PATRIMÓNIO ABANDONADO DE PORTUGAL V N GAIA

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Quinta do Montado (abandonada)
Vila Nova de Gaia
Portugal
Foto: Gastão de Brito e Silva
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EM NICE MAIS UM MORTO EM ATAQUE À FACA

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Ataque com faca em Nice com pelo menos dois mortos e vários feridos, o autor preso.
O ataque ocorreu na área da basílica de Notre-Dame de l’Assomption, por volta das 10h de França 9 portuguesas. O Ministro do Interior anunciou no Twitter a realização de uma “reunião de crise”, na Praça Beauvau.
Attaque au couteau à Nice : au moins un mort et plusieurs blessés, l’auteur interpellé
LEMONDE.FR
Attaque au couteau à Nice : au moins un mort et plusieurs blessés, l’auteur interpellé

O capitão Estrinca no Corvo

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O capitão Estrinca e os baleeiros salvos por milagre.
Era o final do século dezanove e naquele dia o capitão Estrinca (um dos baleeiros que mais percebia do mar e de baleias no Pico e nos Açores, em todo o tempo de baleação) e os companheiros estavam sem sorte. Os botes tinham seguido atrás de uma baleia e desmanaram-se porque ou não tinham bússola ou estava avariada. Escureceu. O capitão Estrinca e os outros baleeiros, perdidos no negrume, mesmo que fossem homens fortes, sentiram medo, pois sabiam como os botes eram fracos e como o mar era forte. Pediram a Deus que lhes valesse.
Longe, noutra direcção, navegava calmamente um navio estrangeiro, seguindo o rumo traçado para chegar ao seu destino. O piloto que ia ao leme viu o comandante, sem mais nem menos, aparecer à porta e dizer-lhe para navegar em tal direcção, durante umas tantas horas. Embora estranhando, assim fez e continuou viagem.
Ao longo da noite ainda mais duas vezes o piloto mudou de rumo, seguindo as ordens dadas pelo comandante, da porta da casa do leme.
Enquanto isto se passava no navio, o negrume do céu, pouco a pouco, deu lugar a um azul finíssimo, marcado de chispas douradas, anunciando a madrugada de um novo dia.
O capitão Estrinca mais os outros baleeiros, que tinham ficado no mar à deriva durante muito tempo, viram aproximar-se um grande navio. Com os casacos de cotim e os chapéus de palha, começaram a fazer sinal e foram avistados pelos homens do grande barco, que logo se aperceberam que o barquinho estava perdido.
Do navio trataram de ajudar os baleeiros e de os pôr a salvamento. Mas o comandante do navio, vendo-se num sítio tão distante do rumo traçado, questionou o piloto, sobre a razão de se encontrarem naquele lugar. O piloto logo respondeu:
— O meu comandante, por três vezes o senhor veio à porta da casa do leme dar indicações para eu seguir outro rumo.
O comandante admirado respondeu:
— Como pode ter isso acontecido, se eu toda a noite dormi na minha cama e nunca de lá me levantei ?
Os baleeiros da Calheta e o capitão Estrinca foram orientados pelos do navio, voltaram a terra sãos e salvos e acreditaram que tudo tinha sido um milagre.
( Foto encontrada no google).
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You, Luís Filipe Borges, Fatima Sousa and 128 others
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  • Linda e interessante estoria (historia)
    Gostei .
    Foi de suma valentia ou “consideram um milagre ” mesmo!?…

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E se vier uma pandemia a sério?

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Conheço homens e mulheres que desde Março quase não voltaram a sair de casa, não foram almoçar ou jantar a um restaurante, não foram a um espetáculo, não deram sequer uma volta na rua. Sei de pessoas apavoradas que não saem de frente do televisor a ver as notícias sobre a pandemia. Há pais e mães que deixaram de ver os filhos, avós que deixaram de ver os netos. Ora, será isto viver?

Source: E se vier uma pandemia a sério?

restauração com quebras de 50%

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“Força e atitude” necessárias para ultrapassar crise que gerou quebras dos 50 aos 80%
Quase cinco meses passados desde a reabertura do restaurante MariSerra, a 1 de Junho, após mais de dois meses de portas fechadas devido à pandemia, ainda não há sinais de retoma. O espaço de restauração, localizado na Rua Praia dos Santos, em São Roque, está nas mãos de Paulo Juromito desde 2017 e dá emprego a 17 funcionários. Apesar de registar um aumento no movimento desde que reabriu, os números estão longe dos alcançados em 2019. A facturação caiu para metade, segundo avança ao Diário dos Açores o responsável.
“Reabrimos a 1 de Junho e a partir daí, no primeiro mês (Junho), notámos uma quebra de 80% relativamente aos números do ano anterior. No segundo mês (Julho), tivemos uma quebra de 70% e a partir do terceiro mês, em Agosto, uma quebra de 50%”, revela.
“Penso que estamos agora a estabilizar nos 50% de quebras, mas estamos com força e atitude. Vamos ver no que isto vai dar”, realça o empresário de restauração, que recordou o ano passado como “fantástico”.
“2019 tinha sido um ano fantástico, muito bom. Tínhamos perspectivas que 2020 fosse um ano idêntico e queríamos solidificar ainda mais a empresa, mas nós, tal como o mundo inteiro, fomos surpreendidos com esta pandemia”, lamenta.
O sócio-gerente do restaurante diz que “ainda é cedo” para fazer um balanço do ano e salienta que a prioridade passa agora por “manter a estrutura por inteiro”.
“Temos feito um esforço grande para manter todos os funcionários, de modo a que eles consigam manter a sua vida em condições, com as suas famílias. Felizmente, não temos ordenados em atraso, mas com alguma dificuldade”, admite.
Todos os 17 funcionários do MariSerra estão no activo, depois de um período em ‘lay-off’. Além do recurso ao ‘lay-off’ simplificado, uma medida implementada no contexto da pandemia, Paulo Juromito avançou que está também a recorrer a “vários outros apoios” para “conseguirmos sobreviver a esta crise”.
O sócio-gerente do restaurante destaca a necessidade de ter uma “visão optimista” em relação ao futuro, frisando não ser tempo de “baixar os braços”, no entanto, o receio continua à espreita. “Daquilo que vejo por fora, que há muitos colegas do ramo a passarem muitos maus bocados”, aponta, defendendo, por isso, ser tempo de luta.
“Temos ser optimistas e lutar para que as coisas corram bem, mas seria hipócrita se não admitisse que não temo pelo futuro, pelo bem-estar da minha família, dos meus colaboradores, da minha empresa”, afirma.
E continua: “Todos os dias, ligamos a televisão ou abrimos o jornal e vemos as notícias sobre a covid-19, sobre o número de casos, de mortes… Ficamos de ‘pé atrás’ com tudo o que vemos e ouvimos. Mas temos que ter forças, criar estratégias e dinâmicas para ultrapassar isto. Temos que dar a volta por cima”.
Ainda com muito trabalho pela frente, resta, agora, encontrar a palmeira no deserto: “Nós, açorianos e portugueses, estamos habituados a sobreviver, a caminhar no deserto, para depois encontrarmos a nossa palmeira com a água. É isto que estamos a tentar fazer, encontrar a nossa palmeira”, declarou.
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afinal a máscara é obrigatória nos açores

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Arnaldo Ourique, jurista: “Obrigação de uso de máscara também se aplica aos Açores”
A Lei 62-A/2020 do dia 27 e em vigor a partir de ontem torna obrigatório a utilização de máscara no território nacional. Esta lei aplica-se nos Açores?
Sim, aplica-se em todo o território nacional, no continente e nas duas regiões autónomas.
É preciso anotar que esta lei – apenas reforça, em termos legais, as normas e as orientações das autoridades de saúde, nacional e regionais, e europeias, e da OMS: manter a distância de pelo menos metro e meio ou dois metros, e se essa distância não existir tem de se usar a máscara.
A diferença com esta lei é que, por ser uma lei, curiosamente uma lei geral da República, oferece às autoridades policiais condições legais para um melhor controlo e eficácia, e também manda aplicar uma multa em casos de violação.
Ou seja, até agora as orientações eram mais conselhos e recomendações, e algumas proibições mais gerais em casos específicos de ajuntamento de pessoas.
Agora esta lei generaliza o seu uso de um modo imperativo e com penalização para reforço da necessidade de se controlar este segundo momento de grande tenção.
A lei determina, taxativamente, portanto, que «é obrigatório o uso de máscara por pessoas com idade a partir dos 10 anos para o acesso, circulação ou permanência nos espaços e vias públicas sempre que o distanciamento físico recomendado pelas autoridades de saúde se mostre impraticável».
Se estivermos na rua com a nossa família comum (pai, mãe e filho) não é obrigatório usar máscara; se estivermos na rua sozinhos e sem ninguém à nossa volta num espaço de dois metros ou mais, também não é obrigatório usar máscara; se estivermos na rua com pessoas a circular à nossa volta, perto uns dos outros, é obrigatório o uso da máscara, excetuando os casos de pessoas doentes e com atestado médico e outros casos previstos na lei.
Se antes já tínhamos a obrigação de possuir máscara para as necessidades aconselhadas pelas autoridades e pela própria realidade, agora é imperioso termos sempre uma à mão: pode acontecer que durante um dia tenhamos de a usar todo o dia, ou usá-la amiudamente.
No fundo, a partir de agora, e durante 70 dias, temos sempre de possuir connosco uma máscara para cumprirmos a obrigação do uso de máscara quando ela for exigida nos termos anteditos.
É necessário a Região fazer alguma coisa para a lei ter aplicação?
Não, não é necessário.
É uma lei que se manda aplicar a todo o território nacional – o que tem todo o sentido porque a pandemia é pandemia, isto é, é planetária.
A Região Autónoma poderá executar essa lei como quiser, consoante a necessidade: ou nada faz porque a lei aplica-se sozinha, é uma obrigação para todos os portugueses e em qualquer parte do país; ou toma decisões políticas para executar a lei nalguns aspectos que entenda necessários, designadamente distribuindo máscaras devido ao facto de muitas pessoas não terem condições de as comprar pela necessidade de as mudar amiudamente para garantir a sua eficácia.
Atendendo à realidade da pandemia e à natureza da lei, não se vê que a Região necessite produzir nenhum despacho para executar essa lei.
E sendo uma lei geral da República ela poderá, consoante o caso, ser adaptada através de um decreto legislativo regional do Parlamento; isso em teoria, porque em termos práticos não vislumbro justificação de direito e factual para tal adaptação.
Neste momento, que não é para brincar às políticas, esta lei só necessita ser bem executada: pelos açorianos na atenção à obrigação do uso da máscara; e pelo Governo Regional na disponibilidade gratuita de máscaras às populações mais carenciadas, no fundo ajudando os açorianos a cumprir a lei.
jornal@diariodosacores.pt
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a polícia confronta uma pessoa que se recusa usar máscara em melbourne austrália

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“It’s not my belief. It’s against my religion.” A Melbourne woman has been filmed arguing with police at Kmart after refusing to wear a face mask.

exemplo da crise e desemprego que aí vêm

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Está foto é de hoje, por volta da 14.00h, à porta dos Pastéis de Belém, que estavam cheios de ninguém.
Hávia quem dissesse que ” Vai ficar tudo bem”, não vejo é como.
Vai ficar é “tudo” numa miséria.
Para os mais distraídos, aqui vendiam-se muitas vezes mais de 40.000 (quarenta mil) POR DIA.
Lúcia Duarte and 5 others
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