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ainda sem vacina contra este vírus
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Mais de meia centena de livrarias independentes de todo o país uniram-se para criar uma rede de cooperação com o objetivo de conjugar esforços para enfrentar a crise no setor, agravada agora pelas condições criadas pela covid-19
Source: Visão | Covid-19: Dezenas de livrarias independentes criam rede para salvar setor
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Duas guerras, agora não.
Não é ainda tempo de julgamento político, nem ético-moral e jurídico-constitucional daqueles que prejudicaram de forma grave e violenta os açorianos: uns por ação, outras por omissão, uns cá nas ilhas, outros lá.
A história julgá-los-á…
Não é tempo de discutir política regionalista ou centralista, mas sim de concentração total na saúde dos açorianos.
Aliás, a existir uma guerra, deve ferir-se de forma frontal os generais e não outro oficial de menor patente, que nos condenaram com uma interpretação jurídico-constitucional absurda e contra a própria axiologia da lei fundamental – o direito à saúde e à vida.
Perdemos a guerra do encerramento dos aeroportos, mas a do combate ao coronavírus, teremos de vencê-la com o mínimo de baixas possíveis.
Os especialistas já se pronunciaram.
A ciência ainda não respondeu com uma vacina e não se prevê que tal aconteça em poucos meses.
Embora derive de parasita, a vacina da malária ainda não existe com mais de 8 anos de investigação.
Sem prejuízo de outras medidas conjunturais é necessário de imediato:
– Reconhecer reiteradamente o trabalho daqueles que estão na linha da frente e não esquecer o apoio às suas famílias e a eles próprios, e sobretudo, quando a crise passar, compensá-los com acréscimo de férias, gratificações, promoções ou outras.
Os políticos, depois do pânico, não poderão esquecê-los.
Talvez fosse um bom estímulo e um bom tema para a reflexão dos deputados, que agora não reúnem em plenário.
– Promover e acentuar as relações com o Governo Regional da Madeira, de resto, aliança que vem do passado recente, e agora com o nosso maior problema autonómico, é motivo para estarmos juntos.
Aquela unidade ganharia uma força na reivindicação com os “amigos” de Lisboa, se a situação nas ilhas se vier a agravar para níveis incontroláveis.
Mas também beneficiando de experiências conjuntas, poderiam ser aplicadas em simultâneo, medidas extraordinárias que beneficiariam ambas as regiões e com maior impacto nacional.
– Dotar todos os profissionais de saúde dos meios de proteção necessários. É obrigatório ter a consciência que em caso de calamidade pública temos poucos recursos humanos na área da saúde pelo que a ausência daqueles em quarentena ou infeção é uma autêntica fatalidade.
– Consciente de que há uma elite política traumatizada com o Estado Novo, sempre receosa da colaboração das Forças Armadas. A verdade é que estas não são um apêndice oneroso do Estado – mas sim o próprio Estado.
Aliás, se isto é uma guerra, como dizem alguns políticos, teriam que ser os militares em primeiro lugar a confinar, a delimitar, a colaborar com as outras forças de segurança, antes que seja tarde de mais.
Os militares têm estrategas que planeiam com rigor e executam com eficácia, o que a população agradeceria e não ficaria desgostosa da intervenção daqueles.
Nas dificuldades da segunda guerra mundial, se não fossem estadistas como Churchil, Roosevelt de Gaulle, o que teria acontecido? Onde anda o decadente ocidente?
Precisamos de estadistas.
Descendo aos Açores, alguém desconhece que há zonas da ilha de São Miguel, que por motivos de natureza económica, social e cultural necessitam de uma intervenção efetiva, sabendo que as forças de segurança têm um número de agentes reduzido naquela ilha, para uma maior intervenção e de mais longa duração.
-A não resolução e diminuição dos reclusos nos estabelecimentos prisionais dos Açores e em caso eventual infeção, constituirá uma elevada pressão sobre o Sistema Regional de Saúde em caso de elevado número de reclusos infetados. Urge a alternativa da prisão domiciliária, do perdão de penas, indulto, entre outras medidas a aplicar pelo Juiz de Execução de Penas.
-Por último, testar, testar, testar.
Soube-se ontem que a Rússia é o terceiro pais com maior número de realização de testes e tem proporcionalmente o menor número de infetados.
Seria desadequado testar os que estão em vigilância ativa?
Desejando que todos se encontrem bem e em recolhimento domiciliário.
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Tanimola Akande, professor of public health at the University of Ilorin in western Nigeria, told Africa Check that the new coronavirus “does not have its own pH”.
Source: Coronavirus doesn’t have own pH level, alkaline food won’t ‘beat’ it | Africa Check
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Pronto’s, agora já percebo o enredo da história. Do desenlace, é melhor nem falarmos!

Eu bem te disse para fazeres uma ecografia…
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Esta canção foi um grande sucesso quando eu era mais puto. Alguém desse tempo que se lembre de algumas palavras, é favor acompanhar aí em casa… Senhoras e Senhores, Guitarra Toca Baixinho, como que a anunciar o Verão que vem aí. Mantenham-se a salvo, para chegarmos lá…
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Ontem, 2 de Abril, foi o dia em que a pandemia ultrapassou o primeiro milhão de infectados. Às 23:30, hora de Lisboa, eram 1.011.117 o total cumulativo dos contaminados, tendo havido mais 75.921 novos casos ao longo do dia. As mortes superaram as 50 mil: 52.885 desde o princípio da crise, na cidade de Wuhan, com mais 5.693 nas últimas 24 horas. O número de recuperados subiu para 212.015, sendo de 749.217 o número de doentes activos sob algum tipo de tratamento.
A Europa continua a ser, nesta altura, o continente mais atingido e a União Europeia ultrapassou a taxa 1.000 casos por cada milhão de habitantes. A taxa de incidência da Covid-19 na UE é de 1.021,8/1M, enquanto no conjunto do Continente é 790,8/1M. A taxa da UE é 17 vezes superior à da China e está quase a ultrapassar a da província de Hubei, onde se concentrou a crise chinesa.
A Itália e a Espanha mantêm-se a liderar este pesadelo, continuando a subir bem para cima dos 100.000 casos e das 10.000 vítimas mortais. A Espanha passou a ter mais do triplo das mortes ocorridas na China e a Itália mais do quadruplo. A Alemanha vai ultrapassar hoje o número de casos da China, aproximando-se também dos 100.000, embora a sua mortalidade seja comparativamente mais baixa – mas já está com 1.107 mortes. Ao contrário, França, Holanda e Bélgica têm níveis de mortalidade elevados.
Nos países europeus fora da UE, as situações mais severas são as de Reino Unido (já com mais de 4.000 mortes), Turquia e Suíça. Mas a crise está em fase ascendente em todo o Continente.
No resto do Mundo, mais um país entrou no grupo dos >1.000 casos: os Emiratos Árabes Unidos (UAE) – e logo com um ritmo acelerado. Os EUA batem máximos todos os dias, estando à beira do 1/4 de milhão de casos e superando já os cinco mil mortos – comparativamente com a China e com a Europa a mortalidade norte-americana é mais baixa, sendo este o único indicador mais positivo. Irão e Canadá são os outros casos severos em crescimento. E a crise avança depressa em Rússia, Índia, Brasil, Equador, Paquistão, Filipinas e México.

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PONTO DE SITUAÇÃO
COVID-19 AÇORES
Conferência de Imprensa da Autoridade de Saúde Regional
3 de abril de 2020
Entre as 0h e as 23:59h de 2 de abril:
+ 3 casos positivos
+ 94 casos negativos
+ 70 casos suspeitos
9 profissionais de saúde estão infetados.
5 internamentos em unidade de Cuidados Intensivos.



