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Hoje em Londres

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Hoje em Londres

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Claro que os mercados recetores das nossas exportações se iriam retrair, assim com a indústria de táxis e muitas mais se seguirão… Tal como aconteceu com o Rei dos Frutos na Grande Guerra, agravado ainda mais em 1918. Mas pelos vistos, ninguém entendeu (ou quis entender) isto… agora está o povo a “arder”… Internamente, continuo sem perceber porque razão a SINAGA não está a produzir álcool. De um momento para o outro ficou sem stock? A matéria prima, estava a conta-gotas? Tem o pessoa em casa? Triste…
https://www.rtp.pt/…/pandemia-estagna-exportacao-de-proteas…

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COVID-19
AÇORIANOS EM NAVIOS DE CRUZEIRO SÃO UMA GRANDE PREOCUPAÇÃO
Víctor Alves – (opinião)
Tem sido constante o apelo das autoridades de saúde açorianas para que as pessoas que estão a desembarcar de navios de cruzeiro e que pretendem chegar à Região,, contactem a linha de Saúde. Hoje, o último comunicado da Autoridade de Saúde Regional apelava diretamente nesse sentido, aos açorianos que efetuaram o cruzeiro com destino ao Dubai, de 7 a 14 de Março, no navio “MSC Belissima”. Este cruzeiro está a deixar forte marca entre nós, já que dele saíram pessoas infetadas que geraram pelo menos sete casos, todos hospitalizados em unidade de saúde ou domicílio, de um grupo total de oito pessoas.
Mas o apelo de hoje das autoridades de saúde da Região, confirma a suspeita de que haverá mais um grupo de açorianos, supostamente da ilha de S. Miguel, que terá efetuado o mesmo cruzeiro. Também de S. Miguel, está retido em França um grupo de 15 açorianos desembarcados no passado dia 19 em Sidney na Austrália. Desconhece-se, por outro lado, se o “MSC Fantasy”, que ontem aportou a Lisbo,a trazia também açorianos. Já em pleno mês de Março e contra o apelo das autoridades, dezenas de pessoas dos Açores enfiaram-se em navios de cruzeiro, e deu o que deu!
O caso de São Jorge prova que a importação de um vírus, no caso o COVID-19, pode ser muito perigosa. E ensina que os governantes devem ter cuidados essenciais na abordagem e resolução dos repatriamentos, e na aplicação de medidas de contenção. É que estávamos já em estado de Alerta. Ontem, o governo regional disse, em comunicado, que está empenhado em trazer para casa o grupo de 15 açorianos retido em França, desembarcados de um navio que gerou dezenas de casos de infeção. Que o faça, obedecendo ao mais rigoroso plano de repatriamento, para não colocar em risco a saúde de ninguém. Outros países estão a fazer o mesmo. Nada contra.
O que é estranho, é que o mesmo governo, que se bateu no início pelo encerramento total de portos e aeroportos, abra agora um corredor para trazer de volta todos aqueles que querem voltar a casa. Anteontem, regressou a S. Miguel um grupo de estudantes daquela ilha, que estava a fazer ERASMUS em Espanha. Em que condições? O governo regional sabia? Se soube nada disse. O mesmo governo que ontem disse apoiar o regresso dos retidos em França e dos estudantes que estão a fazer ERASMUS pelo mundo.
Pedimos aos nossos filhos estudantes do ensino superior – centenas deles, que ficassem no continente e não viessem a casa, ao que eles prontamente obedeceram. Estão fechados em terra estranha, com a saudade todos os dias a bater-lhes à porta. Mas ficaram. Nunca foi tão certo o ditado que diz que uns são filhos da mãe e os outros, filhos da outra.
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ele que fale por si.
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(Crón. Rádio Atlântida 23/03/2020)
O separatismo de Lisboa
Continua a merecer reprovação a decisão do primeiro ministro de não ter aceite, em tempo oportuno, o pedido do presidente dos Açores para cancelar as ligações aéreas com o arquipélago. E o pior foi António Costa ter acintosamente solicitado à TAP para efetuar voos regulares com São Miguel e Terceira, quando a SATA já interrompera as suas ligações.
A decisão é tanto mais injustificada quanto é certo que, quem viaja para outras ilhas, não pode lá chegar porque não tem ligações.
Trata-se, portanto, de uma deliberação discricionária e prepotente do primeiro ministro que não respeita os órgãos de governo próprio e me faz lembrar os tempos coloniais.
Mal esteve também o Presidente da República que procedeu, como nos tempos da outra senhora, quando se mandava chamar a Lisboa o governador do distrito autónomo para ditar as normas do poder centralista… Marcelo chamou a Lisboa o representante da república, colocando-lhe um avião à disposição, para acertar com o ele e o Primeiro Ministro o modo de os açorianos cumprirem o estado de emergência, e deixou de fora o presidente do governo regional, ele também membro do conselho de estado…
Tudo isto demonstra que Marcelo e Costa, na prática, desprezam as autonomias e as competências dos órgãos de governo próprio, e têm atitudes centralistas que negam possuir, implementando procedimentos que não se viam desde a criação da autonomia.
O que nem Marcelo nem Costa entendem é que, não interrompendo as ligações aéreas com o exterior, estão a pôr em causa a saúde de todos nós residentes e, mais grave ainda, estão a facilitar a vinda de nacionais e estrangeiros que, caso estejam contaminados, irão sobrecarregar o serviço regional de saúde, na sua totalidade, impedindo os açorianos d0os cuidados convenientes.
Isto não podemos admitir, pois encontram-se no arquipélago cerca de meio milhar de turistas e, certamente, não cumprem a quarentena a que passageiros residentes e bem! são obrigados.
São estas atitudes centralistas que provocam reações separatistas, e fortes críticas a entidades que tudo deviam fazer para proteger a vida de populações indefesas.
Os açorianos são frontais e atenciosos com governantes e políticos que respeitam os seus direitos e problemas, e não gostam de ser bajulados só em tempos de visitas e de festas.
Foram muitos anos a ver passar caravanas oficiais de Lisboa, sob aplausos de crianças das escolas e servidores do regime, sem resultados palpáveis. Esse tempo não voltará, mesmo que detentores do poder nacional e de um centralismo e nacionalismo retrógrados pretendam dominar.
Logo agora, quando o que está em causa é salvaguardar a vida de 240 mil habitantes de ilhas envelhecidas pela emigração que o poder ditatorial de Lisboa patrocinou.
Somos um povo com identidade própria que conquistou um poder democrático autónomo.
É isto que reclamamos. É esse direito legítimo que deve ser respeitado, por quem quer que seja…
José Gabriel Ávila
22/03/2020
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Acabei de enviar a seguinte mensagem
ao Senhor Presidente da República.
( … e sou agora informado que esta mensagem foi imediatamente encaminhada, por pessoa influente, para o Representante da República para a Região Autónoma dos Açores, Senhor Embaixador Pedro Catarino, bem como para a Administração da TAP.)
Exmo. Senhor Presidente da República,
Doutor Marcelo Rebelo de Sousa
Na qualidade de cidadão português, natural da ilha de São Miguel, Açores, venho, por este meio, solicitar-lhe uma sua intervenção imediata para que os aeroportos açorianos sejam encerrados ao tráfego exterior de passageiros. Os Açores têm ainda apenas três casos confirmados de coronavírus e, possivelmente, ainda vamos a tempo de manter a saúde nestas ilhas, resguardando-as de contatos exteriores.
Caso o vírus grasse pelo arquipélago, a população destas ilhas, que é diminuta, será facilmente dizimada. E isto não é ser alarmista.
O Presidente do Governo Regional dos Açores, Dr. Vasco Cordeiro, alertou o Primeiro Ministro, Dr. António Costa, para esta necessidade,premente, mostrando-se António Costa teimosamente irredutível quanto a ceder a esta solicitação do Presidente açoriano, justificando-se com a falta de liberdade de circulação dos cidadãos. É que esta decisão, do ponto de vista constitucional, cabe à República.
Por favor, mantenham os Açores saudáveis, ao abrigo deste estado de emergência, em boa hora por si decretado.
O meu agradecimento antecipado, julgo que em nome de todos os açorianos, por auxiliar, nesta matéria, a população da Região Autónoma dos Açores.
Os melhores cumprimentos.
João Gago da Câmara
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‼CAROLINA DORME NO AEROPORTO‼
Senhores dirigentes, senhor reitor da UAC!
A minha sobrinha Carolina Bento recebeu uma ordem se despejo sábado passado na Grécia, no Domingo à noite entrou em pânico, sim entrou em pânico já que gostam tanto de usar esta expressão, porque para além de estar muito longe de casa, a pressão do COVID 19, o sismo fortíssimo que aconteceu na noite anterior e porque pediu ajuda e não deram respostas concretas, a não ser aguarde…aguarde…claro, contatou a família que de imediato arranjou solução de Ioannina para Atenas, de Atenas para Londres e de Londres para Lisboa.
Muitas criticas recebeu porque a família tirou-a de lá!
Lá de onde recebeu ordem de despejo a partir de amanhã…
Chegou a Lisboa, e não pode embarcar…resposta da TAP porque a RAA não a aceita.
Muito bem liga 808292929, sim senhora vamos remeter o caso superiormente…liga para trás…a RAA não tem culpa porque não diz que não a aceita, diz que não recomenda…o problema é TAP, não podemos fazer nada!
Fala-se com a TAP, nem pensar se a RAA não as aceitam não somos nós a assumir esta responsabilidade! Mas souberam aceitar a venda do bilhete que tinha a informação que vinham de Londres!
Sim senhora muito bem, liga-se ao senhor Reitor, sim porque esta menina está no programa ERASMUS…aquele programa que o governo publicou que tinha a situação de repatriamento controlada…lembram-se???
Agora oficialmente sabe que terá de fazer quarentena em Lisboa! Muito bem, nós aceitamos, cabe a todos o sacrifício para o melhor de todos!
E dormir? Nao dorme desde Domingo!!!
E quem a vai buscar para a quarentena? Chegou as 9h da manhã de Lisboa, são 16:30…exatamente…quase final do dia… e mandam ligar para várias linhas, disto e daquilo e basicamente estão por Vossa conta!
Obrigada a todos os membros intervenientes que nada fizeram! Nada!
E se soubessem com quem falamos e até onde expusemos o caso…simplesmente ridículo!
Isto é desumano…e se fosse os vossos filhos?
Durmam bem com a vossa consciência.