Expresso | COVID-19. Alemanha opta por sistema de identificação de contactos que respeita a privacidade dos cidadãos

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Ao contrário de uma aplicação pan-europeia que estava a ser desenvolvida, a solução agora adotada armazena os dados nos próprios telemóveis e não numa base de dados cental

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a infindável crise timorense

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CNRT, de Xanana Gusmão, diz que nova aliança parlamentar em Timor-Leste “já morreu”

Díli, 27 abr 2020 (Lusa) – O líder da bancada do CNRT, segundo partido timorense, considerou hoje que o voto do partido KHUNTO a favor da renovação do estado de emergência significa a morte da nova aliança parlamentar de que os partidos faziam parte.
“Sim parece que já morreu a aliança. Foi, portanto, uma decisão indireta da parte do KHUNTO [Kmanek Haburas Unidade Nasional Timor Oan] em cortar com a nova aliança”, disse à Lusa Duarte Nunes, líder da bancada do Congresso Nacional da Reconstrução Timorense (CNRT), de Xanana Gusmão.
“Houve instruções diferentes dadas ao KHUNTO. E a mensagem clara foi esta”, considerou.
Duarte Nunes falava à Lusa depois do parlamento nacional aprovar hoje o prolongamento do estado de emergência por 30 dias como resposta à covid-19, com 37 votos a favor, 23 votos contra e quatro abstenções.
A autorização foi aprovada com os votos favoráveis da Frente Revolucionária do Timor-Leste Independente (Fretilin), do Partido Libertação Popular (PLP) e do Kmanek Haburas Unidade Nacional Timor Oan (KHUNTO).
O Partido Democrático (PD) dividiu-se, com o líder do partido, Mariano Sabino a votar a favor e os restantes três deputados (um estava ausente) a absterem-se, enquanto o único deputado do Partido de Unidade Desenvolvimento Democrático (PUDD) absteve-se.
A votação mostrou uma fratura na nova maioria de aliança parlamentar, com o KHUNTO, PD e PUDD a adotarem uma postura diferente do CNRT que ficou apenas com a deputada da Frente Mudança e o deputado da União Democrática Timorense (UDT) no bloco do não.
Recorde-se que o CNRT, KHUNTO, PD, PUDD, UDT e FM acordaram uma nova aliança de maioria parlamentar que se mostrou agora dividida na apreciação da autorização.
Antonio Conceição, deputado do Partido Democrático (PD) e que tem sido porta-voz da aliança, disse hoje à Lusa que os partidos da aliança tinham acordado no sábado votar hoje contra a extensão do estado de emergência devido à covid-19, mas que o líder do KHUNTO, José Naimori, deu depois instruções contrárias aos seus deputados.
Duarte Nunes disse que a votação de hoje foi “um último teste” à posição do KHUNTO no quadro da aliança, afirmando que “depois de eles votarem a favor, poderemos ter novas nomeações dentro em breve para o Governo”.
Escusando-se a especular sobre o que motivou a reviravolta do KHUNTO – a Lusa tentou sem sucesso ouvir dirigentes do partido – Nunes disse que agora os membros do CNRT que ainda estão no Governo terão de decidir “se querem demitir-se ou se serão exonerados” no âmbito dessa possível remodelação.
“Os nossos ministros já sabem da situação e têm de pedir a resignação ou então são exonerados”, afirmou.
A situação é o capítulo mais recente numa sucessão de trocas de alianças entre os partidos políticos timorenses que, em parte, tem sido responsável pelo impasse político que o país vive desde 2017.
Duarte Nunes teceu críticas à ação do Presidente da República, Francisco Guterres Lu-Olo, neste processo, considerando que o chefe de Estado “usou da sua autoridade para decidir o que interessa à Fretilin, e o interessa ao PLP”.
“Isso é o que vemos”, afirmou.

ASP // PJA
Lusa/Fim

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não, não está tudo bem….no recomeço escolar nos açores

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COMEÇARAM AS AULAS. COMEÇOU O FUTURO?

Naquele que devia seguir-se ao culminar de um processo de preparação, o arranque do novo período letivo tem sido extremamente exigente pata todos: professores, alunos, pais e administração educativa. Contudo, para além dos expetáveis desafios que se prendem com a adaptação a um novo sistema de aulas, ainda por cima, a distância, a (in)ação central veio causar mais distúrbio ao sistema.
Deve ser salientado o papel dos diretores de turma e dos professores titulares de turma, que tiveram a incumbência de articular com as famílias e os restantes professores a implementação deste processo, limando junto das famílias as falhas de gestão administrativa (que é natural que surjam) e resolvendo junto da escola os problemas colocados pelos encarregados de educação e pelos alunos. Tem sido um insano trabalho, e só quem lida com a Escola (no sentido de comunidade) entende o nível de exigência de integração sistémica.
Multiplicaram-se em contatos por múltiplas vezes, e esta não é uma redundância. De um modo geral, os professores estão em luta contra o tempo, para terem todo o seu material adaptado para o ensino a distância em cada aula ou atividade, com a maior participação possível.
Infelizmente, todo este trabalho acabou por avolumar-se porque não estava tudo atempadamente preparado, não tendo a administração educativa cumprido com o comprometido no que concerne à preparação das plataformas com as quais trabalhamos. É verdade que o que se lhe exigia não era simples: agilizar o já existente SGE (plataforma de gestão do trabalho com os alunos), que tantos problemas já tinha dado, em especial quando sujeito a acessos simultâneos; criar uma conta da Microsoft para cada aluno, para usufruir de todas as potencialidades da aplicação de videoconferências previamente escolhida pela administração central regional (Teams); e ligar o SGE a essa aplicação, de forma que através de um único acesso (ao SGE) se pudesse fazer todo o trabalho. Simplesmente, não foi feito. Os procedimentos de operacionalização de comunicação a distância, a escolha de aplicativos e a calendarização das aulas foram opções centralizadas, estranhamente assentes na sobrecarga de uma plataforma que já dava problemas (SGE). Os professores e as escolas corresponderam, a administração central não, e agora estamos a contornar problemas, com grande custo dos docentes e das famílias, que continuam a ver-se à nora para aceder ao SGE. Se a administração não tivesse andado a criar (novamente dentro desta plataforma) chats e crachás (e agora um canal de videoconferências) completamente acessórios, talvez tivesse tido tempo para fazer o que tinha de ser feito, com grandes ganhos de eficiência, e não estariam os professores e as famílias a tentar contornar dificuldades que não existiriam.
Não faz sentido, assim, a manifestação de regozijo do Secretário Regional da Educação e Cultura, no dia em que se retomaram (efetivamente) as aulas, ao dizer que se ultrapassaram as suas expetativas, fazendo tábua-rasa dos problemas com que toda a comunidade educativa (ainda hoje) se defronta. O primeiro passo para proceder a uma verdadeira reforma na Educação consiste na capacidade de avaliar o que andamos a fazer.
Sofia Ribeiro
sribeiro.maisacores@gmail.com

— with Sofia Heleno Ribeiro.

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Comments
  • Jacinto Sousa E que futuro será em ‘saber’?.
    Tele-saber?. Tele-raciocinio?. Tele-avaliação.
    Vai ser bonito ‘as bases’ deste ano, reflectidas durantes os próximos
  • João Mota Gomes Há aqui vários pontos muito interessantes que podem e devem ser alvo de diagnóstico e discussão. O primeiro é de que deveríamos ter preparado uma maior presença das TIC no processo educativo salvaguardando o ensino á distância mesmo sem pandemia uma vez que esse modelo pode apresentar algumas vantagens em certas situações mas tem uma curva de aprendizagem que pode não ser muito fácil
    11 replies
  • João Mota Gomes Já foi diagnosticado que a sala de aula como a conhecemos está ultrapassada e o papel do professor como detentor do conhecimento já não é a única fórmula nem o papel mais importante uma vez que na sociedade do conhecimento há abundância de recursos e de saberes disponíveis ao clique do rato, onde o professor é insubstituível é como tutor e inspirador. Como adaptar todo o ensino a esta realidade?
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