pf consigne os 0,5% do irs aos colóquios da lusofonia

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ATENÇÂO A TODOS OS QUE CONSIGNAM 0,5% DO IRS OU IVA A UMA ASSOCIAÇÃO DA SUA PREFERÊNCIA:

Para fazê-lo vão à página das finanças, https://sitfiscal.portaldasfinancas.gov.pt/geral/dashboard

seleccionem,na coluna do lado esquerdo, a opção “Todos os Serviços” -surge uma lista de serviços por

ordem alfabética, procurem Comunicar Entidade a Consignar IRS/IVA https://irs.portaldasfinancas.gov.pt/dadosagregadoirs/consignacao/comunicar

até 31 de março...NOS SEUS IMPOSTOS (declaração de IRS) INDIQUE A AICL PARA
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‘The Crown’: Surda, freira e vítima de Freud, a fascinante história da sogra da rainha Elizabeth II | Brasil | EL PAÍS Brasil

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Alice de Battenberg, mãe do príncipe Philip de Edimburgo que aparece pela primeira vez na terceira temporada da série ‘The Crown’, poderia ser protagonista de uma série própria

Source: ‘The Crown’: Surda, freira e vítima de Freud, a fascinante história da sogra da rainha Elizabeth II | Brasil | EL PAÍS Brasil

mais um texto do LUIS FILIPE SARMENTO

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5.
Era ruivo como um foguetão, o Cabrita, e fora parido no túnel do metropolitano ali para os lados do acontecimento. Sempre gostei dele e ele de mim. Amigos sem estandartes mas com convicções em chamas e sem alertas. Fomos magotes nas praças e a polícia não dava mãos a medir às nossas ocorrências. Bandos como furacões de imagens. Tínhamos a intuição do tempo e do amor. O Levi proclamava-o: «para que tu me possas amar». Olhava-o com admiração sob o seu tapete capilar que lhe cobria as artérias do corpo e as transversais do movimento. O Raposão voava à espera de um corpo que lhe caísse em cima, garantindo que «brotavam tulipas prateadas da calçada». Como ele dizia, «esta é a nossa onda gigante». E ainda nem se falava em surf. O metódico Fritz pensava muito. O Madureira fora sempre um acidente sob nuvens acesas de revolta. O Abel procurava a última moda dos tique-taques. Hoje, creio que éramos anjos como palavras, mas com a vantagem poética da efabulação opiácea e foi só nessa dimensão que existimos na tormenta capciosa da literatura. Bem a enganámos. Quando alguém gritava arrasava a memória do instante, transformava-a numa abstracção. E intuímos que a linguagem como organismo é um mistério assustador, cativante e indecifrável. Galopámos o tempo no último lustro da década de setenta sem saber que os eventos artísticos transcendem os lugares.
6.
Estávamos para além da modernidade. Nem questionávamos musas. Elas deslizavam de jeans, bem justos à pele escultórica, pelos vapores da cerveja, e nós ficávamos de sorriso paralisado, por timidez, ao vê-las estacionar, com sumptuosidade, em frente do nosso nariz. Turbilhões de ideias encostavam nas boxes do tempo suspenso para mais tarde largarmos em corridas contra a demora, fervendo os motores de emoções onde a arte acontecia.
Luís Filipe Sarmento

, «B.-L.», 2021

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You, Pedro Paulo Camara, Artur Arêde and 238 others
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o novo normal ou a nova escravatura

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BEM-VINDOS AO NOVO NORMAL |
Conto-vos hoje a história de um amigo, anónimo, e sem qualquer detalhe da entidade patronal por causa dos impedimentos legais.
Foi colocado a trabalhar em casa antes da páscoa de 2020. O meu amigo trabalha num construtor automóvel que tem como público alvo quem se situa da classe média-alta para cima. Por essa altura, abril de 2020, os mercados fecharam e as vendas pararam. A forma da empresa combater a perda de receitas foi, para início de conversa, despedir 1300 pessoas. Aos sortudos que por lá ficaram, cortaram uma percentagem dos salários enquanto recebiam apoio do Estado.
Um dos critérios para despedimento era o conhecimento (ou falta dele) de ferramentas de desenvolvimento no mundo digital. Ou seja, aquelas pessoas cujo trabalho se adaptava melhor ao mundo digital e remoto, tinham maiores probabilidades de não perderem os respectivos empregos.
O meu amigo safou-se apenas com um corte de 5%. Foi bom.
Durante um ano transformou a casa em escritório e pagou, obviamente, as despesas daí resultantes. Água, luz, internet, telefone. No terceiro piso da casa montou um laboratório que consumia a corrente eléctrica de 5 máquinas de lavar.
Durante aquele ano a família teve que conviver, dentro de casa, com os barulhos repetitivos do laboratório durante horas a fio. O meu amigo trabalha com áudio.
Por causa da pandemia e fecho das escolas, o segundo piso da casa ficou transformado em sala de aula.
No piso térreo mantinha-se, apesar de tudo, alguma normalidade.
Ainda assim, disse-lhe, que tinha alguma sorte. Num t2 teria ficado maluco ao fim de um mês.
Entretanto o mercado abriu. E aqui mercado quer dizer China e EUA. As vendas voltaram a disparar e a companhia chegou ao primeiro trimestre de 2021 com os melhores resultados de sempre.
O meu amigo continuou em casa. Ele e mais alguns milhares que, tal como ele, deixaram de usar a água da cantina, a luz do escritório e o papel higiénico do wc partilhado. E como se comprou papel higiénico nesta pandemia, senhores.
O departamento de financas comecou a fazer contas e percebeu que a poupanca era gigante. O trabalho apareceu na mesma e o custo por carro diminuiu, ou seja, o lucro disparou.
Em simultâneo, a pandemia fez com que as compras de bens essenciais pela internet aumentassem exponencialmente e por isso, os rapazes do marketing também comecaram a rolar os dados.
Chegaram à conclusão que dentro de poucos anos a empresa acabará com todos os stands de vendas e passará, exclusivamente, a vender online. Mais uns milhares irão para o desemprego e compraremos um carro, de luxo, como quem encomenda uma pizza bacana com extra queijo (há 20 anos que é o meu “guilty pleasure”).
Numa sociedade cada vez mais fechada e menos aberta ao diálogo, a indústria transforma-se e procura o lucro que existe no el dorado do trabalho online. Com a vacinacão em crescente e o regresso ao trabalho presencial por semanas, as chefias do meu amigo já avisaram que a flexibilidade está para ficar. Ou seja, quem quiser poderá continuar a trabalhar de forma remota, pelo menos parcialmente.
O meu amigo diz-me que não ficou muito aborrecido. Por vontade dele sentava-se em San Pedro, nas águas do Belize, e trabalhava de lá, indo ao escritório uma vez por mês para almocar com os colegas.
O que o meu amigo não percebe é que o CEO dele, ou os outros, não estão preocupados com o bem estar ou flexibilidade necessária à vida dele. Ou de outros como ele. Estão apenas interessados em criar robots que produzam o máximo, investindo a empresa para isso o mínimo possível.
Disse-lhe para multiplicar a realidade dele e dos milhares de colegas por mais uns milhões. Da mesma área profissional, semelhante ou até diferente. Seguradoras, bancos, servicos, tecnologias, quem sabe até ensino e saúde. Disse-me que parecia ser um boa e elaborada teoria da conspiracão, inspirada no mundo pós-pandemia.
Respondi-lhe que parece ficção, de facto, mas é real.
Bem-vindos ao novo normal.
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Aníbal C. Pires, Sandra Cardoso and 117 others
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  • Tenho uma amiga que sente novidades iguais à tua e que diz que não se importa também do novo normal. E eu confrontei-a e disse-lhe se ela se rala com todos os trabalhos que agora não encaixam no novo normal. E ela com muito egoismo disse “tenho o meu, …

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      Maria João

      , parece-me é que se comecam a reduzir as necessidades no mercado profissional e a virar tudo para blá blá blá online.

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    • Tiago Franco

      é curioso que digas isso porque mesmo dentro do meu trabalho sinto isso. Mais tempo a analisar o que devia ser feito, do que efectivamente o que estamos a fazer. Soa-me sempre a inventar trabalho que só serve para justificar os analistas q…

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    • Maria João Pessoa

      adorei a referência wall-e 😁 e realmente…a bolha de consultores e analistas tinha de rebentar. Ficou impossível injectar mais redundâncias no sistema. Mas é um conceito complexo de explicar à funcionária do supermercado que me pergu…

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      • 10 h

Impasse sobre funeral em Timor-Leste resolvido ao quarto dia com cedências do governo

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O funeral de um homem que morreu na segunda-feira em Timor-Leste com covid-19 realizou-se hoje num cemitério de Díli depois de resolvido o impasse que suscitou um protesto do ex-Presidente Xanana Gusmão.

Source: Impasse sobre funeral em Timor-Leste resolvido ao quarto dia

quem não morrer do vírus vai morrer de fome???

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Dentro de alguns minutos fecham os restaurantes, os bares e os cafés na ilha de São Miguel. Durante os próximos dias quem estará na famosa linha da frente, dando o corpo as balas, nesta absurda guerra da pandemia já não serão os médicos e os enfermeiros e os angelicais e brancos profissionais de saúde, serão os empregados de mesa, os cozinheiros e os ajudantes, os empregados de balcão, os donos dos estabelecimentos e todo o imenso universo de pessoas, famílias, ligadas ao mundo da restauração e da hospitalidade a quem o Estado, na sua cega arrogância, decretou, por mero capricho e infantil birra, a ida para a morte. E, tudo isto, por causa de um vírus que hospitaliza cerca de 4%, à data de hoje, dos casos positivos activos. A partir da próxima meia-noite e nos dias que se seguem os desgraçados que partem para a guerra, às ordens do Sr Tato Clélio e do indigente Bolieiro e do pérfido Arturito e perante a omissão desse completo absurdo político e publicamente desrespeitado Secretário do Turismo chamado Mota Borges, para salvar a UCI do HDES, são os milhares de trabalhadores e empresários da restauração e turismo, desde o Lagoinha ao Cé La Vi, do Cais 20 ao Õtaka, do Costaneira ao Silva, do Cantinho dos Anjos ao Café Royal. Tudo porque morreram 30 pessoas, todas com outras comorbilidades, porque há 15 pessoas internadas e, porque nos recusamos a aceitar que só venceremos este vírus quando aprendermos a viver com ele. Pensem nisto amanhã de manhã, quando quiserem ir tomar um café, um gesto tão simples como acordar e viver, mas que este “Governo” e a “ciência” que o rodeia vos proibiu de fazer… #fuckcovid19 #acordai ✊
Pedro Tradewind Salgueiro, Paulo Casaca and 43 others
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  • Para mim o que não se deve dizer é para dizer nas horas certas.
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  • É assim há 3 meses nos restaurantes do continente, compreendo a indignação, as tuas palavras de revolta e apoio ao sector.
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    Subscrevo em absoluto, palavra por palavra.
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Portugal dá apoio de emergência a populações afetadas pelas cheias em Timor

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Desde as cheias de 4 de abril, a cooperação portuguesa em Timor-Leste tem vindo a canalizar alimentos e outros bens essenciais para algumas dos milhares de famílias deslocadas.

Source: Portugal dá apoio de emergência a populações afetadas pelas cheias em Timor

santa maria e o porto espacial sem concorrentes

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Açores. Concurso público para construção do Porto Espacial de Santa Maria fica preliminarmente deserto. Ajuste direto pode ser solução
No Governo Regional não são fornecidos detalhes sobre exclusão preliminar, mas, em Lisboa, o Ministro da Ciência admite que o concurso possa evoluir para a negociação direta com a Ilex e RFA. Investimento ronda os 20 milhões e o o objetivo de ter os primeiros lançamentos espaciais em 2023 mantém-se, de acordo com o ministro da Ciência
O júri responsável pela escolha do consórcio que vai construir e explorar o futuro Porto Espacial da Ilha de Santa Maria decidiu excluir os dois únicos concorrentes a título preliminar. Numa primeira decisão, o júri, que foi constituído pelo Governo Regional dos Açores, excluiu o consórcio liderado pela Rocket Factory Augsburg (RFA), que pertence ao grupo empresarial OHB e que conta com a participação da Edisoft. Na semana passada, o consórcio liderado pela Ilex, e que conta com a Optimal, também acabou excluído a título preliminar.
Com as duas exclusões, ganha força a tese de que o concurso deverá evoluir para um processo negocial com os dois consórcios. O que significa que poderá terminar num ajuste direto.
O Governo Regional dos Açores não fornece detalhes, mas Manuel Heitor, ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (MCTES), confirma que já começaram a ser tomados os primeiros procedimentos com vista a solicitar, junto da Agência Espacial Europeia (ESA), o apoio de uma equipa técnica para uma decisão final sobre o processo.
“Estes processos negociais são sempre muito complexos. O Porto Espacial da Guiana Francesa demorou mais de dez anos a ser construído”, recorda ao Expresso.
O Governo Regional dos Açores prefere ser mais cauteloso – e não dá ainda por concluído o fecho do concurso e o eventual início de uma nova fase de negociações diretas com os consórcios concorrentes que foram excluídos a título preliminar. “Tendo já terminado o segundo período de audiência prévia, o júri está agora a analisar uma pronúncia entregue por um dos concorrentes”, refere Susete Amaro, secretária Regional da Cultura, da Ciência e Transição Digital, através de e-mail enviado ao Expresso.
Segundo apurou o Expresso, o consórcio liderado pela RFA viu-se excluído a título preliminar depois de ter admitido que não conseguia cumprir parte dos mais de 200 itens que constavam no caderno de encargos. Esta decisão do júri poderia ser encarada como uma quase vitória para o consórcio liderado pela Ilex, mas pouco tempo passou para se revelar uma quase derrota. Inconformado com a exclusão a título preliminar, o consórcio RFA Azores solicitou audiência prévia com o júri do concurso.
Segundo fontes que pediram anonimato, a RFA Azores terá aproveitado essa audiência para questionar a real capacidade do consórcio da Ilex e da Optimal para cumprir todos os requisitos do caderno de encargos. Na sequência desta audiência, o júri do concurso decidiu excluir também a Ilex Space a título preliminar.
“Tendo já terminado o segundo período de audiência prévia, o júri está agora a analisar uma pronúncia entregue por um dos concorrentes”, informa o Governo Regional açoriano.
A notícia desta segunda exclusão, que foi reproduzida pela Antena 1 Açores, não teve grande repercussão no continente – com a exceção da posição tomada por Manuel Heitor numa viagem aos Açores, que alertava para a necessidade de garantir que a base que vai permitir o lançamento de pequenos satélites avança ainda durante este ano. O ministro justifica estas palavras com a concorrência de outros projetos europeus que pretendem tirar partido da mais que previsível corrida ao Espaço.
Segundo fontes inquiridas pelo Expresso, os responsáveis pelo processo estão a analisar a possibilidade de recorrer às alternativas legais previstas pelo Código dos Contratos Públicos que permitem avançar para negociações diretas com os consórcios excluídos, quando um concurso termina sem vencedor. Nestes casos, as negociações definem não só requisitos e encargos juntamente com os concorrentes, como ainda poderão levar à fusão de propostas. No final, os valores poderão ser atribuídos por ajuste direto
Nos bastidores há quem aponte o verão como a meta a alcançar para o novo projeto, mas o Governo Regional dos Açores prefere não adiantar com qualquer data enquanto não for anunciada uma decisão final do júri do concurso. “O objetivo é ter os primeiros lançamentos espaciais em 2023. Penso que não devemos abdicar desse objetivo. Penso que ainda é possível”, refere o ministro, lembrando que o Porto Espacial da Ilha de Santa Maria poderá vir a contar com a concorrência de outros locais na Europa.
Apesar de lembrar que o processo de escolha de concorrente e atribuição da concessão é da responsabilidade do Governo Regional dos Açores, Manuel Heitor admite que o Porto Espacial possa beneficiar de apoios comunitários que venham a ser aplicados no âmbito do Plano de Recuperação e Resiliência, que a Comissão Europeia arquitetou para minimizar os efeitos produzidos pela pandemia.
O ministro admite que os investimentos no novo Porto Espacial possam rondar os 20 milhões de euros, mas lembra que estes números terão ainda de ser verificados. Manuel Heitor refere que o Porto Espacial tem de garantir uma posição no mercado internacional e com parcerias internacionais.
O ministro recorda que o sector do Espaço duplicou de faturação nos últimos tempos, mesmo sem haver Porto Espacial, mas não tem dúvida de que a futura infraestrutura “pode alavancar” a indústria nacional.
(Hugo Séneca – Expresso de 15/04/2021)
May be an image of indoor, sky and text
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um poeta-ministro das finanças 1972

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388.2. um poeta-ministro das finanças 1972 CHRYS

Um poeta-ministro das finanças

seria uma calamidade económica.

Se houvesse um ciclone

não importaria o vento nas frestas do ministério

haveria subvenções aos desgraçados dos “bidonvilles”.

Quando houvesse um terramoto

seriam salvos os soterrados mais pobres

para terem uma vida (MAIS) decente.

Os ricos pagariam mais impostos

miseráveis, pedintes, velhos

seriam a elite do desafogo.

Os novos teriam subsídios de amor.

Os industriais da guerra passariam a lavradores

para ninguém morrer de fome.

Num país assim os poetas seriam desnecessários

para dar corpo a tal mito.

Mas é urgente descobrir um poeta

 

REPITO

É INDISPENSÁVEL UM SÓ!

PARA MINISTRO DAS FINANÇAS.