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citarei agora Zack Magiezi:
“Causa mortis: traumatismo craniano. Fruto de mergulho profundo em pessoas rasas.”
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citarei agora Zack Magiezi:
“Causa mortis: traumatismo craniano. Fruto de mergulho profundo em pessoas rasas.”
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Para se pensar !
Quando vieram ….
Quando vieram contra os negros,
eu não era negro e não fiz nada.
Quando vieram contra os favelados,
eu não era favelado, não fiz nada.
Quando vieram contra os homossexuais,
eu não era homossexual e não fiz nada.
Quando vieram contra as mulheres,
eu não era mulher e não fiz nada.
Quando vieram contra os analfabetos,
eu não era analfabeto, não fiz nada.
Quando vieram contra os pobres,
eu não era pobre e não fiz nada.
Quando vieram contra os aleijados,
eu não era aleijado e não fiz nada.
Quando vieram contra os outros,
o assunto não me dizia respeito e
não fiz nada.
Quando vieram contra mim,
ninguém me defendeu.
Quem não é vitima de discriminação e abuso
sempre pensará que o sofrimento do outro não é
grande coisa, que é exagero.
Alguns acham que discriminação
nem existe, que não existe discriminação contra
negros, contra mulheres, contra homossexuais,
aleijados, favelados, pobres…
Assim seguimos e fazemos todos os dias,
desprezamos ou diminuímos
o sofrimento alheio.
Não dando atenção à dor do outro nos
condenamos a sofrermos em silêncio, a
sofrermos sozinhos a nossa própria dor.
O preconceito só existe porque o silêncio
favorece os opressores.
Quem, acovardado, se omite,
concorda com o abuso.
Quem concorda com o abuso,
será abusado ouvindo o silêncio cúmplice dos
outros.
E tudo parece muito normal,
tão normal quanto sofrido e solitário.
Aquelas frases acima poderiam ser
reescritas assim?
Quando vieram contra os negros,
eu não era negro e não fiz nada e,
calado, também eu era contra os negros.
Quando vieram contra os homossexuais,
eu não era homossexual e não fiz nada e, calado,
também eu era contra os homossexuais.
Quando vieram contra as mulheres,
eu não era mulher e não fiz nada e,
calado, também eu era contra as mulheres.
Quando vieram contra os analfabetos, eu não era
analfabeto, não fiz nada e, calado, também eu era
contra os analfabetos.
Quando vieram contra os favelados, eu não era
favelado, não fiz nada e, calado, também eu era contra
os favelados.
Quando vieram contra os pobres, eu não era pobre
e não fiz nada e, calado, também eu era contra os
pobres.
Quando vieram contra os aleijados,
eu não era aleijado e não fiz nada e,
calado, também eu era contra os aleijados.
Quando vieram contra mim, ninguém me
defendeu, usaram o silêncio e a indiferença
para apoiar meus inimigos.
Uma lição a ser aprendida:
o que nos faz iguais é que somos, todos,
diferentes uns dos outros.
De onde vem o medo de ser diferente?
Do silêncio?
(Inspirado no documentário: “Olhos azuis” de Jane Elliott)
Porquê? Pense nisso.
in chronicaçores
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The discovery offers a window into life in ancient Rome, where people enjoyed shopping, bathing, and going to the theater.
Source: Archaeologists map ancient Roman city buried underground – Business Insider
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VINTAGE FOTOS DE CELEBRIDADES —— Anos de 1950/ 1960”.

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Uma equipa de investigadores da Universidade de Maryland, nos EUA, descobriu uma grande estrutura composta de material espesso perto do núcleo da Terra.
Source: Cientistas descobrem enormes estruturas desconhecidas perto do núcleo da Terra
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Grupos armados, de cara tapada, já terão matado mais de 1.100 pessoas, em cerca de dois anos e meio, e há mais de 200 mil deslocados a precisar de ajuda humanitária. Mais recentemente, tem havido “vários ataques em simultâneo”, em aldeias distantes umas das outras, “o que dificulta ainda mais” a ação das forças de segurança.
O método é sempre o mesmo, “desde o começo”: “Queimar as casas, matar pessoas e decepar as cabeças.” O bispo de Pemba assume que aquilo por que a população de Cabo Delgado tem passado “é uma coisa inominável”.

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Paciente esteve internado durante 62 dias.
Source: Recuperou da Covid-19 e apanhou um susto ao ver conta do hospital
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A crise que há anos se arrasta e agrava em Cabo Delgado é a evidência mais gritante da incompetência do governo de Moçambique. Nem resolve, nem organiza a solução, nem pede ajuda, nem deixa resolver. E o povo sofre. Como nunca e brutalmente.

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Hoje, quem subiu à Montanha do Pico teve esta agradável surpresa
❄️❄️❄️❄️❄️❄️





Incrível obrigado montanha 14 de junho 2020
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Republicanices…
A República não pára de nos surpreender.
Durante a pandemia tramou-nos com a história da “continuidade territorial” e outros comportamentos menos próprios, de que se veio redimir o Presidente da República na visita atribulada a Nordeste.
Não contente com isso, António Costa volta a provocarnos, desta vez encaminhando-nos para a banca, se quisermos dinheiro para combater o impacto económico da pandemia.
Uma cópia de Passos Coelho. E todos sabemos como as cópias são sempre piores que o original…
A diferença é que, agora, amouchamos, obedientes e submissos. Já não levantamos a voz como foi contra Passos Coelho.
Pior ainda: até uma deputada do PS dos Açores, na Assembleia da República, elogiou a atitude do Governo da República… onde já chegamos!
A autorização para nos endividarmos até 420 milhões de euros não dá para meia missa, porque se o turismo, como se prevê, vai cair 10% do PIB regional, são logo 400 milhões de euros que se perdem, só neste sector.
Depois, o facto do Estado não avalizar a dívida vai provocar um aumento dos juros, que poderão ir até ao dobro do que é contraído pelo Estado.
A atitude de António Costa não tem classificação. É uma provocação às Regiões Autónomas e uma falta de solidariedade incompreensível, com a submissão do Governo de Vasco Cordeiro.
Ainda esta semana o Conselho de Ministros aprovou compensações para a CP no valor de 85 milhões de euros ao ano, na próxima década. São 850 milhões de euros apenas para uma empresa ferroviária, não esquecendo os 1,2 mil milhões para a TAP. Tudo pago pelo Tesouro.
Para as Regiões Autónomas decidem-se migalhas e a alto preço no pagamento de juros.
Um Estado que age assim para que é que serve? Com amigos destes, para que queremos inimigos?
Pela nossa saúde
O sector da Saúde levou uma grande sacudidela nesta pandemia.
Graças aos seus profissionais o sistema regional de saúde portou-se à altura, com alguns erros pelo meio, mas com um objectivo final altamente positivo.
A tutela é que se confinou de maneira absurda. Quando se esperava um plano de retoma, bem organizado e com eficácia, continuamos a assistir a uma desorganização inqualificável, com postos de saúde ainda encerrados, unidades de saúde descontinuadas, ausência de programa de emergência para consultas e cirurgias, como se ainda vivêssemos em pleno surto na região.
Já são 13 mil os açorianos que continuam à espera de uma cirurgia e só no mês de Abril as intervenções cirúrgicas caíram mais de 80%.
Pobres dos doentes que já eram doentes antes do surto, alguns com anos de espera, sem nenhuma luz ao fundo do túnel.
Lá fora derrubam estátuas. Aqui derrubamos pessoas.
(Osvaldo Cabral – Diário dos Açores de 14.06.2020)
— with Osvaldo José Vieira Cabral.

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O estudo, publicado na revista Global Change Biology, comparou quatro mapas globais recentes da conversão de terras naturais em usos antropogénicos para chegar a esta conclusão.
Source: Cerca de metade do Planeta está relativamente intacto da influência humana, indica estudo
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