património abandonado dos açores1

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Mario Jorge Costa shared a memory.

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É pena que esta casa com Mirante Castelo…
está desde o ano passado cada dia pior quase em ruínas.

1 Year Ago

Entrei na pastagem….
imaginei quanto bonito foi os donos ver nascer num moio (60 alqueires) de trigo e milho (o milho a partir de 1846) o verde e o maduro (do

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imaginei quanto bonito foi os donos ver nascer num moio (60 alqueires) de trigo e milho (o milho a partir de 1846) o verde e o maduro (do

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QUANDO O PAPA QUIS CONDUZIR

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Depois de arrumar toda a bagagem do Papa FRANCISCO, o motorista reparou que o Papa ainda se encontrava no exterior do veículo.
– “Desculpe-me Sua Santidade”, disse o motorista, “Não se importa de ocupar o seu lugar para que possamos seguir?”.
– “Bem, para dizer a verdade”, diz o Papa, “No Vaticano nunca me deixavam conduzir quando era Cardeal, como Papa ainda menos, e apetecia-me mesmo conduzir hoje!”.
– “Desculpe-me Sua Santidade, mas não posso fazer isso. Perderia o meu emprego! E se acontecesse alguma coisa?” protestou o motorista, desejando não ter ido trabalhar nessa manhã.
– “E quem é que vai contar?, diz o Papa com um sorriso.
Relutantemente, o motorista senta-se atrás, enquanto o Papa ocupa o lugar ao volante. O motorista imediatamente se arrepende pois, mal deixam o aeroporto o Papa mete o prego a fundo acelerando a limusina até aos 205 km/h.
– “Por favor, Sua Santidade!” implora o preocupado motorista; mas o Papa continua com o prego a fundo até que se ouvem sirenes.
– “Oh, meu Deus, vou perder a minha carta de condução e o emprego!”, soluçava o motorista.
O Papa encosta a limusina e desce o vidro quando o polícia se aproxima. Quando este olha para ele, regressa à mota e estabelece contacto rádio com a Central.
– “Preciso de falar com o Chefe”, informa ao operador.
O Chefe responde e o guarda diz-lhe que mandou parar uma limusina que seguia a 205 km/h.
– “Então aplica-lhe a multa”, diz o Chefe.
– “Não creio que devamos fazer isso, ele é mesmo importante”, diz o polícia.
O Chefe exclama:
– “Por isso mesmo, multa o sacana!”
– “Não, é que é MESMO importante”, insiste o guarda.
Então o Chefe pergunta:
– “Quem tens aí, o Presidente da Câmara?”
E o polícia:
– “Mais alto”.
O Chefe:
– “Um deputado?”
Polícia:
– “Mais importante”.
Chefe:
– “O Primeiro Ministro?”.
Polícia:
– “Muito mais!”.
– “Bolas”, diz o Chefe, “então quem é?”.
O polícia:
– “Acho que é Deus!”.
O Chefe fica atrapalhado.
– “E o que te leva a pensar que seja Deus?”.
Polícia:
– “É que o motorista Dele é o Papa”.

arquitetura 3d uma casa 24 horas 10 mil$

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A construction company printed an entire house in 24 hours and it only cost $10,000.

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carros elétricos sem trilhos nem cabos

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Carlos Fino shared a post.

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CHINA – NOVOS ELÉCTRICOS SEM TRILHOS NEM CABOS

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Greenpeace International

This new type of tram has got climate scientists excited 🚊

#CleanAirNow

há gente em Malaca orgulhosa da sua ancestralidade lusitana

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Angelo Ferreira shared a post.

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Os nossos irmãos de Malaca.

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St Peter’s Church, Malacca

More cultural sharing by our brothers and sisters from the Portuguese community…. cultural dance video #3

a visita de Freycinet a Dili 1818

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José Bárbara Branco to Foto do “Menino Descalço”- Identidade de antigos portugueses em Timor.

Em 17 de Novembro de 1818 arribava à baía de Díli a corveta francesa L’Uranie, na viagem à volta do mundo que ficou célebre pelas investigações científicas pioneiras (costumes, antropologia, botânica e zoologia) que levou a cabo em diferentes partes do globo. As descrições publicadas por Louis de Freycinet (Voyage Autour du Monde, 1824, Paris) e o “Diário” (A Woman of Courage: The Journal of Rose de Francynet on Her Voyage Around the World 1817-1820, na versão inglesa publicada pela National Library, Austrália) de sua mulher Rose (que viajou “clandestinamente” no navio) são muito interessantes. Rose Marie Pinon de Freycinet descreve no seu Diário a chegada a Díli (onde permaneceram 4 dias) e a recepção muito calorosa pelo Governador José Pinto Alcoforado de Azevedo e Sousa. Relata os pormenores da vida no “Palácio do Governo”, a baixela, a variedade e requinte das refeições, o vestuário dos portugueses (europeus e timorenses). Devo dizer que fiquei surpreendido, pois estou habituado a outros relatos coevos miserabilistas.
Acho interessante publicar uma das gravuras que acompanham a obras citadas e que mostra o desembarque em Díli. A verosimilhança com a topografia real é muito interessante: a tranqueira de Díli (mais ou menos em frente ao Quartel, actual Casa Europa, onde, na marginal, está a praceta com canhões antigos), ao fundo a ponta de Fatucama que limita a baía e, à esquerda, a ilha de Ataúro.

salvar os cromeleques de Almendra

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PETICAOPUBLICA.COM
O seu apoio é muito importante. Apoie esta causa. Assine a Petição.

 

estive lá 1996

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o genocídio aborígena e outras atrocidades

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CRÓNICA XI-XV aborigenes

 

inicialmente publicada em 2000 a obra Crónicas Austraias revela uma porção do que tem sido o genocídio aborígena

 

a obra cujo excerto fica aqui, está em https://www.lusofonias.net/arquivos/429/OBRAS-DO-AUTOR/1007/CRONICAS-AUSTRAIS-1978-1998-4%C2%AA-ed-2015.pdf

o problema das velhas tecnologias…

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Acender um fósforo é, hoje, um quebra cabeças para muita gente…

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Daily Mail Australia

These two 17-year-old guys attempted to use old-school phone… And it’s as hilarious as you think! 😂😂

Portugueses no Hawaii

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Muito interessante. Muito mesmo!

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How would you define your Portuguese ancestors who went to Hawaii? You might start by calling them Azorean, Madeiran, and Portuguese. You would call them Caucasian, wouldn’t you? But, would you…

ligue 112 call 911 – 000

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Ora bem!

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Tás mal muda-te

Nos tempos que correm, vale a pena partilhar…

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A Estátua Equestre da Ilha do Corvo

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Fernando A. Pimentel added a newphoto.

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A Estátua Equestre da Ilha do Corvo.
Já passava de meados do século quinze, quando os marinheiros portugueses, que iam rumo a ocidente à procura de mais terras, depararam, por fim, com um pequeno ilhéu negro, no meio do mar. Era a mais pequena ilha dos Açores que encontravam e, aproximando-se pelo lado do noroeste, viram, inesperadamente, no cume de um penhasco, que parecia servir de marco aos navegantes, o vulto de um homem grande de pedra, montado num cavalo sem sela.
Era uma estátua profética, construída não se sabe por quem, e representava um homem, coberto com uma espécie de manto, com a cabeça descoberta. As faces do rosto e outras partes estavam sumidas, cavadas e quase gastas do muito tempo que ali tinha estado. Sobre as crinas do cavalo, que tinha uma perna dobrada a outra levantada, estava colocada a mão esquerda do homem, enquanto que o braço direito estava estendido e com os dedos da mão encolhidos. Só o indicador continuava aberto e apontava para o poente ou noroeste, para as regiões onde o sol se oculta, a grande terra dos bacalhaus, as Indias de Castela ou o Brasil, terras que ainda não tinham sido descobertas.
A estátua assentava sobre uma laje também de pedra, na qual estavam escritas algumas palavras, que, embora muito gastas da antiguidade e do rocio do mar, ainda deixavam ler: “Jesus, avante!”. Era uma incitação aos descobridores portugueses para que avançassem e expandissem a fé cristã para o ocidente. Os nossos marinheiros seguiram o conselho, viajaram para ocidente e descobriram muitas terras onde semearam a fé em Jesus.
Hoje a estátua já não se encontra lá porque, no tempo de D. Manuel, veio do reino um homem, mandado pelo rei, para a apear e levar. Descuidando-se, a estátua quebrou-se em pedaços, dos quais alguns foram levados ao rei. Mas ainda, na parte noroeste da ilha, encontramos o promontório onde se levantou a estátua equestre e, mais abaixo, o marco que deu o primeiro nome à ilha — ilha do Marco.
A esta estátua se devem as descobertas para o ocidente, porque, com aquele dedo apontado, anunciou a existência de outros mundos e bastou que os navegadores compreendessem e interpretassem essa escultura em pedra para avançarem em direcção às Américas.

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leia mais sobre este tema no livro ChrónicAçores uma circum-navegalção de Chrys Chrystello ou aqui https://blog.lusofonias.net/?p=87433