Dias 9 e 10 abril (via zoom e Facebook live) teremos o 33º colóquio de Belmonte adiado desde a Páscoa passada, todos os detalhes em https://coloquios.lusofonias.net/XXXIII/
Em dia de aniversário um excerto crítico de Tibério Silva (transcrito do meu livro):
«Dias de Melo recria de uma forma única e plena de autenticidade o ambiente, a linguagem, o imaginário de uma pequena povoação açoriana fechada sobre si mesma, em que a taberna, a casa dos botes, a igreja constituem microcosmos onde as pessoas vão construindo o seu quotidiano. (…)
Para Dias de Melo há fundamentalmente duas classes de indivíduos – os exploradores e os explorados. E a sua obra é, no plano da literatura açoriana, das primeiras a assumir esse problema e a enfrentá-lo em cada página. E mais: o narrador adere à luta do explorado – o baleeiro (figura alegórica) – e lança mãos a uma tarefa que este ciclo da baleia consubstancia: relatar em páginas vibrantes a odisseia de homens que encontram a sobrevivência no punho do remo e no cabo do arpão.»
Tibério Silva, «O ciclo da baleia», em «A Memória da Água-Viva», 5, Dez. de 1979. Transcrito no meu livro «Sala de Espelhos».
Recordo sempre com muita saudade e justificada emoção Dias de Melo, meu antigo professor de Português no Ciclo Preparatório e amigo depois durante muitos anos. Aprendi muito com ele, no Ciclo Preparatório e através dos seus livros. Estou-lhe muito grat…
O líder da Fretilin, Mari Alkatiri, defendeu que o governo timorense deve pedir apoio internacional urgente, mas de forma sistematizada, incluindo um helicóptero militar de carga para poder chegar às populações mais isoladas pelas cheias.
Foi pela mão de António Guterres que se assumiu como o “homem da máquina” do PS. Foi ministro entre 1995 e 2001, altura em que a queda da ponte de Entre-os-Rios ditou a sua saída do Governo. Carismático, jovial, assertivo, voltou a ser decisivo em 2005, o ano da primeira maioria absoluta do PS em eleições legislativas, com José Sócrates.