a importância do tamanho do cu do cavalo romano

Views: 0

May be an image of 1 person
4 PÉS E 8,5 POLEGADAS
A distância entre os 2 trilhos dos caminhos de ferro dos Estados Unidos é de 4 pés e 8,5 polegadas.
Pergunta: porque foi usado este número?
Resposta: porque correspondia à distancia utilizada pelos caminhos de ferro ingleses e, como os caminhos de ferro americanos foram construídos pelos ingleses, esta medida foi usada.
Pergunta: porque é que os ingleses usavam esta medida?
Resposta: porque as empresas Inglesas que construíam os vagões eram as mesmas que construíam as carroças antes dos caminhos de ferro e utilizaram os processos das carroças.
Pergunta: porque era usada a medida (4 pés e 8,5 polegadas) para as carroças?
Resposta: porque a distância entre as rodas das carroças deveria caber nas antigas estradas europeias, pelo que, esta era a medida ideal.
Pergunta: E porque é que esta era a medida adequada às estradas?
Resposta: porque estas estradas foram abertas no tempo do Império Romano aquando das suas conquistas, e estas medidas eram baseadas nos carros romanos puxados por dois cavalos.
Pergunta: E porque é que as medidas dos carros romanos foram definidas assim?
Resposta: porque foram feitas para acomodar 2 traseiros de cavalo!
Consequência:
O Space Shuttle utiliza 2 tanques de combustível (SRB – Solid Rocket Booster) que são fabricados pela Thiokol no Utah. Os engenheiros que projectaram estes tanques queriam fazê-lo mais largos, porém tinham a limitação dos túneis ferroviários por onde eles seriam transportados, que tinham as suas medidas baseadas na distância entre os trilhos da linha, que estava limitada ao tamanho das carroças inglesas que tinham a largura das estradas europeias construídas pelo Império Romano, que tinham a largura do cu de 2 cavalos.
Conclusão:
O exemplo mais avançado da engenharia mundial em design e tecnologia é baseado no tamanho do cu do cavalo romano.
Chrys Chrystello

mais um poeta que morreu

Views: 1

A poet just left us: Philippe Jaccottet (February 1925-24, 2020)
′′ A very surrounded loneliness, not a hermitage: it was the life of Philippe Jaccottet, who died on February 24, in Grignan (Dr ômeme), at the age of 95 He was one of our very great poets, one of the most read, studied and translated poets worldwide. He was born on June 30, 1925 in Moudon, Switzerland. Many friends passing through have come to Grignan’s house – where he has lived with his wife Anne-Marie since…

See more

See original

Rate this translation
Le poète et critique littéraire Philippe Jaccottet est mort
LEMONDE.FR
Le poète et critique littéraire Philippe Jaccottet est mort
Né en Suisse mais Drômois depuis les années 1950, l’écrivain, récompensé par le Goncourt de la poésie en 2003 et entré dans « La Pléiade » en 2014, est décédé le 24 février, à l’âge de 95 ans.
You and 17 others
12 shares
Like

Comment
Share

os milhões nunca prometidos

Views: 0

Há tanto Açoriano que votou anos em Vasco Cordeiro a sentir-se tão enganado. Tudo isto era por demais evidente. Uma grande e comprida farsa que o PS/A levou a cena durante muitos anos, e, não nos esqueçamos, com os Açorianos a aplaudirem de pé.
República nunca prometeu atribuir 720 ME aos Açores
ACORIANOORIENTAL.PT
República nunca prometeu atribuir 720 ME aos Açores
Governo da República informou que estimava atribuir 649 milhões de euros aos Açores, com referência a preços constantes de 2018. Antigo Governo Regional avaliou a medida em 720 milhões, mas apenas chegaram 580 milhões no Plano de Recuperação.
You and 2 others

as relheiras de Malta

Views: 0

The islands of Malta and Gozo in the Maltese archipelago are scarred with hundreds, if not thousands, of parallel lines seemingly cut deep into the stone. These ancient grooves have puzzled experts for centuries. Some of the strange tracks deliberately plunge off cliffs or continue off land and into the ocean. Who made these enigmatic tracks, and why?
Prehistoric Lines Across Malta Defy Explanation: The Cart Ruts of Misrah Ghar il-Kbir
ANCIENT-ORIGINS.NET
Prehistoric Lines Across Malta Defy Explanation: The Cart Ruts of Misrah Ghar il-Kbir
The islands of Malta and Gozo in the Maltese archipelago

osvaldo cabral, solidários?

Views: 1

Solidários?
Ao voto de protesto contra o Governo da República, aprovado ontem no parlamento açoriano, devido à falta de compromisso no caso do furacão Lorenzo, devia ser acrescentada a falta de solidariedade às Regiões Autónomas no processo de vacinação.
Não se percebe qual o critério adoptado pelo Governo de António Costa relativamente aos 2% de doses de vacinas para os dois arquipélagos, quando o mesmo vem agora anunciar que para os PALOP serão 5% das doses recebidas.
É, mais uma vez, a prova do sentido de solidariedade e prioridade que se instalou no Terreiro do Paço para com as populações insulares!
Já aqui tínhamos defendido, por mais de uma vez, que as duas regiões, no meio do Atlântico, eram uma oportunidade para o país demonstrar ao mundo como poderíamos ser território-teste para a imunidade de grupo.
Não seria nenhum favor, como muito bem vem agora reconhecer a Comissão Europeia, dizendo que as ultraperiferias merecem discriminação positiva, como manda o Tratado Europeu.
O problema é que a Comissão Europeia, ela própria imersa em enorme trapalhada com a péssima negociação que fez com os laboratórios, empurra a responsabilidade para os estados-membros.
Ora, de Portugal, como já percebemos, não podemos esperar coisa melhor.
Atolados entre líderes nacionais e europeus de elevada mediocridade, só nos resta rezar para que tudo dê certo no meio da enorme confusão em que se encontra o processo de vacinação no país e na Europa.
É, por isso, que o voto de ontem no parlamento açoriano é importante, mas insuficiente.
Sem voz na Europa (e no país), devíamos ser mais ousados.
Como foram os nossos antepassados perante outras afrontas…
(

Osvaldo Cabral

– Diário dos Açores de 26/02/2021)

May be an image of Osvaldo José Vieira Cabral and text
3
3 shares
Like

Comment
Share
Comments

a queda de malaca

Views: 0

Para os membros da seita dos Politicamente Corretos que têm a cabecinha parada no tempo e que acreditam que os povos todos do mundo viviam num Éden imaculado, sem violência nem cobiça, até chegarem lá os pérfidos portugueses…
Fall of the Malacca Sultanate | How 1000 Portuguese Soldiers Toppled an Empire
YOUTUBE.COM
Fall of the Malacca Sultanate | How 1000 Portuguese Soldiers Toppled an Empire
Malaysian history often centers around the Malacca Sultanate. The Malacca Sultanate was a diverse and prosperous merchant empire with extensive trade networ…
2
1 share
Like

Comment
Share

fabulosa islândia

Views: 0

As rochas de basalto, Islândia
May be an image of nature
2
1 comment
Like

Comment
Comments
Most recent

  • Fabuleux – un endroit merveilleux…
    • Like

    • Reply
    • See translation
    • 1 m

ATESTADOS DE IMBECILIDADE

Views: 0

Crónica televisiva de Waldemar Abreu, “Jornal de Barcelos” de 24/02/2021.
………………………………….
«ATESTADOS DE IMBECILIDADE
Há cerca de um mês, ali por meados de Janeiro, a minha sogra, já com uma idade avançada, teve um ligeiro achaque. Nada de especial, nada de grandes cuidados. Mas, à tabela, decidimos ligar para a linha Saúde 24. Confirmaram, do lado de lá, que a coisa não era grave, dispensava idas ao centro de saúde ou ao hospital. Gente atenta e simpática. À despedida, uma recomendação, veemente: “Não a deixem ver noticiários!”
Sim, na realidade a coisa tende a enfartar. Agora dá-lhes para as mutações do vírus. Nada de certezas, tudo especulações, mas aquela tropa não tem quaisquer dúvidas em abrir os noticiários com conversa que, até ver, carece de confirmação científica.
Liga-se a pantalha à hora dos telejornais e a conversa é sempre a mesma. Pela centésima vez, a crise da restauração. Há dias dei por um conhecido empresário da restauração no Norte do País a reclamar apoio do Governo para a comparticipação com as despesas de alcool gel e de máscaras. Não tarda vamos vê-los a pedirem subsídios para lhes lavarem o rabo com água de rosas. Com jeitinho, lá chegaremos!
A restauração já cansa. Mas, depois, temos, pela enésima vez, a crise no sector empresarial, a crise na aviação e a crise na indústria aeronáutica. E por aí fora. Quase tudo baseado em inquéritos efectuados pelas associações do sector que ninguém tem o cuidado de confirmar, no terreno. Mamam e impingem-nos aquilo com a maior das facilidades. E sem se rirem
Muitíssimo presente, também, a actividade no sector funerário, com especial destaque para a RTP 1. Primeiro dão-nos conta do número de mortes nos hospitais, já sem capacidade de armazenagem, depois são as funerárias, sem esquecer as morgues, que também já não aguentam. E claro, o número de mortes actual, sem paralelo nos últimos cem anos.
Temos de recuar aos tempos da troika para identificarmos falta de imaginação e acefalismo do mesmo calibre. Agora são as mortes, as mutações, as vacinas, as dificuldades do SNS. Na altura eram noticiários de hora e meia em que só se falava de economia, uma tristeza que devia ser objecto, urgente, de estudo, para nos dar a exacta medida da incapacidade editorial das TV. A EDP dava um espirro e era abertura de telejornais, a banca dava um peido e vomitavam-nos aquilo, o Passos Coelho, esse coveiro do País, pretendia carregar na malta da ferrugem com mais 6,7 por cento na TSU e era o máximo. Mas darem o homem, no minuto seguinte, a cantar e rir no Coliseu dos Recreios, isso já era demais para eles.
As TV’ já não tinham tomates para tanto… Sem esquecer, claro, aquelas vergonhosas conferências de imprensa de uns tecnocratas estrangeiros de segunda que nos diziam como é que iriamos ser entalados e as tv’s se regalavam a transmitir em directo. Era bom que esse grande formador de especialistas em aeródromos regressasse. Para agregar a direita, Ventura incluido, obviamente. E, já agora, para agregar a esquerda…
Voltemos ao início e à recomendação da linha Saúde 24: “Não a deixem ver noticiários!” A mim isto soa-me a atestado de imbecilidade passado a responsáveis editoriais das tv’s a que temos direito. E estou certo que este atestado é passado centenas de vezes ao dia aos utentes da linha Saúde 24.
No Jornal da Noite (SIC) do passado dia 10 de Fevereiro, longo trabalho dedicado aos resgates de um cão e de um veado. Imaginei-me a ver o “Dr. Pol”, ou um qualquer daqueles programas dedicados à vida selvagem que passam, ao domingo, na SIC ou na RTP1, ao final da manhã. E dei comigo a pensar se não haverá alguém, na SIC, que se dê ao trabalho de conferir alguma dignidade àquele noticiário. Será que já lá nem existe um Conselho de Redacção?»
Like

Comment
Share

António Barreto sobre revisionismo

Views: 0

António Barreto sobre revisionismo (LER AQUI https://blog.lusofonias.net/2021/02/21/cronica-383-vamos-destruir-esses-monumentos-todos/)
.
Partilha do artigo publicado por Mtv24 Redação em 1 de Outubro de 2020 | 21:08
Uma profecia feita com a lucidez e o realismo de António Barreto. A LER com atenção, pois é deveras preocupante e já se encontra em desenvolvimento.
“Republicanos, corporativistas, fascistas, comunistas e até democratas mostraram, nos últimos séculos, que se dedicaram com interesse à revisão seletiva da História, assim como à censura e à manipulação.
É triste confessar, mas ainda estamos para ver até onde vão os revisores da História. Uma coisa é certa: com a ajuda dos movimentos antirracistas, a colaboração de esquerdistas, a covardia de tanta gente de bem e o metabolismo habitual dos reacionários, o movimento de correção da História veio para ficar.
Serão anos de destruição de símbolos, de substituição de heróis, de censura de livros e de demolição de esculturas. Até de retificação de monumentos. Além da revisão de programas escolares e da reescrita de manuais.
Republicanos, corporativistas, fascistas, comunistas e até democratas mostraram, nos últimos séculos, que se dedicaram com interesse à revisão seletiva da História, assim como à censura e à manipulação.
É triste confessar, mas ainda estamos para ver até onde vão os revisores da História. Uma coisa é certa: com a ajuda dos movimentos antirracistas, a colaboração de esquerdistas, a covardia de tanta gente de bem e o metabolismo habitual dos reacionários, o movimento de correção da História veio para ficar.
Serão anos de destruição de símbolos, de substituição de heróis, de censura de livros e de demolição de esculturas. Até de retificação de monumentos. Além da revisão de programas escolares e da reescrita de manuais.
Tudo, com a consequente censura de livros considerados impróprios, seguida da substituição por novos livros estimados científicos, objetivos, democráticos e igualitários. A pujança deste movimento através do mundo é tal que nada conseguirá temperar os ânimos triunfadores dos novos censores, transformados em juízes da moral e árbitros da História.
Comissões purificadoras procederão ao inventário das ruas e locais que devem mudar de nome, porque glorificam o papel dos colonialistas e dos traficantes de escravos. Farão ainda o levantamento das obras de arte públicas que prestam homenagem à política imperialista, assim como aos seus agentes. Já começou, aliás, com a substituição do Museu dos Descobrimentos pelo Memorial da Escravatura.
Teremos autoridades que tudo farão para retirar os objetos antes que as hordas cheguem e será o máximo de coragem de que serão capazes. Alguns concordarão com o seu depósito em pavilhões de sucata. Outros ainda deixarão destruir, gesto que incluirão na pasta de problemas resolvidos.
Entretanto, os Centros Comerciais Colombo e Vasco da Gama esperam pela hora fatal da mudança de nome.
Praças, ruas e avenidas das Descobertas, dos Descobrimentos e dos Navegantes, que abundam em Portugal, serão brevemente mudadas.
Preparemo-nos, pois, para remover monumentos com Albuquerque, Gama, Dias, Cão, Cabral, Magalhães e outros, além de, evidentemente, o Infante D. Henrique, o primeiro a passar no cadafalso. Luís de Camões e Fernando Pessoa terão o devido óbito. Os que cantaram os feitos dos exploradores e dos negreiros são tão perniciosos quanto os próprios. Talvez até mais, pois forjaram a identidade e deram sentido aos mitos da nação valente e imortal.
Esperemos para liquidar a toponímia que aluda a Serpa Pinto, Ivens, Capelo e Mouzinho, heróis entre os mais recentes facínoras. Sem esquecer, seguramente, uns notáveis heróis do colonialismo, Kaúlza de Arriaga, Costa Gomes, António de Spínola, Rosa Coutinho, Otelo Saraiva de Carvalho, Mário Tomé e Vasco Lourenço.
Não serão esquecidos os cineastas, compositores, pintores, escultores, escritores e arquitetos que, nas suas obras, elogiaram os colonialistas, cúmplices da escravatura, do genocídio e do racismo. Filmes e livros serão retirados do mercado.
Pinturas murais, azulejos, esculturas, baixos-relevos, frescos e painéis de todas as espécies serão destruídos ou cobertos de cal e ácido. Outras comissões terão o encargo de proceder ao levantamento das obras de arte e do património com origem na África, na Ásia e na América Latina e que se encontram em Portugal, em mãos privadas ou em instituições públicas, a fim de as remeter prontamente aos países donde são provenientes.
Os principais monumentos eretos em homenagem à expansão, a começar pelos Jerónimos e pela Torre de Belém, serão restaurados com o cuidado de lhes retirar os elementos de identidade colonialista. Os memoriais de homenagem aos mortos em guerras do Ultramar serão reconstruídos a fim de serem transformados em edifícios de denúncia do racismo. Não há liberdade nem igualdade enquanto estes símbolos sobreviverem.
Muitos pensam que a História é feita de progresso e desenvolvimento. De crescimento e melhoramento. Esperam que se caminhe do preconceito para o rigor. Do mito para o facto. Da submissão para a liberdade.
Infelizmente, tal não é verdade. Não é sempre verdade. Republicanos, corporativistas, fascistas, comunistas e até democratas mostraram, nos últimos séculos, que se dedicaram com interesse à revisão seletiva da História, assim como à censura e à manipulação.
E, se quisermos ir mais longe no tempo, não faltam exemplos. Quando os revolucionários franceses rebatizaram a Catedral de Estrasburgo, passando a designá-la por Templo da Razão, não estavam a aumentar o grau de racionalidade das sociedades. Quando o altar-mor de Notre Dame foi chamado de Altar da Liberdade caminharam alegremente da superstição para o preconceito.
E quando os bolchevistas ocuparam a Catedral de Kazab, em São Petersburgo e apelidaram o edifício de Museu das Religiões e do Ateísmo, não procuravam certamente a liberdade e o pluralismo. E também podemos convocar os Iconoclastas de Istambul, os Daesh de Palmira ou os Taliban de Bamiyan que destruíram símbolos, combateram a religião e tentaram apropriar-se tanto do presente como do passado.
Os senhores do seu tempo, monarcas, generais, bispos, políticos, capitalistas, deputados e sindicalistas gostam de marcar a sociedade, romper com o passado e afastar fantasmas. Deuses e comendadores, santos e revolucionários, habitam os seus pesadelos. Quem quer exercer o poder sobre o presente tem de destruir o passado.
Muitos de nós pensávamos, há cinquenta anos, que era necessário rever os manuais, repensar os mitos, submeter as crenças à prova do estudo, lutar contra a proclamação autoritária e defender com todas as forças o debate livre.
É possível que, a muitos, tenha ocorrido que faltava substituir uma ortodoxia dogmática por outra. Mas, para outros, o espírito era o de confronto de ideias, de debate permanente e de submissão à crítica pública.
O que hoje se receia é a nova dogmática feita de novos preconceitos. Não tenhamos ilusões.
Se as democracias não souberem resistir a esta espécie de vaga que se denomina libertadora e igualitária, mergulharão rapidamente em novas eras obscurantistas.”
António Barreto
Serão criadas comissões de correção, com a missão de rever os manuais de História (e outras disciplinas sensíveis como o Português, a Literatura, a Geografia, o Meio Ambiente, as Relações Internacionais…), a fim de expurgar a visão bondosa do colonialismo, as interpretações glorificadoras dos descobrimentos e os símbolos de domínio branco, cristão, europeu e capitalista.
May be an image of 1 person and beard
1
Like

Comment
Comments