corrupção do rei de espanha

Views: 2

Juan Carlos I é suspeito de ter recebido 100 milhões de euros em luvas do regime saudita, provavelmente relacionados com a adjudicação do comboio de alta-velocidade a empresas espanholas.
No principal jornal espanhol, nem sombra do assunto. Mais uma vez se comprova que em Espanha há um pacto de silêncio em torno de tudo o que envolve este tema. E mais uma vez se comprova que, em Espanha, há ditaduras de primera e de segunda: se o assunto envolvesse o regime venezuelano e qualquer outra personalidade, não se falava de mais nada.

Image may contain: 4 people
Comments
Write a comment…

BATALHA DAS FLORES NOS AÇORES TEÓFILO BRAGA

Views: 1

Batalhas de flores, limas ou plásticos?

Nos últimos anos, parece-nos que tem crescido a oposição à denominada Batalha das Limas que na verdade é uma Batalha de Plásticos. Este ano houve mesmo uma associação de proteção do ambiente e um partido político que manifestaram a sua oposição à sua realização, sobretudo devido à utilização de sacos de plástico.

Nas redes sociais, as opiniões dividem-se entre os que apresentam como principal argumento a proteção do ambiente, onde incluem o desperdício de água e o uso dos plásticos e os que apresentam como grande argumento, e talvez único, o da tradição.

Neste texto, não vou esgrimir argumentos a favor ou contra a referida batalha. Vou limitar-me a provar, com alguns exemplos, que estão errados aqueles que defendem a batalha das limas, em detrimento das de flores, argumentando que apenas terá existido uma batalha de flores.

Em 1915, realizou-se uma Batalha de Flores, promovida pela Câmara Municipal de Ponta Delgada, no Domingo Gordo, 14 de fevereiro, pelas 12 horas, no Largo 5 de Outubro (Campo de São Francisco). A referida batalha, para além do divertimento das pessoas, apresentava fins humanitários, neste caso as receitas obtidas foram distribuídas pela Cruz Vermelha e pela Federação Operária.

De entre os carros presentes, destacaram-se um alusivo à conflagração europeia e outro da Federação Operária “alusivo à crise que, segundo consta, é também interessante, embora menos jocoso, visto a alusão não se prestar, pelo seu simbolismo, à charge carnavalesca”.

Não sabemos se chegou a haver Batalha de Flores em 1918, pois de acordo com os jornais da altura, a dois dias do Carnaval ainda não se falava na tradicional batalha que se realizava anualmente.

O jornal “Diário dos Açores” sugeriu que naquele ano as receitas da batalha revertessem para a “Cruz Vermelha Portuguesa e Comissão Suíça para os soldados portugueses prisioneiros dos alemães…”

O Açoriano Oriental, estranhando a falta de notícias defendeu o seguinte: “Agora mais do que nunca se impunha uma confraternização com os nossos benquistos hóspedes americanos, que presentemente guardam a nossa ilha…”.

O mesmo jornal que reprovava “os folguedos carnavalescos pelas ruas”, apoiava uma “Batalha de Flores, decente e sem mascaradas, assim como os bailes nos teatros e festas de flores, porque serão festas civilizadoras e altruístas”. O que escreveriam os redatores do referido jornal se assistissem à atual batalha de plásticos?

Em 1920, coube aos alunos do liceu a organização de “batalhas de flores”, na Praça 5 de Outubro. Sobre as mesmas o Diário dos Açores publicou uma nota onde a dado passo pode ler-se: “São dois dias de folia carnavalesca e a ninguém ficará mal divertir-se um bocado, quer tomando parte direta nas batalhas, quer vendo os seus efeitos sobre os combatentes, ao longe.”

Em 1950, no domingo, 19 de fevereiro, cerca de 10 mil pessoas assistiram à Batalha de Flores que se realizou, uma vez mais, na Praça 5 de Outubro, em Ponta Delgada.

No ano referido, o cortejo abriu com a Filarmónica Rival das Musas a que se seguiram carros representando várias empresas da ilha, como a fábrica de Tabaco Micaelense, os “adubos Labor”, a casa de modas Eliela, a empresa Azevedo e Ca. Sucrs., a Fábrica de Tabaco da Maia e a Casa Africana. A presença de danças de cadarços também foi muito bem acolhida pelos assistentes não só devido ao colorido das suas roupas, mas também pelas suas músicas e cantigas populares.

No mesmo ano, na terça-feira, dia de Carnaval, o Governador Civil do Distrito entregou prémios. Para além de taças aos carros que se distinguiram, foram entregues prémios pecuniários às danças dos cadarços, a que se seguiu um desfile dos premiados pelas ruas da cidade de Ponta Delgada.

Tal como era tradição, as receitas da Batalha reverteram para uma instituição, neste caso o Albergue Distrital.

Teófilo Braga
(Correio dos Açores, 32071, 4 de março de 2020, p.17)
Imagem: Instituto Cultural de Ponta Delgada -PT/ICPD/CFD.01505

Image may contain: 1 person

Expresso | Covid-19: Lufthansa vai parar 150 aviões devido a queda no tráfego aéreo

Views: 0

Do total de aviões parados pela transportadora alemã, 25 aparelhos são de longo curso

Source: Expresso | Covid-19: Lufthansa vai parar 150 aviões devido a queda no tráfego aéreo

Denunciada “asfixia” na economia do Corvo devido à falta de abastecimento

Views: 0

O deputado do Partido Popular Monárquico (PPM) na Assembleia dos Açores alertou que a economia do Corvo está “em asfixia” e pediu ao Governo Regional para fretar um navio para solucionar a falta de abastecimento à ilha.

Source: Denunciada “asfixia” na economia do Corvo devido à falta de abastecimento

Expresso | Coronavírus. Médica de Lisboa telefonou 44 vezes para a Linha de Apoio – não teve resposta

Views: 1

Centros de saúde estão a isolar suspeitos de infeção Covid-19 em casas de banho, sem poder assegurar sala e sanitários para isolamento. Dezenas de clínicos denunciam o silêncio da Linha de Apoio ao Médico: ao Expresso, uma médico diz ter telefonado 44 vezes, sem resposta, e os doentes voltaram para casa. Email interno denunciava, há uma semana, que a situação no atendimento telefónico era “urgente”

Source: Expresso | Coronavírus. Médica de Lisboa telefonou 44 vezes para a Linha de Apoio – não teve resposta

O pior é que ninguém faz nada! – Santana Castilho – VozProf

Views: 0

O sentimento de impunidade nas escolas é corolário da desautorização dos docentes e da sua continuada despromoção social, em que o PS se empenhou desde Maria de Lurdes Rodrigues.

Source: O pior é que ninguém faz nada! – Santana Castilho – VozProf