hoje está assim

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ESPLANADAS ABERTAS….
🙂
Menos em S. Miguel – a ilha do Covid-19
@ Ryc
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Restaurantes vão poder abrir mas apenas para serviço na esplanada…🥴🙄🥺
Será mais ou menos assim… 😜😜😂😂🤣🤣
Jorge Pereira da Silva, Lúcia Vasconcelos Franco and 6 others
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manifesto 1932 dos deportados para Timor

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Manifesto de um grupo de deportados de Timor à Nação Portuguesa (1932)
Descreve o embarque de Lisboa para Timor de presos políticos no navio «Pedro Gomes» da Companhia Nacional de Navegação. Refere ainda o transporte de guerra «Gil Eanes».

Manifesto assinado por Fernando de Utra Machado, Alfredo Marques de Mendonça, Miguel de Abreu, José Pereira Gomes, Manuel António Correia, Francisco de Oliveira Pio, Joaquim Ramos Munha, Manuel Vireilha da Costa e Eduardo Carmona.
Data: Domingo, 28 de Fevereiro de 1932
Segundo este grupo de deportados não houve qualquer julgamento antes da deportação.

Fundo: Arquivo da Resistência Timorense – Espaço por Timor
In: http://casacomum.org/cc/visualizador?pasta=05006.078…
May be an image of text that says "Um grupo de deportados de Timor NAÇÃO PORTUGUESA embarcados horas ese inquebrantavel força Companhia Direito ao Mundo silenciosa Morte, viveram minuciosa ditadura farpado Outubro do pairando invi- Portugues orte pa- eguas Portugal. FERNANDO UTRA MACHADO pública ALFREDO Re- Jornalista MENDONÇA natural deprssão moral ABREU antigo Deputadoà Assembleia Nacional ecção JOSE sempre, Sofrimento fogo, ANTONIO CORREIA Tenente nfantaria. FRANCISCO OLIVEIRA PIO como Medo trans. JOAQUIM RAMOS MUNHÁ Exaltada F Bordo Oficial Mercante, EDUARDO CARMONA Tenente Noort, 28d Fevereiro 932."
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  • Augusto Veríssimo de Sousa (meu avô materno), era um entre os desterrados enviados a Timor na altura.

angústia para o jantar

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ANGÚSTIA PARA O JANTAR OU O FIM DO FIM DA HISTÓRIA
==========================================
Nem sinal de tédio
Escreve Viriato Soromenho Marques, no DN:
«Passaram mais de 30 anos sobre a publicação do famoso artigo de Francis Fukuyama na revista The National Interest (verão de 1989) onde se analisava e advogava um radioso “fim da história” para a humanidade. Ele traria a plena realização das possibilidades evolutivas da nossa espécie, coincidindo com uma economia liberal completamente globalizada. Seria um mundo onde o desejo consumista dos cidadãos obrigaria os Estados iliberais, seguindo o exemplo do governo comunista chinês da altura, a adotar os princípios da economia de mercado.
A política, no sentido de graves decisões sobre qualitativas mudanças de rumo, seria substituída por uma eficiente gestão tecnocrática dos pequenos ruídos (o ambiente seria um deles) que ainda perturbassem o funcionamento de um sistema perfeitamente oleado. Fukuyama acreditava que na sociedade pós-histórica, o maior problema remanescente seria o do “tédio” (boredom)…
Há muito que nem o próprio Fukuyama acredita na sua hipótese de 1989. Contudo, ela é útil como “cenário de controlo” dos problemas de 2021. Aquilo que falhou redondamente nestas três décadas está à vista de todos. O sentimento dominante no nosso tempo não é o tédio, mas sim a angústia. A enorme classe média global, anunciada em 1989, deu origem a um crescimento exponencial da desigualdade, à escala global e nacional. A inovação tecnológica incrementou a produtividade, mas não fomentou o tempo livre (como propunha o próprio Keynes há quase um século). Pelo contrário, a robotização e a inteligência artificial estão a transformar, sobretudo para as novas gerações, o mais modesto trabalho assalariado num privilégio pelo qual se justifica uma “guerra de todos contra todos”. Os problemas ambientais, tratados então com arrogante negligência, transformaram-se numa intratável emergência ontológica que torna possível um colapso civilizacional nas próximas décadas. No entanto, pior do que aquilo que falhou no profético milenarismo de Fukuyama, foi aquilo em que ele acertou. O capitalismo neoliberal domina em todo o planeta, usando punhos de renda ou luvas de aço, consoante as circunstâncias. A sua Internacional reúne-se anualmente em Davos, para dar testemunho público do verdadeiro governo mundial. A política foi arrastada para a irrelevância. Depois de uma década e meia de atividade intensa, em que a principal tarefa dos políticos “modernos”, da esquerda e da direita moderadas, foi destruir tudo o que desde as décadas de 1930 e 1940 tinha sido construído para regular o capitalismo financeiro, os governos entraram em discreta velocidade de cruzeiro.
A política transformou-se num pandemónio incapaz de estar à altura de compreender os desafios mundiais, e ainda menos de lhes dar uma resposta cabal. Basta olhar para a mediana imediatista da nossa política doméstica, ou ver como a presidência de Biden se ressente da profunda patologia norte-americana, sem esquecer a estridente cacofonia que transforma a UE numa entidade impotente e sem alma, na altura em que ela mais necessária seria perante a pandemia e a crescente urgência social. Contudo, nas recentes eleições da Gronelândia, ganhou o partido que, em nome do ambiente e da saúde pública, se opõe às multinacionais que querem aproveitar o degelo causado pelas alterações climáticas, para explorar as suas riquezas minerais. A grande política hibernou. Só a poderemos acordar se não abdicarmos, na mais modesta escala que seja, da ação política como legítima defesa.»
VIRIATO SOROMENHO MARQUES
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timor morreu o avô Serra

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Rosely Forganes

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Antonio Sampaio

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António Serra

.

Morreu o “avô” Serra, um dos portugueses que vivia há mais anos em Timor-Leste

Díli, 09 abr 2021 (Lusa) – José Serra, um dos portugueses que vivia há mais temp…

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  • Paz à sua alma.
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  • Um herói da luta pela independência, nunca reconhecido! A memória de um povo é o seu futuro. Sem memória…

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  • Para sempre na memória de quem teve o privilégio de o conhecer e privar um pouco com ele, ouvir as suas histórias, comer o seu tukir de cabrito, beber da sua paz e verdade
    Um abraço

    eterno Avô

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  • R.I.P
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  • Que descanse em paz!!
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  • Paz à sua alma
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  • Que descanse em paz. Gostei muito de o conhecer e de ouvir as histórias da História Timorense.
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  • Tive o privilégio de o conhecer. Visitei-o várias vezes entre 2004 e 2008. Que descanse em paz.
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  • Também tive o previlegio de conhecer este senhor e ouvir a sua vida, Paz a sua Alma.
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  • Nunca reconhecido.
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tS1ponso0reodhfgf

Rui Sá Pinto Correia
Partiu um português feito mundo, dos últimos que o mundo teve e que se guardou pelas montanhas de Timor como se fosse o seu torrão natal, o Fundão, e de quem tive o privilégio de ouvir as suas histórias de vida.
Conheci-o quando num périplo pelas montanhas de Liquiçá após ter feito a viagem Lisboa-Dili de moto, cheguei ao seu terreiro nos píncaros das montanhas de Liquiçá.
Transcrevo a memória que ficou deste primeiro contacto a que se seguiram depois outros encontros e partilhas.
Descansa em paz avô Serra.
Março, 2017
Avô Serra com 89 anos é uma figura bem conhecida em Timor-Leste, tendo sido o único português a ter permanecido no território durante a ocupação indonésia, sendo obrigado a refugiar-se nas montanhas com a guerrilha por 3 anos durante a luta de resistência.
Com 25 cabeças de gado que o governador Alves Aldeia lhe entregou, chegou a ter 400. Com a invasão, entregou-as todas para alimentar a guerrilha. Confessa com alguma amargura, não ter visto reconhecida pelos novos governantes da terra a sua participação no esforço da luta pela independência. Talvez por ter cor de pele de malai. Lembra todos aqueles que muitas vezes sem testemunhado esforço na luta de libertação recebem agora pensões de veteranos, quando ele por 24 anos resistiu sozinho naquelas serras perdidas de montanha.
Actualmente dedica-se à sua plantação de café e a fornecer de frutas e caprinos o hotel de referência da capital, o Hotel Timor.
Natural do Fundão, veio para Timor em 1964 a convite de um seu irmão. Desde então não mais regressou a Portugal. Em 2000, o Embaixador e o programa de TV “Portugal no Coração” chegaram a ter preparada a viagem de saudade e regresso, que não se concretizou. Agora diz que a juventude e as pernas, que lhe pesam, já lhe não permitem voltar. Tem medo de assim traçar o futuro certo que viu a outros suceder, os quais depois da visita tão ansiada à longínqua “metrópole” se deixaram morrer escassas semanas depois de voltarem a Timor.
Num canto do terreiro aponta o seu lugar onde ficar.
Desço a montanha entre o verde fresco e fim de tarde. No horizonte suspensa entre mar e céu, a ilha de Alor e do mistério, apresenta-se majestosa em toda a sua extensão, coberta de nuvens alvas como neve.
As portas abertas das habitações oferecem o simples conforto do fim de dia. Um sorriso numa cara bonita à beira do caminho espreita entre bambus e elegância. Súbito o doce aroma do café torrado e a excelência doce do leite creme mimoseiam-me o olfacto. Num momento realizo, como se justifica num ermo, uma vida longe de um outro mundo.
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Rui Sá Pinto Correia

added 12 new photos to the album Visita à Quinta do Avô Serra.

Visita à quinta do “Avô” Serra em Maubara.
Avô Serra com 89 anos é uma figura bem conhecida em Timor-Leste, tendo sido o único português a ter permanecido no território durante a ocupação indonésia, sendo obrigado a refugiar-se nas montanhas com a guerrilha por 3 anos durante a luta de resistência.
Com 25 cabeças de gado que o governador Alves Aldeia lhe entregou, chegou a ter 400. Com a invasão, perdeu todas estas cabeças de gado para alimentar a guerrilha. Confessa com alguma amargura, não ter visto reconhecida a sua participação no esforço da luta pela independência pelos novos governantes da terra. Talvez por ter cor de pele de malai. Lembra todos aqueles que muitas vezes sem testemunhado esforço na luta de libertação recebem agora pensões de veteranos, quando ele por 24 anos resistiu sozinho naquelas serras perdidas de montanha.
Actualmente dedica-se à sua plantação de café e a fornecer de frutas e caprinos o hotel de referência da capital, o Hotel Timor.
Natural do Fundão, veio para Timor em 1964 a convite de um seu irmão. Desde então não mais regressou a Portugal. Em 2000, o Embaixador e o programa de TV “Portugal no Coração” chegaram a ter preparada a viagem de saudade e regresso, que não se concretizou. Agora diz que a juventude e as pernas, que lhe pesam, já lhe não permitem voltar. Tem medo de assim traçar o futuro certo que viu a outros suceder, os quais depois da visita tão ansiada à longínqua “metrópole” se deixaram morrer escassas semanas depois de voltarem a Timor. Num canto do terreiro aponta o seu lugar onde ficar.
Desço a montanha entre o verde fresco e fim de tarde. No horizonte suspensa entre mar e céu, a ilha de Alor e do mistério, apresenta-se majestosa em toda a sua extensão, coberta de nuvens alvas como neve.
As portas abertas das habitações oferecem o simples conforto do fim de dia. Um sorriso numa cara bonita à beira do caminho espreita entre bambus e elegância. Súbito o doce aroma do café torrado e a excelência doce do leite creme mimoseiam-me o olfacto. Num momento realizo, como se justifica num ermo, uma vida longe de um outro mundo.
Alberto Borges and 20 others
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  • Bonito texto de homenagem
    Correcção, não foi o único português, que permaneceu em Timor durante A ocupação Indonésia
    Havia também um Alentejano de apelido Casanova, ou Casa Branca

termina hoje o 33º colóquio da lusofonia

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termina hoje o 33º colóquio da lusofonia em Belmonte e continua no sábado pela mesma hora

não se atrase e ligue-se a partir das 14.15 hora de Lisboa (13.15 Açores, 15.15 Galiza)

 

oradores e demais inscritos em https://us04web.zoom.us/j/73291786228?pwd=VGdscFp3aU10bVJ0L1RkOWJSZ2VnUT09

 

não-oradores em FACEBOOK https://www.facebook.com/events/461375161730336

 

Dias 9 e 10 abril (via zoom e Facebook live) teremos o 33º colóquio de Belmonte adiado desde a Páscoa passada, todos os detalhes em https://coloquios.lusofonias.net/XXXIII/

recordar DIAS DE MELO

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Urbano Bettencourt

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Tibério Silva

.

DIAS DE MELO.
(08.04.1925-24.09.2008)
Em dia de aniversário um excerto crítico de Tibério Silva (transcrito do meu livro):
«Dias de Melo recria de uma forma única e plena de autenticidade o ambiente, a linguagem, o imaginário de uma pequena povoação açoriana fechada sobre si mesma, em que a taberna, a casa dos botes, a igreja constituem microcosmos onde as pessoas vão construindo o seu quotidiano. (…)
Para Dias de Melo há fundamentalmente duas classes de indivíduos – os exploradores e os explorados. E a sua obra é, no plano da literatura açoriana, das primeiras a assumir esse problema e a enfrentá-lo em cada página. E mais: o narrador adere à luta do explorado – o baleeiro (figura alegórica) – e lança mãos a uma tarefa que este ciclo da baleia consubstancia: relatar em páginas vibrantes a odisseia de homens que encontram a sobrevivência no punho do remo e no cabo do arpão.»
Tibério Silva, «O ciclo da baleia», em «A Memória da Água-Viva», 5, Dez. de 1979. Transcrito no meu livro «Sala de Espelhos».
………………….
Foto de Dias de Melo: Marc Weymuller
Pedro Almeida Maia, Ana Franco and 42 others
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  • Recordo sempre com muita saudade e justificada emoção Dias de Melo, meu antigo professor de Português no Ciclo Preparatório e amigo depois durante muitos anos. Aprendi muito com ele, no Ciclo Preparatório e através dos seus livros. Estou-lhe muito grat…

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