DÍLI, TIMOR , IMPASSE COM MORTO COVID E XANANA

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Covid-19: Impasse continua em redor de centro de isolamento em Díli
Díli, 13 abr 2021 (Lusa) – O protesto de Xanana Gusmão em frente ao centro de isolamento em Díli, continua hoje, 24 horas depois, sem que haja uma solução final para o impasse sobre o funeral de um homem que morreu com covid-19.
Depois de dormir algumas horas no chão, ao lado da carrinha onde está um caixão preparado para a família, que quer reaver o corpo para os rituais fúnebres, Xanana Gusmão permanece no local, insistindo que não sairá até que a vontade da família se cumpra.
Durante a madrugada uma ambulância que deveria transportar o corpo chegou ao local mas o próprio Xanana Gusmão impediu que o veiculo entrasse no recinto de Vera Cruz.
Numa tentativa de ajudar a resolver o problema, o comandante das Forças de Defesa de Timor-Leste (F-FDTL), Lere Anan Timur, deslocou-se hoje ao local para dialogar com Xanana Gusmão, que se mantém intransigente na sua posição.
Lere Anan Timur apelou a Xanana Gusmão para colaborar e permitir a resolução do caso que continuou, porém, a insistir que o Governo deve corrigir a decisão de obrigar a que o funeral decorra num local preparado para pessoas que morreram com covid-19.
“Eu apoio o Governo no combate à covid. Mas as pessoas não confiam. O homem morreu de outros problemas, mas agora dizem que morreu de covid. E as pessoas não confiam, não acreditam”, reiterou na conversa com o responsável militar.
Xanana Gusmão insiste que não quer impedir os protocolos, mas apenas corrigir a forma como estão a ser implementados.
“Peço desculpa, este senhor morreu devido a um AVC. Eu respeito o estado de direito de democrático. Mas eu vou continuar aqui”, afirmou.
Durante a tarde de segunda-feira chegou a haver sinais de um acordo de compromisso que permitiria à família enterrar o homem, de 46 anos, no cemitério onde pretendiam, Manleuana, em Díli, desde que cumprindo os protocolos sanitários, em vez de o funeral ocorrer no cemitério preparado para casos positivos da covid-19 em Metinaro, a leste de Díli.
Fontes envolvidas no processo explicaram à Lusa que a solução de compromisso, negociada pelo Centro Integrado de Gestão de Crise (CIGC), poderá não ter tido o acordo do Ministério da Saúde e do Governo, que não quer abrir aqui um precedente.
A Lusa tentou confirmar esta informação junto de fonte oficial, mas até agora sem sucesso.
Desde final da manhã de segunda-feira que vários responsáveis timorenses visitaram o local ou telefonaram para Xanana Gusmão para resolver o impasse, incluindo a ministra da Saúde, Odete Belo, o número dois da Sala de Situação do CIGC, Aluk Miranda, e outro dos coordenadores, o comodoro Pedro Klamar Fuik.
Todos tentaram argumentar sobre a necessidade de respeitar o protocolo definido para mortes de pessoas infetadas, mas Xanana Gusmão rejeitou os argumentos, insistindo que a postura das autoridades não fazia sentido e que o homem tinha morrido de outras doenças.
As negociações têm decorrido à frente de câmaras e vídeos em direto, com jornalistas e outras pessoas a transmitirem em direto para as redes sociais os debates entre Xanana Gusmão e os vários enviados das autoridades timorenses.
“Não quero impedir o Governo de aplicar as medidas, mas apenas quero que o Governo corrija a forma como está a aplicar as medidas.
ASP//MIM
Lusa/FIm
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Rosa Horta Carrascalao, Rosely Forganes and 192 others
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  • O defunto é familiar dele ?
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  • Não consigo compreender por que razão as vítimas de covid têm de ser sepultadas num cemitério particular. Em todo o lado, os defuntos ficam nos cemitérios habituais e existentes, escolhidos pelas famílias.
    Ainda assim, esta situação é completamente des…

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  • Que argumento mais teimoso! E não há quem lhe consiga explicar (nem com um desenho) que, apesar de não ter morrido exclusivamente por causa do covid, o senhor estava infetado e o corpo tem vírus?!
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  • Um Lutador pela Liberdade é sempre um Lutador pela Liberdade.
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  • Casos de famílias na mesma convivência em termos de espaço, 2 membros infetados, 3 não. Os 2 ‘curam-se’ e os outros 3 seguem vida normal. Não percebo a histeria com a possível propagação do vírus por parte de um ‘morto’…mas já percebi há muito tempo …

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  • Muito complicado! Mesmo si não morreu do COVID, pode ser infectado e contagioso! Mais Covid no hé pesta! Si bem colocado num plástico dentre do cachão fechado,porque deve ser enterrado num lugar especial?
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  • Avatar grinning and gesturing at neon sign that spells out the word no
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  • if they don’t want to create precedents why did the let Naimori out of isolation prematurely? To save the government from defeat?
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RETRATO DO PEQUENO TUGA CORRUPTO

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Quando tens a oportunidade de “roubar” 0,05€ (cinco cêntimos) tirando uma fotocópia pessoal na máquina Xerox do trabalho…
não perdes a oportunidade.
Quando tens a oportunidade de “roubar” 0,50€ (cinquenta cêntimos) levando para casa a caneta da empresa…
não perdes a oportunidade.
Quando tens a oportunidade de “roubar” 15€ (quinze euros) à tua empresa, almoçando num lugar mais caro, quando podias almoçar por bastante menos, esperando o reembolso desse almoço…
não perdes a oportunidade.
Quando tens a oportunidade de “roubar” 25€ (vinte e cinco euros) a um artista comprando ou descarregando um DVD pirata…
não perdes a oportunidade.
Quando tens a oportunidade de “roubar” 50€ (cinquenta euros) comprando uma antena desbloqueada que apanha o sinal de satélite de todos os canais da MEO ou da NOS…
não perdes a oportunidade.
Quando tens a oportunidade de “roubar” 150€ (cento e cinquenta euros) à Microsoft descarregando um Windows pirateado num site ilegal…
não perdes a oportunidade.
Quando tens a oportunidade de “roubar” 500 a 1.000€ (mil euros) escondendo um defeito do teu carro na hora de vendê-lo, enganando o futuro comprador, tu simplesmente…
não perdes a oportunidade.
Tu não perdes nenhuma oportunidade
devolves a carteira mas tiras o dinheiro
foges aos impostos sempre que podes
dás endereços falsos para adquirir benefícios a que não tens direito, etc, etc. etc…
Se trabalhasses no Governo e caísse nas tuas mãos a oportunidade de “roubar” 1.000.000,00€ (um milhão de euros) com certeza, como tu não perdes uma oportunidade que seja…
irias aproveitar mais essa oportunidade.
É tudo uma questão de acesso e oportunidade.
O povo português precisa de perceber que o problema de Portugal não são só a meia dúzia de políticos lá em cima no poder…
eles apenas são o reflexo dos mais de 10 milhões de oportunistas aqui em baixo.
Os políticos de hoje, foram os oportunistas de ontem!
Texto: Paulo Jorge Alves
Vai ser difícil limpar Portugal assim…
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  • No meu restaurante: quer factura com NIF? Resposta: não… Não passe factura que não é preciso. São os próprios clientes que dizem para não passar factura sem ter noção que a pergunta era só com NIF ou consumidor final… Está entranhado.
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A PANDEMIA MATOU A AVIAÇÃO (PANDEMIC KILLED THE AIRLINES STARS)

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A pandemia Covid-19 provocou uma diminuição acentuada no tráfego aéreo de passageiros em todo o mundo.
A situação levou à quase paralização de muitas companhias aéreas, tendo sido as ajudas de estado a principal contribuição para a continuidade das mesmas.
COVID-19 vaccines go through many tests for safety and effectiveness before they’re approved.
Source: World Health Organization
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A FRAUDE DOS CARROS ELÉTRICOS

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Aquilo que ninguém conta sobre os carros elétricos
AUTOPAPO.UOL.COM.BR
Aquilo que ninguém conta sobre os carros elétricos
Existem três desafios sobre os carros elétricos que o mercado ainda não sabe como resolver: passam processos industriais, empregos e custos.
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SUÉCIA COVID E CONFINAMENTOS

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TENHO A SENSACÃO QUE JÁ TIVÉMOS ESTA CONVERSA |
Hoje foi um dia estranho. Ou pelo menos desconsolador para quem, como eu, ainda acredita na boa fé dos Homens. Um dia onde aprendi, uma vez mais, porque razão o capitalismo selvagem não pode ser regulador de vidas e farol de decisões.
Uma empresa que durante seis anos recebeu uma percentagem do meu salário, trabalhando para isso 10 minutos por mês, achou por bem pedir uma indeminizacão de quase um milhão de euros quando eu disse “já chega”. Numa versão moderna de escravatura onde o trabalho, esse direito que julgamos ter, é substituído por uma corrente que nos prende ao lucro das corporacões, garantindo que nós, pedacos de carne, não podemos escolher livremente o empregador. Pergunto-me onde estarão os tais mercados que estimulam a concorrência? Perguntei se era possível resolver este assunto à Margem Sul mas não, parece que serão advogados a conversar sem aquela paixão que o momento pediria.
Quando chego a casa, ainda a pensar “mas que grande fdp aquele c***** me saiu”, vejo novos gráficos da Suécia por aqui e por ali.
Presumo que o Sócrates seja chão que já tenha dado uva e aguardamos agora serenos pela segunda parte na Relacão. O Benfica presenteou-nos com 5 e o Seferovic disfarcou-se de jogador de futebol. O Rio não apresentou mais ninguém às Autárquicas e não há maneira de morrer um velho em Portugal com a vacina da Zeneca.
De modo que está na altura de voltarmos aos gráficos da Suécia, não é? Pela terceira vez nestes 12 meses de pandemia vamos, todos e bem alto, repetir: “imagina se tivéssemos seguido a estratégia da Suécia!! Olha para eles!!”
Dito isto, aproveitamos a embalagem da indignacão e vamos ver os casos que sobem na Suécia durante a terceira vaga. E os que desceram em Portugal durante o confinamento. Depois discutimos o número de testes e acabamos, se a memória não me falha, ali pelas camas dos CI.
Entretanto algum gajo mais chato pergunta: “epá…mas quantos morreram?”. Nada contra Rs enormes, transmissões em barda e gráficos que sobem. Mas se não se importam, gostava de saber quantos morrem.
Não é que faca da necrologia um hobby, na verdade até é algo de que me incomoda falar, mas julgo ser essa a medida principal de uma pandemia.
No caso dos infectados, bom, em principio há mudanca de estado ao longo do tempo. Já nos gráficos dos mortos, tirando o caso particular de Jesus Cristo, em princípio os demais ficarão permanentemente na estatística oficial da coisa. De modo que me parece de bom tom olharmos para eles, se possível, antes de comecarmos novamente aos gritos.
É que em plena terceira vaga, com mais camas ocupadas nas UCIs, o governo sueco continua a aviar vacinas (todas, julgo eu), a manter as restricões de distanciamento, a permitir a possibilidade de circulacão e a exigir que cada um faca a sua parte.
Repito esta parte porque me parece importante. O covid matou gente em todo o mundo o que, obviamente, inclui a Suécia. Mas ao contrário do que aconteceu em Portugal, empurrado por confinamentos sucessivos, por este lado ninguém ficou na pobreza por causa do combate ao covid. E mesmo assim, morreu menos gente do que em Portugal.
Perdoem-me, por mais que me esforce, continuo a não entender para onde apontam o dedo. Muito menos o porquê.
Visit the COVID-19 Information Centre for vaccine resources.
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  • Acabei de passar por este parágrafo e deixo-o aqui pq não mereço ter de ler isto sozinho…
    May be an image of text that says "Presidente já prepara mais uma renovação do estado de emergência Pressão sobre Ο SNS a diminuir; mas infetados a aumentar; e mortos a descer; e R() a subir; e incidência pandémica a descer. Esta terça-feira há nova reunião no Infarmed. João Pedro Henriques 12 Abril 2021 -07:00"
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TERTULIA-30-timor Luis-Takas-Cardoso-Angelo-Ferreira-Teresa-Sousa-Almeida-

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Convidados e Moderador entram no link https://streamyard.com/pdgv73hf7u

os restantes podem assistir à transmissão EM https://www.facebook.com/lusofonias.aicl/

https://blog.lusofonias.net/wp-content/uploads/2021/04/

 

TERTULIA-30-timor Luis-Takas-Cardoso-Angelo-Ferreira-Teresa-Sousa-Almeida–modera-Chrys.pdf

José Gabriel Ávila · Contradições (Crónica Rádio Atlântida)

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Contradições (Crónica Rádio Atlântida)
Em política é muito usual os governantes tenderem a realizar, logo que assumem o poder, as promessas feitas ao seu próprio eleitorado.
À partida é um bom princípio, desde que se respeite a equidade e se satisfaça os direitos de todos os cidadãos, sobretudo dos mais desprotegidos.
Vem tudo isto a propósito do acordo a que chegou o Governo e a empresa proprietária de um centro de radioterapia na Terceira.
O titular da saúde, afirmou tratar-se de um compromisso eleitoral muito importante que garante um tratamento de proximidade a quem precisa.
Não deve ser levada a sério esta declaração, pois no setor da saúde, há outras situações mais ou tão urgentes – direitos fundamentais – que não garantem um tratamento de proximidade a quem precisa.
Recordo o encerramento noturno de centros de saúde no Pico, os quais, apesar das promessas eleitorais para o funcionamento 24 sobre 24 horas, mantêm as portas fechadas às urgências noturnas.
Nesta e em tantas outras situações, está provado que a proximidade dos eleitos aos eleitores é meio caminho andado para resolver os problemas, desde que haja força política e uma comunicação social que persistentemente denuncie.
Quando, por ausência de denuncia, os problemas não chegam à secretária dos detentores do poder, nada se consegue, porque as situações ficam longe e não as sentem na pele.
E há tantos problemas cuja resolução não entra na agenda dos políticos, mas incomodam, e muito, quem por eles passa.
A nível da saúde, a proximidade da resposta é uma salvaguarda do bem-estar das populações, pois a doença é malina e não previne quando chega.
Tenho repetidamente afirmado que enquanto a saúde não proporcionar serviços com respostas aceitáveis, o despovoamento e o envelhecimento das ilhas mais pequenas ou de segunda ordem, agravar-se-á.
Continuar a defender o rodopio diário dos picoenses no canal Pico-Faial para consultas de especialidade e exames de diagnóstico no Hospital da Horta, obrigando os doentes e famílias a penosas deslocações e estadias prolongadas em residências, é manter o status quo – a trilogia ex-distrital tradicional que só trouxe a desunião e o fosso entre as três grandes mais crescidas e as outras pequenas ilhas mais pobres.
Governar não é resolver apenas os problemas ao pé da porta, para agradar aos amigos, aos vizinhos e aos “companheiros”, dando-lhes uma importância parcial que não serve o todo.
E quando se vem agora referir as visitas estatutárias anuais às 6 ilhas sem governantes, é minimizar os problemas de populações envelhecidas, cansadas de esperar .
Razão têm os transmontanos quando afirmam: para lá do Marão, mandam os que lá estão. Por cá, muitos açorianos ainda acreditam, para mal dos seus pecados, como é uso dizer-se – que os senhores do mando, vão entender a dureza da vida em ilhas sem condições básicas e satisfazer as suas pretensões.
Os mais novos e incrédulos, porém não acreditam, e abalam para outras latitudes. Os que ficam, terão de resignar-se, e morrer à mingua, por falta de cuidados básicos de saúde.
Construir instalações para acolher doentes deslocados, ou instalar mais centros de tratamentos de radioterapia, só ajuda as ilhas maiores, porque as outras 7 terão sempre de deslocar-se, apesar de terem os mesmos direitos que as demais.
Uns dirão: é a vida! outros dirão: é a morte da democracia e da autonomia.
José Gabriel Ávila
11 abril 2021
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  • Bom dia Amigos. Perfeito. E os novos que por aqui ficam, contentam-se, infelizmente com um “cabaz” de fraldas, um litros de leite,uns euros, etc… Isto só dá votos aos “presidentes” ( grupinhos ), já presidentes das Autarquias e no fundo não é medida …

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lagoa 499 anos

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LAGOA- 499 ANOS DA ELEVAÇÃO A VILA E A SEDE CONCELHO
A Cidade da Lagoa, na ilha de São Miguel, está de parabéns, pois comemora 499 anos desde a sua elevação a Vila e a Sede de Concelho e 9 anos de elevação a cidade. Este concelho com cerca de 9000 habitantes, a sul da ilha é constituído por 5 freguesias, sendo elas Rosário, Santa Cruz, Cabouco, Água de Pau e Ribeira Chã.
Ao longo da história, desde o descobrimento da ilha de São Miguel, a Lagoa sempre assumiu uma importante posição, sendo um dos primeiros locais da ilha a serem povoados, o qual cresceu rapidamente em termos económicos, políticos e populacionais. Atualmente, a Lagoa é vista como um polo de grande desenvolvimento, concentrando a indústria e o comércio, sendo uma das zonas habitacionais mais procuradas da ilha.
Neste sentido, a AEAzores vem desejar a todos os lagoenses e em especial à Presidente da Câmara Municipal da Lagoa, Dra. Cristina Calisto os parabéns pelo excelente trabalho em torno da afirmação deste concelho e cidade que prevê acima de tudo o bem-estar da sua população. Votos de sucessos vindouros.
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LAGOA- 499 YEARS SINCE ELEVATION TO TOWN AND COUNTY SEAT
The City of Lagoa, on the island of São Miguel, is to be congratulated, as it celebrates 499 years since its elevation to Village and Head of Municipality and 9 years since its elevation to city. This municipality with about 9000 inhabitants, in the south of the island is made up of 5 parishes, Rosário, Santa Cruz, Cabouco, Água de Pau and Ribeira Chã.
Throughout history, since the discovery of the island of São Miguel, Lagoa has always assumed an important position, being one of the first places on the island to be populated, which grew rapidly in economic, political and population terms. Nowadays, Lagoa is seen as a hub of great development, concentrating industry and commerce, being one of the most sought-after residential areas of the island.
In this sense, the AEAzores wishes all the people of Lagoa and especially the Mayor of Lagoa, Dr. Cristina Calisto, congratulations for the excellent work carried out in affirming this municipality and city which, above all, provides for the well-being of its population. Best wishes for future successes.
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