O Plano da (PRR)eguiça

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O Plano da (PRR)eguiça
Lembram-se da famosa bazuca?
Era um Plano extraordinário que nos ia salvar o couro depois dos anos estagnados da pandemia.
A pandemia já se foi, a bazuca veio em forma de PRR (Plano de Recuperação e Resiliência), mas os problemas não só se mantêm, como até alguns deles se agravaram.
Estamos numa fase, como alguém disse numa visão nacional, em que os políticos actuais, sobretudo da nova geração, se mostram incapazes de lidar com os problemas contemporâneos.
O pior da política açoriana, que vem há mais de uma década, é que não temos intérpretes com ímpeto reformista.
Os governos da última década limitaram-se a gerir os problemas correntes, sem visão reformista e nenhuma ambição.
Resultado: os problemas adensaram-se, a dívida da região acumulou-se para níveis quase estratosféricos e os investimentos públicos desmoronaram-se a nível social (saúde) e económico (SATA).
Já nem sabemos gerir ou manter o que é nosso, desleixando em tudo o que é público e afogando o que é privado (basta ver a pouca vergonha do SOLENERGE).
O monstro público que criamos na região absorve todos os nossos recursos e ainda temos que nos financiar no exterior para sustentar a famosa galáxia administrativa, não gerando riqueza nenhuma, a não ser lugares a rodo para distribuir pela habitual clientela que rodopia à volta do orçamento público.
Se repararmos bem, toda a estratégia política dos últimos anos resume-se a manter viva a poderosa máquina pública, que vai engordando ano após ano.
Não há nenhuma preocupação em desenhar estratégias geradoras de riqueza produtiva ou projectar investimentos, a curto ou longo prazo, que tragam valor acrescentado à nossa economia.
É neste quadro pouco ambicioso e nada reformador, que foi desenhado o PRR regional.
Foi elaborado pelo governo de Vasco Cordeiro e o de José Manuel Bolieiro teve oportunidade para o alterar, mas não o fez, mantendo o seu figurino, que é uma manta de retalhos a beneficiar o sector público.
Com efeito, o Plano esteve sempre enviesado para resolver problemas do setor público e nem tanto para o setor privado.
O grosso da verba era para ser executado em projetos públicos, como o Hospital Digital, que é uma coisa que já devia estar a funcionar há muito tempo (porque já funciona na perspetiva do privado); a transição energética, engolida pela EDA na sua grande parte; a habitação, uma área que devia, há muito, estar resolvida na perspetiva do social; e a logística, resumida à conclusão de estradas da periferia que nada irão contribuir para uma verdadeira eficiência do sistema logístico regional.
O que ficou diretamente para as empresas foi o recapitalizar, que não tem recapitalizado nada porque nem se conseguiu implementar de forma eficaz.
Enfim, um pacote centrado no Estado regional e com muito pouca capacidade para mobilizar a economia para novos patamares de eficiência. Uma oportunidade perdida.
Quanto ao PO2030, segue a mesma lógica, com verbas volumosas afetas ao setor social e verbas parcas afetas ao setor produtivo, mesmo com o reforço do FSE.
Não há elementos suficientes de dinamização da economia privada que faça antever uma mudança de paradigma. O setor público continuará a dominar face a uma via privada insuficiente.
Quanto ao desfasamento do P2030, é uma evidência. Depois de vários QCAs, continuamos a não saber fazer transições suaves.
Não admira que num dos últimos Conselhos do Governo o tema tenha sido abordado com alguma preocupação, deliberando que os departamentos governamentais devem dar “prevalência” aos investimentos comparticipados por fundos comunitários, para dar “absoluta prioridade” à execução do PRR.
Já perdemos meio ano, em que tudo esteve parado, e agora queremos fazer tudo nos seis meses que nos restam.
Como já alertou o Presidente da República – que também serve para nós -, a taxa de execução do PRR está “muito baixa” e com dificuldades das verbas chegarem aos destinatários.
Com uma máquina profundamente burocrática e irritantemente emperrada, será muito difícil executarmos o previsto.
Daí o apelo lacerante, há algum tempo, do Presidente do Conselho Económico e Social dos Açores (CESA), para que o Banco de Fomento abra uma delegação nos Açores, com vista a acelerar os investimentos, nomeadamente os 125 milhões de euros destinados à capitalização das empresas, que se encontra “em situação crítica e com baixa adesão”.
Os políticos não parecem preocupados, agora que se concentram nas férias de Verão e na preparação das autárquicas do próximo ano, pelo que é de prever que alguma coisa vai correr mal.
Numa região em que as receitas próprias nem dão para pagar as despesas correntes, a receita prioritária, como advoga Gualter Furtado, era termos um tecido empresarial forte e rentável, para diminuir esta dependência e melhorar a nossa convergência real com as médias nacional e europeia.
A bazuca, afinal, é bem capaz de se tornar numa dor de cabeça se continuar como um plano PRReguiçoso.
****
FÉRIAS – Esta crónica, farta de malhar em ferro frio, vai de férias. Bom Verão.
Osvaldo Cabral
Julho 2024
(Diário dos Açores, Diário Insular, Multimedia RTP-A, Portuguese Times EUA, LusoPresse Montreal)
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jornalismo em crise na austrália

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Contact MEAA Member Central JULY 10, 2024
MEAA MEDIA THIS WEEK
Social media must be pulled into line
Social media companies are threatening the sustainability of news media in Australia, MEAA says in a new submission to a Parliamentary inquiry.

In its submission to the joint select committee on social media and Australian society, MEAA says platforms like Facebook, X and TikTok are distorting the public discourse by failing to control misinformation and disinformation.

MEAA’s submission directly contradicts the assertion by Meta, the owner of Facebook and Instagram, that it is not in the news business and is not responsible for misinformation. MEAA says Meta is a jmajor source of news for Australians and has started using news content to train its AI models.

MEAA is recommending that Meta should be designated under the News Media Bargaining Code and should be forced to continue to carry news content. Other recommendations include expanding the Code beyond Facebook and Google to other platforms including Instagram, YouTube, TikTok and X; amending the Code to specify that money must be spent on public interest journalism; and broadening its scope to include smaller outlets.

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MORE FROM MEAA MEDIA
Nine members to vote on protected action
MEAA members at Nine Publishing will begin voting on Thursday in a protected action ballot to show management they want a fair pay rise, movement on progression, real change to diversity, and protections from AI. Voting is open until July 19. in the meantime, delegates still have two meetings locked in with management to continue discussions and seek an agreement that would avoid industrial action.
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MEAA delegates and AAP management met for the first time this week to kick off bargaining for a new enterprise agreement. Delegates put forward members’ claim for an 8% pay rise in 2024 followed by 6% in the subsequent two years. AAP did not propose a counter offer at the meeting but said it had no plans to cut any existing conditions. Other claims from members include improvements to rostering, a formal process for performance reviews, a gender and racial pay gap audit, and expanding the coverage of the agreement to include specialist desks.
Tax Time Wellbeing
At tax time it’s natural to worry about your tax debt and other cost of living pressures. It’s particularly tough when you don’t have a stable income. To help members through this stressful time of the year, the MEAA Wellbeing Committee is presenting a special seminar by the Small Business Debt Helpline on July 24 on how to cope with your tax and other debts, and what you can do to stay afloat.
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SBS journo shines at SA Media Awards
SBS Journalist Peta Doherty has taken home four awards, including the prestigious 2024 South Australian Journalist of the Year, tonight in Adelaide. Doherty (pictured left with MEAA Media SA/NT branch President Leah MacLennan), the South Australian correspondent for SBS World News and NITV, won for her multiplatform story on an Adelaide housing development built on one of the state’s largest mass burial sites. Doherty also won the awards for best Text Format News Report, best Television/Video News Reporting, and best Social Equity Report. Other winners included Isabel McMillan of The Advertiser who won the Max Fatchen Award for Best Young Journalist, and Daniel Clarke who took out the Freelance Journalist Award.
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Keeping the fire burning
The theme of NAIDOC Week 2024 – Keep the Fire Burning! Blak, Loud & Proud – honours the enduring strength and vitality of First Nations culture. On Saturday night, MEAA had strong representation at the annual NAIDOC Week Awards in Adelaide, consisting of (left to right) Laila Thaker, Joseph Althouse, Chenoa Deemal, Matt Jeffery, Kellie Baxter, Marissa McDowell, Thea Raveneau, and Ashley Rose. NAIDOC Week events will be held all around Australia until Sunday and MEAA encourages all our members to get involved.
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How do you define and measure the impact of news?
Impact Architects will be running the sixth of the Walkley Foundation’s solutions journalism training webinars on July 18. They help newsrooms of all sizes to develop customised impact frameworks and measurement plans, and communicate their impact and value to members, subscribers, and donors.
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Your super has gone up
Employer contributions to your superannuation will increase to 11.5% from July 1 as part of the Federal government’s changes that will increase employer contributions to 12% by 2025. Find out super tips to help you prepare for tax time at the Media Super website.
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Media Super is the principal superannuation partner of MEAA
This email has been addressed to J. Chrys Chrystello at [email protected]. Your MEAA membership number is 2977131. Use these details to log into the MEAA website.
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o caos nas cirurgias

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Source: https://www.facebook.com/antena1acores/videos/1007664951035370Facebook 

 

Se antes do incêndio no Hospital de Ponta Delgada a lista de espera para cirurgia era extensa, agora a sua dimensão é incalculável.
A média diária de 21 procedimentos cirúrgicos programados passou para apenas dois em São Miguel.
A diferença média da produção de cirurgias programadas é menos de 19 por dia – já as cirurgias urgentes caíram de seis para quatro.

novo presidente da Academia Galega da Língua Portuguesa (AGLP)

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O professor, escritor e sociolinguista António Gil Hernández é o novo presidente da Academia Galega da Língua Portuguesa (AGLP)

O professor António Gil Hernández

Releva no cargo ao também professor e compositor de música Rudesindo Soutelo, quem o desempenhou os últimos 8 anos.

08/07/2024. AGLP.

António Gil Hernández professor, escritor e sociolinguista, com uma ampla produção sobre a língua e a literatura da Galiza realizada nas últimas quatro décadas, é o novo presidente da Academia Galega da Língua Portuguesa (AGLP).

Numa reunião extraordinária do Pleno da instituição, celebrada em Compostela, foi eleita a nova Comissão Executiva da AGLP para os próximos quatro anos. Está conformada pelas seguintes pessoas:

  • Presidência: António Gil Hernández
  • Vice-Presidência 1ª: Concha Roussia
  • Vice-Presidência 2ª: Rudesindo Soutelo
  • Tesouraria: Ângelo Cristóvão Angueira
  • Secretaria: Pedro Emilio Casteleiro López
  • Vice-Secretaria: Maria Seoane Dovigo
  • Arquivo e Biblioteca: Joám Trilho Pérez
  • Vogais: Antia Cortizas Leira e Mário Herrero Valeiro.

Mártir de Gaza desde 7 de outubro

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https://les7duquebec.net/archives/292683

“Mártir de Gaza desde 7 de outubro”, estas imagens valem mais de 70.000 palavras…

Gaza desde 7 de Outubro ” é uma colecção de imagens de vídeo que documentam o genocídio que Israel está actualmente a cometer na Faixa de Gaza. O deputado de La France Insoumise fez com que este documentário fosse transmitido no dia 29 de maio na Assembleia Nacional. Apenas cerca de dez parlamentares se deram ao trabalho de visualizá-lo. Aqui está hoje em acesso gratuito.

Em 1944, na Polónia, podia-se dizer que “não sabíamos”. Em 1994, no Ruanda, sabíamos, mas não víamos. Em 2024, em Gaza, tudo é filmado e transmitido ao vivo nas redes sociais, mas a mídia não fala sobre isso. Assim, contra a cegueira intencional da França, do Canadá e do Ocidente em geral, que condenam da boca para fora enquanto continuam as suas entregas de armas a Israel, o deputado da LFI, Aymeric Caron, decidiu reunir provas audiovisuais do genocídio que jornalistas e residentes de Gaza têm transmitido. por meses.

Aymeric Caron e sua equipe obtiveram, classificaram e dataram esses documentos para fazer um filme. “ Gaza desde 7 de Outubro ” é um mergulho no horror e na mais crua barbárie – sionista – fascista. No entanto, o filme nada mUais é do que um reflexo fiel da realidade que os habitantes da Faixa de Gaza vivem há anos.

Este filme deve ser visto e partilhado tão amplamente quanto possível, até que a pressão dos cidadãos seja suficientemente forte para forçar os líderes burgueses a acabar com o seu apoio criminoso ao Estado racista e fascista de Israel. Até que, também, os patrocinadores e perpetradores deste genocídio sejam levados perante a justiça internacional e paguem finalmente o preço pelos seus actos.


PARA ASSISTIR O HORROR: cinemutins.com/gaza-apres-le-7-octet/watch/2034


Em Gaza não é um confronto entre forças armadas, é um massacre… uma carnificina… um genocídio… 70.000 palestinos mortos e 300.000 feridos em 8 meses.

 

Fonte: “Gaza desde 7 de outubro”, o filme de Aymeric Caron do qual você não sairá ileso – Investig’action (investigaction.net)

Açores rejeitam programa de integração de trabalhadores precários

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O parlamento dos Açores rejeitou hoje por maioria o projeto de decreto legislativo do Bloco de Esquerda que propunha um programa extraordinário de integração de trabalhadores precários na administração pública regional.

Source: Açores rejeitam programa de integração de trabalhadores precários

Tribunal russo emite mandado de captura para viúva de Alexei Navalny

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O Tribunal Bassmanni de Moscovo ordenou hoje a detenção à revelia de Yulia Navalnaya, viúva de Alexei Navalny, líder da oposição russa cuja morte, em fevereiro numa prisão do Ártico, a oposição diz ter sido orquestrada pelo Kremlin.

Source: Tribunal russo emite mandado de captura para viúva de Alexei Navalny

RIP DEP Armando Carvalheda,

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Foi há precisamente 10 anos que Armando Carvalheda, que hoje nos deixou, nos apresentou no Teatro da Luz, em Lisboa, no seu conhecido programa “Viva a música”.
O Armando Carvalheda foi sempre um grande divulgador da música portuguesa e até os açorianos conhecia (coisa rara).
Os meus sentidos pêsames à Ana Sofia Carvalheda, sua filha, e a toda a restante família.
Que descanse em paz.
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Bruno Walter Ferreira

Não tive o gosto de o conhecer pessoalmente mas sempre estive atento à sua carreira de radialista e divulgador musical e nem só..RIP Armando Carvalheda..
  • 51 minutes ago
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Expandir fontes de visitantes internacionais: Promoção de rua “Sentir Macau” realizada com sucesso na Malásia impulsionando encanto de “turismo +” – Portal do Governo da RAE de Macau

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【DST】Promoção de rua “Sentir Macau” na Malásia realiza-se solenemente em Kuala Lumpur 【DST】Promoção de rua na Malásia “Sentir Macau”

Source: Expandir fontes de visitantes internacionais: Promoção de rua “Sentir Macau” realizada com sucesso na Malásia impulsionando encanto de “turismo +” – Portal do Governo da RAE de Macau