Views: 0
meloa-da-graciosa-pode-desaparecer
Discovery of a Young Submarine Rift Zone Near Madeira Island: the Leading Edge of the Madeira Hotspot Track? – NASA/ADS
Views: 2
During RV “METEOR” cruise M51/1 in 2001, a hitherto unknown submarine ridge off Madeira island was discovered, hydroacustically mapped and sampled. Funchal ridge (working name) extends from near the capital Funchal over 50 km to the south and rises up to 600 m over the surrounding seafloor. At least 20 volcanic cones have been identified along the ridge, including a volcanic field at its southern end. Funchal ridge represents a classic rift zone and shows some similarities to the ridge forming the Desertas islands further northeast. Many of the alkalic basalts dredged are remarkably fresh and are highly vesicular despite sampling depths of up to 3600 m. We thus propose that Funchal ridge is the locus of most recent volcanic activity of Madeira Archipelago, marking the present location of the hotspot. This interpretation is in agreement with the concentration of small earthquakes around the ridge and with the occurrence of stratigraphically young cinder cones in prolongation of the ridge near the city of Funchal. The volcanic field at the southern end of the ridge where activity is concentrated may thus represent the early shield stage of a future island. Preliminary Sr, Nd and Pb isotope data support this interpretation since samples from Funchal ridge overlap with those from the isotopically enriched Madeira shield stage but differ from the less radiogenic post-erosional stage presently occurring on Madeira. According to our model, Funchal ridge could become the fourth large volcano of the Archipelago following Porto Santo (14.3 – 11.1 Ma subaerial age range), Madeira (4.6 Ma to <10 ka), and the Desertas islands (3.6 – <3.2 Ma). The reason for formation of a long ridge instead of a circular seamount at this early stage may be the overlap of the new edifice with Madeira’s lower slope. Gravitative stresses of such a geometry, combined with gravitative spreading of Madeira, can qualitatively explain the observed relations as we have modelled by analogue experiments.
as mulheres têm um dia em que o mundo parece pensar nelas, será?
Views: 0


60 minutes Australian, program on the virus
Views: 0
The World Health Organisation says the coronavirus poses a greater global threat than terrorism. The virus has already struck over 80 countries and counting, but a leading expert’s prediction for the eventual extent of the pandemic is chilling. Now on #60Mins, reporter Liam Bartlett goes undercover to find out how the crisis began and how we stand a chance to beat it.
10 boas notícias sobre o coronavírus em meio a “pandemia de medo” – BBC News Brasil
Views: 0
Embora o surto seja preocupante, a boa notícia é que existem razões para otimismo, porque nunca estivemos melhor preparados para combater uma pandemia.
Source: 10 boas notícias sobre o coronavírus em meio a “pandemia de medo” – BBC News Brasil
univ do Minho Campus de Gualtar em quarentena
Views: 0
uís Aguiar-Conraria and Vítor de Sousa shared a post.

Despacho do Reitor 23/2020
Estando confirmado, pelas autoridades de saúde, um caso de COVID-19 na comunidade universitária que desenvolve a sua atividade no campus de Gualtar;
Considerando a necessidade de a Universidade assumir uma posição que contribua ativamente para a prevenção e o controlo da COVID-19;
Considerando as recomendações da Comissão de Elaboração e Gestão do Plano de Contingência Interno COVID-19;
Determina-se:
1. Não são autorizadas, a partir de hoje, deslocações em serviço;
2. São suspensas as deslocações em serviço que tenham sido previamente autorizadas;
3. É encerrado o edifício do Instituto de Ciências Sociais (Edifício 15 do campus de Gualtar);
4. São suspensas as atividades pedagógicas no campus de Gualtar;
5. São encerrados os serviços de bibliotecas e as unidades alimentares no campus de Gualtar;
6. São suspensos os eventos e atividades desportivas no campus de Gualtar;
7. É suspensa a realização de conferências, seminários, cerimónias e eventos de natureza similar no campus de Gualtar;
8. Professores, investigadores, trabalhadores técnicos, administrativos e de gestão e estudantes oriundos de países com casos confirmados de Covid-19 devem voluntariamente submeter-se a um período de quarentena, de 14 dias, após a sua chegada ao país;
9. O modo de funcionamento das unidades de serviços da Universidade, dos Serviços de Ação Social e dos serviços das unidades orgânicas, com atividade no campus de Gualtar, será fixado até ao final do dia 8 de março, sendo o mesmo posteriormente comunicado aos respetivos trabalhadores;
10. Até que se encontrem disponíveis soluções de desinfeção para colocação ao lado dos terminais de leitura biométrica para controlo de assiduidade, está suspensa a utilização destes equipamentos. O controlo e validação de assiduidade no período em que estiver suspensa a utilização dos referidos terminais será feita pelo respetivo superior hierárquico direto.
Adicionalmente, recomenda-se que:
Seja reduzida ao mínimo a utilização das instalações da Universidade em Gualtar pelos membros da comunidade universitária.
-
Na universidade do Minho, em Braga, vamos todos entrar de sabática por uns tempos.
Do Covid 19
“recomenda-se que: Seja reduzida ao mínimo a utilização das instalações da Universidade em Gualtar [Braga] pelos membros da comunidade universitária”.
Coronavirus: Northern Italy quarantines 16 million people – BBC News
Views: 0
Milan and Venice are among cities in the lock-down zone as Italy escalates its response to the coronavirus.
Source: Coronavirus: Northern Italy quarantines 16 million people – BBC News
(15) 49 CREMATORIOS 24 HORAS POR DIA – A ENTREVISTA MAIS BOMBASTICA DA CHINA SOBRE WUHAN – NUMEROS REAIS – YouTube
TOMÁS QUENTAL · Recuperar o Tribunal da Relação dos Açores
Views: 0
Recuperar o Tribunal da Relação dos Açores
Os Açores já tiveram um Tribunal da Relação, com sede em Ponta Delgada e abrangendo todo o arquipélago, durante o regime monárquico. Curiosa e estranhamente, o Tribunal da Relação dos Açores foi extinto por decisão – logo uma das primeiras – do Governo Provisório saído da Revolução Republicana de 5 de Outubro de 1910, que depôs a velha monarquia portuguesa e instituiu precisamente um regime republicano no país.
O Tribunal da Relação dos Açores, de segunda instância judicial, foi criado por decreto de 16 de Maio de 1832 e extinto por decreto de 24 de Outubro de 1910. Começou a funcionar a 3 de Julho de 1833, data em que tomou posse o seu primeiro presidente, o juiz desembargador José Leandro da Silva e Sousa. O Tribunal da Relação dos Açores funcionou numa ala do Palácio da Conceição.
Mais curioso e estranho é que o referido Governo Provisório foi presidido, nem mais nem menos, pelo micaelense Teófilo Braga, eminente intelectual, escritor, ensaísta e professor universitário, mas que nunca gostou muito da terra de origem, por motivos que se desconhecem. Saiu muito jovem dos Açores para Lisboa para estudar, não tendo mais regressado. Dizem que quando encontrava alguém dos Açores questionava: “você também é da terra onde até os mortos dão coices?”…
Com a extinção do Tribunal da Relação dos Açores, os recursos das decisões dos tribunais açorianos de primeira instância passaram a ser endereçados e apreciados pelo Tribunal da Relação de Lisboa, que também abrange a Madeira.
Acontece, porém, que o Tribunal da Relação de Lisboa está numa grande “salgalhada”, com juízes envolvidos em situações estranhas, para não dizer coisa pior, como a comunicação social tem vindo a noticiar. É uma vergonha, um descrédito e o colapso de valores que supostamente estariam salvaguardados, em nome do Estado de Direito, do regime democrático e da Constituição da República Portuguesa.
Penso que está na hora de os Açores recuperarem o seu Tribunal da Relação, porque os Açores não merecem estar sujeitos a um Tribunal da Relação exterior onde ninguém sabe ao certo o que se passa, exigindo-se a urgente intervenção do Conselho Superior da Magistratura, da Procuradoria-Geral da República e do Presidenbte da República, que, em vez de estar a falar de assuntos menores, devia era preocupar-se e agir numa matéria de Estado como esta, porque é o Estado que também está em causa, com o que se está a verificar no Tribunal da Relação de Lisboa.
Instalando-se novamente um Tribunal da Relação nos Açores, os eventuais recursos das decisões tomadas por este seriam endereçados para o Supremo Tribunal de Justiça, com sede em Lisboa e que abrange todo o país, não havendo aqui, pois, qualquer alteração, nem se justificaria.
O erro – ou a má vontade – de Teófilo Braga, que prejudicou a sua terra natal com a decisão de extinguir o Tribunal da Relação dos Açores, pode e deve ser corrigido. Não é só o ministro dos Negócios Estrangeiros que “está cegando”, como disse, em linguagem tipicamente micaelense, o presidente do Governo da Região Autónoma dos Açores. O Tribunal da Relação de Lisboa também “está cegando”, expressão que significa, para quem eventualmente não sabe, “está chateando”. Os Açores não têm que estar abrangidos por um Tribunal da Relação onde, pelos vistos, a confusão é muita. Eis uma causa justa e oportuna que os partidos políticos podem e devem assumir com vista às eleições legislativas regionais de Outubro próximo, para depois exigirem aos órgãos superiores do Estado a instalação de novo de um Tribunal da Relação nos Açores. Estou para ver quem quer adoptar – ou não – esta causa.
Tomás Quental Mota Vieira
(Artigo publicado hoje no “Diário dos Açores”)



