São Tomé e Príncipe: Última fronteira da Covid-19 na lusofonia – O Jornal Económico

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Os guias turísticos dizem que é um país de visita obrigatória e os boletins de saúde concordam: é o único da CPLP e um dos raros do mundo onde não há registo da pandemia. O petróleo continua a ser a promessa de uma solução para os problemas. Enquanto não chega, há quem venda outra felicidade: as igr

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Visão | Não, não vai tudo ficar bem

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É a verdade……

Dia 22. Desculpem-me, mas não consigo repetir a frase “porreirista” do momento. Não consigo sequer dizê-la aos meus filhos, ou incentivá-los a que a usem e muito menos que a pintem em desenhos fofinhos. Não gosto, nunca gostei, de responder às crianças com outra coisa que não seja a verd…

Dia 22. Desculpem-me, mas não consigo repetir a frase “porreirista” do momento. Não consigo sequer dizê-la aos meus filhos, ou incentivá-los a que a usem e muito menos que a pintem em desenhos fofinhos. Não gosto, nunca gostei, de responder às crianças com outra coisa que não seja a verd…

uso de máscaras, ACUSO

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Completamente de acordo.

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Fernando Gomes Da Costa

ACUSO
Desde 8 de março que repetidamente aqui digo que a atitude da DGS (e já agora OMS e autoridades de saude europeias) em desaconselhar o uso generalizado das máscaras, mesmo que artesanais, não só é um gravíssimo erro médico como uma total ausência de raciocínio. Agora, que parece que finalmente vão aconselhar (deveriam obrigar) a sua utilização, a DGS vem com a desculpa que não o fez antes porque seguiu as recomendações internacionais que dizem que a sua eficácia é sobretudo evitar que quem está contaminado não contagie os outros, e que por isso – dizia a DGS – só doentes confirmados ou com sintomas as deveriam usar. Ora, desde o inicio que se sabe que numa enorme quantidade de situações o vírus é transmitido por assintomáticos não diagnosticados. A DGS sempre soube disso e portanto, em rigor, esteve sempre a ir contra as recomendações uma vez que na prática esteve a indicar a contaminados que não usassem máscara. Aliás, se só os contaminados com sintomas transmitissem o vírus, porquê aconselhar o distanciamento de segurança para as pessoas sem sintomas? Gostaria, mas não espero, que as responsabilidades fossem assumidas.

a evolução da epidemia leonel morgado

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Pedro Girão

Um comentário sobre a evolução da epidemia em Portugal

Os números do Covid em Portugal têm mostrado um crescimento muito mais lento do que se esperava. Esse facto não pode ser negado: até ao momento, a nossa evolução tem sido boa, e temo-nos afastado dos países mais próximos. É claro que um bom “hoje” não garante um bom “amanhã”, mas é esse o único caminho para lá chegar.

Tento ignorar as pessoas que se mostram cépticas ou mesmo quase desapontadas com esta evolução positiva, ou as que continuam a apontar apenas o que existe de negativo (e sim, existem coisas negativas). Não vale a pena entrar em discussões. Mas esse permanente pessimismo, tão tipicamente português, faz-me pensar…

Em geral, hoje como no passado, somos os primeiros a dizer mal do nosso país. O que é bom é sempre o que se faz lá fora… No caso da pandemia, já há muito que perdi a paciência para frases como: “Olhem o exemplo de Macau!”, “Façam como na Coreia do Sul!”, “Sigam o exemplo da Dinamarca!”, “Os checos é que têm agido bem!”, e por aí fora. Tenho a impressão que só quando os estrangeiros começarem a dizer que “Portugal está a ser um exemplo” é que os pessimistas começarão a calar-se. Veremos se assim acontece – e deve estar para breve.

Porque será que estamos a ter resultados melhores que o esperado? Ninguém sabe. Conforme tenho dito algumas vezes, é uma doença nova e imprevisível. A evolução nos diversos países é incrivelmente variada e inexplicável. Temos que aguardar, preparados para o pior mas esperando o melhor.

Para justificar a nossa boa evolução, aqui ficam algumas das hipóteses que tenho recolhido, umas mais científicas, outras menos, umas mais possíveis, outras mais improváveis. O único objectivo desta lista é irmos pensando em eventuais razões para o que nos vai acontecendo, nada mais senão isso. Só muito mais tarde saberemos talvez as verdadeiras razões. Aqui vão:

1. Razões de comportamento (começámos as medidas de contenção relativamente mais cedo que outros países, porque tivemos mais tempo para isso; aliás, a sociedade antecipou-se ao Governo em várias dessas medidas).
2. Razões culturais (os portugueses têm características de discrição de comportamento, de obediência/temor às hierarquias/autoridades, de humildade/recato, que nos distinguem muito dos espanhóis e italianos).
3. Razões climáticas (a Primavera chegou cá em força; embora não seja um “vírus da gripe”, o Covid é também uma “infeção respiratória”, pelo que poderá haver uma propagação diminuída a partir do fim de Março).
4. Razões geográficas (somos um país periférico, um destino turístico mais do que um ponto de passagem; um pouco semelhante à Grécia, por exemplo, que segue com números baixos).
5. Razões genéticas/constitucionais (desconhecem-se; fala-se, por exemplo, do estado de vacinação da população).
6. Outras (muitas outras… podem sugeri-las nos comentários, se quiserem!).

E é tudo por hoje! Continuemos a cumprir as regras e votos de boa saúde!

——————————————- covid19 a curva errática ou novo sistema de contagem inferior à realidade? https://blog.lusofonias.net/…/covid19-a-curva-erratica…/

OSVALDO JOSÉ VIEIRA CABRAL · Não funcionou

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Não funcionou

A declaração da cerca sanitária para todos os concelhos de S. Miguel parece ter vindo um pouco apressada.
Não está em causa a necessidade da medida e se o Presidente do Governo dos Açores diz que há um risco elevado de transmissão comunitária é porque dispõe de dados que nós, cidadãos comuns, desconhecemos.
O problema foi a organização de todo o dispositivo para barrar as passagens de concelho para concelho.
A confusão foi evidente e ficou à vista de todos que as forças policiais, protecção civil e serviços governamentais não estavam devidamente preparados para tamanha dimensão.
Tudo isso cria um ambiente de descrédito e desconfiança por parte da população, que é a última coisa que se deseja nestes momentos que estamos a viver.
Que se tomem as medidas que o momento exige e que as autoridades entendem ser as mais recomendáveis, mas que se operacionalize antes, com a devida preparação, aquilo que é decretado.
Está mais do que visto que apenas a força da PSP é insuficiente para controlar as barreiras, pelo menos nas horas de ponta, pelo que se deve pensar, de imediato, no reforço dos controles, avançando outras forças da ordem e oferecendo a todos os seus elementos os equipamentos mais básicos para pegarem em documentos entre tantos condutores, para que não haja algum contágio.
Esperemos que amanhã funcione melhor.

Alguém mentiu?

Vive-se uma clara aflição no Hospital de Ponta Delgada.
Os profissionais de saúde não podem ser os últimos da linha no que se refere à disponibilidade de equipamentos de protecção, porque são eles que estão frente da linha mais dura.
Não vale a pena estar agora à procura de culpados, nem tão pouco quem mentiu ao Presidente do Governo dos Açores (porque, de facto, alguém
mentiu), esse balanço far-se-à mais tarde, agora é imperativo as autoridades focarem-se na distribuição dos equipamentos aos profissionais e disponibilizarem todo o material que se exige num momento destes.
Não pode haver hesitações.
A Secretaria da Saúde tem de ser mais eficiente nas encomendas e vigilante junto das unidades de saúde que não gerem adequadamente os equipamentos.

A esmola da EDA

A EDA lá foi de arrasto atrás da Madeira, que há muito tempo decidiu reduzir o tarifário da electricidade.
Pior são os valores da redução, uma ninharia num momento em que empresas e famílias não dispõem de liquidez para as suas necessidades mais básicas, muito menos para engordar a factura da luz.
Claro que a ERSE é que decide, mas a EDA não pode escudar-se apenas neste argumento, porque tem autonomia para ir mais além.
Como é que uma empresa que detém o monopólio da actividade nesta região, que distribui quase todos os anos vários milhões de euros pelos accionistas, tem poder para isso mas não tem para baixar mais o tarifário?
Num momento excepcional como o que vivemos esperava-se mais da EDA e dos seus accionistas.
O que foi anunciado parece uma esmola

Osvaldo Cabral

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já há fome, a itália já não canta

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ensar sem falar…
A arrogância e ânsia de poder da Alemanha está a paralisar da União Europeia na sua resposta perante a iminente crise.
Na Itália já há fome!
“Muitos estão sem trabalho e com fome. As filas nos bancos alimentares são enormes”.
“Ao mesmo tempo que a polícia patrulha supermercados para impedir roubos.”@Frank Miranda

Menos de um mês depois de o governo italiano ter imposto uma quarentena nacional, soma-se o desemprego aos perto de 14 mil mortos e o ânimo da população esmoreceu quase por completo

how testing affects death rates

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Facts should always drive theories, not the other way around. Test, test and test. anyone opposing this is an ignorant or an idiot.

Note: Currently, Germany is executing 350.000 tests on each week. Furthermore, the development and execution of tests should be allocated to the best Universities and R&D institutions, with appropriate immediate financing, as Germany did, not companies as the US is doing.

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covid19 a curva errática ou novo sistema de contagem inferior à realidade?

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Carlos Ramalheira
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EXTREMAMENTE GRAVE

Se isto for verdadeiro tem de levar à imediata demissão das irresponsáveis que dirigem o Ministério da Saúde.
Será que se atreveram a mudar o critério usado para coligir o número de casos de Covid-19 ocorridos em cada dia, a meio de uma epidemia?

Segundo se apura, “Carla Nunes, directora da Escola Nacional de Saúde Pública (ENSP), lembra que a forma como os dados estão agora a ser contados pode estar a causar “uma oscilação não controlada”. No boletim diário da DGS passaram a partir de quarta-feira a ser considerados apenas os casos registados no Sinave (Sistema Nacional de Vigilância Epidemiológica), que correspondem a 79% do total, quando antes eram contabilizados também os reportados pelas administrações regionais de saúde.”

Isto além de ser 1) um erro técnico clamoroso, pois se se quer monitorizar a evolução de um fenómeno epidemiológico dinâmico tudo o se não pode fazer é mudar o critério de definição de caso, o modo de diagnóstico, ou o de reporte de novos casos, e ainda é 2) uma iniciativa que objectivamente pode esconde casos, dando uma falsa ideia de evolução positiva maior do que a real, e 3) impede objectivamente que quaisquer especialistas independentes possam seguir o curso da epidemia com estudos e modelizações alternativas.

Se assim for, resta apelar para o Sr Presidente da República e lembrar o seu compromisso de se dizer e mostrar a verdade no decurso do difícil hora que atravessamos.

Ainda ontem aqui publiquei um gráfico que na minha opinião, mostra o único sinal verdadeiramente positivo de que se dispõe, a saber, a descida constante, mas mais intensa nos últimos dias da taxa de ocorrência de novos casos (reintroduzo nos comentários essa imagem). Ora, se os dados estão a ser artificialmente sub-reportados como se depreende deste artigo do Público, então bolas, andamos todos a brincar às escondidas.

Pior, é impossível. Fica contudo uma questão que cumpre responder… Se isto se confirmar estamos perante (mais um) caso de flagrante incompetência ou perante uma acção dolosa para escamotear a realidade?

Vão chegar mais 260 mil testes, três milhões de máscaras e 1500 ventiladores, anunciou a ministra da Saúde, que pede aos portugueses para continuarem em casa. Esta é “uma longa maratona”, avisa.

Vão chegar mais 260 mil testes, três milhões de máscaras e 1500 ventiladores, anunciou a ministra da Saúde, que pede aos portugueses para continuarem em casa. Esta é “uma longa maratona”, avisa.
Comments
  • Carlos Ramalheira Esta é a imagem que postei ontem mesmo com o comentário “So far, so good”. Será que a incompetente DGS arranjou um expediente técnico para acentuar a descida da taxa de crescimento da distribuição de casos acumulados? Esta imagem, como verão, é no essencial, igual à que o Público hoje apresenta no artigo acima.
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A histeria anti-chinesa e as distâncias entre cidades.

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A histeria anti-chinesa e as distâncias entre cidades.

A China não é uma democracia, é um país de partido único, não respeita os direitos humanos…sempre assim foi ou, sempre foi bem pior do que é atualmente.

Há muitos anos que a China não invade qualquer país, nunca utilizou armas nucleares nem químicas, também não costuma interferir nos assuntos internos dos outros países.

Não se conhece, nunca se ouviu falar, nunca foi acusada de ter um programa de armas biológicas, ao contrário da CIA.

A China nunca apoiou o regime do apartheid, nem os terroristas sionistas de Israel, nem a crueldade assassina da Arábia Saudita, nunca depôs regimes democráticos por toda a América Latina, não assassinou Salvador Allende, nem tentou assassinar Fidel Castro 638 vezes, incluído com armas biológicas.

Não foi a China que criou a Al Qaed e financiou Bin Laden, para combater os soviéticos no Afeganistão, a China nunca apoiou qualquer atividade terrorista.

A China não invadiu o Iraque, nem a Síria, nem a Líbia, nem o Afeganistão, nem o Yemen, provocando uma vaga migratória inaudita, e que potenciou o crescimento do racismo da xenofobia e do ódio na Europa.

A China recuperou pacificamente os seus territórios de Hong Kong e Macau; nunca me constou que os governos portugueses se tivessem queixado de desrespeito do acordo. A China tem feito mais pela preservação da língua portuguesa neste território do que fizeram os portugueses em 500 anos. A China é o país, não lusófono, onde mais se estuda a língua Portuguesa.

A comunidade chinesa em Portugal é exemplar, apesar de ser vítima de xenofobia e de boatos imbecis como aqueles que afirmam que os chineses não morrem, nem envelhecem, nem “nunca viste um funeral dum chinês”.

Não sei se o vírus apareceu primeiro em WUHAN, há especialistas Americanos e Italianos que garantem que o inusitado número de ocorrências de pneumonia e o elevado número de mortos provocado por esta doença em 2019 terá sido, de facto, motivado pelo COVID 19.

É verdade que o vírus se expandiu em primeiro lugar em Whuan, mas os chineses souberam circunscrevê-lo e tomaram medidas drásticas ou draconianas, se quiserem, para o combater; também a Coreia do Sul fez o mesmo com idêntico sucesso; um território que nos é muito querido, Macau, ainda com mais sucesso, para bem da grande comunidade portuguesa que lá vive e trabalha.

Dizem que Wuhan é perto de Xangai e de Pequim e muito longe de Milão e Nova York.

Quando, em 1986, o Desportivo de Chaves ascendeu à primeira divisão, um acontecimento histórico para a isolada província de Trás-os-Montes, o então presidente do Benfica Fernando Martins declarou, para revolta dos flavienses, que era mais fácil ir jogar a Moscovo do que a Chaves.

Sem tráfego aéreo a pneumónica de 1918 assolou o mundo inteiro, matou mais de 50 milhões de pessoas, e chamaram-lhe gripe espanhola, sem ter começado em Espanha.

Por isso a estória das distâncias é ridícula e obsoleta.

Enquanto a China, Coreia, Macau e Hong Kong, combatiam com êxito a propagação do vírus, líderes populistas e obscuros ocidentais, como Trump e Salvini; Boris Johnson e Bolsonaro, negavam a perigosidade do vírus; essa espécie de presidente, que existe no Brasil,continua a negar.

A histeria anti-chinesa quer justificar o insucesso do ocidente.
Se a situação nos Estados Unidos está fora de controlo, é porque os americanos não têm um sistema nacional de saúde, Trump destruiu o Obamacare, 28 milhões de americanos não têm acesso a qualquer tipo de saúde, gastam infinitamente mais em armamento, incluído armas pessoais do que na saúde, gostam muita mais em espionagem do que na saúde, gastam muito mais em invasões a outros países do que na saúde.

Que construam dois hospitais com 1000 e 1500 camas em 8 dias.

NÃO CULPEM A CHINA PELAS DESASTROSAS POLÍTICAS AMERICANAS.

É com orgulho que assisto ao combate, sereno e eficaz do meu país, a esta avalanche de desgraça que desabou sobre a humanidade.

a pneumónica nos açores

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Em dia de boas notícias, o paralelismo com a “Pneumónica” num período similar em relação aos primeiros casos em setembro de 1918: “[…] O combate à epidemia que decorre em São Miguel durante outubro e novembro, varre as ilhas de oriente para ocidente nos meses subsequentes, provocando alterações diárias ao ponto de situação. Um bom exemplo será o do Depósito de Concentrados Alemães em Angra do Heroísmo que a 18 de novembro ainda não registava caso algum de gripe, situação que se alterou no dia seguinte, e em mais do que um. Sob observação, os prisioneiros alemães constituíam um grupo privilegiado, resguardado pelos militares e pelas muralhas do forte de São João Baptista.
Cinco dias antes, o Alto Comissário da República nos Açores ordenou a requisição dos edifícios necessários ao combate à epidemia em Ponta Delgada, sempre de acordo com o Governador Civil e as indicações do Ministro da Guerra (Sidónio Pais). Aliás, Simas Machado descreve-lhe o esforço e procura premiar os relevantes serviços prestados pelos praças, descrevendo o apoio à população como violento, exaustivo e de tal abnegação ao ponto dos jornais lhes renderem honrosas referências […]” in REZENDES, S.,”A Grande Guerra nos Açores”, Letras Lavadas (2014); Caleidoscópio (2017). Imagem: Soldados Terceirenses, em REZENDES, S., “Depósito de Concentrados Alemães na ilha Terceira”, Caleidoscópio (2019).

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Avelino Meneses, Secretário Regional da Educação, pediu juntas médicas(2) ‪#‎educaçao‬ – Facebook Search

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teorias de conspiração

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Eduardo Fernandes
17 mins

Газета.Ru

Eles sabem que criaram o novo vírus por manipulação genética… e todo mundo começa a entender isso.
Foi nos Estados Unidos que o surto desse vírus começou a se espalhar… pelos militares… precisamente no verão do ano passado.

Então… e como sempre o fazem… eles criam manobras de diversão militar para desviar atenções.
Agora o problema é o preto da foto… que não se chama António Guterres e não faz nem diz o que eles querem… para ser saneado rapidamente.

E aproveitam o balanço para mais um golpe de pirataria e extorsão… ao exigir à China que prescinda de receber as colossais dívidas dos ianques.

A última vez que efectuaram esta manobra foi com o director-geral da Agência da ONU que fiscaliza actividades nucleares… porque ele se recusou a mentir quanto ao armamento nuclear do Iraque que nunca existiu… mas os ianques afirmaram e exigiram que ele avalizasse essa existência.

A falta de vergonha dos ianques é exemplar.
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Senador dos EUA exige renúncia ao Director Geral da OMS

04/03/2020 08:17

A senadora do Arizona, Martha Maxalli, exige a renúncia do director-geral da Organização Mundial da Saúde ( OMS ), Tedros Hebreyusus, por ajudar a China a esconder dados sobre o coronavírus, escreve o South China Morning Post .

“Eu nunca confiei nos comunistas e o facto de esconderem esse vírus que surgiu neles levou a mortes desnecessárias na América e no mundo ”, disse Maxalli.

Ela acrescentou que a OMS se comportava “irresponsável e inescrupulosamente”, cobrindo a China.

Além disso, segundo Maxalli, Pequim deveria pelo menos perdoar os EUA por suas dívidas com a China.

Сенатор от Аризоны Марта Максалли требует отставки генерального директора Всемирной организации здравоохранения (ВОЗ) Тедроса Гебрейесуса за то, что тот способст…

GAZETA.RU
Сенатор от Аризоны Марта Максалли требует отставки генерального директора Всемирной организации здравоохранения (ВОЗ) Тедроса Гебрейесуса за то, что тот способст…