ESTRANHO CRÓNICA 385 nos céus um objeto não identificado

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CRÓNICA 385 nos céus um objeto não identificado 24.2.2021

Em 17.6.2016 escrevi:

. Comecemos por um evento surreal ontem à noite quando o meu filho João ao fechar as portadas das janelas me alertou para um objeto brilhante de cor alaranjada na direção sul, 5 a 10º abaixo da lua quase cheia…ele e a mãe tinham visto dois objetos similares, um dos quais desapareceu com uma velocidade astronómica sem se saber para onde. O outro, caraterizado por emitir luz para os lados e para baixo, em tom laranja ali permaneceu, depois desapareceu e tornou a voltar antes de desaparecer para o resto da noite. Cheguei a esta avançada idade de seis capicuas sem jamais ter observado algo semelhante, embora tenha lido e visto documentários sobre o tema centenas de vezes. Estou consciente das reproduções de eventos similares desde as civilizações mais antigas, mas nunca tinha sido privilegiado com uma visão pessoal do fenómeno UFO OVNI. Foi a primeira, sem explicação lógica, racional ou científica. Aceitemos como diz o povo “eles andem aí”.

 

Era uma noite calma e fria (9 ºC) estava no pátio perto da meia noite de dia 24.2.2021 a imaginar as 3 naves que aterraram em Marte nestes dias e mandam imagens de um planeta onde os iluminados pensam que a Humanidade irá viver no futuro quando tiverem concluído a atual fase de destruição da Terra como planeta habitável. Evoquei uma conversa nos idos de 20 julho 1069 quando Neil Armstrong alunou no nosso satélite natural, sendo o primeiro humano conhecido a fazê-lo e um aldeão na Eucísia me comentava que estava farto de olhar para a Lua e não via nada, por isso devia ser mentira que tivéssemos ido à Lua.

Ontem no pátio (a minha sala de chuto noturna) a tomar a minha dose de nicotina, antes de me deitar, quando olhava os céus em busca de Marte, vi algo estranho mesmo aqui por cima de casa, um objeto multicolorido a pairar a enorme altitude sem se mover (ontem dia 24.2.2021) entre as 24 e 00.20. estive longos minutos a certificar-me que estava imobilizado e não era um avião de longo curso. As estrelas têm luz , normalmente intermitente mas fixa, os aviões piscam as suas luzes multicolores e pode acompanhar-se o seu movimento ao cruzarem os céus na noite, esta estava a elevada altitude, fixa, pairando, com as luzes intermitentes numa cadência de cores sem nexo, ora azul, ora amarelado, ora vermelho, mas sempre com luz. Já vi – pelo menos uma vez – a ISS (estação espacial internacional) e vi-a mover-se lentamente (parecia mais lenta que um avião) e esta não se parecia nada com a ISS. Permaneci alguns minutos com a cabeça encostada ao pilar e um olho fechado a tentar descortinar se haveria movimento, vim abrir a janela da frente de casa e a coisa mantinha-se no seu pisca-pisca imóvel lá nas alturas. Assados vinte minutos subi à falsa a investigar melhor e peguei na máquina fotográfica, pressenti que podia ser um momento invulgar, foquei o zoom e obtive estas três imagens num mesmo minuto. A última é com o zoom no máximo. Não sei o que era mas não esperei tempo suficiente para a ver desaparecer a uma velocidade impossível como acontecera em 2016, fiquei sem saber se seria um satélite. Os cometas e asteroides não emitem estas luzes nem pairam. Mistérios que não chegaram para me tirarem o sono

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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aqui por cima de casa, objeto multicolorido a pairar a enorme altitude sem se mover ontem entre as 24 e 00.20 ISS?
Ana Franco, Artur Arêde and 8 others
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TIMOR FÁBRICA DA HEINEKEN EM RISCO DE FECHAR

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ENTREVISTA: Heineken em Timor-Leste em risco de fechar após anos de perdas – diretor
*** António Sampaio, da agência Lusa ***
Díli, 25 fev 2021 (Lusa) – Dois anos consecutivos de perdas, apesar de ajustes na produção e custos, deixaram em risco a unidade da Heineken em Timor-Leste, que poderá encerrar se as condições económicas do país não melhorarem, disse o responsável.
“Não, não temos tido retorno. Temos estado a perder dinheiro de forma consistente desde a abertura. Tivemos perdas grandes em 2019, e mais reduzidas em 2020, devido ao ajustamento que fizemos”, disse em entrevista à Lusa, Prasantha Manjuka, diretor da Heineken, empresa holandesa e segunda maior produtora de cerveja do mundo, sem precisar números.
“Sim, há um risco de fecho. Se as coisas não melhorarem, há a possibilidade de que a unidade feche”, considerou.
No intuito de responder à pressão económica do mercado, a empresa levou a cabo uma ampla reestruturação, procurando criar um modelo “mais sustentável de negócio, a trabalhar com menor volume”.
Transferir conhecimento de trabalhadores internacionais para locais, alterar processos, reduzir volume e deixar, por exemplo, de importar garrafas – que não são produzidas localmente – para se concentrar apenas em latas.
Em 2020, apesar de a fábrica estar fechada quase três meses, a empresa conseguiu manter e pagar aos trabalhadores, mas este ano foi reduziu funcionários.
Depois de nos anos anterior ter dispensado metade da força internacional, Manjuka explica que foi feito um acordo mútuo com 14 trabalhadores timorenses, a quem foi paga “uma compensação acima da definida na lei” para o despedimento. Mais seis estão a trabalhar com horários reduzidos.
“E se a situação continuar, teremos que tomar mais decisões difíceis”, admitiu.
De cerca de 125 funcionários permanentes, a Heineken tem hoje “menos de 100”, medidas consistentes com a situação local, mas também com a situação global do grupo.
Com mais de 250 marcas à venda em 170 países e com mais 165 cervejarias a funcionar em 70 países o grupo diz ser a “cervejeira mais internacional do mundo”. Mas a covid-19 teve um impacto significativo e o grupo registou no ano passado o primeiro ano de perdas desde o seu nascimento, em meados do século passado.
“A Heineken está em grandes mudanças a nível global e está a ajustar-se e isso coloca mais pressão sobre unidades como esta que estão a perder dinheiro. A economia mundial não vai mudar já. A empresa não continuará a manter um projeto que perde”, disse.
A Heineken é apenas mais uma das empresas afetada pela crise económica que em Timor-Leste se arrasta desde 2017 e que a pandemia da covid-19 só veio agravar, com centenas de empresas a pararem atividade ou a fecharem portas.
Prasantha Manjuka explicou que a empresa viveu a contração no mercado, que “deixou de ter a dimensão necessária” em termos de volume: se em 2016 a unidade produzia cerca de sete milhões de litros, a produção caiu agora para menos de quatro milhões.
“A fábrica foi criada para um certo volume, mas a economia, desde 2017 até agora, tem estado em queda. O consumo depende de as pessoas terem dinheiro. Sabemos que os timorenses consomem, mas o mercado de 2016 desceu 45%”, disse, estimando que o volume caiu de 8,5 milhões de litros de cerveja por ano, em 2015, para cerca de quatro milhões em 2020.
Além das marcas já estabelecidas – Bintang, Tiger e ABC – a Heineken tentou lançar dois produtos locais, o sumo Amigo e a cerveja Liurai, feita com cassava e que, no início chegou a implicar a compra a produtores locais de 600 mil quilos de pó de cassava. Agora é quase residual.
“No caso do Amigo, o produto era bom, mas não conseguimos competir com produtos equivalentes importados, muito baratos, da Indonésia, onde a produção é em escala e mais rentável. Tornou-se inviável e tivemos de parar”, explicou.
“A Liurai foi bem acolhida, mas tivemos que reduzir”, disse, salientando que, neste caso, a queda de procura deveu-se tanto à economia em geral, como à importação nos últimos anos de produtos vendidos como cerveja, mas com elevado grau alcoólico, que chega aos 20%, mas que continua a ser taxada da mesma forma que cerveja com teor mais reduzido.
“A Heineken manteve a Liurai nos 7,8% de teor alcoólico, mas depois estava a competir com produtos importados vendidos como cerveja, mas com um teor alcoólico quatro vezes maior”, disse.
“Consegue-se vender ‘cerveja’ com 20% de álcool em Timor-Leste, por 2.25 dólares porque a taxa é um nível fixo e não muda para as cervejas, independentemente do seu conteúdo alcoólico”, explicou.
“As pessoas olham para o valor e conseguem comprar algo com quatro vezes mais álcool por apenas 25 cêntimos mais”, sublinhou.
O Governo está a levar a cabo ajustes nesta questão tributária, aplicando diferentes níveis de impostos de acordo com o teor alcoólico dos produtos e isso tem que ser reforçado.
“Tem que haver diferentes níveis de impostos para as cervejas, de acordo com o teor que tem. Algo com 20% não pode ser considerada cerveja, especialmente porque em alguns dos casos nem está clara quem é a empresa que produz este tipo de bebidas”, afirmou.
Em 2015, quando o projeto – um investimento de quase 40 milhões de dólares (32,8 milhões de euros) – estava a arrancar, os responsáveis da Heineken mostravam-se otimistas sobre Timor-Leste.
A unidade fabril, inaugurada em janeiro de 2018, foi o primeiro grande investimento internacional timorense e o primeiro e até agora único projeto de grande dimensão no setor industrial no país.
“Na altura havia a previsão de novos projetos, falava-se do Greater Sunrise, da expetativa de crescimento do turismo. Era um ambiente promissor e as previsões da altura tornavam este investimento atrativo”, considerou.
“Olhamos não só para a população do país, mas para as perspetivas de crescimento em áreas como o turismo. Não foi errado, nesse contexto, investir nesta unidade”, disse, explicando que o objetivo foi sempre o mercado nacional”.
Hoje, a realidade é outra, e o futuro da primeira grande unidade fabril de Timor-Leste é incerto.
“O Governo tem dado alguns apoios à empresa, em termos de soluções temporárias. Mas não são suficientes para suster um negócio a longo prazo. É preciso fazer mais a nível macroeconómico, para que o dinheiro flua na economia”, disse.
ASP // JMC
Lusa/Fim
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  • Alarmante ver uma empresa como Heineken um dos grandes investimentos extrangeiros offshore em Timor-Leste esta em vias de falencia e nao ajude Timor-Leste em atrair investimento extrangeiro no país.
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ISRAEL VÁ AO BAR MAS VACINE-SE

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Insólitos de uma pandemia.
Israel, o país com maior taxa de imunização (40% da população já vacinada com pelo menos uma dose), decidiu, em parceria com as autoridades locais, abrir alguns bares que funcionam como centros de vacinação (para atrair a população sobretudo mais jovem), numa altura em que «há também cada vez mais israelitas que demonstram dúvidas sobre a eficácia da vacinação para combater a pandemia».
Bares transformam-se em locais de vacinação e oferecem bebidas aos vacinados

açores e os 140 milhões que voaram…e nunca existiram

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“Voaram” 140 milhões? Admirem-se!
Voaram 1 – A “resiliência”
Com muitas contas de somar, Vasco Cordeiro anunciou que o PRR (Plano de Recuperação e Resiliência) tinha 720 milhões para os Açores. Agora sabe-se que o montante nunca ultrapassou 649 milhões. Era o que estava escrito
na carta do Ministro do Planeamento, Nelson de Souza, de 26 de agosto, dirigida a Sérgio Ávila.
Mas o anterior Governo Regional continuou a repetir os 720 milhões, mesmo depois de, em 29 de setembro, o então Secretário de Estado Gomes Mendes, ter enviado nova carta, contendo a versão preliminar do PRR para ser entregue em Bruxelas. Nesta carta solicitava a apresentação de ações/projetos dos Açores, até ao montante máximo 649 milhões. Mas então não eram 720 milhões?!!!
A 10 dias das Eleições Regionais (15 de outubro), no site do Governo da República, é publicada na internet a versão preliminar no PRR, onde constam 580 milhões para os Açores. Mais ou menos 4,5% do valor das subvenções totais para Portugal (12,9 mil milhões). Mas então, não eram 720 milhões?!!!
Na prática, entre os anúncios de Vasco Cordeiro e o dia 15 de outubro “voaram” 140 milhões! Alguém sabe como ou porquê? A única coisa que se sabe é que “voaram” entre 10 de setembro e 15 de outubro, que o mesmo é dizer, entre as declarações de Vasco Cordeiro e o dia da publicação online da versão preliminar do PPR, já em plena campanha eleitoral.
Agora, Vasco Cordeiro perguntou ao novo Governo onde é que param os 140 milhões. Então?!!! No dia 15 de outubro quem era o Presidente do Go- verno? Vasco Cordeiro! Então quem é que tem de saber? Vasco Cordeiro! Vá lá, explique aos açorianos, para onde “voaram” os 140 milhões. Eu fico à espera!
Voaram 2 – “Efeito boomerang”
Eu sei o que é estar na oposição. E sei que, na ânsia de querermos “fazer mossa”, desesperamos para “malhar em tudo o que mexe”. Mas há uma coisa que aprendi (à minha custa): antes de “malhares”, avalia bem se não vais ter de “engolir” tudo o que disseres. É o chamado “efeito boomerang”!
Se o objetivo do PS era causar “incómodo político” aos partidos da Coligação, perguntar sobre o paradeiro dos 140 milhões … não cumpre esse objetivo. É que, pior do que fazer uma pergunta fácil … é fazer uma pergunta que pode ser devolvida com estrondo.
No caso, primeiro eram 720 milhões, mas nunca ultrapassaram os 649 milhões, e a 15 de outubro, sempre no “reinado socialista”, os milhões mingaram para 580. Eu sei a resposta: António Costa é o especialista das “contas de sumir”!
Voaram 3 – Calheta
Maria José Duarte, Presidente da Câmara de Ponta Delgada, fica para a história da cidade como a “mulher de saltos altos e picareta na mão”. A imagem não é minha. Foi caricaturada por António Pedroso, ex-Deputado do PSD, eleito pela ilha de São Jorge.
O mérito da Presidente de Câmara foi ter conseguido que, 5 meses após a aprovação dos projetos de especialidade para o novo hotel da Calheta, o Fundo Discovery tenha iniciado as obras de demolição das Galerias.
Agora, Ponta Delgada vai livrar-se da maior nódoa da cidade. Parabéns Maria José!
Opinião 13 – Manuel Rita
O Senhor Rita, mais do que os cargos que ocupou, e aos quais lhes emprestou enorme nobreza, foi um construtor de “pontes” que ligaram o Corvo … aos Açores todos. A partir da sua ilha distante e isolada, foi “o diplomata” capaz de juntar “desavindos”. Foi o empreendedor, onde poucos se atreveram a “empreender”. Foi o “embaixador”, foi o “anfitrião” e foi o “amigo” que nos habituou ao seu sorriso franco!
Manuel Rita e o Corvo são sinónimos. Isso já não é pouco, mas ele foi … muito mais!
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conselhos DGS morra em casa

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MORRA EM CASA. Um conselho da DGS 👌
Teve uma paragem cardiorrespiratória? MORRA! 👍
Está com engasgamento que impede de respirar? MORRA! 👍
Teve um episódio de afogamento? MORRA! 👍
Ahhhh! E caso tenha um AVC, ataque cardíaco, cancro ou qualquer outra doença realmente grave?
Não se atreva a ir ao hospital! MORRA EM CASA! 👍
SÓ ATRASADOS MENTAIS ACHAM QUE MEDIDAS DESTE TIPO “SALVAM VIDAS”!!!
Muitos parabéns por serem cúmplices do genocídio instituído desde Março de 2020, caros covideiros ignorantes! 🤬
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Relações familiares no Governo de António Costa envolvem 50 pessoas e 20 famílias – O Jornal Económico

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Uma contagem anterior apontava que existiam 27 pessoas e 12 famílias no poder, mas nos últimos dias vieram a público mais nomes, catapultando o número para 50 pessoas e 20 famílias, mais um ex-casal.

Source: Relações familiares no Governo de António Costa envolvem 50 pessoas e 20 famílias – O Jornal Económico

a indecência do Norte

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Deve ser o título mais verdadeiro que o Público alguma vez fez…
May be an image of standing and text that says "P Público @Publico Coronavírus: Região Norte tem indecência semelhante a Outubro. Lisboa e Vale do Tejo regista moralidade acima da média nacional Translate Tweet 41 CUIDAR Situação epidemiológica em Portugal Lisboa 22 de fevereiro 2021 Infarmed COVID Situação epidemiológica Região Norte tem indecência semelhante a Outubro. Lisboa e Vale do Tejo regist... "Grande da incidencı casos por 100 nive mais baixo]" Spublico.pt AutoTweetPublico"
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    Pedro Aniceto

    , com um ligeiro twist meu.

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    • John Martires

      erro de escrita. Devia ser “incidência”

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paises e cidades visitadas

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Assim por alto… uma distração divertida. Coloque um 🌍 ao lado de todos os lugares onde você esteve. A média é de 8!

Copie e cole no seu status e remova marcas anteriores que não correspondem às suas viagens.

Adoramos que nos lembrem dos lugares onde estivemos e dos lugares ainda para visitar.
Vai para todo o mundo…
Tire a mente do bloqueio e sonhe com as possibilidades para o futuro! … ROLE EM MAIS AVENTURAS 🌏

morreu o maestro que esqueceram JOSÉ ATALAYA

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PORQUE É QUE NOS ESQUECEMOS DE JOSÉ ATALAYA?
BOA PERGUNTA – MAS ACHO QUE TODOS SABEMOS A RESPOSTA…
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Porque é que nos esquecemos de José Atalaya?
Pedro Tadeu – DN / Opinião
24 Fevereiro 2021 — 00:07
Na segunda-feira passada, pelas 16 horas, apareceu-me este texto, assinado por Júlio Isidro, no feed do Facebook, sob o título “O Fim de uma Partitura”:
“Morreu há três dias o maestro José Atalaya.
Nem uma linha, nem uma voz, nem um excerto musical, para informar ou recordar quem foi este maestro que aos 93 anos partiu num triste adágio.
O que nós lhe devemos na divulgação da chamada música clássica, através de concertos onde o maestro explicava, de modo simples, o que os nossos ouvidos reativos recusavam descobrir para, depois, começar a gostar.
Esteve para ser engenheiro, mas trocou a resistência de materiais pelos resistentes à música que chamavam erudita para a remeterem só para os eleitos.
Nos anos 50 já estava na vanguarda, com a atração pela obra de Joly Braga Santos ou Pierre Boulez e o seu experimentalismo eletrónico.
Foi maestro fundador da Juventude Musical Portuguesa e, à frente da orquestra IMAVE – Instituto de Meios Audiovisuais de Educação – percorreu escolas e universidades a cativar milhares de jovens para o fascínio e os porquês da música.
O sucesso foi tão grande que os seus concertos, falados e tocados, enchiam o Teatro de S. Carlos e o Rivoli, com transmissão pela RTP e RDP.
Ainda nas emissões experimentais da RTP, em 56, apresentou o programa Música e Artistas com a violinista Leonor Prado e a pianista Nella Maissa.
No programa Juvenil, de que eu era um dos apresentadores, foi diversas vezes convidado para dar a conhecer o que andava a fazer nessa missão superior de conquistar ouvintes para a música. O que aprendi, só de o ouvir.
Criou as Quinzenas Musicais a partir do S. Luiz e o projeto Música em Diálogo que deu a volta ao país (…).
Calculem que foi o MFA – Movimento das Forças Armadas, em 1974 que o convidou para coordenador artístico das três orquestras da ainda Emissora Nacional.
A revolução que não se esqueceu da cultura.
Morreu o Maestro José Atalaya, tão à frente do seu tempo como foi o caso de um concerto com um Requiem de Mozart junto às paredes xistosas das gravuras de Foz Coa (…).”
Passadas uns minutos após a leitura deste texto de Júlio Isidro, lá comecei a ver umas notícias nos sites dos jornais portugueses sobre a morte do maestro, a agência Lusa lá enviou um despacho biográfico e o Presidente da República, já ontem, lá emitiu a obrigatória nota lamentativa. Embora com os tais três dias de atraso, a República cumpriu a sua habitual rotina para marcar o desaparecimento das pessoas que a influenciaram. Obrigado, Júlio Isidro.
Assistimos, portanto, a três mortes relacionadas com José Atalaya: a morte mediática, a morte na memória coletiva e a morte física. Ao desaparecer do circuito televisivo, José Atalaya, uma vedeta na minha adolescência, começou a morrer na sociedade portuguesa. Nos últimos anos já estava morto na memória coletiva, como o texto que citei documenta. A sua morte física, não fosse Júlio Isidro e mais algumas pessoas, esteve mesmo em risco de ser ignorada.
Como é que no tempo do Google e da digitalização de arquivos, no momento em que o acesso à informação sobre o passado nunca foi tão fácil, esse mesmo passado nos parece influenciar tão pouco? Esquecemo-nos de tudo o que ficou para trás: a começar no maestro José Atalaya e a terminar no retrato do país de há 50 ou 60 anos, muito mais atrasado, muito menos livre, muito mais oprimido, muito mais pobre, uma verdadeira tristeza de país. E, no entanto, a falta dessa memória está a criar em muitas pessoas de agora uma falsa outra memória: a ficção do “antigamente é que era bom”.
Há uma coisa que ajuda a explicar toda esta ignorância acumulada: faltaram, nos meios de comunicação social dos últimos anos, pessoas como maestro José Atalaya, preocupadas em popularizar o saber, o conhecimento e a compreensão da História, da Arte e da Ciência – afinal, uma das poucas boas coisas que o passado tinha era mesmo essa geração de divulgadores culturais que achava ser para isso que a TV e a rádio serviam.
Agora, ao que parece, o que está a dar para se ser famoso e aparecer na televisão é propor derrubar estátuas, monumentos e outras antiguidades… Enfim.
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You, Eunice Brito, Ana Maria (Nini) Botelho Neves and 94 others
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  • Dirigia a sinfonica aqui do Porto no Carlos Alberto. Cheguei a ir a alguns concertos dele aos Sábados ao fim da tarde.
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Ponta Delgada com mais uma ligação semanal a Frankfurt

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Semanal a partir 23/05
Frankfurt-Ponta Delgada
ATA anuncia voos da Lufthansa para os Açores
ACORIANOORIENTAL.PT
ATA anuncia voos da Lufthansa para os Açores
A Associação de Turismo dos Açores (ATA) anunciou, esta quarta-feira, que a companhia aérea Lufthansa vai voar para os Açores, a partir de maio, com um voo semanal.
Pierre Sousa Lima and 63 others
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onia Borges de Sousa

 

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Ponta Delgada com mais uma ligação semanal a Frankfurt (Vídeo) - Economia - RTP Açores - RTP
RTP.PT
Ponta Delgada com mais uma ligação semanal a Frankfurt (Vídeo) – Economia – RTP Açores – RTP
A operação é sazonal e será assegurada pela companhia aérea alemã, … Publicado há 49 minutos
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  • Com as regras actuais terá procura ? Duvido….se permitissem o teste à chegada ou comprovativo de vacinação até existiria alguma probabilidade de sucesso…..com as regras actuais será certamente mais uma cancelada