Vírus pode persistir ativo no ar durante três horas e nas superfícies aguenta-se por três dias – JN

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Novas revelações científicas contribuem para que todos adotem comportamentos de higiene e distância social de segurança ainda mais rigorosos

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a pandemia por países

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Pandemia de coronavírus: dados em 18/03/2020
Hoje

Segundo os dados mais recentes, em 18 de março, o número total de casos de coronavírus no mundo atingiu 198155 com 7954 mortes e 81.960 recuperadas.

Ontem, havia 185067 doenças, com 7330 mortes e 80237 curadas.

O epicentro da pandemia mudou há muito da China para a Europa.
Portanto, na RPC, não são registados mais de 15 novos casos por dia.

Em 18 de março, o maior número de infecções foi registado nos seguintes países:

Itália – 31560 (um aumento de 12,6%);
Irão – 16169 (um aumento de 15,5%);
Espanha – 11826 (um aumento de 4,8%);
Alemanha – 9360 (um aumento de 21,7%);
Coreia do Sul – 8413 (um aumento de 1,1%);
França – 7695 (um aumento de 15,5%);
EUA – 6496 (um aumento de 39%);
Suíça – 2700 (um aumento de 15,9%);
Grã-Bretanha – 1960 (um aumento de 26%);
Países Baixos – 1710 (um aumento de 20%);
Noruega – 1471 (um aumento de 3,6%);
Áustria – 1332 (crescimento de pelo menos 15%);
Bélgica – 1243 (aumento de pelo menos 15%);
Suécia – 1196 (um aumento de 4,9%);
Na Federação Russa, existem 114 casos oficialmente confirmados da doença.

O coronavírus já é oficialmente uma pandemia, se espalhando por 155 estados do mundo.

O número total de doenças no mundo excedeu o número de casos na China e continua a crescer.

A dinâmica da distribuição do coronavírus

Os mercados de ações globais estão oficialmente em uma fase de “baixa”.
Ontem, os índices americanos tentaram se recuperar em 6% no contexto de um grande número de incentivos dos órgãos reguladores, mas hoje o futuro dos índices norte-americanos já está “deitado” na barra inferior.
A guerra do petróleo continua.
O preço do barril de Brent está se aproximando de US $ 28 por barril, o que pressiona significativamente as ações russas.

Por exemplo, somente a Rosneft perdeu mais de 50% de sua capitalização em um mês.

По последним данным на вечер 18 марта общее число заболевших коронавирусом в мире достигло 198155 при 7954 летальных исходах и 81960 выздоровевших. На вчерашний вечер забо….

Covid-19: Estado de emergência prevê confinamento obrigatório em casa

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Covid-19: Estado de emergência prevê confinamento obrigatório em casa – decreto (EM PORTUGAL)

Lisboa, 18 mar 2020 (Lusa) – O estado de emergência proposto pelo Presidente para conter a pandemia ao Covid-19 prevê a possibilidade de confinamento obrigatório compulsivo dos cidadãos em casa e restrições à circulação na via pública, a não ser que sejam justificados.

O projeto de decreto, enviado ao parlamento, foi divulgado hoje no “site” da Presidência da República e prevê que o estado de emergência vigore por 15 dias, como está legalmente previsto.

Para “reduzir o risco de contágio” e fazer a prevenção, “podem ser impostas pelas autoridades públicas competentes as restrições necessárias”, incluindo “o confinamento compulsivo no domicílio ou em estabelecimento de saúde, o estabelecimento de cercas sanitárias”, assim como “a interdição das deslocações e da permanência na via pública que não sejam justificadas”, lê-se no texto.

São consideradas deslocações justificadas, “designadamente, pelo desempenho de actividades profissionais, pela obtenção de cuidados de saúde, pela assistência a terceiros, pelo abastecimento de bens e serviços e por razões ponderosas”.

No decreto, estipula-se que caberá ao Governo, “nesta eventualidade, especificar as situações e finalidades em que a liberdade de circulação individual, preferencialmente desacompanhada, se mantém”.

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médica em USF, Unidade de Saúde Familiar, vulgo “Centro de Saúde” ou “Caixa

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Joana Barroco

Esta sou eu, hoje, dia 17 de Março de 2020. Para quem achar que todo este aparato é imenso, podem esquecer essa ideia.

Vou primeiro contextualizar. Não trabalho no hospital, não trabalho num serviço de urgência e pouco percebo de medicina interna ou cuidados intensivos.

Estou num Unidade de Saúde Familiar, vulgo “Centro de Saúde” ou “Caixa”.
Estive todo o dia a fazer uma espécie de triagem dos utentes que vieram cá, na mesa que podem ver na fotografia. Tentei ao máximo dos máximos minimizar a circulação de doentes na minha unidade. Ao máximo, mesmo.

A mesa foi improvisada por nós, funcionários da unidade.
O acrílico que veêm foi arranjado por nós, funcionários da unidade.
O material que está em cima da mesa (termómetro, saturímetro) é nosso (pagamos do nosso bolso), funcionários da unidade.

Tenho neste momento duas máscaras cirúrgicas, colocadas há cerca de 12h (retirei-as para comer e voltei a colocar as mesmas), porque estamos a racionar o número de máscaras, porque se não daqui a meia dúzia de dias não teremos para todos.

A viseira (óculos) que estou a usar, é improvisada, encontrei-a por acaso no meia de tralha que tinha em casa. É minha.

A farda, a bata e as socas que tenho vestidas são minhas. Irão, eventualmente (porque não tenho outras para trocar), ser levadas para lavar na minha máquina da roupa em minha casa.

E desenganem-se os que pensam que este aparato me está a proteger!! Estas máscaras nem sequer protegem contra este vírus. Deveríamos ter fatos descartáveis, deveríamos ter equipamentos de proteção individuais.
Mas não temos. Os que temos são só para avaliar casos suspeitos. E são poucos e estão contadinhos.
O problema é que neste momento todos são suspeitos, só que o estado faz de conta que não, e quem tem de os ver nestas condições, que veja. É o que temos.

Não quero que pensem que estou a criticar a minha unidade. Muito menos os funcionários dela. Estamos a fazer o que podemos com o que nos dão. Todos nós!! Com o que o governo nos dá. Ou melhor, com o que não nos dá. Com a (falta de) preparação que o governo teve na luta contra esta pandemia. Estamos a trabalhar com aquilo que o estado não preparou. E teve tempo, meus amigos. Teve tempo.

Têm sido dias caóticos. Caóticos.

Não temos doentes entubados nem entre a vida e a morte. Não. Mas estamos na linha da frente, exatamente como os nossos colegas hospitalares (que tanta, mas tanta consideração merecem!!!) estão! E esta linha da frente assusta-me muito, muito mesmo. Porque tenho visto e vivido o quão pouco preparados estamos. O que eu vivo aqui, é vivido mil vezes pior nos hospitais. E isso assusta-me muito. Tenho medo que os nosso (poucos) recursos comecem a escassear, ainda antes do pior acontecer… e tenho muito medo porque os nossos governantes estão a ser completamente desonestos. Ingratos. Inúteis.

Sr. Primeiro Ministro, o povo português ainda não percebeu. Juro-lhe, ainda não percebeu. Ao contrário do que afirma, ainda não percebeu.

Ainda tenho idosos que vêm pedir a sua receita do seu medicamento para o qual ainda têm caixas em casa. E vêm aqui. Entram, agarram-se ao corrimão da escada, tocam nas cadeiras, respiram este ar!! E daqui vão à farmácia. E depois vão ao café (que ainda não fechou) e ao talho (que ainda não fechou) e aos bancos (que ainda não fecharam) e a casa da filha e do neto e do cunhado e da tia e da vizinha e sabe deus onde vão mais. Juro-lhe Sr. Primeiro Ministro, o povo português ainda não percebeu.

E o povo português vai morrer. Muitos de nós vamos morrer. Idosos. Jovens. Saudáveis. Doentes.

Escrevo isto, hoje, depois de 12 horas a tentar incutir ao povo que tem de ficar em casa. E tenho recebido risos e desconsideração. Tenho recebido pessoas que acham que estou a exagerar e que sou maluquinha por estar assim vestida.

Tenho medo, amigos. Tenho muito medo do que está a acontecer.

Por isso, peço-lhe Sr. Primeiro Ministro e Exmo. Presidente da República, declarem estado de emergência. Declarem quarentena obrigatória. Por favor, por nós, por vocês, por todos. Por favor.

Se não, vamos morrer. Muito de nós.

Joana Barroco
Médica Interna de Medicina Geral e Familiar

contra o covid-19 um ataque de humor

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Madeira: Governo Regional suspende aluguer de viaturas automóveis pelas rent-a-car – O Jornal Económico

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Esta medida foi publicada na passada terça-feira no Jornal Oficial da Região Autónoma da Madeira (JORAM) com efeitos imediatos “até a sua revogação expressa”.

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