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O inventor francês Louis Le Prince desenvolveu uma câmara capaz de capturar imagens em movimento muito antes de os irmãos Lumière terem patenteado o cinematógrafo. Infelizmente, desapareceu sem rasto — antes de poder recolher os louros pela invenção do cinema. Na primeira metade da década de 1990, uma fotografia antiga apareceu nos arquivos da Préfecture de Police de Paris. Mostrava o corpo de uma pessoa afogada não identificada, o que rapidamente suscitou especulações: seria este infeliz o inventor francês Louis Le Prince, que desapareceu sem deixar rasto em 1889? Este poderia não ter sido mais do que um típico caso
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A indústria automóvel chinesa revolucionou ao longo da última década, passando da produção de clones ocidentais básicos para o fabrico de automóveis que igualam os melhores do mundo. Sendo a potência de fabrico do mundo, a China está também a produzi-los em grandes volumes. No entanto, os automóveis chineses estão a ter dificuldades em encontrar compradores na Europa. Os automóveis importados, muitos dos quais são veículos eléctricos chineses, estão a acumular-se nos portos europeus, chegando alguns a passar 18 meses nos parques de estacionamento dos portos, enquanto os fabricantes lutam para os colocar nas ruas. Mas porquê? Os veículos eléctricos
Source: Milhares de carros elétricos chineses estão a acumular-se nos portos europeus. Ninguém os compra
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Por causa dos comentários sobre reparações às antigas colónias. Partido reúne-se esta segunda-feira com juristas e professores de direito para analisar a decisão. O Chega quer abrir uma ação criminal contra o Presidente da República por “traição à pátria”, depois das declarações de Marcelo Rebelo de Sousa sobre reparações às antigas colónias. A informação é avançada pela CNN Portugal, que garante que o grupo parlamentar do partido vai reunir-se na segunda-feira com juristas e professores de direito para analisar a decisão, mas não revelou o nome dos juristas que estarão presentes na reunião. A ação criminal teria como base o
Source: Chega quer abrir ação criminal inédita contra Marcelo por “traição à pátria” – ZAP Notícias
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400 portas, cinco pistas, 260 milhões de passageiros e uma cidade inteira à volta de um aeroporto: a promessa de um Xeque para quintuplicar o seu centro internacional. É no mínimo ambicioso o megaprojeto do Xeque Mohammed bin Rashid Al Maktoum. O líder do Dubai vai investir num mega-aeroporto de 35 mil milhões de dólares (cerca de 32 mil milhões de euros), que promete ser o maior do mundo. Numa altura em que as viagens regressam aos níveis anteriores à pandemia, com 17,15 milhões de visitantes internacionais durante a noite em 2023, o novo projeto está previsto para os próximos
Source: Vem aí o maior aeroporto do mundo. Vai custar mais de 30 mil milhões de euros – ZAP Notícias
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Qual é a origem da palavra «mãe»?No Dia da Mãe, fazemos uma viagem à origem dessa palavrinha.
Para começar, olhemos para o inglês. Podíamos ter começado por outra língua qualquer, mas esta é uma língua famosa, digamos assim… Não se preocupe: havemos de chegar à nossa, não sem antes viajar no tempo. Hoje em dia os ingleses dizem «mother», é verdade. Mas, há uns bons séculos, no tempo do Inglês Antigo, essa «mother» era «mōdor», o que me soa a nome de reino da Terra Média. Ora bem: há uns 1000 anos os ingleses diziam «mōdor». E há 5000 anos? Bem, por essas alturas ingleses era coisa que não havia — e a escrita estava ainda a dar os primeiros passos, o que nos impede de saber como se dizia «mãe». No entanto, os linguistas, nos últimos 200 anos, através de complexas comparações entre línguas, descobriram que muitas línguas da Europa e da Ásia pertencem a uma só família: a família indo-europeia. Ora, através dessas comparações, chegou-se a uma forma provável para a palavra «mãe» tal como seria dita nessa língua muito antiga: «*méh₂tēr» (o asterisco serve para mostrar que a palavra é uma reconstrução e o h₂ não é nenhuma fórmula química, mas antes uma forma de representar um certo som para o qual não temos nem letra nem certezas). Essa palavrinha reconstruída deu origem à «mother» inglesa — mas não só. Deu origem à «mâdar» persa, por exemplo. Deu também origem à «mãe» grega («mitéra»), russa («matʹ»), letã («māte»), irlandesa («máthair») e por aí fora. Curiosamente, deu também origem à «motër» albanesa, com a peculiaridade que, nessa língua, a palavra acabou por significar «irmã». Mistérios das línguas humanas… Ah, pois! A tal língua indo-europeia desfez-se com o tempo. Lá pelo Norte da Europa, entre florestas antigas e alguma escuridão, transformou-se na guerreira «mother» inglesa, na carinhosa «Mutter» alemã, na abreviada «mor» sueca… Pois, a mesma língua, mais a sul, deu origem à «mater» latina, que se foi transformando na «mamă» romena, na «madre» italiana e espanhola, na «mère» francesa, na «mare» catalã e, claro, na nossa palavrinha… Chegámos, por fim, à nossa língua-mãe. A «mater» latina, neste canto da Europa, acabou por se tornar nesta palavra toda ela nasal, feita do inevitável «m» e, depois, do ditongo «ãe», que aflige os estrangeiros interessados em falar português. Quem não sabe, tem de aprender a controlar a saída do ar pelo nariz — nós fazemos isso sem dificuldade, mas peçam lá a um inglês para dizer «mãe» e verão como é difícil dizer as vogais nasais. Temos uma língua muito senhora do seu nariz, é o que é. Ah, mas a palavra, mesmo dentro da nossa língua, muda. Já se escreveu «mãy» (e não só). Dizemos «mãe», mas também «mamã», «mãezinha» e todas as outras formas que multiplicam o carinho e o amor pela mãe. A mesma palavra, quando se ouve na boca dum filho a chamar a mãe ao longe, transforma-se noutra coisa: numa «mã-iiiiihn». Ainda não acabou a viagem. Mesmo por cima de nós, temos a «nai» ou a «mai» galegas, a mostrar que as nossas palavras andam sempre ali na vizinhança das palavras dos vizinhos do Norte — e, como as línguas não param, a mesma «mai» aparece no cabo-verdiano, uma língua que nasceu do nosso português, continuando o mesmo eterno processo que nos trouxe até aqui a partir da tal palavra antiga que se dizia há 5000 anos — e que já vinha de outras palavras mais antigas, que já não conseguimos reconstruir, que o tempo apaga tudo, até as palavras mais bonitas. Não importa. Há 5000 anos, algures na Europa, uma criança dizia «*méh₂tēr»; o meu filho diz «mãe», assim, com as três letrinhas apenas… As palavras mudam no tempo e no espaço, mas neste gesto de chamar a nossa mãe há qualquer coisa que nos une a todos. Se o leitor não se importar, acabo esta viagem no tempo a dar um beijinho à minha mãe — e a todas as mães, em todas as línguas do mundo. Assine para receber todos os artigos e apoiar o meu trabalho. Obrigado! Texto baseado em crónica escrita para o Sapo 24 em 2018. A imagem que serve de ilustração é um mapa simplificado das línguas indo-europeias, com base na palavra «mãe» e com um exemplo de língua por cada grupo. O percurso da palavra do proto-indo-europeu até ao português está sublinhado. O mapa foi criado por Ilídio J. B. Vasco para o Almanaque da Língua Portuguesa.
© 2024 Marco Neves |
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Medida da União Europeia passará a ser obrigatória a 7 de julho.
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Maria João Moniz Barreto and 1.6K others
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A administração do Hospital de Ponta Delgada, na ilha de São Miguel, Açores, não tem previsões sobre quando é que a situação naquela unidade ficará normalizada, mas garantiu que “vai ser reposta o mais brevemente possível”. Incêndio deixa nove bombeiros feridos.
Source: Vários feridos no incêndio nos Açores. Hospital sem previsão para abrir
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Seis homens foram identificados e um foi detido na sequência das agressões contra dezenas de imigrantes, no Porto. Várias figuras políticas reagiram a este ataque, considerando-os inaceitáveis e manifestando “repúdio” por qualquer ato racista e xenófobo.
Source: O ataque “vil” a imigrantes no Porto. Como tudo aconteceu (e as reações)
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maria nini de todos mãe
hoje é o teu dia
de filhos e filhas
do marido também
quem não te sabia
mãe destas ilhas
de quem te quer bem
maria nini de todos mãe
dizem que mãe não tem rima
é claro que rima tem
com carinho e amor
com este poeta também
maria nini de todos mãe
com sofrimento e dor
com beijos e lágrimas
emoção e alegrias
mãe é cheia de rimas
mulher das minhas folias
maria nini de todos mãe
cheiras a coco
sabes a morangos
nascida em lisboa
casada em sydney
trabalhas açorianidades
neste mundo oco
cheio de djangos
maria nini de todos mãe
repartes felicidade
sorrisos e sonhos
sem data nem idade
prazeres medonhos
contra a adversidade
~
na leveza de três letras
se mede a palavra mãe
não se inventou ainda
o peso que a palavra tem
certa ou errada mãe
é sinónimo de amor e sabedoria
força oculta que nos protege
anima, perdoa e castiga
tudo foi escrito já
nada mais há a dizer
na certeza de três letras
se soletra a palavra mãe
não se inventou ainda
o amor que a palavra tem
feliz de nós que assistimos
às tuas nove décadas
dezoito lustros e cinco netos
fica connosco mais um pouco
para acabares as lições
que ainda não aprendemos
8 de dezembro é o meu dia da mãe
mas calendários mudam-nos os políticos
e mandam que seja hoje
contrariado, obedeço
para te dizer, mãe,
errei quando te dizia
não pedi para ser nascido
bem hajas por isso
valeu a pena ter vivido
em 90 anos assististe a muita dor
preocupações, canseiras e desgostos
mas feliz de mim que ainda te dei
netos, alegrias e vitórias
livros, colóquios e memórias
fica connosco para partilhares
mais sonhos que tenho para te dar
queria escrever um poema à mãe
neste dia que decretaram ser dia dela
mas não consigo esquecer o 8 dezembro
e aliás é dia da mãe todo o santo dia
queria escrever um poema à mãe
a pedir desculpa pelo que fiz
pelo que não disse e devia
pelo que preocupei e não alegrei
pelo que senti e não disse
queria escrever um poema à mãe
dizer da saudade dos afagos e ternuras
sentir o conforto da infância
viver o futuro que sonhaste
apagar as tristezas do caminho
as mágoas, dores e canseiras
queria escrever um poema à mãe
dizer palavras que nunca disse
escrever esta partilha de amor
lembrar os momentos protegidos
as admoestações benignas
mas nunca aprendi a dizer
amo-te mãe
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isto não pode ficar sem que pelo menos este energúmeno seja demitido, caso contrário ainda nos arriscamos a levar com ele como 1º ministro ou presidente da república….
Clemente Alves NOTÍCIAS SEM CENSURA
1 hr ·
Este hitleriano “coiso” é Professor Doutor na Faculdade de Economia do Porto e, para que conste, dá pelo nome de Pedro Cosme Vieira.
Um destes dias, numa das suas aulas, apresentou aos alunos a seguinte solução para o problema da emigração que assola alguns países da Europa:
“Em vez de tentar salvar as pessoas que vêm nos barcos precários, ‘salva-los’ atropelando-os com navios portugueses e, depois, todos os que consigam nadar, meter um tiro em cada um. Nos primeiros dias vão morrer algumas pessoas, talvez 1000 ou 2000 podendo mesmo chegar aos 5000 ou aos 10000 mas, depois, deixará de haver candidatos à tentativa de atravessar o Mediterraneo de barco”.
E se “salvássemos” o coiso “atropelando-lhe” a cósmica cachola com “quantum satis” de pares coices ? !

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Chrys Chrystello