Views: 3
preservativo da cabeça aos pés
Views: 3
Com máscaras e com distância de 2/3 metros! Portanto sexo Tântrico😂😂😂😂 Sting um visionário!!!😂😂😂 Estudo feito pela maior e a mais conceituada Universidade!!!😂😂😂Ler!


brasil, a maior fábrica de fake news
Views: 3
BRASIL:
FAKE NEWS POR ENCOMENDA COM DINHEIRO PÚBLICO

Creio nos anjos que andam pelo mundo – Poema de Natália Correia
Views: 3
NATÁLIA – CREIO NOS ANJOS QUE ANDAM PELO MUNDO
Creio nos
anjos que andam pelo mundo,
Creio na Deusa com olhos de diamantes,
Creio em amores lunares com piano ao fundo,…

viva o 6 de junho
Views: 3
AÇORES E INDEPENDÊNCIA, CRÓNICA 186 – 22 OUT.º 2017
Imaginemos por um instante que os membros e simpatizantes da FLA – ACA eram um movimento generalizado, de largas camadas da sociedade, abarcando gente de todas as idades, em todas as ilhas, como em tempos idos da História recente já o foram.
Imaginemos que se fartaram da exploração colonial que os poderes de Lisboa e seus representantes na colónia há séculos exercem sobre os locais.
Imaginemos que o atual modelo de autonomia controlada, centralizada em Lisboa, constantemente torpedeada, ultrapassada e ignorada pelos “superiores interesses da Nação” estava – de facto – esgotado.
Imaginemos que tínhamos uma população culta e letrada, em vez da pequena elite dominante agarrada a pequenas mordomias como é o caso, com a vasta maioria mais interessada em manter privilégios de subsídios, em vez de trabalho, vítima da conspiração consumista que a manieta.
Imaginemos que a deriva europeia e a rápida islamização europeia estavam mais adiantadas e que a solidariedade para com o arquipélago se mantinha ao nível da esmola, enquanto o povo português (também ignorante e iletrado, mesmo com canudos e sendo doutores) continuava a pensar que devíamos largar os Açores e os açorianos, uns chulos que só sugam as riquezas de Portugal.
Imaginado este cenário se tivéssemos um líder – mais ou menos populista – capaz de catapultar a turbamulta (a malta como o outro lhe chamava) e fazia um referendo, vocês acreditam por um só instante que não éramos calados pela força bruta da repressão militar? Imaginado isto, voltemos à realidade.
Temos uma população apática e abúlica, uns tantos saudosistas e outros mais novos, sonhadores, mas a menos que haja uma revolução de mentes cataclísmica, seremos uma pequena elite libertária, sem representação nem força popular, uma franja da sociedade que nem chega a ser incómoda para o poder instituído. O povo açoriano não reúne as condições de se emancipar enquanto continuar pobre, iletrado, subsidiodependente, conformado, desapegado de uma consciência cívica (a consciência nacional açoriana), a quem o fogacho independentista de alguns intelectuais, escritores e outros, pouco e nada diz. Infelizmente é isto que temos e não mudará nos meus dias, embora se a Terra ainda existir, eu acredite piamente que, em futuro afastado e longínquo, nos sublevaremos e libertaremos do jugo colonial de Lisboa (quando o Belenenses tornar a ser campeão de futebol, por exemplo). Até lá continuemos a fazer o que não temos feito, educar as pessoas, alertá-las para esta escravatura silenciosa que as amolece e adormece, repetindo ciclos ancestrais de feudalismo encapotado, anestesiada pelas riquezas que o turismo vai trazendo sem se lembrar que basta a Ryanair ir à falência e o turismo morre….
nem nadador nem salvador
Views: 3
rosely Forganes and 3 others shared a link.

-
And Now for Something Completely Different, à maneira dos Monty Python.
novo banco um poço sem fundo
Views: 1
BURACO SEM FUNDO – QUANDO É QUE ISTO ACABA?!!
O embuste covid – Observador
Views: 2
Source: O embuste – Observador
Presidente do Governo dos Açores confrontado com manifestação na ilha do Corvo
FIRST OF MAY (The Bee Gees) Tradução – YouTube
a invenção do biquini
Views: 3
O estilista francês Louis Reard apresentou um novo modelo de fato de banho para mulher em 1946, tendo-o “baptizado” com o nome do atol dos testes nucleares dos EUA, no Pacífico: Bikini. O primeiro desfile de modelo em bikini realizar-se-á na piscina Molitor de Paris a 5 de Julho desse ano.

A Lenda Mambae: do Malae vai, Malae não sai!
açores e o ano letivo estragado
Views: 3
Do mural da minha querida colega e amiga Philos Paula, com a devida vénia e 100% de acordo!
Carta aberta ao sr. Secretário Regional da Educação e Cultura da Região Autónoma dos Açores
No Telejornal da RTP/Açores de 2 de junho de 2020, ouvimos o Professor Doutor Avelino de Menezes afirmar “o ano letivo 2019/2020 está estragado”. Afirmou-o do modo próprio que lhe reconhecemos: vincando cada sílaba, pausando entre cada palavra e criando um certo suspense, indiciando ponderação na escolha das frases, refletindo nos conceitos convocados, no que significam e nos sentidos que (re)criam.
O Afonso é uma criança de 4 anos, que salta do lugar onde se encontra e cujos olhos e a boca se transformam em “O” perfeitos, abertos, sempre que se surpreende, sempre que se espanta com alguma ideia.
Tal como o Afonso, a afirmação do Senhor Secretário “o ano letivo 2019/2020 está estragado” fez-me saltar do lugar. Conduziu-me a pensar e pensar com perguntas, muitas perguntas.
Eis algumas que me tomaram de assalto:
1) O que é um ano letivo? Serão os conteúdos programáticos, previstos nos currículos? Serão as provas de avaliação interna e externa? Serão os resultados escolares? Será o ensino? Será a aprendizagem? Será o processo ensino_aprendizagem? Será a relação educativa ou uma certa relação ensinante? Será o (des)empenho, o (des)trabalho, a (des)autonomia de alunos, professores, famílias, pessoal não docente, comunidade educativa?
2) O que é um ano letivo estragado? Será um ano letivo sem utilidade, como uma máquina que já não cumpre a função que lhe competia? Sem eficácia, como um computador lento que não responde às exigências da pressa? Fora de moda, como a coleção da Primavera-Verão 2018? Prejudicial, como comida estragada? Fora do prazo de validade, como o leite do dia?
3) E o que se faz com um ano letivo estragado? Conserta-se e fica sempre com defeito, como a perna daquela cadeira da sala de jantar? Arruma-se até que se torne uma antiguidade, como o psiché da bisavó? Deita-se fora como a maçã estragada para que não contamine o que sempre esteve, está e estará bem? Come-se como o iogurte que passou a validade, arriscando a saúde ou porque não há mais nada que se coma?
4) Que razões fundamentam a conclusão “o ano letivo está estragado”? Ou a afirmação é premissa para outro(s) argumento(s)?
5) O que pode um ano letivo estragado?
Vila Franca do Campo, 3 de junho de 2020
Atenciosamente, Paula Vieira
professora de filosofia da EBS Armando Côrtes-Rodrigues
os maus costumes da Holanda
mais cortes de voos para o Pico
Views: 1
AEROPORTO DO PICO
AEROPORTO DO PICO
Quanto à oferta da SATA Azores Airlines com Lisboa teve o corte do voo aos domingos (corte 20%).…





