a criação de Stanford Uni

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A couple, the woman in modest attire and her husband in a simple suit, arrived unannounced at Harvard University’s principal office after disembarking from a train at Boston Station. The receptionist, judging them hastily, initially dismissed their purpose.
“We would like to meet with the principal,” the man requested quietly.
“He’s occupied all day,” the secretary curtly replied.
“We’ll wait,” the woman asserted.
Hours passed with the couple patiently seated, prompting the secretary to reluctantly inform the director of their persistence.
“Perhaps if you meet with them briefly, they’ll leave on their own,” she suggested.
Grudgingly, the director acquiesced. Upon their entrance, he scrutinized them with a stern gaze. The woman spoke softly:
“Our son studied here and cherished this place. Sadly, he passed away unexpectedly a year ago. We wish to establish a memorial in his honor.”
The director, visibly annoyed, retorted, “We can’t erect memorials for every student who dies. It would turn this place into a cemetery.”
“No, not a memorial or statue,” the woman interjected hastily. “We wish to build a new building for Harvard.”
The director scoffed, noting their modest attire, “Do you have any idea how much that would cost? Our buildings are valued at over seven million dollars.”
The woman paused briefly before calmly saying to her husband, “Is building a university that inexpensive? Perhaps we should start our own.”
With a nod of agreement, they left without further discussion. The director was left bewildered as the couple departed.
In Palo Alto, California, they indeed founded a university in memory of their son – Stanford University.
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Repórter SÁBADO: Socorro à margem da lei – Portugal – SÁBADO

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Por todo o País, há ambulâncias dos bombeiros voluntários a prestar serviço ao INEM sem a formação exigida. “Estamos a pôr em risco milhares de vidas”, diz à SÁBADO um responsável.

Source: Repórter SÁBADO: Socorro à margem da lei – Portugal – SÁBADO

crónica 533. Tocam os sinos 20.7.2024

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533. Tocam os sinos 20.7.2024

 

Era um sábado veranil de julho como qualquer outro, o céu estivera anormalmente limpo de farrapos de nuvens até meio da tarde quando os sinos tocam como já, há muito, os não ouvia. Assarapantado com esta interrupção da tarde silenciosa fui à janela indagar o que se passava, pois esta semana não estavam previstas festas nem eventos extraordinários na Lomba da Maia.

Foi então que vi a abater-se sobre a ilha um capelo cinzento vindo de su-sudoeste ofuscando o calor solar que nesta tarde aqui chegara aos 26 ºC.

Nada de anormal, a Proteção Civil já avisara que vinham dias de temperaturas acima da norma e a água do mar devia chegar aos 26 ºC, com todos os perigos que isso implica quer de precipitação, quer de formação de anormalidades para a época e zona, como furacões. Estavam a ser batidos os recordes de temperaturas diurnas há vários dias e até os pássaros andavam mais quedos e silentes.

“SIGNVM”. Palavra latina empregue entre os séculos VI e VII com o duplo significado de símbolo ou sinal e que passou a designar “sino” em algumas línguas novilatinas, como o português. O sino é parte integrante da paisagem cultural e sonora do mundo ocidental e o que me chamou a atenção depois do toque dos sinos foi uma enorme mancha negra na estrada regional, mesmo à porta da escadaria da Igreja de Nossa Senhora do Rosário da Lomba da Maia. Uma mancha com mais de 5 metros, que digo nem 6 nem 7 mas mais de 8 metros, uma imponente limusine de não sei quantas portas a aguardar a descida dos noivos.

Casar hoje em dia, já é um ato de coragem (quem se arriscaria com os atuais prognósticos da economia mundial?) e de rebeldia (já quase ninguém casa) e fazer disso um alarde tal, ostentatório, era uma prova inequívoca de alguém que queria desafiar o destino.

Fui buscar a máquina fotográfica a ver se reconhecia alguém nos noivos ou convidados, quem sabe se teriam sido alunos da minha mulher. Se são daqui da Lomba as hipóteses de terem sido alunos dela entre 2005 e 2023 eram superiores a 95%, mas não os reconheci. Quiçá poderiam até ter ido connosco numa das viagens que ela organizou a Bragança (2007, 2009), ao Faial (2011) e à Serra da Estrela (2014,2019), mas só saberei mais tarde quando a minha informadora de eventos oficiais e oficiosos vier limpar a casa para a semana.

E concluo esta narrativa, com a minha opinião cética, não é normal aqui na Lomba da Maia termos visões destas…mas um casamento que começa com esta ostentação vai acabar mal…pode começar numa limo negra e acabar num trator verde…

 

 

Jorge Silva: “Os aeroportos do futuro têm de ser preparados para as novas aeronaves e tecnologias”

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Novo presidente da Rede Iberoamericana de Investigação em Transportes Aéreos mostra como a descarbonização e novas aeronaves, como as de descolagem e aterragem vertical, estão a transformar o setor da aviação.

Source: Jorge Silva: “Os aeroportos do futuro têm de ser preparados para as novas aeronaves e tecnologias”

dantes tudo estava bem tratado até as bermas…agora não

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Margem da “Lagoa Verde” – Sete Cidades!
Outrora um jardim bem cuidado e local de lazer muito aprazível, hoje, uma das “Sete Maravilhas de Portugal” ao abandono!
Acorda São Miguel!
Chrys Chrystello

é generalizado, a maior parte dos caminhos que nã sejam itinerários principais estão cheios de ervas, mal se veem os sinais verticais, basta vir à costa norte LOMBINHA DA MAIA-BARREIROS, CASA DR ROBRTO-GORREANA DE BAIXO, as bermas tomam conta das estradas, e em tantas outras é o mesmo cenário …em 20 anos que levo disto nunca vi tal coisa por toda a parte..nestes últimos anos os cantoneiros desapareceram ou não chegam para as encomendas…

“É um prazer e uma honra”: Sérgio Godinho agraciado com o Prémio Língua Mãe – Cultura – Correio da Manhã

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Músico, autor e compositor receberá a distinção em data a anunciar, num dos auditórios da Sociedade Portuguesa de Autores.

Source: “É um prazer e uma honra”: Sérgio Godinho agraciado com o Prémio Língua Mãe – Cultura – Correio da Manhã