covid faz colapsar saúde no Equador

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Guayaquil no Ecuador, vive momentos de tragédia sem precedentes. O frágil sistema de saúde colapsou. Há cadáveres abandonados e incenerados nas ruas.
E tu? Ainda queres andar por aí a passear o cão 5 vezes ao dia e ir ao supermercado todos os dias?

Cuerpos de enfermos fallecidos de covid-19 se han visto en la última semana en Guayaquil, Ecuador. Familiares han optado por dejar sus muertos afuera de sus …

 

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Guayaquil no Ecuador, vive momentos de tragédia sem precedentes. O frágil sistema de saúde colapsou. Há cadáveres abandonados e incenerados nas ruas.
E tu? Ainda queres andar por aí a passear o cão 5 vezes ao dia e ir ao supermercado todos os dias?

Cuerpos de enfermos fallecidos de covid-19 se han visto en la última semana en Guayaquil, Ecuador. Familiares han optado por dejar sus muertos afuera de sus …

 

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Cuerpos de enfermos fallecidos de covid-19 se han visto en la última semana en Guayaquil, Ecuador. Familiares han optado por dejar sus muertos afuera de sus …
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Museum Asks People To Recreate Paintings With Stuff They Can Find at Home, Here Are The Results

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Even though most of us are stuck at home and can’t go out and enjoy art in museums, that doesn’t mean that life is boring or uncultured. The Getty Museum in Los Angeles challenged art fans to post photos of themselves recreating their favorite works of art from the safety of their homes. People responded with a lot of enthusiasm and flooded social media with their unique artistic interpretations.

Source: Museum Asks People To Recreate Paintings With Stuff They Can Find at Home, Here Are The Results

que mundo este

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OBVIAMENTE, SUBSCREVO

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José MaltezFollow

Tenho poucas armas para ajudar os outros, a não ser a palavra pública em que aqui me disperso. Mas ainda sou capaz de gritar, na praça pública, que alguns cientistas perdem o humanismo quando, invocando razões ditas clínicas, dão argumentos para o democídio. Já estão a ir além do eugenismo e do criminoso genocídio. Como na quinta dos animais, para eles, somos todos iguais, mas há alguns mais iguais do que outros, os que são considerados como os mais capazes na luta pela sobrevivência.

Lamentos de um poeta prisioneiro no seu próprio lar – Tribuna das Ilhas

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Autor:  Victor Rui Dores  Faz-me falta o mar imenso. Faz-me falta o cheiro a incenso. Faz-me falta a festa das cantigas, os amigos e as amigas. Faz-me falta o palco e as luzes da ribalta. Faz-me falta o sorriso da alegria. Faz-me falta o nascer de um novo dia. Faz-me falta o “gin” do “Peter”. […]

Source: Lamentos de um poeta prisioneiro no seu próprio lar – Tribuna das Ilhas

A DIREÇAO DA SAUDE EM ELEVADOR

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Raquel Machado

Trata-se de sobreviver ao vírus ou de sobreviver a estas alminhas? 😱

-0:08

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Paulo GorjãoFollow

🙊🙈🙉

Jorge Buescu: EM TEMPO DE GUERRA, A PRIMEIRA BAIXA É A VERDADE

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Através de Jorge Buescu:

EM TEMPO DE GUERRA, A PRIMEIRA BAIXA É A VERDADE

Quem me conhece pessoalmente, e talvez quem aqui me lê, sabe que detesto teorias de conspiração. Foi isso que me levou a escrever, a 25 de Março: “Houve leitores que puseram em causa a veracidade dos dados do Boletim da DGS. Eu afirmo sem qualquer dúvida que confio na veracidade dos números do Boletim da DGS. Como poderia ser de outra forma? (…). Se não pudermos acreditar nos dados da DGS, acreditamos em quê? (…) não embarquemos em teorias de conspiração. “Eles” não estão a fazer manipulação de dados. A DGS dá rigorosamente o que sabe; pode é não saber tudo, como deve ter ocorrido ontem. Temos de confiar nos números escritos pela DGS!”.

No dia 27/3, a minha confiança foi abalada com números contraditórios, por exemplo uma baixa nos confirmados na Madeira ou uma subida de casos no Porto superior à subida em todo o País. Sempre procurei explicações para estes estranhos factos que não envolvessem suspeições. Se não confiamos na DGS, confiamos em quem?

Ontem houve, pelos vistos, uma reunião à porta fechada da DGS com as elites do País (politicos, dirigentes…) na sede do Infarmed. Hoje em dia tudo se sabe, e o conteúdo dessa reunião foi publicado à noite no Observador, no artigo “O que os especialistas contaram na reunião com políticos e parceiros sociais. DGS admitiu 9500 infectados”, cuja leitura integral recomendo vivamente.

Nele se pode ler que a DGS não sabe quando será o pico, que tanto pode ser em Abril, em Maio como pode já ter ocorrido. Mais importante para estas análises: citando o artigo, que até agora não foi desmentido, afirma a DGS que “o número real de infectados em Portugal pode ser superior a 9.500 em vez de cerca de 6.000 – que eram os únicos números oficiais conhecidos oficialmente a essa hora”. Ou seja, a DGS admite, à porta fechada e perante as elites do País, que os números reais podem ser 50% superiores aos que inscreve nos Boletins que divulga junto da população.

Ainda mais preocupante é o penúltimo parágrafo. Cito: “Francisco Rodrigues dos Santos perguntou se a DGS não devia aumentar a testagem e também se não era possível um novo fluxo de informação que torne o boletim da DGS mais credível, alertando que com o SINAVE só vão ser conhecidos uma parte dos casos (cerca de 75%). Rita Sá Machado, da DGS, respondeu que é preciso equilibrar as expectativas com o rigor, mas que ela preferia números incompletos, desde que fossem rigorosos”.

Portanto: a DGS prefere fornecer números “incompletos” porque “é preciso equilibrar as expectativas”. A definição de “números rigorosos” só é conhecida da DGS, o que lhe permite uma grande, chamemos-lhe assim, liberdade de acção nos números apresentados no Boletim Epidemiológico diário.

Para quem acha que posso estar a exagerar, sugiro a leitura integral do artigo do Observador, que ninguém desmentiu. O link é https://observador.pt/…/dgs-admite-9-500-infetados-em-reun…/

Em resumo: o povo leva nos Boletins com uma versão diluída dos números reais de confirmados, que a DGS liberta de forma a “equilibrar as expectativas”. Isto provoca uma indignação sem nome, pois trata de um assunto gravíssimo, de vida ou morte para muitos milhares de portugueses. Estamos há quanto tempo a trabalhar com números “incompletos” no Boletim da DGS, e portanto a fazer análises erradas, imaginando luzes onde só existe um túnel cada vez mais longo?

De facto, em tempos de guerra a verdade é a primeira baixa.

Para grandes males, grandes remédios. Vou passar a usar um indicador que considero mais fiável, em que as “expectativas” não se podem “gerir”, que não dependem de testes e que nesta altura é na minha opinião o mais relevante de todos: o número de internados nas UCI.

A onda exponencial chegou na semana passada aos Hospitais, como os profissionais de saúde bem sabem. Esta corresponde à onda inicial de infecções, atrasada cerca de duas-três semanas (quem ingressa nos Cuidados Intensivos fá-lo num estádio muito avançado da doença) em relação à exponencial da infecção. Mas 5% de uma exponencial é uma exponencial. De 25 a 31 de Março este número cresceu à taxa média de 25%, ou seja, duplicando cada 3,15 dias. Mostro o gráfico abaixo.

Hoje o número (relativo a ontem 31 de Março) de doentes UCI foi de 230. É um exercício aritmético simples saber quando é que, a este ritmo, as 1142 camas UCI anunciadas pelo Primeiro-Ministro estarão todas ocupadas. E aí não vai ser possível “equilibrar as expectativas” com números “incompletos”. Aliás já não haverá expectativas, apenas o embate frontal com a duríssima realidade.

Jorge Buescu, 1/4/2020

Coronavírus: factos a partir de números

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a defender o fim da quarentena generalizada e substituí-la por uma quarentena direcionada a proteger os mais vulneráveis

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Luís Aguiar-Conraria and Nuno Falcao Marques shared a post.
Pedro Santa Clara

A COVID-19 é uma doença muito contagiosa e potencialmente mortal, para a qual ainda não há (ainda) vacina nem tratamento eficaz. Entendo por isso que o vírus que a causa, o SARS-CoV-19, meta medo.

No entanto, o pânico que se instalou no mundo parece completamente desproporcionado face à ameaça que esta epidemia verdadeiramente representa: uma doença grave mas que praticamente só é perigosa para pessoas de idade avançada e com outros problemas de saúde.

Sou, como toda a gente hoje em dia, um mero epidemiologista de bancada. Procuro, portanto, quem saiba mais do que eu. O editorial do New England Journal of Medicine – um dos mais reputados jornais científicos de medicina – de 26 de março, de que é co-autor Anthony Fauci, diretor do National Institute of Allergy and Infectious Diseases nos Estados Unidos, avalia o grau de perigo da COVID-19 da seguinte forma:

“This suggests that the overall clinical consequences of Covid-19 may ultimately be more akin to those of a severe seasonal influenza (which has a case fatality rate of approximately 0.1%) or a pandemic influenza (similar to those in 1957 and 1968) rather than a disease similar to SARS or MERS, which have had case fatality rates of 9 to 10% and 36%, respectively.”

Perante esta ameaça – séria, mas não catastrófica! – a população mundial entrou em pânico. Pânico do desconhecido. Pânico da “peste” que julgávamos conquistada. O pânico de que Franklin Roosevelt tinha medo. O pânico que leva os lemingues a correr para o abismo…

Potenciado por media alarmistas – if it bleeds, it leads – e redes sociais que impõem uma pressão conformista que não via desde a quarta classe, este medo levou governos por todo o lado a instaurar medidas inauditas: quarentenas, fecho de escolas e do comércio, trabalho remoto, proibição de andar na rua, pacotes orçamentais e monetários de triliões…

São medidas inconcebíveis, tomadas por líderes que apenas reagem à opinião pública. Medidas tomadas com pouca informação; sem sequer testar a população para conhecer a verdadeira extensão da epidemia ou a taxa de mortalidade da doença. Medidas totalitárias, inspiradas pela China, e aceites de forma acéfala por todos. Medidas que talvez atrasem a progressão do vírus e “achatem a curva”, mas que seguramente paralisam a economia, com consequências trágicas para os mais pobres e mais desprotegidos!

Escrevo estas linhas do conforto da minha casa, espaçosa e aquecida, sem estar preocupado com o sustento da família nos próximos meses. Presumo que a maioria dos decisores políticos e quem me lê no Facebook olhe para esta epidemia de um ponto de vista de semelhante conforto.

Mas quem não tem educação ou emprego seguro é que mais sofre com a paralisação da economia. O quê que acontece quando ficam sem trabalho? Mesmo neste país comparativamente rico em que vivemos, há mais de um milhão de pessoas com empregos precários. Gente que trabalha nas obras e nas limpezas, nos restaurantes e no comércio. Gente para quem o tele-trabalho não é opção. Gente que não tem poupanças. Gente com filhos sem acesso à “tele-escola”.

Só daqui a alguns meses veremos os efeitos da crise económica chegar à classe média, com uma catadupa de despedimentos e falências, com mais um “enorme aumento de impostos”… Mas aí será tarde demais!

Governados pelo pânico, tomámos medidas extremas, sem precedentes em tempo de paz. Está chegada a altura de voltar a olhar para o problema, considerar a evidência, recolher mais informação se necessário e mudar de rumo. Tomar medidas com frieza racional e não como reação ao medo atávico da pestilência.

Volto a defender o fim da quarentena generalizada e substituí-la por uma quarentena direcionada a proteger os mais vulneráveis. Uma quarentena que concentre todos os recursos na proteção dos idosos e doentes, mais suscetíveis à epidemia. Mas que, ao mesmo tempo, permita reabrir a economia antes que, receio bem, seja tarde demais…

  • Concordem ou não, é importante ler opiniões diferentes da corrente dominante.