”

George W. Bush:

“Sabemos que o frango atravessou a rua para poder dispor do seu arsenal de armas de destruição massiça. Por isso tivemos de eliminar o frango.”

Cavaco Silva:

“Porque é que o frango atravessou a rua, não é importante. O que o país precisa de saber é que, comigo, o frango vai dispor de uma conjuntura favorável. Não colocarei entraves para o frango atravessar a rua.”

José Sócrates:

“O meu governo foi o que construiu mais passadeiras para frangos! Aliás, se não fosse eu e a minha eficiência, não haveria frangos. Quando for reeleito, vou construir galinheiros de cada lado da rua para os frangos não terem de a atravessar.”

Mário Soares:

“O frango atravessou a rua desvairado com um coelho que o anda a lixar! É urgente que o povo me oiça e se movimente para dar-mos caça ao coelho.”

Manuel Alegre:

“O frango é livre, é lindo, é uma coisa assim… com penas! Ele atravessou, atravessa e atravessará a rua, porque o vento cala a desgraça, o vento nada lhe diz!”

Jerónimo de Sousa:

“Se o frango atravessa a rua, a culpa é das elites dominantes, imperialistas e burguesas que pretendem dominar os frangos, usurpar os seus direitos e aniquilar a sua capacidade de atravessar a rua, na conquista de um mundo socialista melhor e mais justo!”

Francisco Louçã:

“Porque é preciso dizer, olhos nos olhos, que só por uma questão racista o frango necessita de atravessar a rua para o outro lado. É claramente uma mesquinhice obrigar o frango a atravessar a rua!”

Valentim Loureiro:

“Desafio alguém a provar que o frango atravessou a rua. É mentira! Tudo mentira! Fooo-se!!”

Paulo Bento:

“O frango atravessou a rua tranquilamente… Era isso que esperávamos e foi isso que aconteceu, com muita naturalidade. O frango ainda é muito jovem e estas coisas pagam-se caro, com tranquilidade!!!”

Zézé Camarinha:

“O frango atravessou a rua porque foi ao engate! É um verdadeiro macho, viu uma franga camone do outro lado da rua e não perdoou! Ganda frango!!!”

E finalmente Lili Caneças…

“Porque se queria juntar aos outros mamíferos.”

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4 kms e 21 horas de diferença, viaje no tempo

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🤔

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Geopizza

As ilhas Diomedes são 2 ilhas separadas por 4km de distância que ficam no estreito de Bering, entre a Rússia e os Estados Unidos. A ilha menor (Pequena Diomedes) é dos EUA, enquanto a ilha maior (Grande Diomedes) é da Rússia, cada uma a exatos 40km de seus respectivos países.

Além desses 4km conter uma fronteira entre a Rússia dos Estados Unidos, nela também passa a Linha Internacional de Data, uma linha imaginária na superfície terrestre que implica uma mudança de data obrigatória ao cruzá-lá.

Cada ilha, portanto, é separada por 21 horas de diferença – o contraste do horário russo com o horário estadunidense. Isso leva a serem chamadas de Ilha do Amanhã e Ilha de Ontem. Amanhã (Grande Diomedes – Rússia ) está 21 horas à frente da Ilha de Ontem (Pequena Diomedes).

Essa diferença de horário ocorre desde 1867, quando os Estados Unidos compraram o Alasca da Rússia estabelecendo uma nova fronteira e um novo horário entre as duas ilhas.

Obs: A Linha Internacional de Data estipula que se adicione/subtraia 24h, quando ela é cruzada – baseado no horário solar. Contudo os Estados Unidos adotam um horário 2h a frente do horário solar, enquanto a Rússia adota um horário 1h atrás do horário solar. Essa discrepância faz com que a diferença entre as 2 ilhas seja de 21h , em vez de 24h. Se você atravessar a Linha Internacional de Data fora das fronteiras Rússia x EUA, você de fato irá adicionar/subtrair 24h.

Fonte: https://bit.ly/3cigb68

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  • Nuno Resendes Ainda dizem que não dá para viajar no tempo, vais ao futuro e voltas em instantes.😁😁

“O silêncio cúmplice diante da fome… Isto, sim, é um vírus mundialmente perigoso!”. Artigo de José María Castillo – Instituto Humanitas Unisinos – IHU

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Fonte: Pxhere

Source: “O silêncio cúmplice diante da fome… Isto, sim, é um vírus mundialmente perigoso!”. Artigo de José María Castillo – Instituto Humanitas Unisinos – IHU

da pandemia à crise do capital

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“Mercados financeiros em pânico. Indústria de automóveis parada. Cidades sem trabalho. Aos poucos, a pandemia transtorna a normalidade opressora do capitalismo, expõe suas entranhas e mostra: outras formas de estar no mundo são necessárias.
A disseminação contínua da epidemia do coronavírus acabou desencadeando, também, certas epidemias de vírus ideológicos que estavam adormecidos em nossas sociedades: fake news, teorias da conspiração paranoicas e explosões de racismo.
A quarentena, devidamente fundamentada em evidências médicas, encontrou um eco na pressão ideológica por estabelecer fronteiras estritas e isolar os inimigos que representam uma ameaça à nossa identidade.”