Como nasceu a língua portuguesa? Dos Lusitanos aos Romanos, dos Árabes aos tempos modernos, descubra a evolução de uma das línguas mais faladas do mundo.
a propósito de uma recente manchete angola
esclareço …
OS COLÓQUIOS DA LUSOFONIA da AICL não são dos PALOP! nem da CPLP, nem da Portugalidade, nem do 5º Império
São da lusofonia (basta ler o historial que há vários anos vimos publicando em todos os colóquios): Continue reading →
Os Descobrimentos portugueses vão ser alvo de uma exposição nos Museus do Kremlin, em Moscovo, de dezembro deste ano a fevereiro de 2018, com mais de 200 peças provenientes de Portugal, da Rússia e de outros países.
s Descobrimentos portugueses vão ser alvo de uma exposição nos Museus do Kremlin, em Moscovo, de dezembro deste ano a fevereiro de 2018, com mais de 200 peças provenientes de Portugal, da Rússia e de outros países.
De acordo com a página dos Museus do Kremlin, a exposição vai intitular-se “Lords of the Ocean. Treasures of the Portuguese Empire of the 16th-18th centuries” e será a primeira ali realizada com esta temática.
Entre as obras provenientes de Portugal estarão peças do Museu da Fundação Oriente e do Museu Nacional de Arte Antiga, ambos em Lisboa.
Um cofre indiano em prata encastrada com madrepérola, um contador do Sri Lanka coberto de marfim, e uma taça goesa em prata e casca de coco – todas do século XVII – são algumas das peças que o Museu do Oriente vai ceder para a exposição em Moscovo.
As peças, segundo os Museus do Kremlin, “vão ajudar a demonstrar, por um lado, a magnificência da corte portuguesa, as tradições de navegação, ciência e cultura”.
Nem tudo o que aparece nos livros de história é verdade. Todos os países têm mentiras na sua história. Descubra 8 grandes mentiras da História de Portugal.
Mais de 600 quilómetros percorridos de comboio, em condições extremamente precárias, levam a equipa do filme até Bombaim e à cidade abandonada de Baçaim, antiga capital do estado da Índia portuguesa do norte.
Bombaim antigo território português foi oferecido aos ingleses como dote de casamento de Dona Catarina de Bragança que, também acabaria por introduzir na corte inglesa o hábito do chá das cinco. É com esta oferta que se inicia a queda do império português do chamado “Estado do Norte da Índia”.
A equipa irá visitar várias cidades que possuem ainda resquícios da presença portuguesa: Damão, Diu e as ruínas de Baçaim antiga capital, hoje tomada pela selva.
Durante as filmagens é interessante perceber como alguns descendentes de portugueses confundem o seu catolicismo com o ser português. Aos seus olhos quem é católico é português.
“É meio estranho você caminhar por aquilo que vc percebe ter sido grandioso.”
Giovane Brisoto
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Ruínas portuguesas em Baçaim, estado de Maharashtra, Índia
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Ruínas portuguesas em Baçaim, estado de Maharashtra, Índia
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Miguel Gonçalves Mendes à esquerda e Giovane, ao fundo, nas ruínas. Baçaim, estado de Maharashtra, Índia
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Pedro Souza, editor, técnico de som e piloto de drone, nas ruínas portuguesas. Baçaim, estado de Maharashtra, Índia
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Praia em Damão, Índia
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Giovane à frente da porta do pequeno forte de Damão e Pedro e Miguel atrás da câmera
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Moradora de Damão canta em português
Paragens 27 Damão, Índia 28 Diu, Índia
km percorridos 21.789 km a percorrer 34.211 Dias de Filmagens 80 Dias para o término da viagem
Nova Portugalidade
35 mins ·
Baçaim, a capital desconhecida da Índia portuguesa
por acharmos pertinente anexo a esta o protesto da associada Brites Araújo a propósito da Folha8 de Angola
as nossas respostas e protestos não foram publicados pelo jornal e aqui os transcrevo mais abaixo
——– Forwarded Message ——–
Subject: Fwd: Notícia sobre o
Date: Mon, 27 Mar 2017 19:05:10 +0000
From: Brites Araujo To: chrys d gmail
———- Mensagem encaminhada ———-
De: Brites Araujo Data: 27 de março de 2017 às 19:04
Assunto: Notícia sobre o
Para: kuibao@hotmail.com
Caro senhor,
Tomei conhecimento de uma notícia por vós publicada, a 24 do corrente, a propósito do XXVIII Colóquio Internacional da Lusofonia, que decorrerá em Belmonte, Portugal, entre os dias 6 e 9 de Abril próximo.
Na qualidade de sócia da AICL (Associação Internacional dos Colóquios da Lusofonia) e de participante em várias edições dos ditos Colóquios, venho expressar o meu protesto e estranheza pela forma leviana com que o articulista tratou o assunto.
Sob o título “Estão a matar a Lusofonia”, o autor não só veiculou informação absolutamente incorreta, como demonstrou não se ter informado devidamente antes de redigir o dito artigo.
Assim, permita-me que esclareça o seguinte:
1º – Este não é o primeiro colóquio que a AICL leva ao interior de Portugal. Para vossa informação, várias cidades e vilas do interior português já receberam edições dos Colóquios Internacionais da Lusofonia (a título de exemplo, nomearei apenas algumas: Seia, Montalegre, Fundão, Guarda, Bragança), o mesmo acontecendo com ilhas tão pequenas como Sta. Maria e Graciosa, nos Açores, tendo esta última contado com a presença do Prémio Nobel da Paz, D. Carlos Ximenes Belo;
2º – Não é verdade que Angola e Moçambique tenham vindo a ser excluídos destes colóquios. Pelo contrário, há muitos anos que a Direção da AICL vem envidando esforços no sentido de haver representação de todos os países africanos de língua oficial portuguesa, incluindo, como é óbvio, Angola e Moçambique. No entanto, sendo estes colóquios autossustentados financeiramente (subsistem apenas com as quotas dos seus associados e com os respetivos valores de inscrição em cada um dos colóquios), as despesas com deslocação, alimentação e alojamento são inteiramente assumidas por cada participante individualmente (ou através de apoio institucional conseguido também a nível individual). Ou seja, nós, os sócios, os que temos amor à Lusofonia, PAGAMOS para que estes encontros sejam possíveis.
O facto de nunca termos tido representação de Angola, deixo-o ao vosso juízo e interpretação.
3º – Os apoios concedidos pela SATA, Governo Regional dos Açores e autarquias em cujo município se realiza o colóquio traduz-se na disponibilidade de meios logísticos, de transporte e de pessoal. Particularizando: a SATA oferece descontos num número limitado de bilhetes, para quem se desloca entre as ilhas e o continente, ou a totalidade do bilhete, no mesmo percurso, ao autor convidado/homenageado (que, se vier, por exemplo, de Timor, terá de se deslocar por meios próprios até ao continente português); as autarquias disponibilizam, normalmente, o recinto para a realização do colóquio, transporte de e para o hotel, funcionários camarários para esses serviços e, normalmente, um passeio aos pontos de interesse turístico e cultural do conselho; o apoio do Governo Regional dos Açores, quando acontece, traduz-se na oferta de material de informação/promoção das ilhas e, eventualmente, se o colóquio se realize no arquipélago, contribui com um pequeno subsídio para apoio à deslocação do autor convidado/homenageado.
Como vê, caro senhor, não assiste qualquer razão ao autor do artigo, cujo arrazoado de incorreções e a indignação resultam incongruentes, deixando no ar a ideia de que lhe apeteceu, num impulso descontrolado, dizer uma série de asneiras.
Com os melhores cumprimentos e sempre ao dispor
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Brites Araújo
A QUEM DESCONHECE A AICL: ESCUSAM DE TENTAR COMENTAR AQUI OU EM MENSAGEM PRIVADA, SEM LEREM OS NOSSOS ESTATUTOS, O NOSSO HISTORIAL, AS ATAS E CONCLUSÕES E OS DETALHES DE CADA UM DOS 26 COLÓQUIOS JÁ EFETUADOS
esta notícia injusta mereceu a seguinte resposta
SÓ QUEM NÃO SABE OU NÃO SE INFORMOU PODERÁ ESCREVER O QUE ACIMA ESTÁ ESCRITO. a academia angolana fará parte dos colóquios a partir do 28º em outubro na ilha de santa maria açores…todos os anos desde 2002 se fizeram tentativas de trazer angolanos a estes eventos que não são subsidiados e por isso são autossuficientes… não podemos pagar viagens ou estadias… mas tivemos já presenças regulares de Cabo verde, Moçambique, Índia, Malaca, Macau, etc…bastava ler o nosso historial em www.lusofonias.net. Nem o governo angolano nem algumas das instituições contactadas alguma vez quiseram fazer-se representar à exceção de um jornalista que não foi autorizado a deslocar-se…
POSTERIORMENTE REMETI O NOSSO HISTORIAL COMO SUGERIDO PELO PRESIDENTE DO CONSELHO FISCAL DA AICL, FRANCISCO MADRUGA