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Os 20 objetos que mudaram o mundo moderno – Observador

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Os 20 objetos que mudaram o mundo moderno

Não basta ser bonito: tem de ser intemporal. E inigualável. O crítico Stephen Bayley enumerou os 20 objetos de design que mudaram o mundo moderno. Vai do antigo soutien até ao incontornável iPhone.

  • Marta Leite Ferreira
    Texto
20 fotos

Depois de o Museu de Arte Moderna ter enumerado as 111 peças de roupa que mais mudaram o mundo, o crítico de design Stephen Bayley voltou a tocar no assunto. Desta vez, através de um artigo publicado na CNN, Bayley explicou a história dos 20 produtos de design que influenciaram o mundo moderno, da roupa à tecnologia. E encontrou grande influência em objetos como o soutien, a câmara Leica e o iPhone.

No artigo assinado pelo crítico, Stephen Bayley define design como “a atividade da vida contemporânea”: “Tal como o rock e o cinema, é único para a vida contemporânea”. Mas, ressalva ele, não se deve confundir com revolução tecnológica: não basta ser bonito, nem basta ser útil. Para que um produto se torne intemporal e inesquecível na História, tem de reunir os dois conceitos.

Veja a lista criada por Stephen Bayley na fotogaleria.

as comidas e as doenças

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NÃO MORREMOS ASSIM DE QUALQUER MANEIRA….

A semana passada deixei de comer chouriços. E presunto. E fiambre. E
mortadela!!! Esta semana deixei de comer queijo. “Afecta a mesma
molécula das drogas duras”, dizia um estudo. Eu não quero ter nada a
ver com isso, gosto muito de queijo, mas não quero ter nada a ver com
drogas, muito menos ser visto como um agarrado ao queijo. Acabou-se
com o queijo cá em casa. Também já tinha acabado com o pão, por isso…
O mês passado deixei de beber vinho branco. Um estudo dizia que fazia
mal a não sei quê. Se calhar era cancro também. Passei a beber só
tinto que dizia um estudo ser ideal para uma série de coisas. Esta
semana voltei a beber branco porque entretanto saiu um estudo a dizer
que afinal o branco até tem propriedades que fazem bem e muito tinto é
que não. Comecei a reduzir no tinto mas, também, acho que compreendem,
não quero morrer assim de qualquer maneira.

Cortei nas azeitonas também porque um estudo dizia que têm demasiada
gordura, são muito insaturadas, ou lá o que é, mas não parece nada bom.

Andava praticamente a peixe até perceber que os portugueses comem
peixe a mais e são, por isso, prejudiciais ao ambiente. Eu sei que não
moro no continente mas como sou português, e ainda contam todos para o
estudo, sei lá, os que estão e os que não estão, e como eu não quero
ser acusado de inimigo do ambiente, ando a cortar no peixe também.
Especialmente no atum que está cheio de chumbo e o bacalhau também
porque causa daquele estudo que saiu sobre a quantidade de sal mas,
também, acho que compreendem, não quero morrer assim de qualquer
maneira.

Esta semana saiu um estudo a dizer que afinal o vinho em geral faz
mal. Fiquei devastado. Há dois meses foram as couves roxas. Vi até um
especialista na televisão dizer que não devíamos comer nada cuja cor
seja roxa; “é sinal que não é para comer”, dizia. Arroz também quase
não como porque engorda, quanto mais esfregado pior, e saiu um estudo
a dizer que implica com uma função qualquer mais ou menos delicada.
Não é a reprodutora porque acho que essa é com a soja. Dá hormonas
femininas aos homens, e consequentes mamas, o raio da soja (!) e
prejudica as funções todas. Não, soja nem pensar!

Leite também já há muito que me livrei dele. Foi, salvo erro, desde
que saiu um estudo a dizer que o nosso corpo não está preparado para
leites. Por isso, leite não. Sumos de frutas também dispenso enquanto
não resolverem o problema levantado no estudo que apontava para… não
sei muito bem para quê, mas apontava e não era nada excitante mas,
também, acho que compreendem, não quero morrer assim de qualquer
maneira.

Carne vermelha, claro, também não. Ataca o coração, diz o estudo.
Galinha nem sonhar porque umas estão cheias de gripe e as outras
encharcadas de antibióticos. Além de que carne de galinha a mais, como
dizia outro estudo, impacta com o desenvolvimento dental, o que até
parecia óbvio mas ninguém percebia, pois as galinhas não desenvolvem
dentes. Cortei a galinha há muito tempo. Porco? Só a brincar. É óbvio
que não há cá porco. Não chegassem as salsichas e afins ainda veio
este outro estudo, ou ainda não leu? Pois então, diz que o excesso de
carne de porco pode provocar uma diminuição de massa cinzenta e o
aumento dos ciclos atópicos do mastoideu singular. Ninguém quer passar
por isso! Você quer? Eu não mas, também, acho que compreende, não
quero morrer assim de qualquer maneira. Esqueça-se a carne de porco,
pelo amor da santa!

Ah!… Já me esquecia do glúten! Glúten, também não. É que nem pensar!
Durante muitos anos nem sabia que existia, mas desde que me apercebi
da existência de semelhante coisa arredei tudo o que tivesse glúten.
Deixa-me pouca escolha mas, também, acho que compreendem, não quero
morrer assim de qualquer maneira.

Ovos! Claro que também não como ovos. Primeiro porque não sou nenhum
ovíparo e depois por causa das quantidades de coisas que aquele estudo
que saiu a semana passada dizia. É um rol senhores, um rol e
colesterol! Vão ver e admirem-se! Os ovos! Quem diria os ovos… Enfim,
é a vida: ovos nem vê-los! Como a manteiga: é só gordura! Desde que
acabei com o pão e com o queijo, a manteiga também, por assim dizer,
deixou de fazer falta. Ainda a usava para fritar ovos mas agora também
não se pode comer ovos… Pois, a manteiga, dizia o estudo, é só gordura
animal e animais não devem comer a gordura uns dos outros. Pareceu-me
um bom fundamento e acabei com a manteiga.

Ia fazer uma salada. Sem muito azeite, claro, porque, compreendem, não
quero morrer assim de qualquer maneira, sem sal, naturalmente e
vinagre só do orgânico, porque, compreendem, não quero morrer assim de
qualquer maneira…

É quando recebo um email com o título “Novo Estudo Aconselha a
Ingestão Moderada de Saladas e Hortaliças”.

Enchi um copo de água, filtrada, naturalmente, de garrafa de vidro e
sorvi um golo ávido. Espero que não me faça mal.

peritos a roubar em lojas

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Angie Borba shared a video.

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Kelab Info Malaysia

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S. TOMÉ E PRÍNCIPE – ODISSEIAS NOS MARES E TERRAS: PARABÉNS ANGOLA! – HOJE FESTEJA 43º ANIVERSÁRIO DA SUA INDEPENDÊNCIA – Estava eu com 22 dias de mar a bordo de uma piroga. Sozinho e à deriva no imenso Golfo da Guiné.

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SÃO TOMÉ E A GUERRA DO BIAFRA: ODISSEIA DOS VOOS DE “JESUS CHRIST AIRLINES” E O PARAISO IDÍLICO DE ESPIÕES, COLONIALISTAS, MERCENÁRIOS PROSTITUTAS E CONTRABANDISTAS – ESQUELETOS DOS SUPER CONSTELLATION, ÚNICA MEMÓRIA QUE AINDA LÁ RESTA E URGE PRESERVAR

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http://www.odisseiasnosmares.com/2011/08/sao-tome-biafra-odisseia-dos-voos-de.html

S. TOMÉ E PRÍNCIPE – ODISSEIAS NOS MARES E TERRAS: CÃO GRANDE EM SÃO TOMÉ – A GRANDE ESCALADA AO PICO VERTICAL

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http://www.odisseiasnosmares.com/2012/02/cao-grande-em-sao-tome-grande-escalada.html

S. TOMÉ E PRÍNCIPE – ODISSEIAS NOS MARES E TERRAS: SÃO TOMÉ E PRÍNCIPE – ILHAS ASBEN E SANAM, POVOADAS POR CANOAS AFRICANAS antes dos portugueses

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http://www.odisseiasnosmares.com/2011/12/sao-tome-e-principe-ilhas-asben-e-sanam.html

100 anos de BARTHES

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Eunice Brito shared a post.

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Quem foi, afinal, Roland Barthes? Um teórico da literatura? Um crítico literário, teatral, cultural? Um filósofo? Foi tudo isso e, acima de tudo, um escritor que continua a fascinar os mais variados leitores por sua inteligência e seu poder de sedução. Esta segunda (12) marca os 103 anos do seu nascimento #arquivocult

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O que se esconde na palavra «filho»?

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Ia eu todo contente escrever um texto sobre a palavra «filho», quando reparo que, lá na origem do vocábulo, há um ou dois factos um pouco embaraçosos. Hesito um pouco: será que conto? Sim, conto. O leitor há-de gostar de saber o que se esconde na história desta palavrinha — e, pelo caminho, ficamos a […]

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O que se esconde na palavra «filho»?

transportes  da era jurássica na ilha de são miguel

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transportes da era jurássica na ilha de são miguel

Crónica 220, os transportes que infelizmente ainda temos 14.11.2018

Dizem-me que os transportes na ilha de São Miguel estão ainda configurados à moda dos anos 1970-1980 e às necessidades de então. Não estou a falar das cidades onde existem algumas alternativas, mas sim das pequenas freguesias que polvilham a ilha, onde as pessoas que não disponham de viatura própria têm imensa dificuldade para se deslocar devido aos horários infrequentes e pouco convenientes da transportadora pública, como é o caso, na costa norte, da CRP.

A este problema acresce a vetusta idade dos autocarros, a falta de cumprimento de horários, o excesso de velocidade e de lotação das viaturas, a que muito ocasionalmente a GNR (quando recebe uma queixa) se dedica a multar fazendo parar a carreira.

Nestes últimos meses um diferendo entre as escolas (Direção Regional da Educação) e a CRP para o transporte escolar causou graves transtornos aos alunos ao não se verificar um entendimento entre a DRE e a CRP, sendo dada alguma margem de negociação às escolas (não sei bem os detalhes, mas parece mais uma medida de corte de custos da DRE). O que aconteceu na zona onde habito foi que os autocarros são menos, andam a desoras, vão apinhados de gente em pé (convido-vos a fazer a viagem Lomba da Maia – Ribeira Grande de pé), os alunos chegam atrasados para além da tolerância de dez minutos na entrada e entre a Lomba da Maia e a Ribeira Grande é um reboliço.

Não sabemos quando é que a Direção de Transportes pensa adotar modelos do século XXI para transportar os habitantes da ilha que se deslocam às cidades, nem sabemos quando e como fiscaliza o cumprimento (ou incumprimento) das obrigações contratuais firmadas para o transporte de passageiros. Não sei sequer se é permitido o transporte perigoso de pessoas em pé nos autocarros nestas estradas regionais, mas creio que é tempo de se fazer uma revolução nos meios de transporte existentes que insatisfazem a população.

Nem sonho já com um metro de superfície já que a hipótese de comboio, infelizmente, foi abandonada no início do século passado.

Quando o meu filho estava a estagiar no Nonagon na Lagoa, levantava-se pelas sete horas para apanhar uma camioneta para a Ribeira Grande, depois outra para Ponta Delgada e antes das dez da manhã chegava à Lagoa… e essa era a única forma de se transportar em coletivos para percorrer uma distância de 30,1 km… felizmente libertou-se desse calvário quando adquiriu uma velha viatura para se deslocar demorando em média 29 minutos via EN4-2A and EN1-1A.

Mas e os idosos que têm consulta no hospital ou médico, ou outros afazeres na cidade, e não têm carta de condução nem meios para adquirir viatura própria? Decerto que com as pensões miseráveis que auferem não disporão de 60 euros para irem e virem de táxi…

Mas é preciso agir para mudar este estado de coisas com autocarros velhos (em muitos já deve ter expirado o prazo de validade…), sempre a avariarem (alguns já arderam nos últimos anos durante o percurso), autocarros lotados, horários que não se cumprem (ora chegam mais cedo, ora chegam mais tarde e quem não está na paragem na hora de passagem, estivesse…), lotados nas horas de ponta (em especial nas carreiras das 07.30 e 08.00), passageiros em pé aos solavancos e sem segurança em caso de travagem súbita. Senhores dos Transportes, responsáveis pela inexistente política de transportes coletivos capazes para as freguesias fora das cidades acordem para o século XXI e façam algo como aumentar a frequência das carreiras, fiscalizem os horários e as condições de transporte…. Modifiquem contratos para se substituírem os velhinhos autocarros por outros mais modernos e mais pequenos para serem rentáveis

… afinal só peço que saiam dos vossos gabinetes confortáveis e inspecionem anonimamente os percursos entre Ponta Delgada, e Furnas ou para o Nordeste…levantem-se cedo e vejam o que é viajar na carreira das 07.30 ou das 08.00 da Lomba da Maia para a Ribeira Grande…afinal é para isso que vos pagam, para o povo que paga os seus impostos e não tem um serviço de transportes coletivos digno e capaz.

Chrys Chrystello, Jornalista

[MEEA/AJA (Australian Journalists’ Association

Membro Honorário Vitalício nº 2977131, 1983-2018) carteira profissional AU3804]