Corvo volta a apresentar rutura de produtos (Vídeo)

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O falecimento, aos 62 anos, vitima de enfarte, do Dr. António Soares Marinho,

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Faleceu, esta quarta-feira, António Soares Marinho, deputado social-democrata na Assembleia […]

 

Inês Sá is feeling emotional with Zuraida Soares and António Soares Marinho.

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A última vez que nos cruzamos foi há pouco mais de 1 mês… Eu regressava de Lisboa, onde o meu mundo havia desabado… Já no final da viagem, ainda dentro do avião, o António perguntou-me por ela e o meu resto não mentiu, mesmo sem serem pronunciadas muitas palavras… Emocionamo-nos, antevendo que o que viria a acontecer, e seguimos o nosso caminho…
Reconheci as suas flores e apreciei com carinho e gratidão o cartão que as acompanhava…
Hoje, gostaria de conseguir acreditar que algures se tenham encontrado, e que estejam a pensar Açores ao nível a que ambos nos habituaram.
À sua família, aos seus amigos, ao PSD-Açores, envio as minhas mais sentidas condolências.

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Mais uma perda para os Açores. Que descanse em paz.

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Luciano Melo

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O falecimento, aos 62 anos, vitima de enfarte, do Dr. António Soares Marinho, é uma notícia que não queria nunca receber, nem partilhar.

O Dr. Marinho foi meu Professor na UaÇ, sendo fundamentais os seus ensinamentos no meu trajecto profissional. Com ele e com o saudoso Mário André, elaboramos, à mão, sem apoio de computadores, só com calculadora científica, o 1.º Estudo Económico-Financeiro, vulgo “Projecto de Investimentos”, sendo claro, se necessário fosse, que quem nos ministrou na Universidade a cadeira de Análise de Investimentos, sabia, e sabia fazer. Tornamo-nos amigos e o respeito e admiração perduraram estes anos todos.

Obrigado Dr. Marinho, por tudo. Os colegas a quem já liguei não queriam acreditar e ficaram, como eu, desolados

Descanse em Paz e as minhas sentidas condolências a toda a sua Família.

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Aventuras na História · Escravos da Berbéria: a época em que europeus cristãos eram sequestrados

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Piratas do norte da África levavam os prisioneiros da Europa como cativos a países islâmicos

Source: Aventuras na História · Escravos da Berbéria: a época em que europeus cristãos eram sequestrados

congresso de mulheres sem mulheres

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Ridicule ne tue pas…
Se o ridículo matasse…

An image of a conference in Saudi Arabia on the topic of “women in society” – with not a single female present – has gone viral. The picture features row upon row of men in traditional keffiyeh and wh…

An image of a conference in Saudi Arabia on the topic of “women in society” – with not a single female present – has gone viral. The picture features row upon row of men in traditional keffiyeh and wh…

Fraude milionária no Novo Banco leva António Ramalho a Espanha – ECO

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Um ex-gestor da sucursal espanhola do Novo Banco terá burlado 80 clientes em cerca de 50 milhões através de um esquema piramidal. António Ramalho viajou para Espanha para tratar diretamente do caso.

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corrupção do rei de espanha

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Juan Carlos I é suspeito de ter recebido 100 milhões de euros em luvas do regime saudita, provavelmente relacionados com a adjudicação do comboio de alta-velocidade a empresas espanholas.
No principal jornal espanhol, nem sombra do assunto. Mais uma vez se comprova que em Espanha há um pacto de silêncio em torno de tudo o que envolve este tema. E mais uma vez se comprova que, em Espanha, há ditaduras de primera e de segunda: se o assunto envolvesse o regime venezuelano e qualquer outra personalidade, não se falava de mais nada.

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BATALHA DAS FLORES NOS AÇORES TEÓFILO BRAGA

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Batalhas de flores, limas ou plásticos?

Nos últimos anos, parece-nos que tem crescido a oposição à denominada Batalha das Limas que na verdade é uma Batalha de Plásticos. Este ano houve mesmo uma associação de proteção do ambiente e um partido político que manifestaram a sua oposição à sua realização, sobretudo devido à utilização de sacos de plástico.

Nas redes sociais, as opiniões dividem-se entre os que apresentam como principal argumento a proteção do ambiente, onde incluem o desperdício de água e o uso dos plásticos e os que apresentam como grande argumento, e talvez único, o da tradição.

Neste texto, não vou esgrimir argumentos a favor ou contra a referida batalha. Vou limitar-me a provar, com alguns exemplos, que estão errados aqueles que defendem a batalha das limas, em detrimento das de flores, argumentando que apenas terá existido uma batalha de flores.

Em 1915, realizou-se uma Batalha de Flores, promovida pela Câmara Municipal de Ponta Delgada, no Domingo Gordo, 14 de fevereiro, pelas 12 horas, no Largo 5 de Outubro (Campo de São Francisco). A referida batalha, para além do divertimento das pessoas, apresentava fins humanitários, neste caso as receitas obtidas foram distribuídas pela Cruz Vermelha e pela Federação Operária.

De entre os carros presentes, destacaram-se um alusivo à conflagração europeia e outro da Federação Operária “alusivo à crise que, segundo consta, é também interessante, embora menos jocoso, visto a alusão não se prestar, pelo seu simbolismo, à charge carnavalesca”.

Não sabemos se chegou a haver Batalha de Flores em 1918, pois de acordo com os jornais da altura, a dois dias do Carnaval ainda não se falava na tradicional batalha que se realizava anualmente.

O jornal “Diário dos Açores” sugeriu que naquele ano as receitas da batalha revertessem para a “Cruz Vermelha Portuguesa e Comissão Suíça para os soldados portugueses prisioneiros dos alemães…”

O Açoriano Oriental, estranhando a falta de notícias defendeu o seguinte: “Agora mais do que nunca se impunha uma confraternização com os nossos benquistos hóspedes americanos, que presentemente guardam a nossa ilha…”.

O mesmo jornal que reprovava “os folguedos carnavalescos pelas ruas”, apoiava uma “Batalha de Flores, decente e sem mascaradas, assim como os bailes nos teatros e festas de flores, porque serão festas civilizadoras e altruístas”. O que escreveriam os redatores do referido jornal se assistissem à atual batalha de plásticos?

Em 1920, coube aos alunos do liceu a organização de “batalhas de flores”, na Praça 5 de Outubro. Sobre as mesmas o Diário dos Açores publicou uma nota onde a dado passo pode ler-se: “São dois dias de folia carnavalesca e a ninguém ficará mal divertir-se um bocado, quer tomando parte direta nas batalhas, quer vendo os seus efeitos sobre os combatentes, ao longe.”

Em 1950, no domingo, 19 de fevereiro, cerca de 10 mil pessoas assistiram à Batalha de Flores que se realizou, uma vez mais, na Praça 5 de Outubro, em Ponta Delgada.

No ano referido, o cortejo abriu com a Filarmónica Rival das Musas a que se seguiram carros representando várias empresas da ilha, como a fábrica de Tabaco Micaelense, os “adubos Labor”, a casa de modas Eliela, a empresa Azevedo e Ca. Sucrs., a Fábrica de Tabaco da Maia e a Casa Africana. A presença de danças de cadarços também foi muito bem acolhida pelos assistentes não só devido ao colorido das suas roupas, mas também pelas suas músicas e cantigas populares.

No mesmo ano, na terça-feira, dia de Carnaval, o Governador Civil do Distrito entregou prémios. Para além de taças aos carros que se distinguiram, foram entregues prémios pecuniários às danças dos cadarços, a que se seguiu um desfile dos premiados pelas ruas da cidade de Ponta Delgada.

Tal como era tradição, as receitas da Batalha reverteram para uma instituição, neste caso o Albergue Distrital.

Teófilo Braga
(Correio dos Açores, 32071, 4 de março de 2020, p.17)
Imagem: Instituto Cultural de Ponta Delgada -PT/ICPD/CFD.01505

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