Quando as temperaturas descem, é certo e sabido que Montalegre se veste de branco para receber as centenas de turistas que rumam até cá. Por estes dias, bater o dente é mesmo o termo certo, com o frio mas também à mesa, não estivesse o Cozido à Barrosã nos menus da nossa restauração, com produtos que brotam diretamente do território internacionalmente reconhecido como Património Agrícola Mundial pela FAO das Nações Unidas. Que património é este que se serve também com a neve?
É a paisagem, são as batatas, as couves, o pernil ou a chouriça que o senhor António ou a D. Maria servem no seu restaurante.
É o acolhimento com que dizemos “Entre, quem é?” É a identidade do património humano, paisagístico, cultural e gastronómico. É o trabalho de todos que contribuem para que assim seja!
É a promoção da segurança rodoviária, cujos agentes da proteção civil madrugam, para que possamos circular com mais segurança, no acesso à serra, na ida ao supermercado ou para a escola e no acesso turístico, por parte de quem nos visita.
Frio, muito e se paraíso existisse, Montalegre estaria por certo nesse roteiro.
TRIBUNAL BRITÂNICO MANTÉM ASSANGE EM PRISÃO DE ALTA SEGURANÇA
RT.COM
Assange denied bail by British court, forced to stay in high-security prison
WikiLeaks co-founder Julian Assange has been denied bail and is forced to remain at the high-security Belmarsh prison in London. The court previously refused to allow his extradition for prosecution in the US.
“Informa-se, sem qualquer referência à causa da morte, que se encontra abrangida pelo segredo de justiça, que os dados preliminares resultantes da autópsia médico-legal hoje [terça-feira] realizada não evidenciam qualquer relação entre a morte e a vacina a que foi sujeita”, refere um comunicado do Ministério da Justiça.
Segundo uma notícia publicada no domingo pelo Jornal de Notícias, uma assistente operacional do IPO (Instituto Português de Oncologia) do Porto, que foi vacinada contra a covid-19 a 30 de dezembro, morreu a 01 de janeiro, de forma súbita.
DN.PT | BY DIÁRIO DE NOTÍCIAS
Autópsia a funcionária do IPO do Porto conclui que morte não se deveu a vacina
A auxiliar não registou qualquer reação adversa à vacina, garante o Ministério da Justiça.
Alguém me consegue explicar como é que uma “morte súbita” é declarada em autópsia? Morre, sem explicação? (está em segredo de justiça) Ou como consegue um médico legista consegue perceber, numa “morte súbita”, se a causa de morte é, ou não, provocada por algo completamente novo, que utiliza mrna, que ainda não foi devidamente testado em humanos, logo, para além da mensagem que transmite ao sistema imunitário, não fazemos a mais pequena ideia do que fará em outros sistemas do nosso organismo. Porque esta não foi a primeira morte, depois da toma. Não se se a palavra prudência desapareceu do nosso dicionário, mas é algo que não está a ser utilizado. Toda esta pressa, para um vírus em que 98% das pessoas que apanham se tratam em Casa. https://www.rt.com/…/511623-norway-covid19-vaccine-deaths/
RT.COM
Investigation launched as 2 people die in Norway nursing home days after receiving Pfizer’s Covid-19 vaccine
Los Angeles, nos Estados Unidos da América, está a viver o pior momento na luta contra a pandemia de Covid-19. Os hospitais já estão a escolher quem recebem perante uma avaliação prévia de sobrevivência. O oxigénio está a ser racionado. Morre uma pessoa de Covid-19 a cada oito minutos.
Se algum dos Amigos já foi a Miranda do Douro, algum natural da terra lhe deve ter apontado esta curiosidade, como direi?, semi-escatológica. Fica na Rua da Costanilha, a mais típica dessa espantosa cidade histórica que é Miranda do Douro, numa casa do séc. XIV com janelas geminadas no rés-do-chão e no piso superior. Trata-se certamente de uma mísula, ou seja, um suporte para vasos de flores. Mas um suporte para vasos pode ser simultaneamente uma provocação. Neste caso, uma provocação a Castela — o nosso arqui-inimigo de estimação desde o séc. XII, pelo menos —, sob a forma de um traseiro que lhe está apontado. Humor popular um tanto chocarreiro, convenhamos…
José Saramago, que viajou com vagar por esse Portugal fora, também esteve em Miranda do Douro, onde, cusco como era, esta singular mísula não lhe podia escapar. Escreve ele, na “Viagem a Portugal”: «Torna a subir a Costanilha, diverge para outras caladas e variadíssimas ruas, ninguém às janelas, e por falar em janelas, descobre sinais de velhos rancores voltados para Espanha, mísulas obscenas talhadas na boa pedra quatrocentista. Dá vontade de sorrir esta saudável escatologia que não teme ofender os olhos das crianças nem os aborrecidos defensores da moral.»
Se e quando algum dos Amigos visitar Miranda do Douro — e acreditem que vale a pena —, não se esqueça de ver ‘in loco’ este testemunho dos tais «velhos rancores de que fala Saramago.
Cá pelas minhas bandas, ainda se ouve dizer que determinada pessoa «tem cara de cu». Já agora, também esta: «Olha, compra um cu e fala com ele!». Expressões mais ou menos fixas, através das quais um locutor manifesta desagrado e/ou desconsideração por …