Covid-19. Incidente em escola da Trofa põe em causa eficiência da linha Saúde 24

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Numa escola da Trofa, uma jovem com sintomas gripais e toda a sua turma foram isoladas e assim ficaram durante nove horas, à espera de uma resposta da linha Saúde 24.

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fake news covid-19

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🧐

A Direção-Geral da Saúde (DGS) tomou conhecimento de que anda a circular informação falsa sobre pessoas infetadas com o Covid-19 que teriam viajado de/para os Açores no dia 2 de março e num barco no dia 4 de março, solicitando a todos os que tivessem viajado nestes voos para contactar o Cent…

A Direção-Geral da Saúde (DGS) tomou conhecimento de que anda a circular informação falsa sobre pessoas infetadas com o Covid-19 que teriam viajado de/para os Açores no dia 2 de março e num barco no dia 4 de março, solicitando a todos os que tivessem viajado nestes voos para contactar o Cent…
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O novo coronavírus é igual à gripe? Não. Mata 26 vezes mais – Portugal – SÁBADO

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Dados mostram que o Covid-19 não só é uma doença que se propaga com mais rapidez que a gripe comum ou a gripe A, como também é um vírus mais letal. – Ciência & Saúde , Sábado.

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ouçam o Coordenador da rede de cuidados intensivos em Itália para o COVID-19

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Coordenador da rede de cuidados intensivos em Itália para o COVID-19, Professor Grasselli.

Partilho esta entrevista ao Channel 4 inglês de um médico italiano, especialista em cuidados intensivos, na região de Milão e Lombardia, o epicentro do surto na Europa. Aconselho vivamente a verem até ao fim. Destaco algumas ideias chave:

– O que nos aconteceu foi como “uma bomba que explodiu”. Mesmo o mais moderno e perfeito sistema do mundo não consegue lidar com este nível de pacientes a exigir cuidados intensivos, por isso é central conter o surto, por isso são necessárias medidas drásticas – como a quarentena total – que agora estão a impor em Itália. Aprendam connosco, “essa é a razão porque decidi dar esta entrevista”.

– Protegam os profissionais de saúde, ao início muitos foram contaminados. Com cuidado e protecção conseguimos agora reduzir muito e proteger quem cuida.

– Conseguimos milagres. Em duas semanas criámos 5000 camas de cuidados intensivos. Se me dissessem que isso era possível há 15 dias eu diria jamais, no entanto conseguimos. Mas é essencial conter o surto.

Giacomo Grasselli – a senior Italian government health official who is coordinating the network of intensive care units in Lombardy – explains the “critical”…

notas de Marco Simões Médico UCI sobre a crise

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Adriano Rosa Mota to Açores Global

Porque toda a informação acreditada é de valor:

Por Marco Simões Médico UCI

Boa noite, um pouco mais tarde do que tinha pensado inicialmente, mas por motivos familiares só agora pude abrir o post de esclarecimento relativo à epidemia de coronavirus.

Antes de mais, chamo-me Marco Simões, no meu dia a dia sou médico dos cuidados intensivos, logo este é um tema que tenho acompanhado com bastante atenção. O intuito deste post é para que vocês possam esclarecer as vossas dúvidas ao longo das proximas 2-3 horas, pois há muita coisa a circular na internet e nem tudo corresponde à verdade.

Primeiro que tudo, isto não é o fim do mundo! Na maioria das pessoas que forem infectadas, irá comportar-se como uma gripe banal, que passa com paracetamol. Tosse, febre, o normal… Então, porquê tanto alarmismo? Porquê jogos a serem cancelados, escolas fechadas, Itália de quarentena, crise económica mundial em perspectiva, OMS a declarar pandemia? Porque isto é uma doença nova, para a qual não há tratamento nem vacina ainda, em que o tratamento que nós podemos oferecer é tratamento de suporte enquanto o próprio organismo resolve a infecção. O problema é que, comparativamente com a gripe sazonal, esta infecção leva a maior necessidade de internamento hospitalar e maior necessidade de internamentos em serviços de medicina intensiva (cuidados intensivos), levando a um estado de completa saturação dos sistemas de saúde dos diversos países. Para além disso, sim, esta infecção tem uma taxa de mortalidade bastante superior à gripe sazonal (estima-se que a gripe sazonal tenha uma mortalidade abaixo de 10/10.000 casos e esta acima de 350/10.000). A única maneira de evitar os colapsos dos sistemas de saúde é evitar o contágio, de modo a evitar o aumento do número de doentes.

Qual a maneira mais eficaz de evitar o contágio? LAVAR AS MÃOS! LAVAR AS MÃOS! LAVAR AS MÃOS! NÃO TOCAR COM AS MÃOS NA CARA! A doença transmite-se por goticulas nas secreções respiratórias, ou seja, quando alguém doente tosse ou espirra, projecta essas particulas infecciosas a 4 ou 5 metros de distância e elas ficam depositadas nas superficies. Tocando nas superficies e levando a mão à cara (boca, olhos, nariz) é o caminho mais rápido para a infecção. As máscaras servem para protegermos os outros da nossa tosse, ou se alguém nos tossir para a cara… Percebem porqu está aconselhado tossir para a flexura do cotovelo e não para as mãos? Quando um doente tosse para as mãos, deposita o virus nas mãos e depois espalha em tudo o que toca…

A outra maneira eficaz de não ser infectado é ficar em casa e esperar que isto tudo passe… Quando é decretada uma quarentena, façam um favor a vocês próprios e ao país, não andem a passear pelos shoppings… Saiam para comprar comida e mais nada.

a inconsciência é um crime

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A INCONSCIENCIA PODE MATAR.
Aqueles que estão em Quarentena deverão ficar OBRIGATORIAMENTE em quarentena:
Sair para ir passar uns dias de Férias, ao café, passear no choping, jogar à bola , etc, etc… é CRIME.

CÓDIGO PENAL

LIVRO II – Parte especial

TÍTULO III – Dos crimes contra valores e interesses da vida em sociedade

CAPÍTULO III – Dos crimes de perigo comum

SECÇÃO II – Dos crimes contra a saúde

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Artigo 270.º – (Propagação de doença contagiosa)

1 – Quem propagar doença contagiosa, criando um perigo para a vida ou de grave lesão da saúde ou da integridade física de um número indeterminado de pessoas, será punido com prisão de 1 a 5 anos e multa de 100 a 150 dias.
2 – É aplicável ao crime previsto no número anterior o que fica disposto no artigo 267.º A mesma agravação terá lugar quando o agente actuou por baixeza de carácter ou quando causou a epidemia por meio da difusão de gérmens bacteriológicos ou vírus.
3 – Se a conduta descrita no n.º 1 deste artigo for imputável a título de negligência, a pena será a de prisão até 1 ano e multa até 60 dias. Tratando-se, todavia, da infracção, por médico, da obrigação de participar doença contagiosa, a pena será a de prisão de 6 meses a 2 anos.

Início de Vigência: 01-01-1983

Ponta Delgada gente dos cruzeiros com total liberdade de movimentos….

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Hoje temos um cruzeiro de Itália…tema de discussão!!! Alguém sabe se houve vistoria na área de prevenção???hummmm 😟😟🙈🙈
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Ruanda não tem casos de Covid-19 mas ninguém entra nos autocarros sem lavar as mãos | Vídeo

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No Ruanda não há registo de pessoas infetadas pelo novo coronavírus, no entanto, há várias medidas de prevenção para impedir o contágio.

Source: Ruanda não tem casos de Covid-19 mas ninguém entra nos autocarros sem lavar as mãos | Vídeo

PEDRO GOMES CORONAVÍRUS – AÇÃO E PREVENÇÃO

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CORONAVÍRUS – ACÇÃO E PREVENÇÃO

1. A actualidade informativa em Portugal e na generalidade dos países é dominada pelo avanço do COVID-19 e pela natureza pandémica da sua expansão. No momento em que escrevo, o número de casos confirmados em Portugal é de 39, nenhum dos quais nos Açores e na Madeira, o que não significa que os dois arquipélagos fiquem indemnes ao novo coronavírus. Os tempos de globalização social, cultural e económica também significam globalização das doenças virais, que se espalham com uma velocidade impensável há vinte anos.
Apesar da situação dramática que alguns países vivem – como é caso da Itália, que acaba de impor severas medidas restritivas da liberdade de circulação aos seus cidadãos, numa espécie de gigantesca quarentena que abrange todo o país – a dimensão dos casos registados em Portugal ainda é modesta, muito embora seja inevitável que o número de infectados aumente consideravelmente ao longo dos próximos dias.
2. A expansão do COVID-19 e o aumento dos casos confirmados imporá a adopção de novas medidas de contenção, que agravarão os efeitos negativos que a economia nacional já sente, com destaque para o sector turístico, que será um dos mais atingidos, sendo de saudar as primeiras medidas de mitigação económica que o Governo da República apresentou aos parceiros socias na segunda-feira.
Ao longo dos últimos dias, o Bloco de Esquerda – numa atitude de afirmação ideológica – tem aproveitado o novo coronavírus para expressar a sua preferência pelas unidades de saúde públicas do Serviço Nacional de Saúde, desvalorizando o papel que os hospitais privados devem – e terão – de desempenhar. O Governo da República escolheu os mesmos pressupostos, visíveis na estratégia divulgada para o combate a esta doença, quando a resposta à epidemia impõe a conjugação de esforços e de recursos entre os hospitais públicos (incluindo os hospitais militares) e privados. O número de camas que o Governo anuncia ter disponíveis para o internamento de doentes infectados são, neste momento camas virtuais, pois estão ocupadas com outros doentes, não se percebendo como se enfrentará o problema, que se junta à falta de meios materiais e humanos, bem evidenciados na linha “Saúde 24” que, na segunda-feira deixou de atender mais chamadas do que aquelas que deu reposta. O mesmo se diga ao nível regional, quanto ao número de camas disponíveis no hospital do Santo Espírito, de Angra do Heroísmo, escolhido como hospital para o internamento de infectados, quando o único médico infectologista dos Açores está no hospital de Ponta Delgada.
3. Os dados disponíveis foram evidenciando o potencial de alastramento do COVID-19 há cerca de seis semanas, mas a elaboração dos planos de contenção só ocorre quando se confirmam os primeiros casos, numa atitude que põe em perigo a saúde dos portugueses. No caso dos Açores, a situação é idêntica, com o Vice-Presidente do Governo Regional a fazer publicar um despacho a 5 de Março, determinando a elaboração daqueles planos no prazo de cinco dias úteis. Decisões tomadas tarde e a más horas, que contribuem para a falta de eficácia na contenção da propagação da epidemia e para o crescimento do alarme social. A regra devia ser prevenir a tempo, para ganhar tempo.
É importante relembrar que a atitude pessoal de prevenção é fundamental: o hábito de lavar as mãos com água e sabão conjugado com a contenção na exposição a situações potenciadoras do risco, como viagens e grandes eventos.

(Publicado a 11 de Março de 2020, no Açoriano Oriental)

Coronavirus live updates: Merkel says most Germans will get COVID-19, NYU doc says hospitals unprepared

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As of Wednesday, more than 119,476 cases of coronavirus have been reported, resulting in at least 4,291 deaths.

Source: Coronavirus live updates: Merkel says most Germans will get COVID-19, NYU doc says hospitals unprepared

FILIPE TAVARES URGE NOVAS MEDIDAS NOS AÇORES

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“Nada como o relato de quem está ao serviço da saúde para conferir a validade necessária a esta grave epidemia do COVID19! Embora o grupo de maior risco sejam os idosos (cerca de 80% das mortes registadas em Itália referem-se a pessoas com mais de 70 anos) sobretudo os que têm doenças crónicas, todos nós poderemos ser afetados pelo “corona vírus”, sendo certo que a única forma de nos protegermos é evitando o contacto com outras pessoas e repetir manobras de higiene vezes sem conta. Não sinto segurança nenhuma em relação ao desembarque de passageiros de navios de cruzeiro nos Açores e à falta de rastreio nos aeroportos da nossa Região. A capacidade de propagação desta epidemia em ilhas é muito maior quando comparada com outras situações. Se houver um esforço de todos, podemos impedir que este vírus se alastre e nos traga danos maiores / irreparáveis (saúde e economia). Vejamos: temos camas, oxigênio e medicamentos para quantas pessoas? Estamos preparados? Vamos estar? Não! Temos de prevenir. Recentemente tive de alterar e cancelar viagens profissionais, uma situação claramente dispendiosa e sem direito a reembolso, mas nada paga a saúde e a vida. Se o País e as Regiões não tomam uma decisão drástica no sentido de controlar a propagação deste vírus o quanto antes, os efeitos poderão ser devastadores e incontroláveis. Se não formos exigentes agora, estaremos a atrasar um problema para um futuro muito próximo, com consequências negativas muito superiores. Em termos turísticos defendo que é urgente restringir / limitar as entradas na Região durante esta época, numa tentativa de salvar o Verão. Se não formos um lugar seguro, ninguém virá. Pensem: alguém está com vontade para ir a Itália? A saúde em primeiro lugar.

 

 

TAL COMO ESCREVI HÁ DIAS NO DIÁRIO DOS AÇORES

https://blog.lusofonias.net/2020/03/10/e-a-economia-estupido-mas-a-saude-vem-primeiro-chrys-c/