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C´est ma vie – Salvatore Adamo (Tradução Br) – YouTube
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“O surto actual de coronavírus foi detectado em meados de Dezembro na cidade de Wuhan que, por sinal, tem o mesmo número de habitantes que Portugal inteiro (onze milhões). Dos 79300 casos identificados a nível mundial, 77000, ou 97.1%, ocorreram na China.
Ora, se considerarmos que a esmagadora maioria de casos reportados na China ocorreram em Wuhan, concluímos que incidência da doença na própria cidade epicentro do surto é inferior a 1%. 0.7%, para ser mais preciso.
Por outro lado, se considerarmos a população total da China, que a 26 de Fevereiro de 2019 ronda os 1.437 mil milhões de habitantes, chegamos à conclusão que menos de 0.01% da população chinesa está infectada com coronavírus. Isto em três meses de surto.
No que diz respeito a mortes causadas pela infecção, destaco que na faixa etária mais vulnerável da população, ou seja, pessoas com idade superior a 80 anos, a taxa de mortalidade foi de 14.8%.
O que é que isto significa? Significa que um velhinho de 85 anos, que resida em Wuhan, tem uma probabilidade de 0.7% de contrair a doença e uma probabilidade de 14.8% de morrer se a contrair. Ou seja, um velhinho de 85 anos em Wuhan tem uma probabilidade global de 0.1% de morrer da doença.
(0.7% x 14.8% = 0.1%)
Nas restantes faixas etárias, a taxa de mortalidade é ainda mais reduzida. Por exemplo, em pessoas com idade compreendida entre os 30 e os 39 anos de idade, a taxa de mortalidade é de 0.2%. Ou seja, voltamos ao mesmo raciocínio. Uma jovem de 35 anos a residir em Wuhan tem uma probabilidade de 0.7% de se infectar com coronavírus. E se se infectar, uma probabilidade de 0.2% de morrer com a doença. Isto dá-lhe uma probabilidade global de morrer de 0.001%.
(0.7% x 0.2% = 0.0014%)
Dito isto, estes cálculos foram feitos com base no “worst case scenario”, ou seja, tendo em conta a incidência da doença na cidade-epicentro do surto, Wuhan. Se fizermos as contas, por exemplo, em relação a Itália, país com mais de 60 milhões de habitantes e 322 casos registados até ao momento, concluímos que a probabilidade de um cidadão italiano morrer na sequência da infecção por coronavírus é, actualmente, infinitesimal.
O que quero dizer com todos estes números e contas?
Que não há razão para este tipo de alarmismos que os media gostam de incutir na população. A ameaça da nova estirpe de coronavírus é real, facto, mas não a pontos de nos colocarmos todos a preparar um cenário pós-apocalíptico, como já começa a acontecer em cidades italianas como Milão.
Mais do que incutir o “fearmongering”, ou seja, o culto do medo, que é aquilo que os meios de comunicação social mais gostam de fazer, talvez faça mais sentido explicar à população e garantir que toda a gente percebe quais as medidas a tomar para limitar a transmissão do vírus.
Estas medidas são:
– Evitar contactar com pessoas que tenham sintomas como tosse ou falta de ar, bem como pessoas com febre;
– Evitar tocar directamente nos olhos, nariz e boca;
– Tossir e espirrar sempre para um lenço de papel e deitá-lo no lixo logo de seguida;
– Se não tiveres um lenço de papel, tosse ou espirra para o antebraço e nunca para as mãos ou muito menos para o ar;
– Lavar as mãos com água e sabão depois de ir ao WC, tossir ou espirrar, antes de comer e, se possível, antes de tocares no nariz, olhos ou boca;
– Ao lavar as mãos, tem particular atenção ao espaço entre os dedos e debaixo das unhas e nunca demores menos de 20 segundos;
– Se não tiveres água ou sabão disponível, utiliza uma solução alcoólica com pelo menos 60% de álcool;
– Lavar e desinfectar bem estruturas como maçanetas de portas e outras superfícies nas quais se toque com frequência;
– Se estiveres assintomático, não precisas de utilizar máscara.
Se conseguirmos pôr toda a gente a cumprir estas medidas, que, por sinal, são exactamente as mesmas medidas preconizadas para limitar a transmissão do vírus da gripe e outros vírus respiratórios, já podemos dizer que este surto não foi em vão.”
Menos medo, mais informação.
(Fonte: Center of Diseases Control [CDC] e Organização Mundial de Saúde [OMS])
Encontrada no Google em smartraveller.gov.au
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O ódio a um educador e pensador que lutou por toda sua vida para alfabetizar as pessoas é a medida do buraco em que fomos parar enquanto país. O pernambucano Paulo Freire, no entanto, não se tornou o brasileiro mais homenageado e respeitado no mundo por acaso: seus mais de 35 títulos de Doutor Honoris…
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Segundo Ministério da Saúde, nas primeiras cinco semanas de 2019, eram 105 mil
Source: Em sete semanas, Brasil teve mais de 181 mil casos de dengue – Jornal O Globo
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Eu aqui digo mais, esse sujeitinho (que eu detesto) e que dá pelo nome de Augusto Santos Silva, e que não sei como (visto ser um tremendo incompetente) até é ministro dos negócios estrangeiros (com letra pequena, de propósito), além de estar “CEGANDO”, que vá para o RAIO QUE O PARTA, e desapareça. (Gozou com um deputado do PSD – Açores) e GOZOU com os Açores e com todos os Açorianos…

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O AEROPORTO DO ABSURDO
Pedro Adão e Silva
Expresso, 29.02.2020
Há muitos motivos que explicam os atrasos do país. A inexistência de um novo aeroporto não é certamente um deles, mas o processo que tem envolvido a escolha da sua localização talvez dê contributos para compreender os nossos males endémicos.
Sou um de muitos portugueses que nada sabem sobre opções para a construção de um novo aeroporto, mas que está ciente de dois factos: a Portela está estrangulada (o ano passado serviu 30 milhões de passageiros, quando a sua capacidade é de 22 milhões) e a escolha de uma localização raia o absurdo. Trata-se em qualquer país de um processo complexo. Só que dificilmente se encontrará outro caso em que longos períodos de estabilidade nas opções dão lugar a alterações repentinas.
A Portela está estrangulada (o ano passado serviu 30 milhões de passageiros, quando a sua capacidade é de 22 milhões) e a escolha de uma localização raia o absurdo
A Portela foi inaugurada em 1942. Desde 1958, já lá vão seis décadas, que se pondera a sua relocalização. Logo em 1971, consideradas quatro opções na margem sul do Tejo (Fonte da Telha; Montijo; Porto Alto e Rio Frio), foi escolhida a de Rio Frio como complemento. Depois, com o choque petrolífero e a democracia, o projeto do novo aeroporto ficou suspenso. Quando regressou em 1982, numa prospeção não condicionada, foram consideradas 12 alternativas, e a solução apontada foi a Ota, agora a norte de Lisboa. Já em 1990, voltaram os estudos, desta feita, comparando Ota com Rio Frio.
Em 2005, com dezenas de estudos feitos, avança-se para a construção da Ota, a CIP insurge-se com a escolha e patrocina uma avaliação para encontrar soluções alternativas. Emergem, então, o Poceirão, Faias e Alcochete. Pelo caminho, cai a Ota e, em 2007, testa-se Alcochete como alternativa. O LNEC defende a opção e o Presidente da República empurra o Governo para abandonar a sua decisão. Chega a troika e a PàF troca Alcochete pelo Montijo, ou seja, a solução Portela +1, proposta em 2007 pela Associação Comercial do Porto. Passa-se do “novo aeroporto” para “aeroporto complementar”. Privatiza-se a ANA, que não pára de obter dividendos, e avança-se para o Montijo financiado pela Vinci — porque é um erro desmantelar a Portela e fundamental ter uma solução em tempo útil. Agora são duas autarquias e a Ordem dos Engenheiros que se opõem a uma escolha que já atravessou dois governos, de cores diferentes.
Confuso, não é? Mas resulta claro que a incapacidade de decidir é endémica e que temos um Estado fraco e que alimenta ilusões de autoridade, procedimentos pouco transparentes que todos podem influenciar e bloquear (autarquias, privados, sociedade civil e corporações profissionais), sem que daí resultem ganhos de racionalidade nas soluções. Não temos aeroporto, mas em alternativa, em cinco décadas, herdámos uma manta intrincada de tensões sociais e políticas que nos paralisam. Alguma coisa não correu bem em todo este processo. Temo que não seja específico da construção de um novo aeroporto.

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Ministério da Saúde criou um número de WhatsApp para receber “informações virais” sobre o novo vírus
Source: As 15 fake news mais compartilhadas sobre o coronavírus – Jornal O Globo
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Researchers have discovered a new type of lion, the size of a domestic cat, with powerful flesh-cutting teeth, which roamed the earth around 24 million years ago.
Source: Remains of tiny, cat-sized lion with flesh-cutting teeth discovered in Australia – CNN